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Tecnologia

WhatsApp deixa de funcionar em alguns smartphones em 2017

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Foto: Ilustrativa

Em fevereiro de 2016, o WhatsApp já havia avisado que deixaria de oferecer suporte ao aplicativo em aparelhos mais antigos. O cancelamento começou a acontecer no primeiro dia de 2017. “Por mais que estes aparelhos celulares tenham feito uma importante parte em nossa história, eles não possuem a capacidade requerida para que possamos expandir os recursos de nosso aplicativo no futuro”, explicou o WhatsApp.

A partir de agora, o aplicativo de troca de mensagens deixará de funcionar em dispositivos alimentados por Android 2.1 e Android 2.2, iOS 6 / iPhone 3GS, bem como Windows Phone 7. Já o BlackBerry OS, Nokia Symbiam e Nokia S40 devem deixar de suportar o WhatsApp até o dia 30 de junho de 2017.

A empresa aconselhou que os donos desses aparelhos comprem um modelo mais novo para continuar usando o aplicativo que, atualmente, já é usado por mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo.

Do Ubergizmo

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Em João Pessoa começa a funcionar app de transporte para mulheres

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Foto: Divulgação

Já está em funcionamento em João Pessoa o aplicativo de transporte exclusivo para mulheres. Nas mesmas características do Uber e Cabify o aplicativo tem como objetivo único fazer a ponte entre motoristas mulheres e suas passageiras. Preocupadas com os casos de estupros e assédios no transporte coletivo, as desenvolvedoras do app criaram esta solução exclusiva para dar mais segurança as mulheres.

O app FemiDriver está presente também nas cidades de Recife-PE, Caruaru-PE, Vitória-ES e pretende chegar em 2 de julho na cidade de Uberlândia em Minas Gerais. O app está funcionando desde 28 de maio e já contas aproximadamente mais de 90 motoristas mulheres cadastradas.

Segundo informações no site do app, as formas de recebimento são dinheiro e cartão de crédito. É possível fazer agendamento de corrida em até 3 horas antes. O app está disponível no Google Play e AppStore.

Da redação do brejo.com

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Tecnologia

Downloads da versão online da Bíblia mais que dobraram em 2017, diz SBB

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Com a popularização do acesso a internet crescendo cada vez mais, a busca pela Bíblia Sagrada só cresce. Dados de 2017 mostram que os downloads do livro que contém a Palavra de Deus mais que dobrou em relação ao ano anterior.

Em 2017, o número de downloads da Bíblia foi 128% maior do que em 2016, revelou a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), responsável por editar e distribuir os exemplares, além de disponibilizar uma versão online.

De acordo com informações do jornal O Globo, em 2017 foram registrados 3,4 milhões de downloads da Bíblia, enquanto que em 2016, o número foi de 1,5 milhão de vezes.

“Não quer dizer, no entanto, que o livro ganhou tantos novos leitores. De acordo com os dados da SBB, 1,8 milhão de usuários foram responsáveis pela estatística de 2017 — já que uma mesma pessoa pode baixar o conteúdo para diferentes dispositivos”, comentou a jornalista Clarissa Stycer, na coluna de Lauro Jardim no jornal.

Embora o interesse pela Bíblia na versão digital tenha crescido, não se compara com a dimensão de alcance dos exemplares impressos: a SBB vendeu mais de 8,6 milhões de exemplares somente em 2017.

Gospel +

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Cidades

Projeto de servidores do Campus III disponibiliza imagens panorâmicas de parte da UEPB e de locais turísticos da PB

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Trabalhando a tecnologia em prol da informação e do ensino.  Foi com esse propósito que um grupo multidisciplinar composto por servidores técnicos administrativos do Campus III da Universidade Estadual da Paraíba, situado em Guarabira, desenvolveu o projeto “Teju-View”, assim denominado em homenagem à fauna local. Trata-se de uma iniciativa que busca capturar imagens dos diversos centros que fazem parte da instituição e de pontos turísticos do estado, bem como constituir um banco de dados formado por imagens panorâmicas, em 360 graus, referentes a localizações que são objetos de estudo de projetos elaborados por professores dos cursos de licenciatura vinculados ao Centro de Humanidades (CH).

Já se encontram disponíveis, por meio do Google Maps, para toda a comunidade acadêmica da UEPB e para o público em geral, visualizações da Reitoria, do Campus III e da parte interior do Santuário Frei Damião, um dos cartões postais da cidade de Guarabira. Outro resultado apresentado pelo projeto diz respeito às trilhas da Cachoeira de Ouricuri e do Poço Escuro. Refere-se à captura imagética de roteiros que contemplam o projeto de pesquisa “Nas trilhas da Serra do Espinho, Pilões/PB”, que há mais de quatro anos está sendo desenvolvido pela professora Luciene Arruda, do Departamento de Geografia do CH.

“Nossa equipe realiza um diagnóstico da fauna local, com o intuito de fazer um levantamento do potencial geográfico e ambiental da área pesquisada como vetor de desenvolvimento sustentável e conscientização socioambiental. Tivemos a importante contribuição dos membros do Teju-View para divulgar imagens tridimensionais das trilhas e comunidades pesquisadas”, disse a docente.

Para executar o projeto, seus idealizadores, os servidores Amarildo Lucena, Marcelo Luiz, Ézio Rubis, Waldember Ginú e João Andrade (sendo os três primeiros técnicos em informática, e os demais, auxiliares de biblioteca), firmaram duas importantes parcerias. Primeiro, com o Google Trekker, que disponibilizou uma “mochila” contendo um sistema de câmeras que possibilita alcançar lugares de difícil locomoção, acessíveis apenas a pé. Outro apoio adquirido diz respeito à doação de dez óculos que permitem a ampliação da realidade observada, realizada por uma empresa norte-americana, Unofficial Cardboard, após alguns contatos e apresentação do projeto.

“De fato, o projeto começou a ser desenvolvido em 2013, quando começamos a fazer imagens de todas as dependências do Centro de Humanidades com o intuito de ajudar o estudante novato a se localizar com mais facilidade. Com o passar do tempo, e em diálogo com alguns professores, surgiu a ideia de enriquecer o ensino das aulas de campo com a criação de um banco de dados de imagens, por meio do qual os alunos poderão fazer um passeio virtual por um museu, adquirir conhecimento prévio de um dado lugar ou mesmo fazer comparações das transformações sofridas por um determinado espaço geográfico, por exemplos”, relatou Marcelo Luiz.

O projeto já foi submetido a mais uma seleção promovida pelo Google, visando, novamente, à obtenção da “mochila de equipamentos” para prosseguir com as ações.

Assessoria/UEPB

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