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Saúde

SÁBADO: Jornada vôlei realiza ação de conscientização sobre riscos da depressão, no Busto de Tamandaré

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Foto Ilustrativa

A depressão é uma doença que chega silenciosamente e atinge muita gente, sem escolher cor, raça, sexo, idade e nem classe social. O problema é tão grave que segundo a Organização Mundial de saúde (OMS), até 2020 será a segunda causa de morte mundial, ficando atrás apenas das doenças cardíacas. O que chama atenção também é o número de tentativas de suicídio de pessoas que possuem a doença. Segundo levantamento do Ministério da Saúde, entre 2015 até os primeiros meses deste ano, foram registradas 1.767 tentativas de lesões autoprovocadas.

O problema afetou integrantes de um time de Vôlei de João Pessoa. No mês de março deste ano, uma das atletas do Jornada Vôlei cometeu suicídio. Ela tinha 36 anos e lutava contra a depressão há mais de um ano. As atletas encontraram uma forma de transformar a dor em um ato de conscientização e alerta para esta grave doença chamada depressão.

A ação “Depressão: Você não está sozinho. Procure ajude!” vai ser realizada no Busto de Tamandaré, em Tambaú, no próximo sábado, dia 14, às 7h. O evento tem o objetivo de gerar oportunidade para pessoas que passam pelo local ampliarem o conhecimento, esclarecer e se informar sobre as formas de tratamento da doença. Haverá panfletagem educativa, aconselhamento com psicólogos e palestra de esclarecimento sobre a depressão com a psiquiatra Raquel Mendes. Estudantes e profissionais da Faculdade Uninassau também participarão da ação, com orientações, além do teste de estressômetro, realização de terapias manuais e dança.

A deputada estadual Camila Toscano (PSDB) faz parte do grupo e é uma das apoiadoras da atividade. Atleta de vôlei desde a adolescência, Camila era amiga da jogadora e ficou muito abalada com a morte trágica da integrante. O caso incentivou a parlamentar a entrar na luta contra a depressão. Ela vai apresentar projeto de lei criando o dia estadual de combate ao problema. “É preciso muita informação e esclarecimento sobre essa doença. Muita gente tem e não sabe. Não enxerga como uma doença que precisa de acompanhamento profissional. As consequências da falta de atenção necessária, infelizmente, é a morte”, alertou.

Cura – A depressão tem cura. Segundo a psiquiatra Raquel Mendes, ao primeiro sinal da doença é preciso procurar atendimento. “Falar sobre o que sente é o primeiro remédio contra a doença. O suicídio nos casos de depressão é uma morte totalmente evitável, temos que combater, ouvir as pessoas e mostrar que a depressão tem cura”, esclareceu.

Segundo Renata Mendes, uma das atletas do Jornada Vôlei, o intuito da ação é levantar a discussão para essa doença que  afeta cada vez mais famílias paraibanas. “Sempre nos reuníamos para jogar e por motivos alegres, este triste fato nos fez repensar sobre o problema e chamar atenção da população para ouvir mais e ter menos preconceito. Estamos recebendo muitos depoimentos de pessoas que estão enfrentando a doença”, comentou.

A ação realizada pelas atletas do Jornada Vôlei terá apoio da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), da Faculdade Uninassau, LUG Serigrafia, Gráfica JB e Múltipla Comunicação Integrada.

SERVIÇO:
” Depressão: Você não está sozinho. Procure ajuda!”

Local: Busto de Tamandaré- Tambaú
Data: 14 de março
Hora: 7h às 9h
Serviços: Esclarecimentos sobre a Depressão, aconselhamento com profissionais de saúde, palestras sobre o tema,  apresentações Culturais, divulgação de rede de apoio.
Realização: Jornada Vôlei
Apoio: Uninassau; Gráfica JB ; Múltipla Comunicação Integrada; Secretaria de Saúde de João Pessoa; Lug Serigrafia; Grupo Axé de Capoeira

Contato: (83) 98664-1010 (Juliana Teixeira)

ONDE CONSEGUIR AJUDA:
CAPS III Gutemberg Botelho – Oferece acolhimento, tratamento com medicamentos, atividades comunitárias, oficinas culturais e visitas domiciliares.
Endereço: Rua Minas Gerais, nº 409, Bairro dos Estados.
Horário de Atendimento: 24h
Telefone: 3211-6700

CAPS AD David Capistrano – Atendimentos domiciliares e assistência individual psiquiátrica e psicológica.
Endereço: Rua José Soares, s/n, Rangel.
Horário de atendimento: 24h
Telefone: 3218-5244

CAPS I Infanto Juvenil Cirandar – Oferece atividades socioculturais, comunitárias e terapêuticas, visitas domiciliares e tratamento com medicamentos.
Endereço: Rua Gouveia Nóbrega, s/n, Roger.
Horário de Atendimento: 8h às 17h
Telefone: 3214-6079

CAPS Caminhar – Atende e trata os portadores de transtornos mentais ofertando tratamento com medicamentos, atividades comunitárias, oficinas culturais e visitas domiciliares.
Endereço: Rua Paulino Santos Coelho, s/n, Jardim Cidade Universitária. Horário de atendimento: 24h.
Telefone: 3218-7008.

Pasm – A unidade funciona 24 horas e é referência no atendimento a surtos psicóticos, uso compulsivo ou abstinência de álcool e outras drogas, ideação e tentativa de suicídio, ansiedade e depressão aguda.
Endereço: Rua Agente Fiscal José Costa Duarte, s/n, Mangabeira II. Horário de Atendimento: 24h
Telefone: 3218-9725 ou 3218-9727

Centro de Valorização da Vida- Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias.
Telefone: 141
Endereço: www.cvv.org.br

Assessoria de Imprensa

Cidades

Distrito em Curral de Cima cria Grupo de Mulheres para discutir Saúde Feminina

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A Prefeitura de Curral de Cima, por meio da Secretaria de Saúde, criou o Grupo de Mulheres para atender as demandas e esclarecer a população do distrito de Laranjeiras acerca de temáticas do universo feminino. O primeiro encontro reuniu cerca de 20 mulheres e aconteceu na última quarta-feira (21), na sede do Unidade de Saúde da Família (USF).

O Grupo tem por objetivo empoderar as mulheres para que elas alcancem uma melhor qualidade de vida a partir do conhecimento de seu próprio corpo. “Já havia em nós que compomos a equipe de saúde da USF em Laranjeiras a vontade de desenvolver o trabalho, mas o desejo de conhecimento vindo das mulheres nos motivou ainda mais para criação e execução desse projeto”, disse a médica da USF e coordenadora do Grupo de Mulheres, Alexina.

O trabalho com o grupo será realizado sempre por meio de rodas de conversas. “A didática escolhida para atividades com o grupo é o da conversa, da troca de experiências e cada tema será escolhido com base na necessidade das integrantes do grupo. Então, é um projeto que as mulheres participam não só como ouvintes, mas também como agentes ativas da ação”, destacou a coordenadora.

No primeiro encontro foi conversado sobre sexualidade e as participantes puderam conhecer mais do seu próprio corpo e também do corpo masculino. Mas antes da abordagem do tema houve uma dinâmica para poder integrar o grupo e quebrar o gelo.

As atividades são conduzidas pela própria equipe da USF, que é composta por médica, enfermeira e agentes de saúde.

A secretária de saúde de Curral de Cima, Renata Ribeiro, falou sobre a importância da criação do Grupo. “O município de Curral de Cima tem uma população muito ativa, poder ver o envolvimento das mulheres numa ação como essa é a garantia de que a equipe de saúde da cidade está fazendo um bom trabalho, não só do que diz respeito à saúde a partir da obtenção de uma doença, mas também no processo preventivo e educativo o que é de grande valia para nós. Nosso propósito é desenvolver essa ação em outras localidades do nosso município”, avaliou.

O próximo encontro acontece no dia 4 de julho, às 13h, e é destinado a toda e qualquer mulher que reside na área de abrangência da USF de Laranjeiras e que tenha interesse em conhecer mais e melhor o universo feminino a partir da saúde.

Assessoria de Imprensa

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Brejo/Agreste

Liminar obriga prefeitura e Estado a retomarem tratamento de 42 pacientes com glaucoma

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A Defensoria Pública do Estado da Paraíba assegurou por meio de liminar a retomada do tratamento de 42 pacientes portadores de glaucoma na cidade de Araçagi, localizada no Brejo paraibano. Dos 59 pacientes cadastrados na Secretaria Municipal de Saúde, apenas 17 tinham acesso a tratamento, que inclui consultas, exames e uso contínuo de colírio.

A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo defensor público Marcos Freitas, após ser procurado por um grupo de 12 pacientes prejudicados pela suspensão do tratamento – o que pode levá-los, inclusive, a perda irreversível da visão. A liminar, contudo, garante o retorno imediato do tratamento a todos os 42 pacientes cadastrados, além de novos portadores que venham a necessitar do tratamento junto a Secretaria Municipal de Saúde de Araçagi.

“Nós demonstramos o imprescindível direito dos pacientes, cadastrados ou não, receberem de forma imediata os colírios, bem como a realização de exames e tratamento médico na rede pública ou, na impossibilidade, na rede privada, as expensas do município de Araçagi ou do Estado da Paraíba, de maneira solidária”, argumentou o defensor na ação.

Na decisão, o juiz da comarca, Fábio Brito de Faria, destacou que “a obrigação do Estado/réu deverá ser cumprida, sob pena de execução forçada, mediante a apresentação periódica (semestral) de receita médica atualizada, comprovando a necessidade de continuação da medicação”. Como Prefeitura e Estado são entes solidariamente responsáveis, o cumprimento da decisão também caberá a Secretaria de Estado da Saúde (SES).

Doença crônica – O glaucoma é uma doença crônica capaz de causar cegueira pela falta de tratamento. Embora não tenha cura, pode ser controlada na maioria dos casos por meio de tratamento adequado e contínuo, com uso de colírios.

Fonte: Paraiba.com.br

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Saúde

Epidemia de chikungunya pode atingir o Brasil nos próximos dois anos, alertam pesquisadores

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A previsão é da Sociedade Brasileira de Virologia que analisou os dados de pesquisas sobre a doença que estão sendo feitas pelo Instituto Butantã e a Faculdade de Saúde Pública da USP.

O estudos monitoram quatro vírus transmitidos pelo mosquito Aedes aegypti: dengue, chikungunya, Zika e Febre Amarela. E a previsão é de que o pico máximo de ocorrência do chikungunya ainda está pra acontecer no país.

Segundo Fernando Spilki, vice-presidente da sociedade brasileira de virologia, a explicação é que o Brasil já tem o vírus da doença, e que a quantidade de mosquitos voltou a aumentar. Como o vírus circulou pouco entre a população, poucas pessoas desenvolveram anticorpos contra a doença.

Além de problemas crônicos, como febres altas e dores nas articulações, a chikungunya pode deixar sequelas graves, como artrite crônica, que impossibilita a pessoa de trabalhar por longos períodos.

E os pesquisadores alertam: como não existe vacina contra chikungunya, a única forma de evitar o problema é a prevenção. Aí, a regra é a mesma do combate à dengue: dificultar a proliferação do mosquito. Portanto, é preciso muito cuidado com reservatórios de água, pratinhos de plantas, caixas dágua e pneus velhos.

Entre 2015 e 2017, período em que houve um surto de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, foram registrados 292 mil casos de chikungunya. A febre amarela, que já era considerada extinta, registrou quase 3.200 casos.

A estimativa é que 75 milhões de pessoas vivam em áreas de risco da doença. Algumas regiões podem ser mais atingidas, como os estados do Nordeste e o litoral da região sudeste, especialmente na primavera e no verão.

Fonte: Radio Agência Nacional

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