Cidades

Campanha de vacinação contra gripe começa na segunda-feira

Começa nesta segunda-feira (25) a Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe, que acontecerá até o dia 13 de maio em todo o país. Na Paraíba, a meta do Ministério da Saúde é imunizar 620 mil pessoas que correspondem a quatro grupos prioritários, além dos idosos: crianças entre seis meses e dois anos de idade, gestantes, profissionais da saúde e povo indígena.

Segundo a coordenadora de imunização da SES, Missania Moreira, estão distribuídos em nos 223 municípios paraibanos 1.100 postos de vacinação, com cerca de 5 mil profissionais que serão envolvidos na campanha de vacinação.

“Este ano, a novidade é que uma única dose da vacina vai imunizar contra dois tipos de influenza, a gripe comum e a gripe H1N1. Ano passado, foram oferecidas duas vacinas, uma para cada tipo de gripe. A nossa meta é imunizar até 80% das cerca de 620 mil pessoas que correspondem aos grupos prioritários”, explica Missania Moreira. As crianças menores de dois anos vão tomar duas doses da vacina, sendo a segunda 30 dias após a aplicação da primeira vacina.

Vacinação em crianças – Os pais devem levar as crianças duas vezes aos postos de vacinação, quando será aplicada meia dose de cada vez. É essencial que a criança retorne ao posto de saúde 30 dias após receber a primeira dose da vacina para que seja aplicada a segunda.

Complicações – A H1N1 é uma doença respiratória causada pelo vírus H1N1. A transmissão ocorre, principalmente, por meio de tosse, espirro ou de secreções respiratórias de pessoas infectadas. A doença é causada por diferentes subtipos do vírus influenza. Os sintomas são: febre repentina, tosse, dor de cabeça, dores musculares, dores nas articulações e coriza. Em qualquer um desses sintomas o ideal é procurar um médico para fazer o acompanhamento.

A Influenza, de uma forma geral, pode evoluir e trazer complicações como pneumonias bacterianas ou agravamento de doenças crônicas já existentes, como diabetes e hipertensão, que são mais comuns nos grupos de idosos e crianças com idade entre seis meses e dois anos, além das gestantes, que também são muito vulneráveis




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