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Saúde

Estresse causa hipertensão e males cardíacos

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Pressão no trabalho, problemas com o chefe e preocupações em casa. Pare, respire e relaxe: hoje é o Dia de Combate ao Estresse. A síndrome – que a longo prazo aumenta os batimentos cardíacos e a pressão arterial, podendo levar à hipertensão e problemas do coração – tem crescido entre jovens, em especial mulheres, indica pesquisa de seguradora de saúde.

“Cada vez mais competitiva, a mulher exige de si maior grau de conhecimento e decisões rápidas. Isso, associado à limitação cada vez maior de lazer, má alimentação, sedentarismo e pressão psicológica, acaba gerando maior grau de estresse”, afirma a médica e superintendente de Serviços Médicos da SulAmérica, Saúde, Regina Mello.

De acordo com o levantamento, realizado com 12.756 pessoas, 37% apresentaram níveis de estresse considerados moderado ou alto. Desse total, 51% são mulheres – a maioria com idades entre 20 e 39 anos, que se dividem entre as atribuições profissionais e os cuidados com a casa e os filhos. O trabalho mostrou ainda que as que sofrem mais com estresse tendem a fumar mais, a fazer menos exercícios e a ter peso mais elevado do que as mulheres mais calmas.

O estresse crônico, alertam os médicos, além de ser fator de risco cardíaco, causa cansaço, irritação, baixo apetite sexual, dificuldade de concentração e resfriados consecutivos. Além disso, reduz a resistência do organismo e predispõe ao surgimento de várias doenças como asma, alergias, urticárias e doenças gastrointestinais.

Do O DIA ONLINE

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Saúde

Ministério da Saúde prepara campanha de vacinação contra sarampo

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Foto: Divulgação / Agência Brasil

O Ministério da Saúde está preparando uma campanha de vacinação contra o sarampo, que deverá ser iniciada em todo o país no dia 10 de junho. A informação foi confirmada pelo próprio ministério.

Neste ano, o ministério já confirmou 83 casos de sarampo no país, sendo 43 deles no Pará, 27 em São Paulo, quatro no Amazonas, três em Santa Catarina, três em Minas Gerais, dois no Rio de Janeiro e um em Roraima. Deste total, 27 são autóctones e todos eles de residentes no Pará. Os demais casos foram importados de outro país ou ainda não foi possível identificar a fonte de infecção. De janeiro a maio do ano passado, o ministério havia notificado 117 casos de sarampo no país, com dois óbitos.

Dos casos importados, 19 deles ocorreram em um surto da doença dentro de um navio de cruzeiro em Santos, no litoral paulista. O mesmo navio também provocou três casos de sarampo em Santa Catarina e um caso no Rio de Janeiro.

O sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa, viral e contagiosa, transmitida pela fala, tosse e espirro. Os sintomas da doença são febre alta [acima de 38,5º C], tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele e brancas na mucosa bucal. A vacinação é a única maneira de prevenir a doença. A vacina que protege contra a doença é a tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola.

As complicações mais comuns do sarampo são infecções respiratórias, otites, doenças diarreicas e doenças neurológicas. As complicações do sarampo podem deixar sequelas, tais como a diminuição da capacidade mental, a cegueira, a surdez e o retardo do crescimento. O agravamento da doença pode levar à morte de crianças e adultos.

Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo. Em março deste ano, no entanto, o Ministério da Saúde confirmou à Opas um caso de sarampo endêmico ocorrido no Pará, no mês de fevereiro. Com isso, o Brasil perderá a certificação de país livre da doença e precisará iniciar um plano para retomar o título dentro de 12 meses.

Segundo o ministério, o governo federal estabeleceu a cobertura vacinal como meta prioritária da gestão de saúde no país. Nessa agenda de prioridades, o ministério lançou, em abril, o Movimento Vacina Brasil, buscando reverter o quadro de queda das coberturas vacinais no país dos últimos anos.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Senado aprova fim de carência de planos de saúde para emergência

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Medida ainda depende da Câmara dos Deputados.

Casos de urgência e emergência de beneficiários de planos de saúde podem ficar fora dos prazos de carência. A mudança está prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 502/2017, aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) nesta quarta-feira (15). A iniciativa, da senadora Rose de Freitas (Pode-ES), também reduz para 120 dias o período de carência nas internações hospitalares.

Hoje a legislação define prazo de carência de 24 horas, para atendimentos de urgência e emergência; 300 dias, para parto; e 180 dias, para cirurgias. Apesar dos argumentos das operadoras de que a fixação de períodos de carência proteja as operadoras contra eventuais abusos e fraudes do consumidor, Rose argumenta que essa regra não pode inviabilizar o atendimento de saúde em circunstâncias excepcionais e imprevisíveis, que exijam solução imediata.

O relator, senador Mecias de Jesus (PRB-RR), considerou injustificável o plano de saúde não cobrir um problema de saúde que surja nas primeiras 24 horas do contrato e exija pronta intervenção médica.

“Retirar esse direito do usuário consumidor seria colocar em risco sua vida ou incolumidade física. Evidentemente, não se trata de permitir fraudes ao plano de saúde, que, no momento da contratação, poderá verificar se o potencial consumidor está em situação de urgência ou emergência previamente constituída”, explicou.

Como foi aprovado em caráter terminativo, caso não haja recurso da decisão da CAS, o projeto seguirá direto para a Câmara dos Deputados.

 

Agência Brasil

 

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Saúde

Maternidade: Mulher precisa de no mínimo sete consultas ao longo da gestação

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A indicação do “positivo” em um exame que identifica a gestação traz uma série de mudanças para vida de uma família e, principalmente, para vida da mulher que durante nove meses de gestação estará formando um novo ser dentro de si. Diante desse cenário, vale ressaltar que o que a futura mamãe faz ou deixa de fazer durante este período tem um grande impacto na saúde do bebê. Por isso, é importante que a mulher passe por um acompanhamento que estabeleça cuidados com a alimentação, pele, exames e consultas de rotina.

Alexandre Almeida

Tudo isso é garantido por meio do pré-natal que, conforme explica o coordenador da Neonatologia e Pediatra do Hospital Hapvida, em João Pessoa, Alexandre Almeida, nada mais é que “uma assistência médica, de enfermagem e muitas vezes multidisciplinar, prestada a gestantes durante os nove meses de gestação, visando o monitoramento e cuidado da saúde da mãe e do bebê”. O Ministério da Saúde recomenda no mínimo sete consultas ao longo dos nove meses de gestação para que assim se obtenha um pré-natal adequado.

De acordo com o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM), divulgado em 2018 pela Federação Estadual de Indústrias, um terço das gestantes brasileiras que tiveram bebê em 2016 não teve acesso ao pré-natal adequado. Esse número equivale a 1 milhão dos partos realizados naquele ano.

Diante desses números, o neonatologista explica que o pré-natal precisa ser iniciado a partir do descobrimento da gravidez. “A realização do pré-natal é indispensável para que haja um monitoramento da saúde, para informações, prevenção e tratamento de possíveis doenças. Além disso, é fundamental para os cuidados com a mãe e o bebê”, afirma o médico.

Apesar de os cuidados serem, de certo modo, simples, o médico alerta que a mulher que deixa de realizar o pré-natal está sujeita a viver as consequências dessa falta de rotina médica que vai desde a falta de informações importantes a graves doenças. “A gestante que deixa de fazer o pré-natal pode sofrer com a falta de informação adequada, perda de monitoramento e intervenção precoce nos problemas, agravo de doenças preexistente, falta de vacinação, não prevenção de doenças, trabalho de parto prematuro, transmissão vertical de doenças e riscos de graves problemas para gestantes e bebês”, finaliza o médico.

Exames – O coordenador de neonatologia elenca alguns dos exames que são imprescindíveis para a fase do pré-natal. “A lista é grande, mas basicamente temos exames como hemograma, glicemia, tipagem sanguínea, sorologias, ultrassonografias, sumário de urina, urocultura, exame de fezes, bacterioscopia e citologia oncótica. Porém, como nenhuma gestação é um padrão existem alguns exames que se tornam específicos de acordo com o histórico de cada gestante”, ressalta Alexandre.

Além dos exames de rotina, as gestantes precisam estar atentas à qualidade da alimentação ingerida nessa fase. “Comer saudável é a regra, observando uma dieta que promova a curva de ganho de peso adequado para mãe e o feto. Suplementação de vitamina e dieta balanceada são ajustadas por médico, enfermeiros e nutricionistas. Lembrando que é preciso evitar o consumo de álcool”, alerta o especialista.

Cuidados com a pele – Os cuidados devem ser estendidos também com a pele. Afinal, essa é uma fase em que a aparência física da mulher muda bastante. Nesse contexto o médico explica que um aliado das gestantes deve ser o protetor solar. “Ele serve para evitar e prevenir manchas na pele e melasma, tão comuns no período gestacional”, explica Alexandre.

Outros cuidados com a pele são os que têm o intuito de prevenir estrias, celulites e varizes. Nesse quesito, a recomendação é buscar manter o peso adequado. Exercícios físicos só devem ser praticados sob recomendação médica e o uso de hidratantes e limpeza de pele são liberados. Porém, alguns tratamentos para cabelo podem ser contraindicados por obstetras.

Assessoria

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