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Polícias Militar e Civil apreendem arma utilizada em homicídio em Belém

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Policiais militares e civis apreenderam, nesta segunda-feira (10), na cidade de Guarabira, o revólver utilizado no homicídio praticado neste domingo (9), na zona rural de Belém. Um homem de 25 anos de idade que estava no local e, pouco antes do crime, teria usado a arma para disparar para o alto, foi preso. Ele e outras testemunhas relataram o que teria acontecido e os policiais já identificaram o acusado do homicídio, que tem 22 anos, reside em Guarabira e está foragido. A prisão e apreensão da arma foram feitas por policiais do Núcleo de Inteligência e guarnição do Comando do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) e agentes do GTE (Grupo Tático Especial) da 8ª Delegacia Seccional de Polícia Civil.

De acordo com as testemunhas, elas estariam em um bar localizado no Sítio Nica, zona rural de Belém. Após uma confusão que envolveu várias pessoas, foram ouvidos disparos de arma de fogo e, em seguida, os envolvidos teriam se evadido do local. Pouco tempo depois, os policiais militares foram informados de que havia o corpo de um homem atingido por disparos de arma de fogo nas proximidades, o que foi confirmado com a chegada deles ao local.

Os policiais deram início às diligências e conseguiram identificar algumas pessoas que estavam no bar, chegando até o homem que foi preso. Ele confirmou que estava no local e que teria efetuado um disparo para o alto, mas em seguida, com a mesma arma, cujo dono ainda não foi identificado, o acusado teria disparado contra a vítima. Antes de fugir, teria pedido a uma amiga que guardasse a arma, que foi encontrada na residência dela, sem as munições.

O homem preso e as testemunhas foram conduzidas à Delegacia de Polícia Civil. Ele foi encaminhado para a cadeia da cidade de Belém, onde aguardará audiência de custódia.⁠⁠⁠

Assessoria/4º BPM

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Policial

Em Bananeiras: Polícia prende dois por posse ilegal de armas

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Por volta das 8h15min, durante o patrulhamento na rodovia PB-105 próximo a cidade de Bananeiras/PB, foi visualizado pela guarnição três indivíduos caminhando as margens da referida rodovia, portando uma arma de fogo longa estando a referida arma coberta com uma meia de cor preta.

Diante do fato, foi procedida a abordagem dos indivíduos para verificar a procedência do referido armamento, sendo constatado que se tratava de uma carabina de pressão, estando o portador sem nenhum documento que comprovasse a origem da mesma. Além disso, ao ser realizada a busca pessoal, foi encontrado com o mesmo 01 revólver calibre 22 de marca não informada, número de serie 328499, municiado com 07 munições de calibre 22, intactas.

A guarnição conduziu os indivíduos e o material apreendidos até a delegacia de policia da cidade de Bananeiras/PB, apresentados a autoridade policial para as providencias cabíveis.

Ascom

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Policial

Preso professor da UFPB em Areia acusado de estupro

Prisão faz parte de operação realizada em conjunto pela PM e Gaeco, para prender servidores públicos procurados pela Justiça.

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Foto: Divulgação

Um professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em Areia, acusado de estupro, foi preso no fim da manhã desta quarta-feira (10) em uma operação conjunta da Polícia Militar e do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público da Paraíba (MPPB).

Segundo a PM, o homem, de 50 anos, tinha mandado de prisão em aberto pelo crime, expedido pela 7ª Vara Criminal de João Pessoa. Após a prisão, efetuada no campus da universidade, ele foi apresentado na delegacia de Areia.

A prisão fez parte da “Operação Sagres”, que vem sendo realizada desde segunda-feira (8) pela Polícia Militar e Gaeco para prender servidores públicos que estão sendo procurados pela Justiça.

Portal Correio

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Justiça

Instituição de ensino deve indenizar aluna por demora na entrega de diploma

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“A demora injustificada na emissão de diploma de curso superior, regularmente registrado, necessário ao exercício profissional da autora, configura falha na prestação de serviços educacionais e gera o dever de indenizar”. Assim entendeu a Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba ao negar provimento à Apelação Cível nº 0803399-19.2020.8.15.0031, interposta pela SESJT – Sociedade de Ensino Superior São Judas Tadeu Ltda. O caso é oriundo do Juízo da Vara Única de Alagoa Grande.

A autora da ação alega que concluiu o curso de licenciatura em pedagogia, contudo, desde 2016, não recebeu seu diploma devidamente registrado, fato que lhe ocasionou uma série de transtornos.

“Cumpre registrar que, do acervo probatório trazido aos autos, o apelante não comprovou que a demora/atraso na emissão e entrega do diploma foi causada pela discente”, afirmou o relator do processo, Desembargador Marcos William de Oliveira.

Ele destacou, ainda, que “tratando-se de relação de consumo, aplica-se a responsabilidade civil objetiva, pela qual se prescinde da demonstração da culpa para que se estabeleça o dever de indenizar, bastando, desse modo, que restem caracterizados o defeito no serviço, o dano e o nexo de causalidade para que se imponha ao fornecedor a obrigação de reparar o prejuízo provocado”.

Segundo o desembargador, o valor da indenização, a título de danos morais, no montante de R$ 6 mil, atende ao princípio da razoabilidade, sendo apto a reparar o prejuízo causado à ofendida e, ao mesmo tempo, servir de exemplo para inibição de futuras condutas nocivas.

Da decisão cabe recurso.

Por Lenilson Guedes/TJPB

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