Cidades

Projeto visa diagnóstico e tratamento precoce para crianças com Síndrome de Down

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Foto: Reprodução Web

Com a intenção de melhorar cada dia mais o acesso a saúde de qualidade em Campina Grande, principalmente aos mais necessitados, o vereador Renan Maracajá, conseguiu aprovação na Câmara Municipal de Campina Grande, de Projeto de Lei que obriga hospitais públicos e privados, a registrar e e comunicar o nascimento de bebês com Síndrome de Down as instituições, entidades e associações especializadas que desenvolvem atividades com pessoas com deficiência no município, ajudando assim, a garantir a identificação e acompanhamento precoce, facilitando as ações para o estímulo mais rápido e mais oportunidades no seu desenvolvimento futuro.

No projeto aprovado, consideram-se instituições, entidades e associações, para efeitos desta Lei, além de hospitais públicos e privados, todas as casas de saúde, Santas Casas, hospitais filantrópicos, maternidades, clínicas, centros de saúde, postos de saúde e demais estabelecimentos de saúde que realizem e prestem os serviços de parto.

Ao tempo que for sancionada, esta lei afastará o estímulo tardio ao portador da síndrome, garantindo mais influências positivas no desempenho e no potencial já nos primeiros anos de vida, proporcionando um desenvolvimento motor e intelectual mais rápido dessas crianças, garantindo assim, condições reais de socialização, inclusão, inserção social e geração de oportunidades, ajudando o desenvolvimento da autonomia da criança, sua qualidade de vida, suas potencialidades e sua integração efetiva como membro participante da sociedade.

O vereador Renan Maracajá ressaltou a importância do PL, trata-se de uma propositura que visa o acompanhamento e o desenvolvimento de crianças e recém-nascidos com Síndrome de Down, para fins de promovermos a inclusão social e suporte técnico as famílias. Renan falou ainda que “Crianças com Síndrome de Down precisam ser estimuladas desde o nascimento, para que sejam capazes de vencer limitações que essa alteração genética lhes impõe. Como elas tem necessidades específicas de saúde e aprendizagem, exigem assistência profissional multidisciplinar e atenção permanente dos pais” Finalizou o vereador.

Assessoria




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