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Presença nas redes sociais é essencial para pequenos negócios

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Redes sociais são nova forma de construir relacionamento com o consumidor, afirmam especialistas no Digital Day, na Feira do Empreendedor.

Enquanto que, antigamente, muitas vezes os pequenos comerciantes iam para as ruas, batendo de porta em porta, para apresentar seus produtos, atualmente esse mesmo tipo de ação pode ser realizada por meio das redes sociais. É o que mostrou os especialistas em marketing digital,  Bruno Araújo e Denise Lemos, em palestra proferida na tarde deste sábado (7), no Digital Day da 7ª Feira do Empreendedor.

Para Bruno Araújo, da Stalo Estratégia Digital, a grande chave para o empreendedor se posicionar no mundo digital é, primeiramente, analisar sua proposta de valor. “Ele tem que ver aquilo que deseja entregar para o consumidor. Se for um salão de beleza, por exemplo, ele não entrega os produtos, mas qualidade de vida, bem estar. A partir disso, é possível desenvolver um conteúdo com um grau de qualidade maior, um conteúdo educativo nas mídias sociais, que de fato engaje os consumidores”, colocou.

Já Denise Lemos, CEO da Up Branding, ressaltou a ideia de que as redes sociais atuam como uma forma de relacionamento da marca com seus consumidores. “Da mesma maneira como o empreendedor tem todo o cuidado com a escolha do nome, a escolha da marca, e até mesmo o local onde muitas vezes vai instalar sua loja, ele precisa ter essa mesma preocupação com as suas redes sociais. Só ir para o digital é muito perigoso. É preciso ter uma atenção na formatação dos canais, no que vai ser publicado, na regularidade”, pontuou.

Embora seja uma importante marca, portanto, para os pequenos e micro empreendedores, é preciso realizar uma análise da marca, o que irá garantir o entendimento do consumidor e, assim, propiciar o planejamento do conteúdo. “É preciso ter uma periodicidade, para que assim se crie um relacionamento contínuo. Se você não cria um relacionamento, não tem para quê estar presente numa rede social”, finalizou Bruno.

A Feira do Empreendedor é uma realização do Sebrae Paraíba com patrocínio do Governo do Estado, Prefeitura Municipal de Patos, Softcom, Caixa,  Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Santander, Tely, Yellow Green, Isis, Mc Flanelas, Sicred, Sicoob, Sescoop/OCB, Gráfica JB e apoio institucional do Fiep/Senai, Faepa/Senar e Fecomércio/Senac.

Sebrae/PB

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Dicas para manter a sua pequena empresa antenada na era digital

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Consultor empresarial revela as principais tendências e como serão realizados os pagamentos futuros.

A era digital e as constantes transformações trouxeram muitos desafios para o empresário que mira em inovação e experiência do consumidor. Como tornar as formas de pagamento cada vez mais práticas, eficientes e atrelar tudo isso a um atendimento e entrega ágeis?Uma pesquisa realizada em 2018 pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), constatou que 80% das empresas participantes já inserem a tecnologia como a computação e inteligência artificial nos processos.

Não podemos esquecer de que a segurança dos dados do cliente é de suma importância e deve ser priorizada pelas instituições financeiras e empresas que utilizam da prática para tornar ágil os seus serviços.

consultor empresarial, Adriano Nodari, apresenta algumas tendências futuras e uma previsão de como serão realizados os pagamentos futuros. Confira a seguir.

Pagamentos e transações online

As instituições financeiras investem a cada dia mais em plataformas e aplicativos que facilitam a vida do cliente na hora de resolver uma questão financeira, seja pagamento ou renegociações. Segundo a Febraban, em 2017 houve o aumento de 70% das transações financeiras via aplicativo de celular.

Em 2018, o Brasil foi o quarto país com mais downloads de aplicativos de acordo com a App Annie. O consultor empresarial explica que o pagamento em dinheiro tende a diminuir cada vez mais.

“O pagamento via cartão de crédito ou débito, assim como as transações online, já é uma realidade que faz parte da rotina do consumidor. O que as empresas necessitam é pensar em ferramentas de segurança e funcionalidades para melhorar a experiência na hora das compras”, acrescenta.

Como melhorar a experiência do consumidor na era digital? Aplique essas dicas:

  • Transparência: opte por plataformas em que o cliente permaneça no site da empresa na hora das compras. Além disso, é importante que o nome da empresa seja registrado na fatura do cartão de crédito e proporcione essa identificação para o cliente;
  • Flexibilidade na hora do pagamento: além das opções de pagamento disponíveis, preze por ferramentas ágeis na hora das compras, como one-click buy. Nesse caso, o cliente já terá os dados registrados na loja e pode finalizar a compra com rapidez;
  • Sistemas de rastreamento: sites transparentes sempre ganham pontos com o cliente. Mantenha o consumidor informado sobre a localização do produto e sistemas que propiciem essa transmissão online;
  • Disponibilidade para sanar dúvidas: o atendimento na hora das compras é considerado valioso para o cliente da era digital. Além das principais dúvidas que você pode registrar no próprio site, é importante disponibilizar e-mails, chats e prezar pelo bom relacionamento com o cliente;
  • Especifique o endereço da loja: seguindo as recomendações do Procon, os comércios online devem informar no site o endereço físico da loja e telefone para contato obrigatoriamente. Se portar como anônimo é prejudicial para credibilidade do seu negócio;
  • Ofereça atendimento personalizado: entre os consumidores de um comércio, compreendemos que existem preferências e comportamentos diferentes. Para filtrar e atuar com segmentação conte com o Big Data. A ferramenta proporciona uma visão detalhada sobre o comportamento do cliente na era digital no momento das compras;
  • Fique de olho no estoque: evite trabalhar com peças únicas e que necessitem de constante reposição. Nesse caso, o trabalho e a atenção devem ser dobrados. Acompanhe e organize o estoque para agilidade nas vendas e entrega. Já existem boas ferramentas de controle de estoque que podem ser integradas junto ao site e auxiliar a equipe.

Prepare o seu comércio para o atendimento em diferentes canais

O consultor de negócios salienta que o cliente da era digital segue a tendência “omnichannel”. Ou seja, estão presentes nas plataformas de consumo online, bem como redes sociais, site e pontos de venda físicos.

“O ideal é que a empresa, pequena ou média, esteja preparada para atender dentro dessas estruturas diferentes. O consumidor da era digital gosta de ter opções que possam ser integradas de acordo com o ambiente em que estiver”, pontua.

Novas experiências em pagamento

Os formatos de pagamento não param em transações online, transferências ou cartões. Num futuro muito próximo o varejo vai contar com os wearables, ou como também é definida, “tecnologia possível de vestir”.

Os wearables são acessórios que embutem alta tecnologia. São capazes de registrar distâncias percorridas, checar temperatura corporal e a frequência cardíaca. Essas ferramentas são integradas a outras plataformas, como redes sociais e smartphones, por exemplo.

Estão disponíveis em forma de relógios, pulseiras, óculos e outros. A grande novidade para o consumidor digital no Brasil foi testada durante os jogos Olímpicos de 2016. Visa e Bradesco lançaram uma pulseira que possibilitava os pagamentos via aproximação sem a necessidade de dinheiro físico ou cartões.

Além dessa comodidade para o consumidor, os varejistas conseguem “rastrear” ou detectar os clientes via dispositivo. E você, o que acha dessa ideia, como empresário e também consumidor?

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Metade dos usuários do Facebook não gosta de uso de dados para anúncio

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Metade dos usuários do Facebook entrevistados em uma pesquisa afirmou que não se sente confortável com a forma como seus dados são usados para a construção de perfis pela rede social. A sistematização de preferências é chave do modelo de publicidade da empresa, que vende aos anunciantes a difusão de conteúdos promocionais com alta capacidade de segmentação.

O levantamento foi feito pelo Pew Research Center, um dos mais conhecidos institutos de pesquisa sobre tecnologias da informação e comunicação do mundo, sediado nos Estados Unidos. O estudo analisou o conhecimento e o sentimento de usuários da plataforma quanto ao tratamento de seus dados para diversas finalidades, como a segmentação de anúncios.

Além do desconforto com o tratamento de seus dados, 74% das pessoas ouvidas relataram não saber que o site mantinha a lista dos seus interesses disponível a eles. Esse conjunto de gostos e opções sistematizados pode ser acessada pelo recurso chamado “Suas preferências de anúncios”. Essa página elenca os interesses registrados pelo Facebook e que são usados para o direcionamento de conteúdos pagos a cada usuário.

Quando direcionados a essa página, 59% dos entrevistados informaram que as preferências guardavam relação com suas atividades, e 27% não viram qualquer semelhança entre os tópicos e seus estilos de vida e gostos. No caso de dois tipos de preferências, “aprendizados políticos” e “afinidades étnico-raciais”, mais pessoas concordaram com a caracterização da rede social nesses casos do que discordaram. Ainda assim, mesmo com o conjunto de informações coletadas, 27% das pessoas relacionadas a algum partido na lista de preferências disseram que a leitura estava equivocada.

Na categoria de afinidades étnico-raciais (que mede não a cor ou identidade étnico-racial da pessoa, mas sua “afinidade” com grupos), 61% dos usuários enquadrados nessa categoria relataram que a classificação realizada pela rede social corresponde às suas preferências. Já o restante apontou uma leitura incorreta da plataforma sobre suas inclinações em relação a este tema.

Por outro lado, quando perguntados se haviam ajustados suas configurações de privacidade, 61% informaram que sim, contra 38% negando. Isso pode indicar que apesar do desconhecimento da classificação, parte importante dos usuários consultados já incorporou a prática de utilizar esses comandos. Já a iniciativa de baixar os dados armazenados pelo Facebook, recurso disponibilizado pela plataforma, ainda é pouco comum. Apenas 10% dos ouvidos relataram ter feito isso no último ano.

Segmentação
O estudo também levantou quantas categorias de preferências os usuários têm. Este é um indicador do grau de segmentação dos interesses promovido pelos sistemas informatizados do site. Do total dos ouvidos no estudo, 60% responderam ter inclinações divididas em 10 ou mais categorias, sendo 27% em 10 a 20 categorias e 33% em 20 ou mais categorias. Entre os que possuem menos de 10, 27% relataram estar nessa condição e 11% registraram não terem em suas páginas qualquer categoria.

Método
Foram ouvidos 963 usuários do Facebook com 18 anos ou mais, residentes nos Estados Unidos. Destes, 56% informaram usar o aplicativo várias vezes ao dia e 25%, pelo menos uma vez ao dia. Por volta de 80% dos participantes estão na plataforma há pelo menos cinco anos.

A reportagem da Agência Brasil procurou o Facebook e aguarda retorno.

Fonte: Agência Brasil

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Novo Android mais poderoso do mundo será lançado no fim de janeiro

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(Foto: Divulgação)

A lista de celulares Android mais potentes do mundo deve mudar consideravelmente a partir do dia 29 de janeiro. A data marca o lançamento do Z5 Pro GT, o novo smartphone da Lenovo que será o primeiro do mercado a contar com o processador Snapdragon 855 da Qualcomm.

O processador novinho não é a única característica que deve colocar o celular da Lenovo no topo da lista dos mais potentes do mundo no momento de seu lançamento. Além do chip, que usa um processo de 7 nanômetros, que garante melhor desempenho e melhor economia de bateria, o dispositivo também contará com 12 GB de memória RAM, o que é o máximo já visto em um smartphone.

O resto das configurações é bastante simples. O dispositivo conta com uma tela OLED de 6,4 polegadas, o que é bem grande, mas em compensação sua resolução não é lá muito alta, ficando na categoria Full HD+ (2340×1080). Apesar de a tela não ser muito definida, isso ajuda a economizar energia, o que é interessante quando combinado com uma bateria não muito grande de 3.350 mAh.

Por fim, o dispositivo contará com quatro câmeras, sendo que duas delas ficarão na frente, e duas atrás. O conjunto traseiro é composto de um sensor de 24 megapixels e outro de 16 MP, enquanto o frontal é de 16 MP e 8 MP. O dispositivo também não conta com entalhe na tela, então os sensores frontais ficam escondidas por um mecanismo deslizante.

O aparelho chegará à China em múltiplas configurações, sendo que a mais potente terá o preço sugerido de 4.400 yuans, o que equivale a aproximadamente R$ 2.400.

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