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Conheça as 8 belas cidades que hoje estão submersas

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Ainda que não tenham encontrado rastros da mística e tão procurada Atlântida, algumas cidades que realmente existiram na antiguidade hoje estão debaixo d’água. No entanto, não estão lá porque tinham incríveis seres aquáticos ou tesouros escondidos, mas sim porque algum desastre natural as colocou nesse lugar. Mesmo no fundo do mar, não deixam de ser bonitas e é por isso que nessa matéria vamos te mostrar as cidades submersas mais conhecidas.

8. Pavlopetri, Grécia

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Pavlopetri é a cidade submersa mais antiga que se conhece, ela afundou no ano de 1.000 a.C., aproximadamente, devido a terremotos. É possível ver de baixo d’água suas ruas e estruturas, algo que não vemos em outras cidades submersas.

7. Porto Real, Jamaica

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Porto Real foi um dos locais favoritos dos piratas por ter as melhores bebidas, mulheres e festas. Além disso, era um lugar rico por conta de suas gigantes plantações, que davam uma vida farta a alguns produtores. Em 1692 ficou de baixo d’água devido a um terremoto de enormes proporções, que afundou a cidade na areia e matou mais de 2 mil pessoas. Para os fanáticos religiosos, se tratou de um castigo divino a uma cidade pecadora. Hoje a cidade continua a afundar na areia e é cada vez mais difícil de se ver.

6. Dwarka, India

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Muitos hindus acreditam que Dwarka é a cidade perdida de Krishna e muitas vezes fazem peregrinações para até o local. A atual cidade Dwarka, todavia, segue sobre a Terra e é uma das mais antigas cidades da Índia. A antiga Dwarka foi propositalmente construída nas margens do rio, mas foi abandonada e finalmente submergiu em suas águas. Os hindus seguem pensando que a cidade é mitológica e afundou após a morte de Krishna.

5. As pirâmides de Yonaguni-Jima, Japão

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Ainda não se sabe se essas pirâmides são naturais ou feitas pelo homem, mas suas formas parecem perfeitas demais para terem sido talhadas pela natureza. Se realmente foi obra do ser humano, foi construída provavelmente no ano de 10 mil a.C, quando o nível do mar era muito mais baixo.

4. As Villas de Ontario, Canadá

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Ainda que a maioria das cidades submersas pertençam a civilizações antigas, não é este o caso das Villas de Ontário, no Canadá. As vilas submergiram por conta da construção de uma via marítima que desviou água sobre elas. Isso geralmente acontece quando o curso de um rio é desviado ou se constroem novas estradas marítimas. Essas vilas são notáveis por estarem muito bem conservadas debaixo d’água.

3. O Reino Dian, China

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Durante anos, moradores da área disseram ver figuras de uma cidade fantasma quando a água estava calma, mas foi recentemente, em 2001, que um grupo de arqueólogos descobriu os restos de uma cidade submersa.  A medição de tempo feita a partir do teste de carbono, que determinou que a cidade foi construída há 1750 anos e afundou quando uma parte de sua estrutura se rompeu e caiu no lago.

2. Alexandria, Egito

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As imagens dessa cidade submersa são surpreendentes e é mais incrível saber que ela ficou escondida por quase 1.600 anos. A terra da Cleópatra foi um lugar poderoso, encontrado somente em 1998 por um grupo de arqueólogos que se aventurou nas profundidades oceânicas. As esfinges e monumentos ainda se encontram em pé e a cidade submergiu por conta de terremotos sofridos na área.

1. Cidade do Leão, China

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A Cidade do Leão é provavelmente a mais bela de todas as cidades citadas. Ela possui belíssimos monumentos que podem ser vistos facilmente e estão perfeitamente conservados. A área foi inundada intencionalmente para a construção de uma represa, nos anos 50. A cidade foi construída durante a Dinastia Han entre os anos 25 e 200 d.C. É um pouco estranho o fato dos chineses terem afundado uma cidade tão bonita, mas é certo que desde então ela se tornou uma grande atração turística.

 

Fonte: Batanga

 

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Cidades

Campanha da ONU promove mutirões de limpeza de praias

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Foto: Praia da Paraíba/Reprodução

A ONU Meio Ambiente e o Instituto Ecosurf promovem a 2ª edição da campanha Mares Limpos e estão cadastrando ações de limpeza de praias programadas para o período de 15 a 23 de setembro. A Semana Mares Limpos começou hoje (15) com um mutirão de limpeza de praia em Itapoá, Santa Catarina. A meta desta edição é superar a ação de 2017, que teve 136 grupos inscritos em 18 estados brasileiros e coletou cerca de 24 toneladas de resíduos das praias e rios do país.

No ano passado, 57 grupos registraram os resíduos que coletaram em 53 praias litorâneas e outras oito localidades que margeiam rios, lagos e lagoas. Bitucas de cigarro, tampas de garrafa, canudos, garrafas plásticas, sacolas plásticas de supermercado, embalagens plásticas em geral, copos e pratos plásticos, garrafas de vidro, pedaços de isopor e talheres plásticos foram os dez itens mais recolhidos nessas localidades. Também foram encontrados aparelhos eletrodomésticos portáteis, como um forno micro-ondas, um sofá e quase mil pinos eppendorf, tipicamente usados para transporte de drogas.

De acordo com as Nações Unidas no Brasil, essa mobilização nacional é importante para dar visibilidade ao problema no território brasileiro, apontar onde é preciso atuar e levantar o panorama nas praias do país. Os dados das coletas serão reunidos em um relatório e entregues ao Ministério do Meio Ambiente, para subsidiar as discussões do Plano Nacional de Combate ao Lixo no Mar, previsto para ser lançado no ano que vem.

As inscrições para participar da Semana Mares Limpos podem ser feitas pela internet. Os grupos inscritos receberão um kit da campanha com cartilha de orientações sobre como realizar a limpeza, fichas de catalogação do lixo encontrado e material para impressão. Segundo a ONU, a coleta de resíduos deve obedecer a alguns princípios para que seja eficaz e tenha resultados duradouros. Os inscritos são convidados ainda a participar de um projeto de reciclagem de tampinhas, parceria da ONU Meio Ambiente, Furf Design e Boomera.

campanha Mares Limpos foi lançada em 2017 e durante cinco anos terá ações para convencer pessoas e empresas a reduzirem o consumo de plásticos e evitar seu descarte. O objetivo é conter a maré de plásticos que invade os oceanos.

Doze cidades brasileiras assinaram um compromisso com a Campanha Mares Limpos, como é o caso de Itapoá (SC) que trabalha para melhorar seu sistema de gestão de resíduos. Os municípios que aderem à iniciativa devem desenvolver um plano de ação e apresentar os resultados anualmente. De acordo com a ONU, a adesão é uma forma de divulgar as boas práticas realizadas e agregar apoio para implementar medidas mais efetivas, como a cobrança por sacolas plásticas e o banimento de canudos.

Agência Brasil

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Brasil

MME quer facilitar a importação de energia da Argentina e do Uruguai

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O Ministério de Minas e Energia publicou hoje (17) no Diário Oficial da União uma portaria estabelecendo novas regras para a importação de energia da Argentina e do Uruguai. O objetivo é aproveitar a energia produzida nesses países mais barata e substituir parte da energia produzida por termelétricas, acionadas durante o período de escassez de chuvas, cujo custo é maior.

“A medida permite a substituição de geração térmica por energia fornecida pela Argentina ou pelo Uruguai quando essa estiver mais barata que a ofertada pelo mercado brasileiro, contribuindo para redução do custo de operação do Sistema Interligado Nacional (SIN) e dos Encargos de Serviço de Sistema (ESS)”, informou a assessoria do ministério.

O período com as novas regras para a importação de energia é de 1º de janeiro de 2019 a 31 de dezembro de 2022. De acordo com o MME, a medida pode fazer com que “os consumidores brasileiros paguem menos por sua conta de energia. “

Segundo a pasta, as mudanças atendem às recomendações do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), que debateu o aprimoramento da metodologia atual de importação. “A finalidade também é incentivar o intercâmbio energético entre os países e reforçar a confiabilidade nos sistemas”, informou o MME.

Agência Brasil

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Mundo

Acidente entre trens mantém brasileiros retidos no Peru

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Foto: Ilustração

Um grupo de turistas do Brasil ficou retido na estrada para Machu Picchu, no Peru, depois de um acidente entre dois trens.

A assessoria de imprensa do Itamaraty informa que o Consulado Honorário do Brasil, em Cusco, está acompanhando a “situação do grupo de brasileiros envolvidos no acidente e dará todo o apoio necessário”.

E destaca que o Ministério das Relações Exteriores seguirá acompanhando o caso.

E, acrescenta que “em atenção à Lei de Acesso à Informação e em respeito à privacidade dos cidadãos, esta assessoria não está autorizada a fornecer informações de cunho pessoal sobre o caso”.

O governo peruano informou que o acidente ocorreu ontem e os trens transportavam um total de 35 passageiros.

Segundo a polícia, o choque entre os trens aconteceu logo após a ferrovia ser bloqueada por peruanos, também turistas, que não conseguiram comprar passagens e ingressos para o povoado de Machu Picchu.

“Um dos trens da Inca Rail a partiu de Ollantaytambo e parou 40 minutos depois do local do protesto. Ficamos uma hora parados na ferrovia e após de cinco minutos de o trem retomar o destino, sentimos um forte impacto na parte de trás, foi um trem da Peru Rail que nos atingiu “, relatou a turista Valeria Lozana.

O bloqueio de protesto na ferrovia foi explicado por Isaac Quispe, que vive um Machu Picchu e trabalha com turismo.

Segundo ele, os preços dos ingressos para Machu Picchu são elevados, entre 50 e 60 dólares. E, pelos trens da Inca Rail e Peru Rail o bilhete custa 10 dólares.

O grupo se revoltou pois os trens das duas empresas oferecem os valores mais baratos.

E se aglomerou em frente à estação. E o trem com destino às ruínas não parou. Uma pessoa teria sido atropelada.

A empresa Trem Peru Rail informou que está prestando toda assistência aos feridos e hospitalizados.

Fonte: Agência Brasil

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