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UEPB sedia ciclo de palestras sobre a profissão de advogado

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Foto: Divulgação

“Por que advogar? Um incentivo ao estudante”. Esse foi o tema de um ciclo de palestras sediado nessa terça-feira (7), no Campus III da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), situado em Guarabira, que teve como objetivo estimular os jovens estudantes do Curso de Direito ao exercício da advocacia. A iniciativa partiu do Núcleo de Apoio ao Estagiário (NAE-OAB/PB), em parceria com o Centro Acadêmico de Direito do Centro de Humanidades (CH).

De acordo com os organizadores, o evento foi idealizado mediante o crescente entusiasmo dos discentes pelos concursos e pela carreira pública, deixando a possibilidade de advogar em segundo plano, pelo fato da prática ser considerada por muitos estudantes como sinônimo de instabilidade financeira e de grande competitividade no mercado de trabalho. Por meio de uma abordagem realista, foram debatidas diversas questões que norteiam a profissão de advogado, com destaque para os pontos positivos e negativos que entrecruzam tal campo de atuação.

A presidente do NAE (OAB-PB), Isabelle Curi, salientou a importância e contribuição do referido núcleo para a inserção dos graduandos no mundo dos estágios, destacando também como o NAE colabora com a vida acadêmica dos estudantes de Direito. Por seu turno, o vice-presidente do CADI, o estudante Yoseph Emanuel Vaz, afirmou que o objetivo do Centro Acadêmico é sempre apoiar iniciativas que contribuam para o enriquecimento da formação dos estudantes do Centro de Humanidades.

No período da manhã, a atividade contou com as experiências e as contribuições do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Paraíba (OAB-PB), Paulo Maia; do advogado criminalista José Gouveia Neto; e do chefe adjunto do Departamento de Direito do Centro de Humanidades, professor Agassiz Almeida.

O presidente da OAB-PB iniciou sua fala relatando a satisfação de estar de volta ao Câmpus III, onde lecionou durante dois anos, de 1996 a 1998. Em seguida, discorreu sobre o papel que o advogado deve desempenhar perante os Direitos Humanos, ao debater as noções de liberdade, vida, segurança e dignidade. Sobre a profissão, destacou: “Não é a mais digna ou a mais importante, mas a nós, advogados, é designada uma grande missão, a de dar voz e esperança a quem não tem”.

Por sua vez, José Gouveia Neto, que é ex-aluno da UEPB, relatou sua experiência como advogado e descreveu os caminhos que o levaram a seguir essa carreira. O profissional também fez referência ao contexto histórico de lutas que a OAB vem enfrentando no Brasil e defendeu a necessidade de haver uma desconstrução do paradigma de subordinação da advocacia às demais áreas jurídicas. “O curso de Direito não é apenas um Curso de Ciências Jurídicas, mas, sobretudo, de Ciências Sociais, comprometido com o direito e a dignidade humana”, disse o criminalista.

Já o professor Agassiz Almeida desenvolveu uma abordagem que trouxe para a cena do debate questões relacionadas às normas éticas que regem a profissão de advogado, além de tratar da importância da criatividade no processo de atuação profissional.

No turno da tarde, a programação seguiu com a palestra do advogado e professor Herbert Durães, que destacou alguns desafios a serem enfrentados pela advocacia, bem como apontou aspectos e problemáticas em torno da reforma trabalhista. Para ele, uma das principais dificuldades vivenciadas pelo advogado no exercício da profissão diz respeito à lentidão da justiça.

O evento foi encerrado com a participação do presidente da OAB- Secção Guarabira e professor do Departamento de Direito do CH, Antônio Teotônio, que fez questão de frisar a importância da UEPB na formação de profissionais da área de direito: “Valorizem esta universidade, ela tem plenas condições de preparar para a vida, para o mercado de trabalho. Tem-se aqui uma instituição com grande potencial”.

Da Assessoria da UEPB Campus III Guarabira

Educação

MEC divulga resultado da seleção do P-Fies

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Foto: Arquivo Brejo.com

O resultado do P-Fies, modalidade do Programa de Financiamento Estudantil, foi divulgado ontem (6) à noite pelo Ministério da Educação e está disponível na página do programa. O P-Fies atende estudantes com renda familiar entre três e cinco salários mínimos e tem o financiamento feito por bancos privados ou fundos constitucionais e de desenvolvimento.

O candidato pré-selecionado no P-Fies deverá comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição de ensino para validar suas informações em até cinco dias, contados a partir do dia imediatamente subsequente ao da sua pré-seleção na modalidade do P-Fies.

Deverá então comparecer a um agente financeiro em até dez dias, contados a partir do terceiro dia útil imediatamente subsequente à data da validação da inscrição pela CPSA, com a documentação exigida e especificada para fins de contratação e, uma vez aprovada pelo agente financeiro, formalizar a contratação do financiamento.

O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores de instituições privadas com avaliação positiva pelo Ministério da Educação. Nesta edição do programa são ofertadas pelo menos 155 mil vagas, das quais 50 mil com juro zero.

Agência Brasil

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Educação

UEPB suspende chamadas do Sisu 2018.2 devido a greve de servidores

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A Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), por meio da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), divulgou um edital suspendendo as chamadas do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2018.2 previstas para os próximos dias. A suspensão foi motivada pela greve dos servidores técnicos-administrativos, iniciada em 30 de julho. Confira o edital.

Segundo o documento, a paralisação dos servidores impossibilita o cumprimento dos prazos devidos para a efetivação das chamadas e matrículas do Sisu 2018.2.

Um novo calendário será elaborado até o final deste mês com novas datas para divulgação dos resultados. Conforme o cronograma de divulgação, ainda serão publicadas mais três chamadas para o ingresso de alunos pelo sistema Sisu, período 2018.2, previsto para o início de fevereiro de 2019.

Os servidores da UEPB cobram a autonomia da instituição e também reajuste salarial. De acordo com a universidade, as aulas estão acontecendo normalmente, e os setores administrativos estão funcionando com os técnicos temporários e parte dos efetivos.

Fonte: G1 PB

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Brasil

Brasileiros ganham medalhas em Olimpíada Internacional de Matemática

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Foto: Ilustração

Estudantes brasileiros estão trazendo para o país uma medalha de ouro e quatro de bronze, conquistadas na Olimpíada Internacional de Matemática (IMO, do nome em inglês), realizada em ClujNapoca, Romênia.

A medalha de ouro foi obtida por Pedro Lucas Lanaro Sponchiado, de 17 anos, de São Paulo, classificado na 12ª posição geral no certame, que contou com a participação de 594 mil estudantes e mais de 107 equipes de todo o mundo. Os seis representantes do Brasil foram escolhidos depois de quatro provas seletivas realizadas entre os premiados da fase nacional da 39ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM).

As medalhas de bronze foram conquistadas pelos estudantes Bruno Brasil Meinhart, de 17 anos, e Pedro Gomes Cabral, de 15 anos, ambos de Fortaleza (CE); e Bernardo Peruzzo Trevizan, de 16 anos, e André Yuji Hisatsuga, de 18 anos, de São Paulo (SP). Lucas Hiroshi Hanke Harada, de 17 anos, também de São Paulo, ficou com a menção honrosa.

A equipe foi liderada pelos professores Régis Prado Barbosa (São Paulo) e Armando Barbosa Filho (Fortaleza) e ficou na 28ª posição no quadro geral da competição. O resultado superou o do ano anterior, quando o Brasil alcançou a 37ª colocação, com duas medalhas de prata, uma de bronze e duas menções honrosas. Em 2017, a IMO foi disputada no Rio de Janeiro.

Coroação
“A conquista vem coroar um trabalho que está sendo realizado há vários anos de preparação dos representantes brasileiros na olimpíada internacional”, avalia Claudio Landim, diretor adjunto do Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), entidade que coordena as olimpíadas nacionais de matemática.

A IMO é a mais antiga e prestigiada olimpíada científica para estudantes do ensino médio. Foi criada em 1959 e conta com a participação do Brasil desde 1979.

A primeira medalha de ouro obtida pelo Brasil na disputa foi nos anos de 1980. Ao longo dos últimos 39 anos, as equipes brasileiras conquistaram 130 medalhas, sendo 10 de ouro, 43 de prata e 77 de bronze, além de 32 menções honrosas.

Participação feminina
Claudio Landim, que também é coordenador-geral da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), afirmou que a participação feminina tanto na Olimpíada Brasileira de Matemática, como no certame internacional ainda é reduzida.

“Na OBMEP, por exemplo, se nota uma diminuição do número de alunas premiadas ao longo dos anos. Isso significa que, no sexto ano do ensino fundamental, a porcentagem de alunas que recebem medalhas fica entre 30% e 40%. Mas já no terceiro ano do ensino médio, essa proporção cai para 10%”, diz. Segundo ele, esse é um fenômeno que precisa ser compreendido para que se possa explicar o porquê dessa diminuição do número de alunas premiadas.

Para estimular a participação de meninas, no ano passado o instituto contribuiu enviando uma equipe para participar, na Europa, da primeira olimpíada de matemática exclusiva para estudantes do sexo feminino. “E, aliás, o time brasileiro foi muito bem nesse ano”. Landim observou que são poucas as meninas que escolhem áreas de engenharias ou ciências exatas, mas o número vem aumentando.

A partir de agora, o IMPA vai se dedicar à preparação da próxima OBMEP, que acontece em setembro e classifica para a OBM. Essa competição seleciona então as equipes que vão representar o Brasil nas olimpíadas internacionais. Em 2019, a IMO será na Inglaterra e, em 2020, na Rússia.

Fonte: Agência Brasil

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