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Esporte

Desportiva Guarabira começa vencendo, mas cede o empate ao Sousa, no Sertão

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Próximo jogo do Azulão do Brejo será contra o Campinense, no Sílvio Porto em Guarabira.

O time da Desportiva Guarabira, apresentando melhor padrão técnico que o verificado na derrota para o Botafogo-JP no Estádio Silvio Porto, começou vencendo, mas cedeu o empate ao Sousa, em jogo disputado no Estádio Marizão, na cidade de Sousa, no Sertão da Paraíba.
A Desportiva abriu o placar aos dezessete minutos da primeira etapa com o atacante Hebinho. O time guarabirense ainda colocou uma bola na trave, mas, no segundo tempo, o clube sertanejo conseguiu o empate com Esquerdinha. A partir do gol, o Sousa passou a exigir mais do goleiro do Azulão do Brejo, no entanto as duas equipes finalizaram a partida sem balançar as redes novamente.
O resultado do jogo animou a diretoria, comissão técnica e os torcedores da Desportiva Guarabira. No próximo domingo, a equipe volta a jogar no Estádio Silvio Porto, desta feita enfrentando o Campinense Clube. No primeiro jogo em Campina Grande, o Azulão do Brejo perdeu de 3 tentos a 1.
No jogo contra o Sousa, a Desportiva foi comandada, interinamente, pelo supervisor de futebol Gerson Júnior. Na partida contra o Campinense, o clube guarabirense vai estrear o novo treinador, Luciano Silva.
 
Fonte: Fatoafato

Esporte

Desportiva Guarabira reúne a imprensa para apresentar projeto, nesta terça

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A Desportiva Guarabira estará reunindo a imprensa da região para participar de um café da manhã nesta terça-feira (9). Na ocasião, a direção vai apresentar aos profissionais da mídia o projeto do Azulão do Brejo para o ano de 2019 e as perspectivas para o futuro do clube.

A representação guarabirense estará participando de duas competições, simultaneamente, neste segundo semestre: o Campeonato Paraibano da Segunda Divisão e o Campeonato Paraibano Sub-19.

O evento com a imprensa será realizado a partir das 8h, no Victor’s Center Hotel.

Confira o convite abaixo:

Do Plugados

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Esporte

Policial do 4º BPM vence mais uma corrida de rua

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O soldado Edinaldo, da Ciclopatrulha do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar), subiu mais uma vez ao pódio ao ficar em primeiro lugar na categoria Militar do Circuito Sesc de Corridas/Corrida da Infantaria, que aconteceu nesse domingo (26), na praia de Cabo Branco, em João Pessoa. O policial concluiu o percurso de 10km em 37’35”, vencendo a sua categoria, e na classificação geral ficou em 8º lugar.

O Circuito Sesc de Corridas/Corrida da Infantaria foi organizado pelo Sesc, por iniciativa da Fecomércio Paraíba e do 15º Batalhão de Infantaria Motorizado. O soldado Edinaldo, que faz parte da equipe Militares Runners PB, tem participado de corridas em várias cidades paraibanas e conquistado excelentes resultados.

Com Ascom/4ºBPM

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Cidades

STJD arquiva as ações de Auto Esporte e Desportiva Guarabira

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Pleno do Superior Tribunal entende que ações possuíam problemas de ordem processual e, por maioria de votos, optou pelo arquivamento em julgamento realizado na quinta-feira.

Por maioria de votos – 4 a 3 -, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) arquivou nesta quinta-feira os processos do Auto Esporte e da Desportiva Guarabira, que pediam os rebaixamentos de Botafogo-PB e Campinense no Campeonato Paraibano. Além dos descensos de Belo e Raposa, os clubes autores das ações queriam ser incluídos no estadual deste ano, que já está em andamento. A maioria dos auditores do STJD, no entanto, entendeu que havia problemas de ordem processual nas ações, e o caso foi mesmo arquivado.

A tese defendida pelos departamentos jurídicos de Auto Esporte e Desportiva Guarabira, que foram os dois times rebaixados no Campeonato Paraibano do ano passado, é de que seus clubes foram os maiores prejudicados por conta de um esquema de corrupção no futebol do estado, que supostamente envolvia dirigentes e árbitros paraibanos.

Por conta das investigações e dos relatórios da Polícia Civil e do Ministério Público da Paraíba, dois dirigentes – de Botafogo-PB e Campinense – e nove árbitros foram banidos do futebol. E, na análise dos advogados de Auto e Desportiva, essas condenações são a prova de que Belo e Raposa cometeram atos ilícitos graves e que, portanto, merecem ser punidos com o rebaixamento.

Ademais, em se considerando que o Alvinegro de João Pessoa e o Rubro-Negro de Campina Grande fossem punidos com a queda para a 2ª divisão, as suas duas vagas seriam ocupadas justamente por Auto e Desportiva. Na verdade, além de assumir esses dois postos, os clubes queriam também a anulação da edição 2018 do Campeonato Paraibano, que teve o Botafogo-PB como campeão.

Ex-presidente do Auto Esporte e advogado do clube nesse caso, Watteau Rodrigues argumentou que os valores pagos aos clubes em decorrência das classificações no Campeonato Paraibano do ano passado também deveriam ser devolvidos.

– O Campeonato Paraibano era classificatório para a Copa do Brasil, Copa do Nordeste, Série D e com a distribuição das cotas dos primeiros colocados que vão receber R$ 4 milhões em uma competição fraudada. Na denúncia consta o organograma feito pelo Ministério Público mostrando como atuava essa organização criminosa. Queremos que seja restabelecida a Justiça – defendeu Watteau.

Quem também participou do julgamento foi Osvaldo Sestário, advogado do Botafogo-PB. Ele alegou que já se passou muito tempo desde a consumação do estadual de 2018 e foi taxativo sobre a impossibilidade de se tomar como verdade a manipulação dos resultados dos jogos da competição.

– Não existem provas de contaminação de resultados – cravou.

O procurador-geral do STJD, Felipe Bevilacqua, concordou com o advogado do Belo sobre o pedido de Auto Esporte e Desportiva Guarabira estar sendo feito fora de hora e sugeriu que o caso fosse mesmo encerrado.

– Tudo que foi colocado pelo advogado dos clubes não respeita prazos, não vem revestida de provas e não está amoldada no artigo que diz respeito – resumiu.

A partir daí, começaram os votos. A relatora dos processos, Arlete Mesquita entendeu que o pedido dos clube estava sim dentro do prazo e que deveria ser julgado, mas admitiu que não havia elementos suficientes para acatar a solicitação. E ela foi seguida pelo auditor Otávio Noronha e pelo presidente do STJD, Paulo César Salomão Filho, totalizando assim os três votos em favor de o pleito de Auto e Desportiva ir a julgamento.

Mas o auditor do STJD, Ronaldo Piacente, entendeu que o pedido dos clubes estava fora do prazo e sem subsídios suficientes. Três auditores – João Bosco, José Perdiz e Vanderson Maçullo – o seguiram nesse entendimento, e, com esses quatro votos, o caso foi mesmo dado por encerrado.

Fonte: GloboEsporte

 

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