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Saúde

Governo fortalece integração com Estados no combate ao zika vírus

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Os ministros da Saúde e da Integração Nacional estiveram na Sala Nacional de Coordenação e Controle do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia.

Os ministros da Saúde, Marcelo Castro, e da Integração Nacional, Gilberto Occhi, estiveram reunidos nesta quarta-feira (13) na Sala Nacional de Coordenação e Controle do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia. Eles discutiram os próximos passos das ações que estão sendo tomadas em parceria pelos governos federal, estaduais e municipais para combater o mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chinkungunya e zika.

Além de avaliar as medidas já tomadas, o grupo de trabalho também fez uma videoconferência com representantes do Ceará, que coordenam o trabalho regional. Reuniões com todos os Estados estão previstas para os próximos dias. Essa interação, segundo o ministro da Saúde, é fundamental para avaliar as necessidades regionais e dar maior celeridade aos trabalhos.

“Essa é uma ação que vai depender essencialmente dos prefeitos, dos municípios, secretários de saúde, agentes de combate e de saúde, além de uma mobilização da toda a sociedade, para destruir os criadouros. Porque esta é a arma que nós temos”, disse Castro.

Ainda de acordo com o ministro da Saúde, a intenção é mobilizar toda a sociedade para visitar o maior número de possível de casas de todo o País até o final de janeiro. “Todo nosso objetivo é não deixar o mosquito nascer, e isso se faz destruindo os criadouros. E onde não der para destruir, usaremos os larvicidas. Mas o mosquito não pode nascer”, afirmou o ministro.

Instituída pelo Decreto nº 8.612, de 21 de dezembro de 2015, a sala tem o objetivo de gerenciar e monitorar, em parceria com Estados e municípios, as ações de mobilização e combate ao mosquito em todo o território nacional. Para o ministro Gilberto Occhi, é importante essa articulação promovida, visando uma otimização dos recursos empregados no combate ao mosquito transmissor.

“Estamos reforçando a necessidade da centralização das informações, dos contatos e das demandas, para apoiar os municípios. O trabalho da sala é de centralização e de resposta a demanda de Estados e municípios. E isso está acontecendo gradativamente”, disse Occhi.

Plano Nacional

O Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia foi lançado no início de dezembro pela presidenta Dilma Rousseff, em visita a Recife (PE). O objetivo é intensificar a mobilização entre diferentes ministérios e órgãos do governo federal, em parceria com Estados e municípios, para conter novos casos de microcefalia.

As reuniões são formadas pelos ministérios da Integração Nacional, Saúde, Defesa, Educação, Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Casa Civil e pela Secretaria de Governo da Presidência da República, em parceria com os governos estaduais e municipais.

Do brasil.gov.br

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Saúde

Em Pernambuco: Fiocruz desenvolve teste para Zika mais barato e rápido

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Foto: Ilustração

Exames para identificar infecção pelo vírus da Zika em breve vão poder ser feitos em 20 minutos. Pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Pernambuco, desenvolveram um método simples e 40 vezes mais barato que o tradicional. A expectativa é que chegue aos postos de saúde antes do final do ano, beneficiando, principalmente, os municípios afastados dos grandes centros, onde o resultado do teste de Zika pode demorar até 15 dias. As informações são de um dos criadores da técnica, o pesquisador da unidade Jefferson Ribeiro.

“Tendo em vista que a técnica atual (PCR) é extremamente cara e o Brasil tem poucos laboratórios de referência que podem realizar o diagnóstico de Zika – até um tempo atrás eram apenas cinco, inclusive a Fiocruz de Pernambuco -, uma cidade pequena, no interior do estado, acaba prejudicada. A amostra precisa sair do interior, ir para a capital, para ser processada, enfim, se pensarmos nesses municípios, o resultado pode demorar 15 dias”, destaca Ribeiro.

Outra vantagem do novo teste é que pode ser feito por qualquer pessoa nos posto de saúde, não exige treinamento complexo. Com um kit rápido, basta coletar amostras de saliva ou urina, misturar com reagentes fornecidos em um pequeno tubo plástico e depois aquecer em banho maria. Vinte minutos depois, se a cor da mistura se tornar amarela, está confirmado o diagnóstico de Zika, se ficar laranja, o resultado é negativo. Hoje, o teste PCR (reação em da polimerase), com reagentes importados, é feito com material genético retirado das amostras, o que demora mais.

O teste elaborado pela Fiocruz Pernambuco é também mais preciso, ou seja, tem uma taxa de erro menor, acusando a doença mesmo em casos que não foram detectados pela PCR.

A expectativa dos pesquisadores é que o kit seja desenvolvimento pela indústria nacional, com a participação da Bio-manguinhos, e disponibilizado até o fim do ano. Testes semelhantes já são usados para o vírus da dengue e outras bactérias. “Essa é a nossa pretensão, para facilitar a disponibilidade para o Sistema Único de Saúde”, disse Ribeiro.

Zika

O número de casos de Zika, que pode causar microcefalia em bebês, vem diminuindo nos últimos anos. No entanto, o país ainda teve 8.680 diagnósticos em 2018 (em 2017 foram 17.593), com maior incidência no Norte e Centro-Oeste. A doença está relacionada à falta de urbanização e de saneamento básico e costuma aumentar nas estações chuvosas.

A Zika é transmitida principalmente por picadas de mosquito, mas também durante a relação sexual desprotegida e de mãe para filho, na gestação. Provoca complicações neurológicas como a microcefalia e a Síndrome de Guillain Barré. Começa com manchas vermelhas pelo corpo, olho vermelho, febre baixa e dores pelos corpos e nas juntas, geralmente, sem complicações.

O novo teste para a Zika foi desenvolvido no mestrado em Biociências e Biotecnologia em Saúde, com orientação do professor Lindomar Pena. Em breve, será publicado em detalhes em revista científica. Anteriormente, os pesquisadores publicaram artigo com os resultados dos testes para amostras de mosquitos infectados e não de secreções humanas.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

DIA DO BEIJO: Especialista afirma que beijo alivia o estresse e queima calorias

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Beijo no rosto, na testa, na mão, na boca. O beijo é dito como uma demonstração de carinho ou como uma forma de cumprimento a alguém. O gesto é tão festejado que ganhou um dia só para ele: 13 de abril. Com um único beijo é possível movimentar 30 músculos da face e ainda aliviar o estresse, é o que afirma o dentista especialista em endodontia e harmonização orofacial do Hapvida em João Pessoa, Júnior Dantas.

“Essa sensação de relaxamento após o beijo não é coisa que simplesmente brota na cabeça das pessoas. Um estudo de 2009 mediu os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, em pares de estudantes universitários ‘beijoqueiros’. Tanto homens quanto mulheres comprovaram um declínio no cortisol, sinal de relaxamento que foi muito maior do que aqueles casais que passam mais tempo de mãos dadas do que de lábios colados”, relata o especialista.

Porém, Júnior Dantas faz um alerta para que o ato de beijar seja, de fato, agradável tanto a quem concede quando para quem o recebe. “Para ter uma boca preparada para um beijo é fundamental cuidar da higiene oral, ou seja, da saúde dos dentes e gengivas. Assim, não terá de se preocupar com mau hálito ou se há algo entre os dentes”, explica.

A garantia de um beijo agradável e, ao mesmo tempo, saudável é possível por meio da visita regular ao dentista, o que possibilita um check-up dentário. “Cada visita abrange vários procedimentos como por exemplo: limpeza dos dentes, instruções de higiene oral, reparação ou prevenção de dentes cariados, deteção de cancros orais, branqueamento de dentes, entre outros. As visitas regulares ao dentista são, sem dúvida, um complemento muito importante para a manutenção de uma boca estética e saudável”, recomenda.

Se por um lado o beijo promove relaxamento, por outro, ele ainda é capaz de promover a queima de calorias. “Não que o beijo seja o equivalente a meia hora de exercício aeróbico em uma academia, mas o beijo é capaz de queimar de duas a seis calorias por minuto, de acordo com pesquisas já realizadas”, garante Júnior Dantas.

O beijo que é conhecido por muitos como “beijo molhado” é bom para a higiene bucal. “Esse é o tipo de beijo que estimula a produção de saliva, que pode limpar as bactérias nocivas presentes na boca e ainda reduzir o acúmulo de placas bacterianas”, afirma o dentista que ainda alerta: “Apesar de todo prazer que é vivenciado em um único beijo os envolvidos precisam estar atentos e conhecer melhor as pessoas antes de se relacionar, mesmo que isso não proporcione garantias, pode reduzir as chances de contágio de algumas doenças do trato bucal”, conclui.

Assessoria

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Saúde

Cerca de 40% dos estudantes não tomam café da manhã e hábito prejudica aprendizado

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Vários fatores podem contribuir para que crianças na fase escolar tenham o desenvolvimento pedagógico impactado de maneira negativa, e um deles está relacionado diretamente à qualidade e quantidade dos alimentos consumidos. A nutricionista do Hapvida em João Pessoa, Débora Pinheiro, destaca a Pesquisa Nacional de Saúde Escolar (PeNSE), realizada pelo IBGE, que aponta que 40% do estudantes não tomam café da manhã e informa que isso pode trazer problemas cognitivos, com redução da memória e prejuízos ao raciocínio.

A especialista faz um alerta a pais e responsáveis que um aluno mal alimentado ou em jejum prolongado, sem tomar café da manhã, por exemplo, apresenta prejuízos na capacidade de concentração, aprendizado e desenvolvimento pedagógico. “Uma média de 40% das crianças em fase escolar não tomam café da manhã, o que consequentemente gera um pior rendimento escolar, déficit de atenção e pouca interação com outras crianças”.

Débora explica que é preciso que os pais tenham mais atenção à alimentação dos filhos, principalmente, na fase inicial do desenvolvimento cognitivo. “Tudo começa em casa. Os pais servem de modelo para os filhos e além da palavra o comportamento tem papel importante na educação nutricional das crianças e adolescentes. Logo, fora o exemplo em casa esses pais podem incentivar seus filhos a serem mais saudáveis apresentando outras alternativas de lanches mais naturais ao invés da praticidade dos industrializados”, destaca a nutricionista.

Porém, a má alimentação não prejudica apenas a vida escolar da criança, a saúde é afetada e situações como queda de cabelo, quebra de unha também podem ocorrer. “O futuro dessas crianças, que muitas vezes se tornam obesas, é uma vida adulta ameaçada pela hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares, varizes, hérnias, doenças emocionais, câncer e problemas ortopédicos”, alerta a especialista.

Lanches saudáveis – Para garantir uma alimentação saudável e saborosa Débora Pinheiro sugere que os pais e responsáveis de crianças incentivem o consumo de lanches naturais na vida escolar da criança. “Bolo de laranja com suco integral de uva (diluir em água ou gelo para diminuir a concentração); Iogurte Natural com morangos e castanha de caju ou Amendoim (cru sem sal); e Pão integral com queijo coalho e tomate (se colocar orégano fica mais delicioso ainda) com água de coco são algumas opções de lanches rico em nutrientes e saborosos, que podem contribuir para o bom desenvolvimento de crianças na vida escolar, bem como, garantir uma vida saudável a curto e longo prazo”, conclui.

Assessoria/Hapvida

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