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Educação

Professores da UEPB decidem continuar em greve

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Decretada há mais de dois meses, prejudicando mais de 20 mil estudantes, a greve dos professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) continua. A decisão foi tomada ontem durante mais uma assembleia da categoria. Foi decidido que  a prioridade das ações serão atos e manifestações em João Pessoa, para pressionar o Governo do Estado a retomar o diálogo com o Comando de Greve da categoria. A decisão foi tomada numa Assembleia Geral realizada hoje de manhã. Os docentes também escolheram a representação da entidade ao 62º CONAD do ANDES-SN.

A assembleia começou com os informes da diretoria da ADUEPB e do Comando de Greve sobre as últimas negociações com a Reitoria, sobre a audiência convocada pela Reitoria com uma comissão de professores substitutos que pretende retornar ao trabalho e sobre as audiências que o Sindicato participou na Curadoria da Educação de Campina Grande e também sobre a crise dos substitutos, além de uma reclamação de estudantes sobre a greve da categoria.

Em seguida, os professores discutiram e aprovaram a participação da ADUEPB no 62º CONAD do ANDES-SN, que ocorrerá no período de 13 a 16 de julho, em Niterói (RJ), e escolheram como delegado representante da entidade, o professor Edson Holanda. Como observadora, representando a base da categoria, foi escolhida a professor Rita de Cássia, do Campus de Guarabira.

No ponto de pauta sobre avaliação de greve, os professores aprovaram por ampla maioria a continuidade da greve, com prioridade de ações em João Pessoa, com o objetivo de pressionar o Governo do Estado a retomar o diálogo com o Comando de Greve.

Também ficou definido que a prioridade nas negociações é tentar contemplar reajuste salarial e o descongelamento das progressões de carreira, a partir das possibilidades apresentadas pela Reitoria, caso o Governo do Estado cumpra o orçamento aprovado pela Assembleia Legislativa para a universidade, a ser executado até o final deste ano.

PBAgora

Educação

Paraíba obtém melhor nota em ensino remoto no país e desempenho ganha repercussão nacional

A RPS é integrada por pesquisadores de várias instituições que avaliaram a oferta do ensino remoto aos alunos durante a pandemia.

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Foto: Reprodução/Secom-PB

O desempenho da Paraíba alcançando a melhor nota do país – 8,9 – no Índice de Ensino à Distância (IEAD), em avaliação feita pela Rede de Pesquisa Solidária (RPS), ganhou ampla repercussão na noite desta segunda-feira (27) com a divulgação dos dados no Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão. A RPS é integrada por pesquisadores de várias instituições que avaliaram a oferta do ensino remoto aos alunos durante a pandemia.

De acordo com a reportagem apresentada pelo jornalista Renato Biazzi, a Paraíba foi a “grande surpresa” do estudo realizado pela RPS, tendo em vista o orçamento modesto. “Gastou em tecnologia o dinheiro economizado com o fechamento das escolas”, comentou. Vale salientar que as demais melhores notas altas ficaram com Estados com maior orçamento, a exemplo de São Paulo, que criou um centro de mídias com cinco estúdios e transmissão de 23 horas de aulas por dia.

A pesquisa realizada pela RPS analisou em todos os Estados a oferta dos meios e canais adequados para os estudantes acompanharem as aulas em casa e garantir o acesso dos alunos ao conteúdo. Para isso, foram utilizados decretos, protocolos e gastos em educação de cada estado, gerando o Índice de Educação a Distância, com notas de zero a 10.

Regime Especial de Ensino na PB – Desde o dia 17 de março de 2020, foi instaurado na Paraíba o Regime Especial de Ensino, que é composto por uma série de ferramentas, ações e instrumentos que têm por objetivo continuar oferecendo Educação de qualidade aos estudantes da Rede Estadual de Ensino mesmo durante a pandemia.

Ao longo deste período, se destacam várias ações como a Plataforma Paraíba Educa, que integra professores e alunos em todo o Estado; a TV Paraíba Educa, que disponibiliza aulas pela televisão aberta que alcança 45 municípios, 296 escolas e 150 mil alunos; o uso do Google Classroom para aulas; o Aplicativo Paraíba Educa, com dados patrocinados para professores e alunos; e mais recentemente, o Programa Paulo Freire, que tem por objetivo promover a inclusão digital dos educadores através da cessão de computadores portáteis para todos os professores ativos da Rede Estadual de Ensino.

Confira aqui a reportagem no Jornal Nacional

T5

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Cidades

Sítio arqueológico é descoberto no Sertão, e professores acreditam que pode ser o maior da PB

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Fotos: Reprodução/TV Paraíba

Foi descoberto no município de Catolé do Rocha, no Sertão da Paraíba, aquele que pode ser o maior complexo de sítios arqueológicos do estado. A descoberta é de uma equipe de professores do Laboratório de Arqueologia e Paleontologia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), que visitou o local na semana passada e ficou impressionada com o que viu.

São vários quilômetros que ainda precisarão ser mapeados, num trabalho que deve durar vários anos. Mas a primeira impressão dos pesquisadores foi extremamente positiva.

“São 4,6 km aproximadamente. Mas acreditamos que a área com gravuras rupestres pode ser ainda maior”, explica Juvandi de Souza, professor e coordenador da pesquisa.

Até então, os sítios arqueológicos de Pedra Branca e São Mamede eram considerados os maiores do estado, mas o professor acha que Catolé do Rocha vai passar as duas outras cidades nessa espécie de ranking.

“A medida que a gente ia avançando, nos deparávamos com uma quantidade cada vez maior de gravuras rupestres. Trata-se de um complexo de incontáveis sítios arqueológicos”, comentou Juvandi, ao relembrar da primeira expedição feita ao local.

O próximo passo, agora, é realizar uma segunda visita para mapear o local. Um trabalho lento, mas de importância incrível. “A partir dessas descobertas, nós vamos conseguir reunir mais subsídios para contar a história de nossos antepassados. Principalmente de quem já vivia por aqui antes da chegada dos primeiros colonizadores”, comentou.

Sítio arqueológico localizado numa propriedade privada
A área onde está os sítios arqueológicos é uma propriedade privada. O produtor rural Edmundo Suassuna Barreto, por exemplo, diz que convive com as gravuras rupestres, sem no entanto ter consciência da importância daquilo tudo.

Ainda assim, Edmundo diz que o pai dele, dono original das terras, já falava sobre isso. “Ele dizia que foi um povo que existiu, passou por aqui e viveu. Mas não sabíamos se era verdade”.

Já Eriene de Sousa Suassuna fala da importância de preservar a área. Garantir uma proteção. Ao mesmo tempo, ela defende a abertura do local para visitação. “Catolé do Rocha tem agora um motivo especial para atrair turistas à nossa região”.

Do G1 PB

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Educação

Prazo para matrícula no Sisu termina nesta segunda-feira(16)

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Os selecionados para instituições de ensino superior, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), devem fazer a matrícula até esta segunda-feira (16). O resultado dos estudantes selecionados foi divulgado no dia 10 pelo Ministério da Educação.

Terminou no dia 13, o prazo para que os estudantes não escolhidos se inscrevessem na lista de espera. O resultado dessa relação será divulgado no dia 18, com a convocação para a matrícula no dia 19.

Foram disponibilizadas 62.365 vagas em universidades e outras instituições de ensino superior. Cada candidato pôde escolher até dois cursos superiores, com a possibilidade de alterar as opções até o encerramento das inscrições.

Pode participar do Sisu quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não tirou zero na redação. A seleção é feita com base nas notas que o candidato obteve na prova, mas o método de escolha varia conforme o curso e a instituição. Isso porque os pesos das notas em cada matéria são diferentes, conforme a área de interesse.

Agência Brasil

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