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Ricardo libera créditos durante a Feira de Negócios e Empreendedorismo em Bananeiras

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Foto: Francisco França

O governador Ricardo Coutinho liberou, na noite desta sexta-feira (13), mais de R$ 1,1 milhão em créditos do programa Empreender para 207 empreendedores de nove municípios paraibanos. A assinatura dos contratos aconteceu durante a abertura da Feira de Negócios e Empreendedorismo da Paraíba (Fenemp), em Bananeiras.

O evento segue até o próximo domingo (15) oferecendo palestras, oficinas, incentivando novos negócios e reunindo diversos estandes. Prefeitos, deputados estaduais, vereadores, auxiliares do Governo e lideranças da região estiveram presentes.

Na oportunidade, Ricardo Coutinho ressaltou que, incentivando os pequenos negócios, o Governo do Estado está gerando oportunidades e promovendo a circulação de recursos.

“É importante pensar a Paraíba a partir da sua base, ou seja, olhando para os pequenos negócios. Antes o Estado não oferecia nenhuma ajuda para o empreendedor, hoje a situação é outra. Incentivamos os pequenos negócios, distribuímos créditos, promovemos feiras como a Fenemp, tudo para que as pessoas possam ter renda por meio de seus negócios e, consequentemente, uma vida melhor”, observou.

Ainda de acordo com o governador, o Empreender se caracteriza como “um programa forte e consolidado que atua por toda a Paraíba, gerando renda, emprego e fazendo a cadeia produtiva evoluir; dessa forma, ele está contribuindo com o crescimento da economia paraibana”.

Segundo a secretária Executiva do Empreendedorismo, Amanda Rodrigues, a Fenemp já ocorreu em João Pessoa e São Bento, agora está em Bananeiras e a próxima cidade a receber o evento será Monteiro. “Englobamos quatro cidades visando dar oportunidade para que os empreendedores das diversas regiões participem, se qualifiquem e gerem negócios. O Empreender já destinou cerca de R$ 135 milhões, desde 2011, para incentivar e dar independência para as pessoas”, pontuou.

O prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena, agradeceu pela vinda da Fenemp e ressaltou o desejo coletivo de que o empreendedorismo se desenvolva na cidade e aqueça a economia local. “Mais de R$ 1,9 milhão já foi investido nos pequenos e médios negócios em Bananeiras. Receber esta Feira de Empreendedorismo é gratificante e representa uma homenagem ao nosso município, que completa 138 anos este mês”, falou.

“Essa feira é muito importante para incentivar o empreendedorismo na região. O Sebrae é um dos parceiros e está orientando e oferecendo consultorias para as pessoas que queiram saber mais detalhes sobre como abrir e manter um pequeno negócio”, disse a gerente regional do Sebrae de Guarabira, Jacy Viana.

Além dos empreendedores da cidade de Bananeiras, também foram beneficiadas pessoas dos municípios de Casserengue, Cuitegi, Duas Estradas, Pilões, Pilõezinhos, Serra da Raiz, Guarabira e Cuité.

Paulo Sérgio possui uma tapiocaria em Bananeiras, está renovando o contrato com o Empreender e vai utilizar os recursos para aprimorar seu negócio. “Conheci o Empreender em 2014 e hoje venho assinar um novo contrato. Através do financiamento compramos mais mesas, estrutura de banheiro, estamos com novas instalações e, com isso, a tendência é oferecer um produto com mais qualidade para os clientes”, disse.

O empreendedor Luciano Alves é da cidade de Pilões e trabalha com a venda de doces e salgados. Ele comentou que enxerga no Empreender a possibilidade de crescer ainda mais.

“Este programa oferece as condições adequadas para o pequeno comerciante, porque os juros são baixos e o prazo de pagamento é bem largo. Com essa ajuda tenho certeza que poderei ter um crescimento ainda maior no meu comércio”, afirmou.

“Hoje tenho uma pizzaria com massas de qualidade, que está crescendo e vem agradando os clientes. Só tenho a agradecer o apoio que o Empreender está dando para as pessoas que, assim como eu, só precisam de um incentivo para melhorar seus empreendimentos e evoluírem”, agradeceu João Batista.

Secom-PB

Brejo/Agreste

MPs pedem que 69 municípios analisem antecipação de feriados para intensificar isolamento social

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Ilustração/Pixabay

Diante da iminência do colapso da rede de saúde de Campina Grande (PB), o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Ministério Público da Paraíba (MP/PB) alertam sobre a necessidade de atuação conjunta para salvaguardar a estrutura hospitalar e solicitam, por meio de ofícios, análise pelos prefeitos de 69 municípios da 2ª Macrorregião de Saúde acerca da possibilidade de adoção, no mesmo período (1 a 3 de junho de 2020), das medidas da Prefeitura Municipal de Campina Grande (PB) relativas à antecipação dos feriados dos dias 11 de junho (Corpus Christi), 24 de junho (São João) e 5 de agosto (aniversário da Paraíba), no que for cabível.

O objetivo dos Ministérios Públicos é intensificar, significativamente, o isolamento social em Campina Grande e cidades do entorno, entre 30 de maio e 3 de junho, diminuindo o risco de colapso da rede de saúde. De acordo com dados repassados pelas secretarias municipal e estadual de saúde nesta terça-feira (26), dos 67 leitos de UTI existentes na rede pública de Campina Grande, apenas 19 encontram-se disponíveis. Os MPs consideram o intenso fluxo entre as cidades e a elevada curva de crescimento dos casos de covid-19 na última semana, além do progressivo esgotamento da capacidade das redes hospitalares pública e privada.

Os 69 municípios que compõem a 2ª Macrorregião de Saúde são: Alagoa Grande, Alagoa Nova, Algodão de Jandaíra, Arara, Areia, Areial, Esperança, Lagoa Seca, Matinhas, Montadas, Remígio, São Sebastião de Lagoa de Roça, Baraúna, Barra de Santa Rosa, Cubati, Cuité, Damião, Frei Martinho, Nova Floresta, Nova Palmeira, Pedra Lavrada, Picuí, São Vicente do Seridó, Sossêgo, Amparo, Camalaú, Caraúbas, Congo, Coxixola, Gurjão, Monteiro, Ouro Velho, Parari, Prata, São João do Cariri, São João do Tigre, São José dos Cordeiros, São Sebastião do Umbuzeiro, Serra Branca, Sumé, Zabelê, Alcantil, Aroeiras, Barra de Santana, Barra de São Miguel, Boqueirão, Cabaceiras, Caturité, Gado Bravo, Natuba, Queimadas, Riacho de Santo Antônio, Santa Cecília, São Domingos do Cariri, Umbuzeiro, Assunção, Boa Vista, Fagundes, Juazeirinho, Livramento, Massaranduba, Olivedos, Pocinhos, Puxinanã, Santo André, Serra Redonda, Soledade, Taperoá e Tenório.

Por PautaPb

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Policiais e profissionais de saúde realizam barreiras sanitárias em Alagoa Grande e Alagoinha

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Policiais da 2ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar), sob o comando do capitão Jones, e profissionais de saúde realizaram, nesta quarta-feira (27), barreiras sanitárias em Alagoinha e Alagoa Grande, cidade-sede da Companhia.

As ações realizadas durante as barreiras sanitárias incluem a desinfecção de veículos automotores, incluindo ônibus, caminhões, vans e carros de passeio, além da verificação da temperatura corporal de condutores e passageiros, que pode indicar a suspeita de infecção pela Covid-19.

Em todas as barreiras também são prestados esclarecimentos sobre o que é a Covid-19, cuidados de isolamento social e higiene que devem ser tomados para evitá-la e sobre os procedimentos que devem ser observados e seguidos nos casos de suspeita ou confirmação da infecção pelo Novo Coronavírus.

Assessoria

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Banco é condenado a reabrir agência e a pagar R$ 500 mil por danos morais coletivo

O valor deverá ser usado no combate à covid-19

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Reprodução/Google

A Justiça julgou procedente a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público da Paraíba (MPPB) e condenou o Banco do Brasil (BB) a reestabelecer, no prazo de 60 dias, o funcionamento total da agência física do município de Alagoa Grande, sob pena de pagamento de multa diária no valor de R$ 5 mil (até o limite de R$ 100 mil), em caso de descumprimento injustificado. O BB também foi condenado ao pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 500 mil pelo não funcionamento adequado da agência bancária nos últimos quatro anos. O valor deverá ser revertido ao combate ao novo coronavírus (covid-19) no Estado da Paraíba, sendo que 20% dos recursos deverão ser destinados ao município de Alagoa Grande e 5%, ao município de Juarez Távora. 

A sentença determina que seja reestabelecido principalmente o serviço de saque nos caixas internos e caixas eletrônicos. Isso porque, conforme explicou o promotor de Justiça João Benjamim Neto, autor da ação, desde fevereiro de 2016, quando foi alvo de uma explosão, a agência do Banco do Brasil de Alagoa Grande permanece sem movimentação com dinheiro em espécie.

A situação tem forçado a população a se deslocar para outras cidades vizinhas, como Areia e Guarabira, em busca do serviço ou a utilizar terceirizados, como correspondentes bancários, que oferecem serviços restritos. “A permanência dessa situação prejudica diversos aposentados, idosos, comerciantes, servidores públicos, trabalhadores rurais e empresários de uma forma geral”, destacou João Benjamim.

O promotor de Justiça ressaltou também que a Promotoria de Justiça exauriu todas as ferramentas extrajudiciais, diligenciando pela resolução amigável do problema. Como não houve êxito, foi preciso acionar o Poder Judiciário, com o ajuizamento da ação civil pública.

A sentença foi proferida nessa quarta-feira (6/05) pelo juiz da Vara Única da Comarca de Alagoa Grande, Jackson Guimarães, que entendeu pertinentes os argumentos apresentados pelo MPPB, sobre o direito da população de Alagoa Grande em acessar os serviços bancários de natureza essencial.

Segundo o magistrado, ao não restabelecer integralmente os serviços oferecidos pela agência, o Banco do Brasil descumpre a função social determinada pela Constituição Federal de 1988 e atenta contra o artigo 22 do Código de Defesa do Consumidor, segundo o qual órgãos públicos, por si ou suas empresas, concessionárias, permissionárias ou sob qualquer outra forma de empreendimento, são obrigados a fornecer de forma contínua os serviços essenciais, além de prestar de forma adequada, eficiente e segura os demais serviços.

Assessoria/MPPB

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