Conecte-se conosco

Saúde

Mosquito transgênico terá de passar por regulação sanitária

Publicados

em

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu que os mosquitos geneticamente modificados, utilizados para controle de vetores em saúde pública, são objeto de regulação sanitária. Isso no que diz respeito à segurança sanitária da aplicação dessa tecnologia e em relação à sua eficácia.

Pesquisas têm sido realizadas no uso de Aedes aegypti transgênicos como forma de combater a transmissão de dengue, zika e chikungunya. A Anvisa lembra que a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) já havia aprovado, preliminarmente, a liberação comercial da linhagem OX513A do Aedes aegypti, geneticamente modificado para controlar a população do vetor do vírus da dengue.

A Anvisa alerta, entretanto, que a Lei de Biossegurança, a Lei 11.105/2005, prevê que, além da análise da CTNBio relativa aos aspectos de biossegurança, caberá aos órgãos específicos dos Ministérios o registro e a fiscalização comercial dos organismos geneticamente modificados (OGM).

No caso dos mosquitos transgênicos para uso em controle de vetores, a Anvisa analisará e concederá o registro desses produtos após avaliação de sua segurança e eficácia. Para dotar o País de um marco regulatório capaz de avaliar esse e outros produtos semelhantes que venham a ser desenvolvidos, a agência informa que já vem elaborando novas regras, sob o tema 54.1 da Agenda Regulatória 2015-2016, “Avaliação de Macroorganismos para fins de controle biológico de vetores e patógenos em ambiente urbano”.

Em relação ao caso concreto do Mosquito OX513A da Empresa Oxitec, e como se trata de uma tecnologia inovadora e distinta de todos os demais produtos regulados até o momento, a Anvisa vai estabelecer um instrumento análogo ao Registro Especial Temporário (RET) para regularizar a utilização desse mosquito em pesquisas no território nacional que produzam as evidências científicas necessárias sobre a sua segurança e eficácia. A tecnologia consiste em produzir machos transgênicos que, quando liberados em locais de elevada incidência de populações selvagens do mosquito, copulem com as fêmeas selvagens e não produzam descendentes que cheguem à idade adulta.

Do Portal Brasil com informações da Anvisa

Mosquito transgênico terá de passar por regulação sanitária
Avalie esta postagem
Apoio
Comentários

Saúde

Março Amarelo marca mês de conscientização sobre a endometriose

Publicados

em

Foto: Ilustração

No Mês Mundial de Conscientização sobre a Endometriose, a campanha Março Amarelo alerta para uma doença que afeta 176 milhões de mulheres em todo o mundo e 6,5 milhões no Brasil. O chefe do ambulatório de endometriose do Hospital Universitário Pedro Ernesto, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Marco Aurélio Pinho de Oliveira, explicou que a doença, embora seja comum, ainda é pouco conhecida e costuma demorar a ser diagnosticada: cerca de oito anos após o aparecimento dos primeiros sintomas.

O ginecologista lembrou que os sinais mais evidentes são dores muitas vezes incapacitantes, como cólicas fortes e progressivas (que pioram ao longo do tempo), dores durante a relação sexual, desconforto ao evacuar e urinar e até mesmo dores na região lombar e nas coxas. Em alguns casos, a falta de tratamento pode levar a problemas mais graves, como obstrução intestinal, se houver comprometimento extenso do intestino, e a perda das funções renais, caso a bexiga e os ureteres sejam prejudicados.

“A mulher, às vezes, vai ao ortopedista achando que tem algum problema na coluna. Ou vai ao gastroenterologista achando que tem síndrome do cólon irritável. Mas é a endometriose”, disse entrevista à Agência Brasil.

“O exame ginecológico preventivo não mostra a doença, o ultrassom também não mostra. Ou só mostra quando o crescimento do endométrio já está maior. A ressonância magnética consegue detectar nódulos a partir de meio centímetro, mas a laparoscopia detecta menor que isso. Só assim pra ter um diagnóstico precoce”, acrescentou Oliveira.

Há ainda, segundo ele, outro sintoma característico da endometriose: a infertilidade feminina. Muitas mulheres, apesar de não apresentarem dores e cólicas, têm dificuldade para engravidar por conta do crescimento anormal do endométrio.

O tratamento, de acordo com o ginecologista, pode ser cirúrgico – considerado mais completo porque retira os focos da doença e melhora as chances de concepção – ou hormonal, à base de pílulas anticoncepcionais, por exemplo. “Melhora a dor, mas a doença continua lá”, alertou.

Fonte: Agência Brasil

Março Amarelo marca mês de conscientização sobre a endometriose
Avalie esta postagem
Continue lendo

Saúde

Mídias sociais podem ajudar no controle do orçamento da Saúde, diz Mandetta

Publicados

em

Foto: Ilustração

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. / Foto: Agência Brasil

O ministro da Saúde, Henrique Mandetta, voltou a dizer nesta terça-feira (12), que acabar com o percentual mínimo de gastos em saúde no Orçamento Geral da União não significa necessariamente redução do investimento no setor. Segundo ele, as mídias sociais podem ajudar no controle da sociedade em relação a esses recursos.

“Temos hoje grande ferramenta que são as mídias sociais e o monitoramento da sociedade em relação a todos os atos praticados pelo Parlamento [que é responsável pela aprovação do Orçamento].

Nesta segunda (11), o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, também defendeu a possibilidade de o governo enviar ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para acabar com a vinculação de recursos do Orçamento Geral da União. Segundo ele, assim o Congresso recupera o poder de organizar o Orçamento, enquanto o governo fica com a função de executá-lo.

Atualmente, na Saúde, a Constituição Federal estabelece que os estados devem investir no mínimo 12% do Orçamento na área da saúde. Os municípios devem investir 15%. Na educação também há vinculação de 25% no caso de estados e municípios. A União era obrigada a investir pelo menos 18% até 2017, quando a regra foi alterada pela Emenda Constitucional 95, conhecida como PEC do Teto de Gastos.

Mandetta disse desconhecer o conteúdo do texto que poderá ser proposto pelo governo federal, mas diz confiar no parlamento. “Vejo uma maturidade muito grande na bancada da saúde no Congresso Nacional. O que em um primeiro momento pode parecer problema, pode vir a ser ganho para a saúde, desde que tenhamos no governo federal uma musculatura política da saúde condizente com os desafios do Sistema Único de Saúde (SUS)”.

Ele afirmou que a medida poderá contribuir para que os orçamentos elaborados deixem de ser “peça de ficção científica” e que acredita que os recursos para a saúde poderão ser ampliados: “Estou otimista de que vai ampliar os recursos da saúde”.

O ministro participa nesta terça-feira do Seminário Internacional da Primeira Infância – O melhor investimento para Desenvolver uma Nação, cujo objetivo é debater ações de estímulo ao desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida.

Fonte: Agência Brasil

Mídias sociais podem ajudar no controle do orçamento da Saúde, diz Mandetta
Avalie esta postagem
Continue lendo

Saúde

O que é gravidez silenciosa? Entenda esse fenômeno

Publicados

em

Foto: Shutterstock/Ilustração

O fenômeno conhecido como ‘gravidez silenciosa’ pode acometer 1 em cada 475 mulheres.

Tem sido cada vez mais frequente se deparar com casos de mulheres que descobriram que estavam grávidas quase no momento de dar à luz. Muitas pessoas costumam questionar como isso seria possível, já que os sintomas de uma gravidez são tão claros. Mas há casos atípicos que podem levar a esse fenômeno também conhecido como ‘gravidez silenciosa’.

A menção desse termo ‘gravidez silenciosa’ surgiu em uma pesquisa sérvia publicada pela revista Medicinski Pregled, que mostrou que esse fenômeno raro pode acometer 1 em cada 475 mulheres nas primeiras vinte semanas de gravidez; 1 em cada 2.455 mulheres na segunda metade da gestação e 1 em cada 7.225 mulheres que descobrem a gravidez apenas no momento de dar à luz.

Casos de gravidez silenciosa no Brasil

Recentemente em uma matéria publicada pela revista Crescer, foram mostrados casos de mulheres que descobriram que seriam mães quase no momento do parto, como o da supervisora administrativa Viviane Vieira, 32 anos, de Goiânia, que teve apenas sete semanas para se preparar para a chegada de sua filha. Viviane acreditava que a ausência de menstruação era devido ao problema da Síndrome dos Ovários Policísticos que sofria.

Já a enfermeira Valéria Rocha, 51 anos, de São Paulo, só descobriu a gestação quando estava com 25 semanas, e acreditava que a menstruação irregular era por conta de uma cirurgia bariátrica recém-realizada.

Com a leiturista, Mykaelle Kathrine, 28 anos, de São Paulo, a descoberta foi com seis dias antes de dar à luz. Ela havia dado à luz ao terceiro filho em 2016 e começou a tomar anticoncepcional para evitar uma nova gravidez. Passou a se sentir mal com enjoos e achava que era por conta dos hormônios, a ausência de menstruação ela acreditava que fosse por conta da recém-chegada do último filho.

Enquete mostra como as mulheres lidam com as percepções sobre a própria gravidez

O portal Trocando Fraldas, voltado principalmente a mulheres que estão na tentativa de uma gravidez, realizou pesquisa que contou com a participação de 60 mil mulheres de todo o Brasil. A ideia era compreender como as mulheres ficaram sabendo que estavam grávidas, como sentiam a gravidez e como viam as mudanças acontecerem semana a semana.

O resultado mostrou que em média as mulheres ficam sabendo da gravidez quando estão com sete semanas e um dia de gestação. A maioria relatou sentir o bebê mexer na barriga com dezesseis semanas e grande parte fica sabendo o sexo da criança com dezessete semanas de gravidez.

No geral, as mulheres informaram que a barriga começa a aparecer por volta das doze semanas de gestação.

Ainda segundo o estudo sérvio mencionado, o que poderia levar as mulheres a não perceberem as mudanças no próprio corpo seria o alto grau de estresse no dia a dia.

Assessoria Trocando Fraldas

O que é gravidez silenciosa? Entenda esse fenômeno
Avalie esta postagem
Continue lendo
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio
Apoio

Mais Lidas