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Saúde

O ideal é mulher ganhar de 9 a 11 kg durante a gravidez, diz ginecologista

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Bem Estar desta terça (3) tirou dúvidas sobre gestação e amamentação.
Um dia amamentando equivale a 30 minutos de corrida; veja mais dicas.

 

(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

Perder peso depois da gravidez não é uma tarefa muito fácil, mas é importante que a mulher emagreça os quilos que ganhou na gestação nos primeiros seis meses após o nascimento do bebê já que, após esse período, o cérebro começa a entender que aquele é o peso normal dela e, por isso, pode ficar mais difícil voltar ao corpo normal. No entanto, para emagrecer, ela não deve fazer dietas restritivas e deve se alimentar bem, ingerir fibras e muita água.

Como explicou o ginecologista José Bento no Bem Estar desta terça-feira (3), o ideal é que a mulher ganhe de 9 a 11 kg durante a gestação – desses, ela já consegue perder 6 kg só na maternidade. O restante do peso pode ser eliminado durante a amamentação, que também queima calorias – um dia amamentando, por exemplo, equivale a 30 minutos de corrida. Em relação à atividade física, após 10 dias do parto, a mãe já pode começar a fazer caminhada leve.

Outras atividades, como a musculação, só devem ser retomadas cerca de um mês após o parto, mas sempre com consentimento do médico.

No caso das mamães de Uberlândia, em Minas Gerais, por exemplo, meses após o parto, elas já começaram a praticar atividade física e ainda levaram os filhos junto, como mostrou a reportagem da Faeza Rezende .

Caso a gestante não consiga controlar o peso e engorde muito, ela pode ter um estiramento de pele muito grande na barriga e, nesse caso, muitas vezes os exercícios não são suficientes para resolver – em caso de pele muito flácida, tratamentos estéticos ou cirurgias plásticas são as opções indicadas para melhorar a aparência.

O peso adquirido na gravidez interfere também no tamanho dos seios. É normal que eles fiquem mais volumosos durante a gestação e amamentação, mas quando o bebê deixa de mamar, os ligamentos responsáveis pela sustentação das mamas não voltam mais ao que eram antes e, por isso, os seios ficam caídos. Há ainda a possibilidade de o tecido mamário diminuir e o seio ficar menor do que era, mas tudo isso vai depender do peso que a gestante ganhar.

Outra parte do corpo que pode ser afetada após a gravidez é o assoalho pélvico e o períneo e, para fortalecê-los, existem alguns exercícios como explicou a fisioterapeuta Débora Pádua. Segundo a especialista, para saber como movimentar a musculatura do períneo, é preciso experimentar segurar a vontade de fazer xixi – mas isso só funciona para descobrir como fazer a contração; os exercícios jamais devem ser feitos durante o xixi porque podem prejudicar a bexiga. Há ainda a opção de usar cones vaginais, que são colocados como absorventes internos. Com eles, a mulher pode fazer exercícios e contrações da musculatura, como mostrou a fisioterapeuta.

Hora do parto
Nos dias que antecedem o nascimento do bebê, o corpo da mulher começa a dar sinais.

De acordo com o ginecologista José Bento, o intestino passa a funcionar melhor, a barriga fica menor e sai um líquido mucoso da vagina.

No entanto, quando a bolsa estoura, cai um líquido equivalente a meio copo de água geralmente na cor transparente – se estiver esverdeado ou amarelado, é preciso correr ao hospital porque isso pode ser um sinal de alerta.

Segundo o médico, as contrações do útero começam já no sétimo mês de gestação, mas no nono mês elas aumentam e vem acompanhadas de uma dor que sai da região lombar e vai para a região pélvica.

Se o intervalo dessas contrações for de menos de um minuto, é preciso ir ao hospital. Nesse momento, é bom ter a mala pronta para já se preparar para a hora de ir para a maternidade, como recomendou o ginecologista .

Outras dúvidas
“Posso engravidar durante a amamentação?”
Ingryd – Jaboatão dos Guararapes/PE

Segundo o ginecologista José Bento, pode ser mais difícil ficar grávida nesse período, mas é possível. Durante a amamentação, pode ocorrer queda de libido, por causa do aumento do hormônio prolactina e da queda de testosterona.

Essas alterações hormonais atrofiam o músculo da vagina, o que causa dor e incômodo durante a relação – para evitar, a dica é usar lubrificante.

Além disso, a falta de sono e o cansaço durante esse período também podem reduzir a vontade da mulher de fazer sexo. De qualquer maneira, o ideal é que ela volte a ter relações apenas 40 dias após o nascimento do bebê.

“Meus mamilos estão rachados, com fissuras e já chegaram a sangrar. Estou preocupada porque minha filha, de 2 meses, mamou sangue junto com o leite materno. O que pode acontecer?”
Eudiani – Capitão Poço/PA

As fissuras mamárias dificultam a amamentação, além de causar muita dor e assustar a mãe. Se o leite sai com sangue, ele pode irritar o estômago do bebê e se ele vomitar, pode sair um leite coalhado com sangue. Ao notar sangue no leite, portanto, é preciso avisar o pediatra. De qualquer maneira, a dica do ginecologista José Bento e preparar os mamilos durante a gravidez para evitar esses problemas.

“Meu filho mama durante o dia, de 4 em 4 horas, e durante a noite, de 2 em 2 horas. Gostaria que fosse o contrário. Tem alguma coisa que eu possa fazer?”
Dáfane – São Paulo/SP

Segundo o ginecologista José Bento, é possível reverter isso. A mãe precisa deixar o quarto bem escuro e sem barulho à noite para que o bebê entenda que é hora de dormir. Em alguns momentos, mesmo que ele chore querendo mamar, ela não deve sair correndo para amamentá-lo. Pela manhã, é importante abrir a cortina e deixar o ambiente bem iluminado.
Não existe comprovação científica de que chocolate, feijão e outras leguminosas causam mais gases no bebê. Segundo a ginecologista e obstetra Poliani Prizmic, é importante que a mãe observe no pós amamentação se em determinados alimentos, com o consumo deles, a criança tem cólica. Se tiver, ela pode tentar evitar esses alimentos para diminuir a quantidade de gases produzidos.

 

Do BEM ESTAR

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Cidades

Fogueiras e fogos de artifício podem prejudicar a visão

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Os cuidados devem ser redobrados ao assistir os fogos de artifício.

A temporada de festas juninas traz, além de música caipira, comidas e bebidas típicas, muita fogueira e fogos de artifício. Não há quem não goste de apreciar os espetáculos pirotécnicos ou de se esquentar na beira da fogueira. No entanto, brincar com fogo exige cuidados para evitar acidentes graves, não só com queimaduras no corpo, como também na região dos olhos. As informações são do Portal Correio.

“A irritação por causa da fumaça pode desenvolver uma conjuntivite ou, em casos mais graves, uma ceratite”, explica o oftalmologista Hilton Medeiros (FOTO), da Clínica de Olhos Dr. João Eugênio. Segundo o médico, não é recomendado ficar muito próximo das fogueiras nem olhar fixamente para o fogo por longo tempo.

Os cuidados devem ser redobrados ao assistir os fogos de artifício, pois os fragmentos liberados durante as explosões podem perfurar o globo ocular, causando transtornos oculares ou comprometimento da visão. “Quando o dano ocorre nas pálpebras, pode haver deformidades sérias, com retração, perda de tecido e ressecamento, comprometendo a superfície ocular”, explica o especialista.

Casos mais graves

Mesmo queimaduras leves podem atingir a córnea e causar a diminuição da sua transparência, comprometendo seriamente a visão. Casos mais graves, com opacidade total da córnea, podem resultar em cegueira e, em algumas situações, é necessário fazer o transplante da córnea para restabelecer a visão.

Se a pólvora entrar em contato com os olhos, a orientação é lavar abundantemente com água corrente ou soro fisiológico sem esfregar. Não utilize colírio ou pomada por conta própria, muito menos coloque gelo no local afetado. Óculos de sol ou de grau e lentes de contato não protegem os olhos dos fogos de artifício, ao contrário, costumam agravar a situação.

Todos os casos que envolvem queimadura ocular precisam ser analisados e tratados por um especialista, pois a área é muito sensível e requer cuidados imediatos.

Fonte: Pbvale

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Saúde

Acaba exigência de reavaliação pericial a aposentados por HIV/Aids

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Pedro França/Agência Senado

Portadores de HIV/Aids aposentados por invalidez estão dispensados de reavaliação pericial. A regra está prevista na Lei 13.847, publicada nesta sexta-feira (21) no Diário Oficial da União.

A norma foi promulgada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, depois que o Congresso rejeitou, no dia 11 de junho de 2019, o veto total (VET 11/2019) ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 188/2017, aprovado em abril.

O texto foi proposto pela Articulação Nacional de Saúde e Direitos Humanos, uma entidade que luta por direitos das pessoas que vivem com HIV/Aids. Apresentado pelo senador Paulo Paim (PT-RS), o projeto foi aprovado na forma de um substitutivo do senador Romário (Podemos-RJ).

O argumento da proposta é de que que a pessoa aposentada por invalidez já passou por diversos períodos de auxílio-doença, o que atesta a degradação de sua saúde e a irreversibilidade dessa condição.

Agência Senado

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Saúde

Hemocentro altera horário de atendimento aos doadores de sangue no feriadão

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O Hemocentro da Paraíba vai alterar o horário de atendimento aos doadores de sangue nos feriados de Corpus Christi e de São João.  Nesta quinta-feira (20), feriado de Corpus Christi, não haverá atendimento ao doador de sangue. Na sexta-feira (21), a instituição retomará as atividades normais, das 7h até as 17h30, e no sábado (22), das 7h às 17h. Já no São João, o Hemocentro estará fechado na segunda-feira (24), devido ao feriado local, e voltará às atividades normais na terça-feira (25).

Para doar sangue é preciso atender critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Podem fazer a doação pessoas que estejam em boas condições de saúde, com idade entre 16 a 69 anos, sendo que o limite de idade para a primeira doação é de 60 anos e doadores com idade de 16 a 17 anos precisam estar acompanhados do responsável legal (pai ou mãe).

Também é necessário pesar acima de 50 kg; ter repousado no mínimo 6 horas na noite antes da doação; e estar bem alimentado, evitando alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação; outros critérios serão avaliados pela equipe da triagem clínica.

No dia da doação também é preciso apresentar um documento original com foto, emitido por órgão oficial, sendo aceito a carteira de identidade (RG), carteira profissional e carteira de motorista.

A coordenadora de Ações Estratégicas do Hemocentro da Paraíba, Elaine Farias de Santana, lembra a importância da doação regular de sangue. “Precisamos que as pessoas contribuam fazendo sua doação periodicamente. Homens podem doar até 4 vezes no ano, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre as doações e as mulheres podem doar até 3 vezes ao ano, com intervalo de pelo menos 90 dias”, ressaltou.

Ela explica ainda que o Hemocentro garante os estoques de sangue de mais de 30 unidades de saúde de João Pessoa e região Metropolitana. O sangue é essencial para os atendimentos de urgência, realização de cirurgias de grande porte e tratamento de pessoas com doenças crônicas, como a Doença Falciforme e a Talassemia, além de doenças oncológicas variadas que, frequentemente, necessitam de transfusão. Apenas uma doação pode beneficiar até quatro pessoas.

Confira o cronograma de funcionamento do Hemocentro

•    DIA: 20/06 (quinta-feira): FECHADO
•    DIA: 21/06 (sexta-feira): Das 7h às 17h30
•    DIA: 22/06 (sábado): Das 7h às 17h
•    DIA: 24/06 (segunda-feira): FECHADO

Fonte: Secom-PB

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