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Mundo

Vilarejo oferece internet sem fio com ajuda de jumentos no norte de Israel

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Parque reconstitui a vida de uma aldeia da Galileia nos séculos I e II.
Roteador acoplado ao animal permite que turista envie fotos on-line.

 

Parque temático Kfar Kedem oferece internet sem fio acoplada aos jumentos (Foto: Reprodução)

O parque de Kfar Kedem, localizado no vilarejo de Hoshaya, ao norte de Israel, começou a oferecer acesso sem fio à internet (Wi-Fi) por meio de equipamentos instalados junto ao corpo dos jumentos que transportam os turistas, informa o site The Times of Israel.

O local, também conhecido como Vila de Yore (acesse o site), reconstitui a vida de uma aldeia da Galileia nos séculos I e II da era comum, ou ‘era cristã’, incluindo o vesturário, as residências da época e os passeios de burro.

A ideia de instalar os roteadores Wi-Fi é permitir que os visitantes compartilhem as experiências e fotos dos passeios em tempo real, explicou o gerente do parque, Menachem Goldberg, ao The Times. “Nossa vila tem 30 jumentos, e equipamos os cinco primeiros com roteadores sem fio que são presos ao corpo dos animais”, explicou.

 

Do G1

Brasil

Consulados devem assistir crianças brasileiras em abrigos nos EUA

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O Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nota nesta quarta-feira (20) orientando os consulados do Brasil nos Estados Unidos a mapear os abrigos onde as crianças brasileiras que foram separadas dos pais estão instaladas. Eles também deverão prestar assistência a elas com visitas constantes e fornecer informações aos pais sobre possíveis caminhos jurídicos para a recuperação da guarda dos meninos e meninas apartados.

O Itamaraty disse que “acompanha com muita preocupação” a situação das crianças brasileiras e afirma que espera a “efetiva revogação da prática de separação” de crianças e pais identificados e capturados tentando imigrar ilegalmente para os Estados Unidos.

O órgão também recomendou aos membros dos consulados promover campanhas de esclarecimento sobre os riscos de cruzar a fronteira dos EUA ilegalmente e diálogo permanente com o governo estadunidense sobre temas consulares.

A separação das famílias havia sido determinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, mas foi cancelado após novo decreto publicado por Trump hoje.

Em entrevista concedida hoje à Agência Brasil, o cônsul-geral adjunto do Brasil na cidade de Houston, Felipe Santarosa, afirmou que pelo levantamento do Itamaraty 49 meninos e meninas brasileiros estavam nesse tipo de instalação.

Agência Brasil

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Mundo

À beira da morte, pastor ouve a voz de Deus e testemunha a realidade do mundo espiritual

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Experiências de quase morte são catalogadas e estudadas em várias partes do mundo. Esses episódios não são apenas de natureza religiosa, para quem possui fé, por exemplo, mas também fenômenos de caráter científico, tendo em vista que para a ciência a vida após a morte ainda é um mistério.

O pastor americano Robert Morris passou por uma situação de saúde delicada, onde teve a oportunidade de perceber como a realidade do mundo espiritual influencia constantemente nossas vidas. Cerca de dois meses após ter quase morrido, ele retornou ao púlpito da igreja Gateway Church, nos Estados Unidos, para contar a sua experiência de quase morte.

Morris contou que em abril desse ano estava no interior do Texas com a sua esposa, quando sofreu uma hemorragia interna. A situação foi tão grave que ele precisou ser socorrido de helicóptero, pois já não lhe restava muito tempo de vida.

Antes da viagem, os paramédicos deixaram Morris e a sua esposa, Debbie, sozinhos por alguns minutos. “Nós dois pensamos que tinha acabado. Então nos despedimos e eu gravei um vídeo para nossos filhos e netos”, disse o pastor.

Já no helicóptero, Morris contou que algo diferente tomou conta do ambiente. Apesar da situação ser de conflito e muita angústia para os que estão “de fora”, naquele momento ele estava tendo um encontro com Deus: “Eu não fui para o céu, mas a presença do Senhor encheu o helicóptero e senti que estava prestes a ir para o céu”, disse ele.

“Fiquei empolgado porque estava prestes a ver Jesus, porque estava indo para o céu. Pensei em minha família e minha igreja, mas eu sabia que Deus cuidaria deles”, explica o pastor, lembrando que após esse momento ele fez uma oração ao Senhor, se colocando a sua disposição, mas também falando do seu desejo de rever a família:

“Se é isso, estou pronto para ir”, disse ele a Deus. “Mas gostaria de ficar com a minha família. Eu não acho que você tenha terminado [sua obra] comigo na terra”, disse ele, ouvindo uma resposta em seguida: “Eu não terminei”. Era Deus confirmando o seu desejo. “Eu sabia que não ia morrer naquele dia”, afirmou o pastor.

Depois que chegou no hospital, Morris já havia perdido quase metade do seu sangue. Ele passou por duas cirurgias e se recuperou, mas acredita que sua hemorragia teve influência espiritual: “Eu tive problemas de saúde e agradeço a Deus pelos profissionais médicos, mas também tive uma batalha espiritual e foi aí que a oração entrou”, disse ele.

“Temos uma tendência a sermos racionais e continuamos procurando a explicação lógica. O próprio Jesus disse que Satanás vem apenas para roubar, matar e destruir. Acho que ele estava tentando me matar”, explica, lembrando que nesses momentos a oração é indispensável, não apenas de quem passa pela situação, mas também dos irmãos em Cristo

“Jesus nos ensinou a orar pela libertação do maligno. Ele nos ensinou a fazer guerra espiritual todos os dias. Isso é fantástico e salvou minha vida. Mas se podemos nos unir para orar por uma pessoa que está morrendo, o que aconteceria se nos uníssemos para orar por uma nação que está morrendo?”, conclui o pastor, segundo o Christian Post.

Do Gospel Mais

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Mundo

Príncipe muçulmano autoriza a realização de cultos cristãos na Arábia Saudita

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O Príncipe Mohammed Bin Salman, herdeiro do trono da Arábia Saudita, mais uma vez chamou atenção do mundo ao conceder a permissão para que cristãos realizem cultos públicos no país. Antes, esse feito só podia ser realizado com autorização prévia das autoridades. Com essa medida, acredita-se que a proposta de “reformar o islamismo” pode estar ganhando força na região que é o berço do islã.

Essa não é a única medida que o Príncipe Salman toma, no sentido de flexibilizar a cultura religiosa e a diversidade no país. Em setembro do ano passado ele concedeu às mulheres o direito de dirigir. Cinemas foram abertos e mulheres também puderam participar de uma comemoração nacional junto com os homens, em um estádio de futebol, segundo o G1.

Em outubro, prometeu uma Arábia “moderada”, praticante de um Islã “tolerante e aberto”, dando aos milhares de cristãos que vivem na Arábia Saudita, país onde nasceu o islamismo, a esperança de poderem vivenciar a fé em Jesus Cristo de forma mais livre.

Apesar de manter proximidade com potências ocidentais como os Estados Unidos, a Arábia Saudita ocupa a 12ª posição na lista de países que mais perseguem os cristãos no mundo, publicada anualmente pela organização Portas Abertas. A decisão favorável aos cristãos, no entanto, agora dá margem para mais cobranças internacionais de respeito ao cumprimento promulgação da lei.

Diplomaticamente o Príncipe Mohammed Bin Salman também parece mais disposto ao diálogo com Israel. Questionado, por exemplo, se reconheceria o Estado judeu, ele procurou apresentar uma visão conciliadora, algo incomum para o líder de um país islâmico:

“Acredito que palestinos e israelenses têm o direito de ter sua própria terra. Mas temos que ter um acordo de paz para garantir a estabilidade para todos e ter relações normais”, disse ele, que aos 32 anos também é Ministro da Defesa e assessor especial do rei.

Gospel Mais com informações do Portas Abertas

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