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Governo Trump faz reunião de emergência para restabelecer decreto anti-imigração

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A batalha legal pelo direito do governo de Donald Trump de barrar a entrada nos Estados Unidos de cidadãos de sete países islâmicos teve continuidade na manhã desta segunda-feira (6), com uma reunião de emergência na Casa Branca entre os principais assessores da área jurídica do governo. As informações são da Radio France Internationale.

Os representantes do governo buscam uma estratégia para derrubar a suspensão do ato executivo que impedia, desde o fim de semana passado, a entrada de cidadãos oriundos do Irã, Síria, Somália, Iêmen, Iraque, Líbia e Sudão nos EUA.

Até a noite de domingo (5) já havia 17 processos correndo em diversos estados americanos contra o ato de Trump, que segue suspenso por conta de uma decisão da Justiça de Washington. Ontem a Justiça da Califórnia negou um pedido do governo federal para derrubar a suspensão, deixando o presidente ainda mais irritado.

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A reação de Trump tem sido um tanto dramática. Como de praxe, pelas redes sociais, ele classificou o juiz de Washington, que, aliás, é republicano, como um “pseudo-juiz”, dizendo que ele está colocando em risco a segurança de todos os americanos ao se colocar “acima do presidente”. Em duas semanas de governo, o presidente conseguiu jogar todo o aparato do Judiciário contra o que os juízes federais acreditam ser uma tentativa do bilionário nova-iorquino de extrapolar os limites do Executivo, que já conta com maioria nas duas casas do Legislativo.

Judiciário na oposição

O que começa a se ensaiar é o Judiciário aparecendo como a maior oposição ao governo Trump. É como se os juízes estivessem dizendo: se não há oposição democrata para barrar os abusos da nova administração, nós daremos os limites.

Há reações até mesmo dentro da própria burocracia pública de Washington. A ministra interina da Justiça se negou a orientar os advogados da União a enfrentar a suspensão do ato executivo de Trump e o presidente a demitiu. No Departamento de Estado, funcionários se manifestaram publicamente contra decisões polêmicas do magnata, como a de dar ao assessor especial Steve Bannon – que comandou a campanha vitoriosa de Trump à presidência e é acusado de ter posições ultranacionalistas e xenófobas – status privilegiado nas reuniões do poderoso Conselho de Segurança, título reservado a generais com larga experiência militar.

No Departamento de Justiça e entre os juízes federais, boa parte deles escolhidos pelos presidentes George W. Bush e Barack Obama, cresce a sensação de que uma crise constitucional está sendo deflagrada pelo ato executivo anti-imigração.

A briga do presidente com os juízes se reflete no processo de escolha no novo ministro da Suprema Corte, que precisa ser aprovado pelo Senado por pelo menos 60 votos, episódio que também pode acirrar os ânimos da oposição. O líder dos democratas no Senado, Chuck Schumer, já disse que o  juiz indicado por Trump, o conservador Neil Gorsuch, será sabatinado de modo mais severo pelos congressistas da oposição, especialmente no que diz respeito aos limites do Executivo.

Da Agência Brasil

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Educação

UFPB terá seis novos cursos e 340 vagas em João Pessoa e Bananeiras a partir de 2027

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Foto: Reprodução

Estudantes que pretendem ingressar na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em 2027 terão seis novas opções de graduação nos campi de João Pessoa e Bananeiras. A universidade prevê a oferta de 340 vagas nas novas formações, que incluem cursos como Psicologia, Nutrição, Gestão da Qualidade e Engenharia de Mobilidade e Combustíveis do Futuro.

Três dos novos cursos serão implantados no Campus I, em João Pessoa, enquanto os outros três funcionarão no Campus III, em Bananeiras.

A previsão da universidade é que as novas graduações estejam disponíveis para os estudantes no próximo processo de ingresso, após a realização do Enem. A implantação, no entanto, ainda depende da conclusão de etapas internas de aprovação e implementação.

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Novos cursos em João Pessoa

No Campus I, em João Pessoa, estão previstas três novas graduações:

  • Gestão da Qualidade: 60 vagas;
  • Engenharia de Mobilidade e Combustíveis do Futuro: 80 vagas;
  • ABI em Física: 60 vagas.

A Área Básica de Ingresso (ABI) em Física terá 60 vagas e prevê uma formação inicial comum, com possibilidades de continuidade em áreas relacionadas à Física Geral, Física Médica e Física em Tecnologias Quânticas.

Já o curso de Engenharia de Mobilidade e Combustíveis do Futuro terá a maior oferta entre as seis novas graduações, com 80 vagas. A formação ficará vinculada ao Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR), em João Pessoa.

A proposta está relacionada às transformações no setor energético e às novas tecnologias aplicadas à mobilidade e às fontes de energia.

O CEAR também teve aprovada a criação do curso de Engenharia de Automação e Sistemas Inteligentes, mas essa graduação não está entre as seis previstas para iniciar em 2027 na primeira etapa anunciada pela universidade.

Bananeiras terá Psicologia, Nutrição e Educação Especial

No Campus III, em Bananeiras, serão oferecidas 140 das 340 vagas previstas nesta primeira etapa.

Os novos cursos são:

  • Psicologia: 50 vagas;
  • Educação Especial Inclusiva: 50 vagas;
  • Nutrição: 40 vagas.

As três graduações serão vinculadas ao Centro de Ciências Humanas, Sociais e Agrárias (CCHSA).

Outros cursos também foram aprovados para o campus no âmbito do programa federal, mas não estão incluídos na primeira etapa de implantação anunciada para 2027.

Entrada pelo Sisu ainda depende de etapas internas

Durante entrevista realizada nesta quarta-feira (30), a reitora da UFPB, Terezinha Domiciano, explicou que os projetos foram selecionados pelo Ministério da Educação (MEC), mas ainda passam por etapas de aprovação e implementação dentro da universidade.

Segundo a reitora, algumas propostas já avançaram nos colegiados da instituição e foram encaminhadas para Brasília, enquanto outras continuam em tramitação.

A expectativa da universidade é concluir os procedimentos necessários a tempo de incluir as novas formações no processo de ingresso dos estudantes após o Enem.

Por isso, embora a UFPB tenha confirmado a previsão de início dos seis cursos em 2027, informações como modalidade de concorrência, turnos e semestre de entrada ainda dependerão das publicações específicas do processo seletivo.

Em 2026, a UFPB ofereceu 8.005 vagas em 125 cursos pelo Sisu, considerando ampla concorrência e as modalidades previstas pela Lei de Cotas.

UFPB teve 15 novos cursos aprovados

Os seis cursos previstos para 2027 fazem parte de um conjunto maior de 15 novas graduações aprovadas no Programa Universidades Transformadoras, do Ministério da Educação.

Ao todo, a universidade prevê 760 novas vagas com a expansão.

Em João Pessoa, além das formações previstas para 2027, foram aprovados os cursos de Bebidas Fermentadas e Funcionais; Perícia Criminal e Biotecnologia Forense; Engenharia de Automação e Sistemas Inteligentes; Bioindústria; e Tecnologia em Gestão de Eventos.

Para Bananeiras, também foram aprovados Gastronomia; Tecnologia em Inteligência de Mercado e Análise de Dados; Gestão do Turismo; e Tecnologia em Gestão de Negócios e Inovação.

As propostas estão em diferentes etapas de tramitação na universidade.

Expansão prevê novos professores

A ampliação da oferta de cursos também prevê a expansão do quadro docente da UFPB. O programa contempla 72 novos códigos de vagas para professores, sendo 23 em 2026 e outros 49 em 2027.

As novas vagas deverão ser preenchidas por meio de concursos públicos, cujos editais e cronogramas ainda serão divulgados pela universidade.

A expansão ocorre no mesmo período em que a UFPB iniciou os cursos de Tecnologia em Jogos Digitais e Engenharia de Robôs, implantados no período 2026.2.

Confira os seis cursos previstos para 2027

CampusCursoVagas
João PessoaGestão da Qualidade60
João PessoaEngenharia de Mobilidade e Combustíveis do Futuro80
João PessoaABI em Física60
BananeirasPsicologia50
BananeirasEducação Especial Inclusiva50
BananeirasNutrição40
Total6 cursos340

Por TH+ SBT via PalavraPB

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Cultura

Raízes do Brejo 2026 começa em outubro e percorre dez municípios do Brejo Paraibano

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Foto: Reprodução/ ilustração

Falta pouco para o início da 8ª edição da Rota Cultural Raízes do Brejo. O circuito começa no dia 8 de outubro, em Serra da Raiz, e seguirá até dezembro, passando por dez municípios do Brejo Paraibano com programação cultural gratuita.

A primeira etapa será realizada de 8 a 11 de outubro, em Serra da Raiz. Depois, a rota segue para Lagoa de Dentro, Alagoinha, Juarez Távora, Dona Inês, Guarabira, Pirpirituba, Belém, Pilõezinhos e Duas Estradas.

Ao longo do circuito estão previstas atividades como apresentações musicais, exposições de artesanato, gastronomia, teatro e dança. A programação específica de cada município é divulgada pelos organizadores e pelas cidades participantes.

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Confira o calendário do Raízes do Brejo 2026

  • Serra da Raiz: 8 a 11 de outubro
  • Lagoa de Dentro: 15 a 18 de outubro
  • Alagoinha: 29 de outubro a 1º de novembro
  • Juarez Távora: 5 a 8 de novembro
  • Dona Inês: 12 a 15 de novembro
  • Guarabira: 19 a 22 de novembro
  • Pirpirituba: 26 a 29 de novembro
  • Belém: 3 a 6 de dezembro
  • Pilõezinhos: 10 a 13 de dezembro
  • Duas Estradas: 17 a 20 de dezembro

Em Guarabira, a programação está prevista para ocorrer entre os dias 19 e 22 de novembro. A cidade será a sexta parada do circuito, que reúne municípios do Brejo em uma agenda voltada às manifestações culturais e às tradições locais.

A Rota Cultural Raízes do Brejo foi criada para integrar os municípios participantes e ampliar a divulgação de suas manifestações culturais e atrativos turísticos. A edição de 2026 terá atividades até dezembro, com acesso gratuito ao público.

Brejo.com

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João Pessoa

Ministra Margareth Menezes chega à Paraíba para abrir programação nacional sobre cultura e gestão pública no TCE-PB

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Evento começa nesta terça-feira (1º) e reúne Ministério da Cultura, TCE-PB e Governo do Estado para discutir aplicação de recursos, PNAB e novo marco jurídico do setor.

A Paraíba recebe, nesta quarta-feira (02), a ministra da Cultura, Margareth Menezes, para a abertura de uma programação que coloca em pauta um dos principais desafios da gestão cultural no país: como garantir que os recursos públicos destinados à cultura cheguem aos projetos e produzam resultados para a sociedade.

Promovido pelo Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), o Governo do Estado e a Secretaria de Estado da Cultura, o evento será realizado nesta terça e quarta-feira (1º e 2), em João Pessoa. A programação reunirá gestores públicos, representantes de órgãos de controle, profissionais do Direito e agentes culturais para discutir temas relacionados às políticas públicas de cultura, ao controle e à garantia dos direitos culturais.

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Inscrições: https://bio.site/oficinaeseminario

A programação começa nesta terça-feira (1º), às 14h, com a Oficina Técnica da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), voltada à orientação de gestores e equipes responsáveis pela execução da política cultural. Entre os assuntos estão a utilização da plataforma CultBR e os procedimentos para aplicação dos recursos.

Na quarta-feira (2), a agenda ganha dimensão mais ampla com o seminário “Direito, Cultura e Controle: diálogo, transparência e impacto social”, das 8h30 às 17h30, no Centro Cultural Ariano Suassuna, sede do TCE-PB.

A presença da ministra Margareth Menezes na abertura reforça o caráter estratégico da iniciativa, que busca aproximar quem executa as políticas culturais de quem acompanha e fiscaliza a aplicação dos recursos públicos.

Cultura e controle no mesmo debate – O encontro ocorre em um momento de ampliação dos mecanismos de financiamento e fomento à cultura e coloca em discussão também o novo regime jurídico estabelecido pela Lei nº 14.903/2024.

O seminário terá três mesas temáticas, que vão abordar o fomento à cultura nas dimensões social, econômica e territorial; as mudanças promovidas pelo novo marco jurídico; e os novos mecanismos de acompanhamento e prestação de contas, com foco não apenas na execução financeira, mas no cumprimento dos objetivos dos projetos.

Para o presidente do TCE-PB, conselheiro Fábio Nogueira, a aproximação entre os órgãos de controle, gestores e agentes culturais é essencial para fortalecer a política cultural. “A cultura precisa ser tratada como política pública, com planejamento, segurança jurídica, transparência e compromisso com resultados. O diálogo entre os gestores e os órgãos de controle contribui para que os recursos sejam aplicados corretamente e para que os benefícios das políticas culturais cheguem efetivamente à sociedade”, afirmou.

Fábio Nogueira participou, na última quinta-feira (27), em Brasília, de reunião técnica no Ministério da Cultura, quando foram alinhados os últimos detalhes da programação que começa amanhã em João Pessoa.

Gestores são chamados a participar – A programação também representa uma oportunidade de capacitação para prefeitos, secretários municipais de Cultura, servidores responsáveis pela área e agentes culturais. O TCE-PB destaca a importância da participação dos municípios, especialmente diante da necessidade de qualificação técnica para a execução dos recursos da PNAB e para a adequação dos procedimentos às novas regras de fomento cultural. A expectativa é ampliar o diálogo e disseminar conhecimentos que contribuam para uma gestão cultural mais eficiente, transparente e segura.

Para a organização do evento, a iniciativa pretende fortalecer a capacidade dos gestores para executar políticas culturais, ampliar a transparência e contribuir para que os recursos públicos destinados ao setor sejam utilizados de forma adequada e produzam impacto social.

Presidente da Atricon será homenageado – Durante o seminário, o presidente da Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Edilson de Sousa Silva, receberá a Medalha Cunha Pedrosa, maior honraria concedida pelo Tribunal de Contas da Paraíba.

A homenagem é destinada a personalidades e instituições que tenham prestado relevantes serviços ao sistema de controle externo, à Administração Pública ou que tenham se destacado nas áreas jurídica, contábil ou social. A Medalha Cunha Pedrosa foi instituída pela Resolução nº 22/84, publicada em 27 de dezembro de 1984, em homenagem ao jurista paraibano Pedro da Cunha Pedrosa, natural de Umbuzeiro e de reconhecida trajetória nacional.

SERVIÇO:

Terça-feira – 1º de setembro
Oficina Técnica da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB)
14h às 18h

Quarta-feira – 2 de setembro
Seminário “Direito, Cultura e Controle: diálogo, transparência e impacto social”
8h30 às 17h30
Centro Cultural Ariano Suassuna – TCE-PB, João Pessoa

Inscrições: abertas para a oficina e o seminário. AQUI: https://bio.site/oficinaeseminario

Ascom/TCE-PB

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