Conecte-se conosco

Mundo

À beira da morte, pastor ouve a voz de Deus e testemunha a realidade do mundo espiritual

Publicados

em

Experiências de quase morte são catalogadas e estudadas em várias partes do mundo. Esses episódios não são apenas de natureza religiosa, para quem possui fé, por exemplo, mas também fenômenos de caráter científico, tendo em vista que para a ciência a vida após a morte ainda é um mistério.

O pastor americano Robert Morris passou por uma situação de saúde delicada, onde teve a oportunidade de perceber como a realidade do mundo espiritual influencia constantemente nossas vidas. Cerca de dois meses após ter quase morrido, ele retornou ao púlpito da igreja Gateway Church, nos Estados Unidos, para contar a sua experiência de quase morte.

Morris contou que em abril desse ano estava no interior do Texas com a sua esposa, quando sofreu uma hemorragia interna. A situação foi tão grave que ele precisou ser socorrido de helicóptero, pois já não lhe restava muito tempo de vida.

Antes da viagem, os paramédicos deixaram Morris e a sua esposa, Debbie, sozinhos por alguns minutos. “Nós dois pensamos que tinha acabado. Então nos despedimos e eu gravei um vídeo para nossos filhos e netos”, disse o pastor.

Já no helicóptero, Morris contou que algo diferente tomou conta do ambiente. Apesar da situação ser de conflito e muita angústia para os que estão “de fora”, naquele momento ele estava tendo um encontro com Deus: “Eu não fui para o céu, mas a presença do Senhor encheu o helicóptero e senti que estava prestes a ir para o céu”, disse ele.

“Fiquei empolgado porque estava prestes a ver Jesus, porque estava indo para o céu. Pensei em minha família e minha igreja, mas eu sabia que Deus cuidaria deles”, explica o pastor, lembrando que após esse momento ele fez uma oração ao Senhor, se colocando a sua disposição, mas também falando do seu desejo de rever a família:

“Se é isso, estou pronto para ir”, disse ele a Deus. “Mas gostaria de ficar com a minha família. Eu não acho que você tenha terminado [sua obra] comigo na terra”, disse ele, ouvindo uma resposta em seguida: “Eu não terminei”. Era Deus confirmando o seu desejo. “Eu sabia que não ia morrer naquele dia”, afirmou o pastor.

Depois que chegou no hospital, Morris já havia perdido quase metade do seu sangue. Ele passou por duas cirurgias e se recuperou, mas acredita que sua hemorragia teve influência espiritual: “Eu tive problemas de saúde e agradeço a Deus pelos profissionais médicos, mas também tive uma batalha espiritual e foi aí que a oração entrou”, disse ele.

“Temos uma tendência a sermos racionais e continuamos procurando a explicação lógica. O próprio Jesus disse que Satanás vem apenas para roubar, matar e destruir. Acho que ele estava tentando me matar”, explica, lembrando que nesses momentos a oração é indispensável, não apenas de quem passa pela situação, mas também dos irmãos em Cristo

“Jesus nos ensinou a orar pela libertação do maligno. Ele nos ensinou a fazer guerra espiritual todos os dias. Isso é fantástico e salvou minha vida. Mas se podemos nos unir para orar por uma pessoa que está morrendo, o que aconteceria se nos uníssemos para orar por uma nação que está morrendo?”, conclui o pastor, segundo o Christian Post.

Do Gospel Mais

Continue lendo

Mundo

A partir de hoje, mulheres sauditas ganham direito de dirigir

Publicados

em

A partir de hoje (24), as mulheres da Arábia Saudita têm autorização para dirigir, no ultraconservador reino muçulmano. O fim da proibição de dirigir foi anunciado em setembro do ano passado pelo rei Salman bin Abdulaziz, embora tenha entrado em vigor hoje.

Antes da data de hoje, as mulheres não podiam dirigir na Arábia Saudita e precisavam contar com um motorista particular ou um familiar homem que as ajudasse em seus deslocamentos. Ativistas dos direitos das mulheres fizeram campanhas desde 1990 para acabar com a proibição e dezenas de sauditas foram presas por se atreverem a dirigir como forma de protesto.

A medida faz parte das reformas promovidas pelo rei desde sua chegada ao trono, em 2015, que proporcionaram pequenas melhorias para a vida das mulheres sauditas, que mesmo assim continuam sujeitas a um sistema de tutela masculina. O sistema de tutela estabelece que uma mulher deve depender da vontade de seu pai, irmão, marido ou até do filho menor de idade, se necessário, durante toda a sua vida.

A monarquia saudita iniciou há alguns meses campanha internacional com visitas de Estado e reunião com empresários e líderes para convencer que iniciou uma abertura econômica e principalmente social. A autorização para as mulheres dirigirem foi promovida pelo príncipe herdeiro Mohamed bin Salman.

Cerca de uma dezena de ativistas – homens e mulheres – se rebelaram contra o discurso oficial e romperam o silêncio. Denunciaram a medida como uma ação midiática e voltaram a pedir o fim do sistema de tutela da Arábia Saudita.

País vizinho

Várias mulheres do Bahrein viajaram neste domingo para a Arábia Saudita ao volante dos seus carros para participar do dia histórico do país vizinho.

Dezenas de mulheres cruzaram a ponte Rei Fahd, que liga os países, nas primeiras horas do dia, algumas acompanhadas de homens e outras, só de mulheres, segundo informaram fontes oficiais bareinitas.

Algumas delas cruzaram a ponte pouco antes da meia-noite e esperaram no lado bareinita da fronteira até que chegasse a hora definida, com a intenção de serem as primeiras mulheres do país a dirigir na Arábia Saudita.

Várias bareinitas publicaram vídeos dirigindo em estradas sauditas nas redes sociais e algumas delas expressaram seu desejo de participar do dia histórico para as mulheres sauditas.

O Bahrein é um pequeno reino insulano que tem cerca de 50 quilômetros de extensão e que é ligado à Arábia Saudita por meio da ponte Rei Fahd.

Da Agência Brasil com

informações das agências Télam e EFE

 

Continue lendo

Mundo

Vaticano condena sacerdote acusado de pedofilia a cinco anos de prisão

Publicados

em

O Tribunal do Vaticano condenou neste sábado (23) a cinco anos de prisão, por posse e troca de material pornográfico infantil, o sacerdote Carlos Alberto Capella, ex-conselheiro da Nunciatura de Washington, nos Estados Unidos.

O julgamento começou ontem (22), mas a decisão foi tomada hoje. O promotor Gian Piero Milano tinha pedido uma pena de cinco anos e nove meses de prisão, enquanto a defesa solicitava a condenação mínima, sem especificar o período que o acusado ficaria detido.

A Promotoria do Vaticano argumentou que Capella deveria ser condenado porque possuía grande quantidade de fotos e vídeos com menores em atos sexuais explícitos. Ele era acusado da posse e transmissão das imagens, já que havia feito postagens do material em um blog criado na plataforma Tumblr.

A defesa afirmou que o comportamento de Capella não é sinal “periculosidade”, mas sim de um “problema psicológico”. Para comprovar a tese, os advogados do sacerdote apresentaram uma avaliação que mostrava que ele não revelava “tendências de pedofilia” e sofria de “problemas relativos à sua fragilidade”.

Capella teve a oportunidade de falar no julgamento antes da sentença e disse estar arrependido. Ele também afirmou que esperava que a situação fosse considerada com um incidente no caminho de sua vida sacerdotal.

Agência Brasil

Continue lendo

Brasil

Consulados devem assistir crianças brasileiras em abrigos nos EUA

Publicados

em

O Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nota nesta quarta-feira (20) orientando os consulados do Brasil nos Estados Unidos a mapear os abrigos onde as crianças brasileiras que foram separadas dos pais estão instaladas. Eles também deverão prestar assistência a elas com visitas constantes e fornecer informações aos pais sobre possíveis caminhos jurídicos para a recuperação da guarda dos meninos e meninas apartados.

O Itamaraty disse que “acompanha com muita preocupação” a situação das crianças brasileiras e afirma que espera a “efetiva revogação da prática de separação” de crianças e pais identificados e capturados tentando imigrar ilegalmente para os Estados Unidos.

O órgão também recomendou aos membros dos consulados promover campanhas de esclarecimento sobre os riscos de cruzar a fronteira dos EUA ilegalmente e diálogo permanente com o governo estadunidense sobre temas consulares.

A separação das famílias havia sido determinado pelo presidente dos EUA, Donald Trump, mas foi cancelado após novo decreto publicado por Trump hoje.

Em entrevista concedida hoje à Agência Brasil, o cônsul-geral adjunto do Brasil na cidade de Houston, Felipe Santarosa, afirmou que pelo levantamento do Itamaraty 49 meninos e meninas brasileiros estavam nesse tipo de instalação.

Agência Brasil

Continue lendo

Redes Sociais

Twitter Brejo.com Youtube Brejo.com Orkut Brejo.com Facebook Brejo.com

Mais Lidas