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Cidades

Pelo menos 17 pessoas ficam presas em brinquedo de parque de diversões durante festa em Belém, PB

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Pelo menos 17 pessoas ficaram presas em um brinquedo do parque de diversões da festa de São Pedro, na cidade de Belém, no Agreste da Paraíba. De acordo com o Corpo de Bombeiros da cidade de Guarabira, acionado para fazer o resgate, houve uma pane no brinquedo e ele parou de funcionar.

Ainda segundo informações do Corpo de Bombeiros, a pane aconteceu por volta das 20h30 e o trabalho de resgate da equipe durou cerca de três horas. O incidente não deixou feridos.

Em nota, a prefeitura de Belém, que organiza a festa, disse que só expediu a licença para funcionamento depois que o Corpo de Bombeiros atestou a regularidade técnica do parque. Até às 16h22 deste domingo (8) também não era possível afirmar o que teria provocado a falha.

G1 PB

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Mutirão de Interdição será realizado pela 3ª Vara Mista de Mamanguape de forma inédita a partir de segunda (23)

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Na pauta de julgamento, constam 350 Ações de Interdição para serem apreciadas pela juíza titular da 3ª Vara Mista da Comarca de Mamanguape, Elza Bezerra da Silva Pedrosa, durante o Mutirão de Interdição, que terá início na próxima segunda-feira (23) e se estenderá até o dia 2 agosto. O esforço concentrado acontecerá no Fórum Desembargador Miguel Levino Oliveira Ramos, das 8h às 13h, e contará com a parceria do Ministério Público, Defensoria Pública e municípios que compõem a Comarca: Mamanguape, Mataraca, Capim, Itapororoca e Cuité de Mamanguape.

Segundo a juíza Elza Bezerra Pedrosa, a ideia de promover o mutirão partiu da necessidade de impor maior celeridade às ações de interdição. “Especialmente, levando em conta as condições físicas e o estado debilitado de saúde da maioria dos interditandos. Bem como, as dificuldades físicas e financeiras para que possam se deslocar até a Capital do Estado para realizar uma perícia médica”, explicou.

A magistrada informou, também, que tanto o laudo médico, quanto o relatório psicossocial serão elaborados durante o mutirão e a sentença será prolatada na hora. “É um mutirão diferenciado, pois precisa de vários profissionais envolvidos”, afirmou.

Para isso, os municípios parceiros disponibilizaram médicos peritos, enfermeiros, assistentes sociais, servidores de apoio, ajudaram no cumprimento dos mandados e vão disponibilizar estrutura, tendas e cadeiras.

Também estará envolvida a equipe do Fórum da Comarca de Mamanguape, além da juíza titular da 3ª Vara Mista, atuarão uma servidora administrativa, um assessor, dois oficiais de Justiça e quatro voluntários para audiência. Participarão, também, a promotora Carmem Eleonora da Silva Perazzo, e os defensores Romero Veloso da Silveira e Maria Silvonete do Nascimento.

“A expectativa é que consigamos sentenciar, pelo menos, 70% dos processos pautados, que representa, aproximadamente, 250 feitos”, concluiu a magistrada.

 

Por Marília Araújo (estagiária) / TJPB

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Promotoria do Consumidor recomenda que Cagepa realize manutenção estrutural em todos os reservatórios

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A Promotoria de Defesa do Consumidor de João Pessoa recomendou que a Companhia de Águas e Esgoto da Paraíba (Cagepa) realize a manutenção estrutural preventiva e corretiva em todos os reservatórios do estado. A recomendação foi expedida pela 2ª promotora de Justiça de Defesa do Consumidor, Priscylla Maroja, após receber relatório técnico da Defesa Civil da Capital que concluiu que o rompimento do reservatório da Rua Diogo Velho, ocorrido no último dia 23 de junho, ocorreu por ineficácia da manutenção preventiva.

O relatório foi entregue durante audiência realizada nessa quarta-feira (18), que contou com a participação de representantes da Cagepa, da Defesa Civil e da Agência de Regulação do Estado da Paraíba (ARPB).

Na audiência, o coordenador da Defesa Civil, Francisco Noé Estrela, informou que foram requisitados da Cagepa documentos que comprovassem as últimas manutenções, entretanto até o presente não foi apresentado. Ele disse ainda que toda manutenção deve ser registrada no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) através de ART. O engenheiro da Defesa Civil informou que, no reservatório, houve corrosão por oxidação, entendendo que não foi bem cuidada.

A coordenadora jurídica da ARPB, Kyscia Dilorenzo, relatou que a agência abriu um procedimento administrativo para apurar as responsabilidades e que a companhia solicitou um prazo de 20 dias para apresentar as informações porque estavam aguardando um relatório da empresa.

O engenheiro da Cagepa, Joaquim Almeida, informou que foi contratada a Tecnicom, empresa de cálculo e recuperação estrutural para a emitir um Laudo Técnico sobre as causas da ocorrência. Ele não soube informar se nos arquivos da Cagepa existe relatório de manutenção do reservatório nem a periodicidade da manutenção estrutural, mas disse que a manutenção de limpeza é realizada a cada três meses. Ele explicou que assumiu a diretoria de Operação e manutenção dos Sistemas no último dia 23 de maio. O engenheiro também relatou todas as ações tomadas pela empresa para normalizar o abastecimento, o que ocorreu no dia 30 de junho.

A promotora Priscylla Maroja concedeu um prazo de 10 dias úteis para a Cagepa apresentar defesa escrita ao inquérito civil que tramita na promotoria e para encaminhar as últimas manutenções realizadas em todos os reservatórios da companhia. Também será requisitado que o Crea-PB forneça as anotações de responsabilidades técnicas dos reservatórios da Diogo Velho, referentes as intervenções estruturais na edificação.

Assessoria/MPPB

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MPPB e PF deflagram segunda fase da Operação Xeque-Mate

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O Ministério Público da Paraíba e a Polícia Federal deflagraram, na manhã desta quinta-feira (19), a segunda fase da Operação Xeque-Mate, dando continuidade ao trabalho que visa desarticular um esquema de corrupção na administração pública da cidade de Cabedelo. Estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão. Esta segunda etapa também inclui o oferecimento da segunda denúncia contra sete pessoas investigadas por prática de atos de corrupção ativa (artigo 333 do Código Penal) e passiva (artigo 317 do CP), lesando os cofres públicos do município de Cabedelo.

Nessa segunda fase estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão. O MPPB e a PF pediram e a Justiça determinou o sequestro de aplicações e ativos financeiros no valor de até R$ 3.162.840,29, com o objetivo de ressarcir os cofres públicos, além de ordens judiciais de proibição de deixar o território nacional. Todos os mandados foram expedidos pelo Tribunal de Justiça da Paraíba.

Denúncia

A primeira denúncia oferecida pelo MPPB à Justiça, em 8 de maio, foi relacionada à constituição e integração de organização criminosa (Orcrim). Esta segunda denúncia está mais centrada na investigação sobre a comprado de mandato na Prefeitura de Cabedelo. Nesta, o MPPB requereu à Justiça, além dos condenação dos réus, a aplicação das penas de perda de cargo, emprego, função pública ou mandato eletivo dos envolvidos e a fixação do valor mínimo para reparação dos danos (materiais e morais) causados pela infração no valor de R$ 5 milhões. A denúncia foi protocolada no último dia 22 de junho.

Os denunciados são: Wellington Viana França (leto Viana), prefeito afastado de Cabedelo e apontado como cabeça do esquema criminoso revelado pela Xeque-Mate; José Maria de Lucena Filho, ex-prefeito (único dos sete processado por corrupção passiva); Roberto Ricardo Santiago Nóbrega, empresário; Olívio Oliveira dos Santos, então secretário de Comunicação; Fabiano Gomes da Silva, radialista; Lucas Santino da Silva, ex-vereador, e Fabrício Magno Marques de Melo Silva, assessor de Leto.

A denúncia está relacionada ao processo 0001048-10.2017.815.0000, e fundamentada em esforço investigativo conjunto do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) e Polícia Federal (PF). De acordo com o Ministério Público, “a investigação criminal, mesmo após a deflagração da Operação Xeque-Mate, em 03 de abril deste ano, foi acrescida de vários elementos de provas que atestam não apenas a existência da Orcrim (organização criminosa), mas os diversos delitos engendrados e perpetrados por seus integrantes”.

Assessoria/MPPB

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