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Variedades

Cachaça Serra Limpa concorre na nova edição do Cúpula da Cachaça 2017

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Foto: Divulgação

O Site Cúpula da Cachaça está promovendo novamente este ano a votação para eleger as melhores cachaças do Brasil. A Cachaça Serra Limpa está concorrendo também. Para participar da votação é necessário acessar o site www.cupuladacachaca.com.br/2017/ e informar até 3 nomes de cachaças, ou pode votar apenas em uma ou duas se preferir.

Ano passado foi eleita uma das melhores cachaças no ano de 2016 segundo a revista Cúpula da Cachaça.

A Cachaça Serra Limpa já está na campanha conforme a imagem abaixo.

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Ciência

Fiocruz aponta efeito promissor de remédio usado contra Aids

O estudo realizado in vitro constatou que o medicamento atazanavir é capaz de inibir a replicação do novo coronavírus.

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Um remédio usado comumente no tratamento da Aids e fabricado em larga escala no Brasil tem um efeito promissor no combate à covid-19 – superior mesmo ao da cloroquina, considerada eficaz pelos governos de Donald Trump, nos EUA, e de Jair Bolsonaro, em teste em vários países. É o que mostra uma pesquisa da Fiocruz.

O estudo realizado in vitro constatou que o medicamento atazanavir é capaz de inibir a replicação do novo coronavírus, além de reduzir a produção de proteínas que estão ligadas ao processo inflamatório nos pulmões e, portanto, ao agravamento do quadro clínico da doença. Os especialistas também investigaram o uso combinado do atazanavir com o ritonavir, outro medicamento utilizado para combater o HIV.


O estudo foi publicado no domingo, 05, na plataforma internacional BiorXiv, em formato de pré-print, seguindo a tendência dos estudos feitos em meio a emergência sanitária. Como se trata de uma substancia usada há muito tempo em segurança, o remédio pode ser testado imediatamente em seres humanos.

“A análise de fármacos já aprovados para outros usos é a estratégia mais rápida que a ciência pode fornecer para ajudar no combate à covid-19, juntamente com a adoção dos protocolos de distanciamento social já em curso”, aponta o virologista Thiago Moreno, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz), principal autor do estudo.

Considerando que trabalhos científicos anteriores já haviam apontado os inibidores de protease (substancias que inibem a replicação viral) em geral como substancias promissoras na busca de medicamentos para o novo coronavírus, os pesquisadores voltaram seus olhos para o potencial de uso do atazanavir em particular.

Além de inibir a replicação viral, ele também apresenta ação no trato respiratório, o que chamou a atenção dos cientistas na fase de seleção das substâncias a serem investigadas.

Os pesquisadores realizaram três tipos de análises: observaram a interação molecular do atazanavir com o vírus SARS-CoV-2, realizaram experimentos com esta enzima e testaram o medicamento in vitro, em células infectadas. Também foram realizados experimentos comparativos com a cloroquina, que vem sendo incluída em diversos estudos clínicos mundialmente. Neste caso os resultados obtidos apenas com o atazanavir e em associação com o ritonavir foram melhores que os observados com a cloroquina.

“Não se trata de uma competição; quanto mais substancias promissoras, melhor”, frisou Moreno. “Se a cloroquina fosse 100% eficaz, não teríamos mais nenhuma morte por covid-19. Mesmo que ela seja aprovada como tratamento padrão, muita gente não poderá usá-la, devido aos efeitos colaterais, então é sempre positivo termos alternativas.”

A pesquisa, coordenada pelo CDTS/Fiocruz, envolve também cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) – incluindo os Laboratórios de Vírus Respiratórios e do Sarampo, de Imunofarmacologia, de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas, e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), além do Instituto DOr de Pesquisa e Ensino e da Universidade Iguaçu.

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Ciência

Novo tratamento para coronavírus é testado em tecido humano

A droga reduziu a carga viral relacionada à covid-19 durante teste feito em laboratório, mas faltam ensaios clínicos

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Um time internacional de pesquisadores, liderado pela Universidade British Columbia, no Canadá, publicou um estudo científico sobre o novo coronavírus propondo um método de tratamento que bloqueia a porta de entrada da infecção nas células de um indivíduo. Como a grande maioria dos estudos a respeito do novo coronavírus, que foi descoberto apenas no fim do ano passado, o novo trabalho não é conclusivo, mas representa um avanço na compreensão do comportamento do vírus ao ser exposto a diferentes tratamentos.

“Nosso estudo fornece evidências diretas muito necessárias sobre um medicamento – chamado APN01 (enzima conversora de angiotensina solúvel recombinante humana 2 – hrsACE2) – que logo será testado em ensaios clínicos pela empresa europeia de biotecnologia Apeiron Biologics como uma terapia antiviral para a covid-19 “, diz Art Slutsky, cientista do Centro de Pesquisa Keenan para Ciências Biomédicas do Hospital de St. Michael e professor da Universidade de Toronto, que é colaborador do novo estudo. Os testes do medicamento foram feitos em tecidos humanos, em laboratório, e eles reduziram a carga viral do novo coronavírus.

O estudo analisou como o vírus interage com o corpo em nível celular, assim como com os vasos sanguíneos e rins. Estudos prévios mostram que o coronavirus se liga com células ACE-2, por meio de espinhos de proteína, e se reproduz, causando os sintomas característicos da covid-19, como febre, tosse e dificuldade para respirar. Vale notar que nem todos os infectados têm quadros sintomáticos.

A pesquisa foi financiada pelo governo federal do Canadá por meio de um fundo de emergência voltado para a aceleração do desenvolvimento de medidas para lidar com a pandemia de covid-19.

Os pesquisadores se dizem esperançosos com os resultados do estudo e esperam que eles possam levar ao desenvolvimento de um novo medicamento para tratar os pacientes diante desse cenário de pandemia do novo coronavírus. No mundo, mais de um milhão de pessoas foram diagnosticadas com a covid-19 em um período de três meses.

Nesta semana, pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, publicaram um estudo científico sobre uma vacina criada com uma versão do vírus que foi revisada pela comunidade científica e mostrou resultados promissores em ratos, apesar de ainda não ter sido testada em humanos até o momento.

A Organização Mundial da Saúde estima que uma vacina contra o novo coronavírus estará disponível dentro de 18 meses. Por conta disso, por enquanto, a quarentena ainda é a política pública mais recomendada por especialistas e pesquisadores globalmente, mesmo com os potenciais efeitos negativos para a economia.

Exame

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Cidades

Major Maxsuel é o novo subcomandante do 4º BPM

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O major Maxsuel de Lima é o novo subcomandante do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) de Guarabira, conforme nomeação publicada no Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (2). A posse aconteceu durante a manhã, no gabinete do comandante geral da Polícia Militar, coronel Euller, e contou com as presenças de alguns oficiais, entre eles o comandante regional, coronel Valério. O major Maxsuel assume a função que estava sendo exercida pelo tenente-coronel Brandão, que vai comandar o 9º BPM, sediado em Cuité.

Natural de Guarabira, o major Maxsuel começou a carreira policial na cidade, em 1990, como soldado do 4º BPM, onde permaneceu por dois anos até ser aprovado para o Curso de Formação de Oficiais da Academia de Polícia Militar do Cabo Branco, em João Pessoa. Para o novo subcomandante do 4º BPM, retornar a sua cidade natal é um presente.

“Retorno para Guarabira com alegria, consciente das responsabilidades que irei dividir com o tenente-coronel Gilberto, mas confiante em Deus e no apoio da tropa e de toda a sociedade”, disse. O major Maxsuel tem 49 anos de idade e estava exercendo a função de subcomandante do 8º BPM, sediado em Itabaiana.

O comandante do 4º BPM disse que, no primeiro momento, sentiu a saída do tenente-coronel Brandão por ser um exemplo de profissional de segurança pública, além de um notável ser humano, mas, ficou feliz por saber que foi uma promoção profissional, já que ele irá assumir o comando de um importante Batalhão de Polícia Militar. Ao mesmo tempo, com alegria, recebe outro exímio policial militar, o major Maxsuel, que estará sequenciando o exitoso trabalho até então desenvolvido magistralmente pelo tenente-coronel Brandão. “Desejamos a ambos um trabalho abençoado e proativo, sobretudo voltado para o bem comum da coletividade, o que eles fazem muito bem”, acrescentou o tenente-coronel Gilberto.

O major Maxsuel é bacharel em Segurança Pública e especialista em Segurança Pública e em Gestão e Tecnologia Educacional, além de bacharel também em Teologia e Direito.

Assessoria / 4º BPM

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