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Saúde

Dengue volta a matar na Paraíba

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Uma menina de quatro anos de idade, que morava no Sítio Pintado, em Mogeiro, no Agreste paraibano, morreu no último domingo, por volta das 9h30, com suspeita de dengue hemorrágica depois de ser internada no Hospital Regional de Trauma e Emergência de Campina Grande. O laudo médico aponta “síndrome do choque de dengue” como causa da morte, mas a confirmação oficial por parte da Secretaria Estadual de Saúde só pode ser feita depois do resultado do exame, que está sendo feito no Laboratório Central em João Pessoa.

Segundo a diretora técnica do hospital, Noadja Cardoso, a criança chegou ao hospital na madrugada da sexta-feira com um quadro grave e apresentava sintomas, como febre, dor abdominal, vômito e desidratação. “Ela foi direto para a UTI, fizemos todos os exames necessários e prestamos o atendimento correto, mas infelizmente, o estado dela era muito grave”, disse Noadja, que também é pediatra.

O primeiro exame de sangue constatou que a quantidade de plaquetas da menina estava normal (143 mil), mas no segundo exame, feito horas após, as plaquetas já tinham caído para 80 mil. “No dia seguinte, outro exame detectou que as plaquetas estavam em 69 mil”, disse Noadja. A quantidade normal de plaquetas deve variar de 150 mil a 450 mil.

Se a causa da morte da criança for confirmada como dengue hemorrágica, subirá para seis o número de vítimas da doença na Paraíba. Até agora, a Secretaria de Saúde do Estado confirmou a morte de quatro crianças com dengue hemorrágica e de uma idosa de 90 anos de idade, que teve dengue clássica. A primeira vítima foi um menino de quatro anos de idade, que morava em Cuité e morreu no dia 9 de abril no Hospital Universitário Alcides Carneiro, em Campina Grande.

No dia 20 de abril, uma idosa de 90 anos de idade, que estava internada no Hospital João XXIII, em Campina, morreu em decorrência de complicações de uma dengue clássica. Seis dias depois, a secretaria confirmou a terceira morte por dengue hemorrágica: a de um menino de cinco anos de idade, da cidade de Guarabira, no Brejo paraibano, que estava internado no Hospital de Traumas de João Pessoa.

A quarta morte foi registrada no dia 18 de maio: a de uma menina de 4 anos, do município de Serra Redonda, que estava internada no Hospital Regional de Urgência e Emergência de Campina Grande. Dois dias depois, a Secretaria de Saúde confirmou a morte de uma menina de oito anos de idade, que morava em Barra de Santa Rosa.
De janeiro até ontem, o Hospital Regional de Emergência e Trauma de Campina Grande registrou 305 casos suspeitos de dengue, sendo 225 da forma clássica e 80 hemorrágica. No mesmo período do ano passado, foram notificados 128 casos de suspeita de dengue clássica e nenhum da forma hemorrágica.

NA UTI

Uma menina de 4 anos de idade, do bairro Monte Santo, em Campina Grande, está internada na UTI do hospital com sintomas de dengue hemorrágica. A tia da menina, Sônia Araújo, conta que a criança começou a apresentar os primeiros sintomas na última quinta-feira. “Ela veio ao hospital, fez uns exames e voltou para casa, mas a situação só foi piorando no final de semana. No domingo, a trouxemos de novo ao hospital e foi então que decidiram interná-la”, contou. No mesmo hospital, outra criança de 11 anos, de Serra Redonda, está internada com sintomas de dengue clássica.

Paula Brito – Jornal da Paraíba

Cidades

Distrito em Curral de Cima cria Grupo de Mulheres para discutir Saúde Feminina

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A Prefeitura de Curral de Cima, por meio da Secretaria de Saúde, criou o Grupo de Mulheres para atender as demandas e esclarecer a população do distrito de Laranjeiras acerca de temáticas do universo feminino. O primeiro encontro reuniu cerca de 20 mulheres e aconteceu na última quarta-feira (21), na sede do Unidade de Saúde da Família (USF).

O Grupo tem por objetivo empoderar as mulheres para que elas alcancem uma melhor qualidade de vida a partir do conhecimento de seu próprio corpo. “Já havia em nós que compomos a equipe de saúde da USF em Laranjeiras a vontade de desenvolver o trabalho, mas o desejo de conhecimento vindo das mulheres nos motivou ainda mais para criação e execução desse projeto”, disse a médica da USF e coordenadora do Grupo de Mulheres, Alexina.

O trabalho com o grupo será realizado sempre por meio de rodas de conversas. “A didática escolhida para atividades com o grupo é o da conversa, da troca de experiências e cada tema será escolhido com base na necessidade das integrantes do grupo. Então, é um projeto que as mulheres participam não só como ouvintes, mas também como agentes ativas da ação”, destacou a coordenadora.

No primeiro encontro foi conversado sobre sexualidade e as participantes puderam conhecer mais do seu próprio corpo e também do corpo masculino. Mas antes da abordagem do tema houve uma dinâmica para poder integrar o grupo e quebrar o gelo.

As atividades são conduzidas pela própria equipe da USF, que é composta por médica, enfermeira e agentes de saúde.

A secretária de saúde de Curral de Cima, Renata Ribeiro, falou sobre a importância da criação do Grupo. “O município de Curral de Cima tem uma população muito ativa, poder ver o envolvimento das mulheres numa ação como essa é a garantia de que a equipe de saúde da cidade está fazendo um bom trabalho, não só do que diz respeito à saúde a partir da obtenção de uma doença, mas também no processo preventivo e educativo o que é de grande valia para nós. Nosso propósito é desenvolver essa ação em outras localidades do nosso município”, avaliou.

O próximo encontro acontece no dia 4 de julho, às 13h, e é destinado a toda e qualquer mulher que reside na área de abrangência da USF de Laranjeiras e que tenha interesse em conhecer mais e melhor o universo feminino a partir da saúde.

Assessoria de Imprensa

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Brejo/Agreste

Liminar obriga prefeitura e Estado a retomarem tratamento de 42 pacientes com glaucoma

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A Defensoria Pública do Estado da Paraíba assegurou por meio de liminar a retomada do tratamento de 42 pacientes portadores de glaucoma na cidade de Araçagi, localizada no Brejo paraibano. Dos 59 pacientes cadastrados na Secretaria Municipal de Saúde, apenas 17 tinham acesso a tratamento, que inclui consultas, exames e uso contínuo de colírio.

A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo defensor público Marcos Freitas, após ser procurado por um grupo de 12 pacientes prejudicados pela suspensão do tratamento – o que pode levá-los, inclusive, a perda irreversível da visão. A liminar, contudo, garante o retorno imediato do tratamento a todos os 42 pacientes cadastrados, além de novos portadores que venham a necessitar do tratamento junto a Secretaria Municipal de Saúde de Araçagi.

“Nós demonstramos o imprescindível direito dos pacientes, cadastrados ou não, receberem de forma imediata os colírios, bem como a realização de exames e tratamento médico na rede pública ou, na impossibilidade, na rede privada, as expensas do município de Araçagi ou do Estado da Paraíba, de maneira solidária”, argumentou o defensor na ação.

Na decisão, o juiz da comarca, Fábio Brito de Faria, destacou que “a obrigação do Estado/réu deverá ser cumprida, sob pena de execução forçada, mediante a apresentação periódica (semestral) de receita médica atualizada, comprovando a necessidade de continuação da medicação”. Como Prefeitura e Estado são entes solidariamente responsáveis, o cumprimento da decisão também caberá a Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Doença crônica – O glaucoma é uma doença crônica capaz de causar cegueira pela falta de tratamento. Embora não tenha cura, pode ser controlada na maioria dos casos por meio de tratamento adequado e contínuo, com uso de colírios.

Fonte: Paraiba.com.br

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Saúde

Epidemia de chikungunya pode atingir o Brasil nos próximos dois anos, alertam pesquisadores

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A previsão é da Sociedade Brasileira de Virologia que analisou os dados de pesquisas sobre a doença que estão sendo feitas pelo Instituto Butantã e a Faculdade de Saúde Pública da USP.

O estudos monitoram quatro vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti: dengue, chikungunya, Zika e Febre Amarela. E a previsão é de que o pico máximo de ocorrência do chikungunya ainda está pra acontecer no país.

Segundo Fernando Spilki, vice-presidente da sociedade brasileira de virologia, a explicação é que o Brasil já tem o vírus da doença, e que a quantidade de mosquitos voltou a aumentar. Como o vírus circulou pouco entre a população, poucas pessoas desenvolveram anticorpos contra a doença.

Além de problemas crônicos, como febres altas e dores nas articulações, a chikungunya pode deixar sequelas graves, como artrite crônica, que impossibilita a pessoa de trabalhar por longos períodos.

E os pesquisadores alertam: como não existe vacina contra chikungunya, a única forma de evitar o problema é a prevenção. Aí, a regra é a mesma do combate à dengue: dificultar a proliferação do mosquito. Portanto, é preciso muito cuidado com reservatórios de água, pratinhos de plantas, caixas dágua e pneus velhos.

Entre 2015 e 2017, período em que houve um surto de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, foram registrados 292 mil casos de chikungunya. A febre amarela, que já era considerada extinta, registrou quase 3.200 casos.

A estimativa é que 75 milhões de pessoas vivam em áreas de risco da doença. Algumas regiões podem ser mais atingidas, como os estados do Nordeste e o litoral da região sudeste, especialmente na primavera e no verão.

Fonte: Radio Agência Nacional

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