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Meio Ambiente

Banhistas devem evitar quatro praias do Litoral da PB neste fim de semana

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Quatro praias do litoral da Paraíba estão sendo consideradas impróprias para banho, de acordo com o Relatório de Balneabilidade da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), divulgado na sexta-feira (28).

Segundo o órgão, os banhistas devem evitar os trechos das praias do Jacaré, localizada no município de Cabedelo, à esquerda do estuário do Rio Paraíba, e da praia do Manaíra, localizada no município de João Pessoa, em toda sua extensão.

Deve ser evitado também a praia do Jacarapé, localizada no município de João Pessoa, no trecho nas proximidades do riacho e a praia de Maceió, localizada no município de Pitimbú, 100 metros à direita e 100 metros à esquerda da desembocadura do riacho engenho velho.

De acordo com o documento, as outras 52 praias paraibanas variam entre as categorias excelente, muito boa e satisfatória. Apesar da classificação positiva, a Sudema recomenda aos banhistas que evitem os trechos de praia localizados em áreas frontais a desembocaduras de galerias de águas pluviais, principalmente se houver indício de escoamento recente.

Classificação válida até a emissão do próximo relatório, na sexta-feira, dia 6 de maio de 2016.

Do G1 PB

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Meio Ambiente

Justiça Federal na PB homologa TAC para garantir proteção do Vale dos Dinossauros

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Foto: Divulgação

m plano de manejo para garantir a preservação do Vale dos Dinossauros, no município de Sousa, no Sertão paraibano, deve ser elaborado pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), conforme prevê um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) homologado pela Justiça Federal na Paraíba.

O TAC é resultado de uma ação civil pública promovida pelo Ministério Público Federal (MPF) que afirmou que, mesmo sem um plano de manejo, algumas obras estariam sendo realizadas no local, financiadas por dois convênios federais – firmados entre o Ministério do Turismo e a Prefeitura – no valor aproximado de R$ 2 milhões.

Segundo o MPF, como a inauguração da área de conservação ocorreu em 2002, um plano de manejo deveria ter sido realizado dentro de um prazo de cinco anos, mas até então isso não foi feito.

Esse plano técnico estabelece o zoneamento do local, as normas que devem guiar seu uso e o manejo dos recursos naturais, inclusive a implantação de estruturas físicas necessárias à gestão da unidade.

Com a homologação do TAC, a Sudema fica obrigada a elaborar, no prazo de um ano, contado da contratação da empresa, o plano de manejo do Monumento Natural Vale dos Dinossauros. Caso isso seja descumprido, a visitação pública ao local pode ser suspensa, assim como a licença das obras de execução dos convênios federais.

Todos os documentos públicos, que permitam a fiscalização e o acompanhamento das estratégias de gestão do patrimônio paleontológico do Vale dos Dinossauros devem ser disponibilizados pela Prefeitura de Sousa no Portal da Transparência.

Além disso, ficou determinado que todas as atividades e obras na unidade de conservação, antes da elaboração do plano de manejo, devem se limitar àquelas destinadas a garantir a integridade dos recursos que o local visa proteger.

No caso da retomada das obras, a Prefeitura de Sousa e a Sudema se obrigam a manter um paleontólogo para acompanhar toda a execução dos convênios federais, e o MPF promoverá consultas prévias aos especialistas para garantir a preservação das pegadas fossilizadas protegidas pela Unidade de Conservação.

O TAC foi assinado entre o Ministério Público Federal, a Superintendência de Administração do Meio Ambiente e a Prefeitura de Sousa. Em caso de descumprimento do que foi estabelecido, é prevista uma multa diária de R$ 10 mil.

Do G1 PB

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Meio Ambiente

ONG quer distribuir 100 mil mudas para reflorestamento na Paraíba

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A Associação de Formação e Incentivo para o Nordeste Karente (Afink) apresentou o planeamento de suas ações para este ano, na Paraíba. Entre as propostas apresentadas em evento realizado na segunda-feira (12), em Araruna, está a de produzir, doar e plantar 100 mil mudas de árvores para contribuir com o reflorestamento no estado. Os números foram apresentados durante o 1º Encontro dos Amigos do Meio Ambiente (Eama), na sede da Associação diante de representantes de 28 municípios da Paraíba e Rio Grande do Norte.

“Nossa meta para este ano é produzir 100 mil mudas em prol do reflorestamento, mas para isto precisamos de parceiros para que nossas mudas sejam destinadas corretamente. Por esse motivo reunimos vários municípios para, juntos, planejarmos como essas mudas serão utilizadas de forma positiva. Estamos prontos para doar as mudas, a todos aqueles que nos apresente um plano de ação na área da educação ambiental, de preferência que essas atividades sejam trabalhadas dentro das escolas com nossas crianças e adolescentes”, comentou o coordenador do projeto Luís Carlos Almeida.

Sobre o encontro, a presidente da Afink, Rosa Amélia, agradeceu a presença das representações dos municípios e entidades presentes. “Nós só temos a agradecer a todos que saíram de suas cidades para estar aqui em Araruna e junto com nossa equipe debater ações em prol do nosso planeta”, declarou.

O 1º Eama foi realizado pela equipe do Projeto ‘Muda – Mude de vida! Plante uma Árvore’ e teve o objetivo de formar parcerias para práticas da educação ambiental nas escolas, como também na comunidade. No encontro também será formalizado o termo de doação de mudas com os municípios para o ano de 2018.

O encontro ainda teve a parceria da SBAU e contou com a presença do agrônomo e diretor da Região Nordeste da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana (SBAU), Anderson Fontes, como palestrante.

 

Ascom

 

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Meio Ambiente

Redes de esgoto: Cagepa recolhe 9 toneladas de lixo por mês só na Grande JP

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Imagine se deparar com uma TV dentro da tubulação de esgoto? Parece surreal, mas, para os agentes de manutenção da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), é uma situação até corriqueira ao fazer a desobstrução das redes. Entulho de material de construção, pneus, colchões, garrafas plásticas e carcaças de material eletrônico também já foram encontrados dentro dos canos da Grande João Pessoa. Por mês, são recolhidas cerca de 9 toneladas de lixo nas redes de esgoto da Região Metropolitana da Capital.

Para ilustrar o cenário de sujeira, no gradeamento da Estação Elevatória de Esgotos localizada na Avenida Maria Rosa, em Manaíra, são acumulados 70 kg de lixo todos os dias. “Lá a limpeza tem que ser diária. É a maior estação. Se calcularmos o que fica retido nas 66 elevatórias de esgoto da Região Metropolitana, o número é absurdo”, observou o engenheiro Ricardo César, subgerente de Manutenção de Esgotos da Cagepa.

Como esses objetos maiores vão parar na rede de esgoto é uma incógnita, mas os agentes de manutenção da Cagepa relatam que, em muitos locais, o lixo é entulhado pela população depois que as tampas dos poços de visita (PVs) são furtadas. “No fim das contas, é só uma questão de educação. Porque a conduta errada de uma pessoa acaba prejudicando dezenas de famílias. É quase um ato de vandalismo mesmo”, disse Ricardo César.

É feio, é sujo e – lamentavelmente – também é recorrente, segundo o engenheiro. Ele revelou que algumas localidades recebem a visita da equipe de manutenção da Cagepa todas as semanas. Comunidades como Alto do Céu, Timbó e Bairro São José, além de alguns pontos nos bairros de Manaíra e Tambaú, estão entre as de maior número de ocorrências.

Lixo-recolhido-na-Estação-Elevatória_1

No ralo, não!

Ricardo César destacou que o tipo e tamanho dos objetos encontrados chega a impressionar, no entanto, é uma atitude equivocada e, infelizmente costumeira, a que mais afeta as tubulações na Grande João Pessoa: o despejo de gordura e óleo de cozinha nas pias das residências.

“Aquele resto d óleo das frituras jogado na pia das casas que não possuem caixa de gordura vai impregnando as paredes dos canos e formando uma crosta de gordura que, juntando-se a outros detritos, obstrui a rede. É praticamente um ‘infarto’ da tubulação”, explica o subgerente de Manutenção de Esgotos, acrescentando que os locais com maior número de restaurantes e bares, como o Centro e a Orla da Capital, são os com maior registro de ‘coágulos’ de gordura, provenientes do óleo de cozinha.

Lixeira encanada

O que a Cagepa recolhe das redes de esgoto (e que não deveria estar lá):

– Óleo de cozinha (forma placas de gordura nas tubulações)

– Colchões e espumas

– Material eletrônico e pedaços de móveis

– Fraldas, absorventes, filtros de cigarro

– Preservativos, sacolas e garrafas plásticas

 

Ascom

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