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Variedades

Oscar 2017 é marcado por gafe histórica e críticas a Trump

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Foto: Cena do filme La La Land / Divulgação

Hollywood foi palco neste domingo (26) da grande festa do cinema internacional, o Oscar 2017. Este ano a premiação foi movimentada, com muitas críticas ao presidente norte-americano Donald Trump e uma gafe histórica: o anúncio equivocado do prêmio de melhor filme para La La Land – Cantando Estações.

O final dessa festa ninguém vai esquecer porque o erro foi constrangedor. Os atores veteranos Faye Dunaway e Warren Beatty eram os responsáveis por apresentar o prêmio de melhor filme e anunciaram o musical La La Land – Cantando Estações como o vencedor. De fato, o longa era o grande favorito, com 14 indicações.

Porém, quando os produtores de La La Land chegaram ao palco e abriram o envelope, perceberam que o nome impresso era o de Moonlight – Sob a Luz do Luar. A saia justa foi sem igual, sem contar a grande confusão no palco: ninguém sabia o que fazer e o que estava acontecendo.

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Depois, vieram as desculpas. O apresentador do Oscar 2017, Jimmy Kimmel, quis saber porque Warren Beatty anunciou La La Land – Cantando Estações no lugar de Moonlight – Sob a Luz do Luar. O ator explicou que estava com o envelope com a informação equivocada, que no qual estava escrito Emma Stone – La La Land. Momentos antes, a atriz havia recebido o prêmio de melhor atriz por sua atuação no musical.

A situação foi muito constrangedora para todos, mas, no final, a estatueta ficou mesmo com Moonlight – Sob a Luz do Luar. O longa, que conta a história de um menino da periferia de Miami, também recebeu o prêmio de melhor roteiro adaptado e melhor ator coadjuvante, para Mahershala Ali, primeiro ator muçulmano a receber o Oscar em 89 anos da premiação.

Na manhã desta segunda-feira (27), o escritório responsável pela entrega das estatuetas pediu desculpas e explicou que, de fato, Faye Dunaway e Warren Beatty receberam o envelope com a informação errada.

Grande vencedor da noite

La La Land – Cantando Estações não ficou com a estatueta de melhor filme, mas foi o filme que mais ganhou troféus, seis estatuetas no total: melhor atriz, música original, trilha sonora, fotografia, design de produção e diretor, para Damien Chazelle, 32 anos, que se tornou o cineasta mais jovem a ganhar o tão concorrido Oscar de melhor diretor.

Já melhor ator acabou sendo uma surpresa, Casey Affleck levou o Oscar por Manchester à Beira-mar. O filme ganhou também a estatueta de roteiro original.

O título de melhor atriz coadjuvante foi para Viola Davis, por Um Limite Entre Nós, que fez o discurso mais emocionante da noite, falando sobre a importância de contar histórias de pessoas comuns. O longa foi dirigido por Denzel Washington, que também atua e foi indicado como melhor ator. A trama se passa na década de 1950 e conta a vida de um homem negro que sonhava em ser jogador de beisebol e se tornou um catador de lixo.

Noite marcada por críticas a Trump

Foram três horas e meia de cerimônia costuradas inteiramente com alfinetadas – diretas e indiretas – ao presidente Donald Trump. O apresentador Jimmy Kimmel já começou a festa pedindo desculpas aos espectadores do mundo inteiro que, segundo ele “agora nos odeiam”. Ao citar a atriz francesa e uma das indicadas ao Oscar, Isabelle Huppert, frisou: “aqui não discriminamos nenhuma nacionalidade”. Kimmel chegou até a mandar um Twitter ao vivo para Trump, a rede social preferida do bilionário.

O ator Gael García Bernal foi mais direto. “Como mexicano, como latino-americano, como imigrante trabalhador, sou contra qualquer muro que nos separe”, declarou. Já o diretor iraniano Asghar Farhadi, que recebeu o prêmio de melhor filme estrangeiro por O Apartamento, decidiu não comparecer à cerimônia, “em respeito aos imigrantes banidos dos Estados Unidos”, explicou em carta.

O sírio Khaled Khateeb, um dos diretores do documentário vencedor de melhor curta-metragem, Os Capacetes Brancos, foi impedido de comparecer à cerimônia porque teve sua entrada nos Estados Unidos negada pelo serviço de imigração.

Da Agência Brasil com informações da Radio France Internationale.

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Brasil

Encontro sobre futuro profissional deve reunir 15 mil jovens no Rio

Gratuito, evento terá 200 painéis sobre carreira e mercado de trabalho.

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Rio de Janeiro recebe, a partir desta segunda-feira (14), o encontro Planos pro Futuro, que busca aproximar os jovens de novas referências e caminhos para a formação e o futuro profissional.

A expectativa dos organizadores é receber cerca de 15 mil estudantes na Cidade das Artes, na zona oeste da cidade, até a quarta-feira (16), último dia do evento.
 
O encontro, que é gratuito, terá 200 painéis em nove palcos simultâneos, onde serão discutidas as experiências e possibilidades em diversas carreiras, com profissionais de mercado, especialistas e professores universitários.
 
“Serão palestras com grandes referências do mercado, acadêmicos, que vão orientar os alunos sobre as diversas profissões”, afirma Dani Flomin, um dos idealizadores do encontro.
 
Universidades do Rio de Janeiro também estarão presentes no encontro, apresentando cursos e possibilidades de bolsas em diversas áreas. Haverá ainda atividades práticas, oficinas e conversas com mentores e profissionais, que permitirão aos jovens contato mais próximo com diferentes áreas de atuação.

“O evento é voltado para alunos, principalmente de ensino médio. Cada aluno traça ali a trilha que faz mais sentido para ele, dependendo dos seus gostos, do que ele considera para a vida dele”, explica Flomin.

Também estão previstos eventos culturais, como apresentações de música e de dança, especialmente de grupos oriundos das periferias e de projetos sociais. Ao fim de cada dia, haverá um show de encerramento: Syon Trio, no dia 14; PK, no dia 15; e Tilia, no dia 16.
 
O encontro Planos pro Futuro, apoiado pelo Ministério da Cultura, ocorrerá na Cidade das Artes (Avenida das Américas, 5.300, Barra da Tijuca), das 9h às 17h.

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Agência Brasil

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Cidades

Cachaça de qualidade não precisa “descer queimando”

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Quando o assunto é cachaça de qualidade, uma ideia precisa ser deixada de lado: a de que quanto mais ela “queima”, melhor ou mais forte é a bebida. O ardor excessivo não é sinônimo de qualidade, autenticidade ou potência.

Uma boa cachaça deve proporcionar uma experiência equilibrada, na qual aroma, sabor, intensidade e finalização estejam em harmonia. O objetivo não é agredir o paladar, mas revelar características que tornam cada gole uma experiência agradável.

O que caracteriza uma cachaça equilibrada?

O equilíbrio é um dos pontos importantes para apreciar uma boa cachaça. A bebida deve apresentar intensidade na medida certa, permitindo perceber seus aromas e sabores sem que o ardor se torne predominante.

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Por isso, uma cachaça que apresenta personalidade não precisa necessariamente provocar uma sensação forte de queimação. O mais importante é como seus diferentes elementos se combinam durante a degustação.

Aroma, sabor, intensidade e finalização

Ao degustar uma cachaça, é possível observar diferentes aspectos da bebida. O aroma contribui para a primeira impressão, enquanto o sabor revela suas características no paladar.

Já a intensidade ajuda a definir a presença da bebida, e a finalização corresponde às sensações que permanecem depois do gole. Quando esses elementos estão bem equilibrados, a experiência se torna mais agradável e completa.

Cachaça boa é questão de equilíbrio

A qualidade não está em “descer rasgando”. Uma boa cachaça deve conquistar pelo conjunto, oferecendo aroma, sabor, intensidade e uma finalização agradável.

Na Cachaça Serra Limpa, valorizar o equilíbrio é também valorizar a experiência de quem aprecia a bebida. Afinal, cachaça boa não precisa queimar para mostrar sua personalidade: precisa ter equilíbrio.

Siga a cachaça serra limpa no Instagram: @serralimpaoficial https://www.instagram.com/serralimpaoficial.

Fonte: serralimpa.com.br

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Cultura

Projeto propõe criação do Dia do Capoeirista no calendário de Guarabira

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imagem: Pixabay

A Câmara Municipal de Guarabira recebeu, nesta terça-feira (8), um projeto de lei que propõe a criação do Dia do Capoeirista no calendário oficial do município. A data seria celebrada anualmente em 3 de agosto.

O Projeto de Lei nº 229/2026 é de autoria do vereador e presidente da Câmara, Júnior Ferreira, e busca reconhecer a capoeira como manifestação cultural brasileira e patrimônio imaterial, destacando sua relação com a cultura e a identidade afro-brasileira.

Entre as ações previstas estão atividades para divulgar os diferentes elementos da capoeira, resgatar a história da prática em Guarabira, ampliar sua presença em escolas e espaços públicos e fortalecer o trabalho desenvolvido pelos grupos locais.

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O texto também permite que as atividades alusivas à data sejam promovidas pelo poder público, sociedade civil e iniciativa privada, individualmente ou por meio de parcerias.

A proposta destaca a capoeira como uma manifestação que reúne luta, dança, música, história e resistência, além de reconhecer a contribuição dos praticantes para a preservação dessa expressão cultural.

O projeto seguirá os trâmites legislativos para análise e votação dos vereadores. Se aprovado e posteriormente sancionado, o Dia do Capoeirista será incluído no calendário oficial de datas comemorativas de Guarabira.

Brejo.com com Secom

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