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Para “ler a Bíblia e os cânticos do hinário da igreja”, mulher de 59 anos faz curso de alfabetização

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O Brasil possui a oitava maior população de analfabetos do mundo, segundo dados colhidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com cerca de 14 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever. Entre eles está, ao menos por enquanto, a dona Neusa Costa Moreira da Silva, residente no Estado do Paraná.

Ela é uma das alunas mais assíduas do programa “Paraná Alfabetizado”, uma ação do Governo do Estado e coordenado pela Secretaria de Estado da Educação, em parceria com o Programa Brasil Alfabetizado, do Ministério da Educação, visando reduzir o nível de analfabetismo no país.

Dona Neusa, no entanto, chama atenção por seu sonho, que é o de “ler a Bíblia”. Assim como outras alunas do projeto, ela não teve a oportunidade de aprender a ler e escrever quando mais nova, por vários fatores. A maioria porque trabalhada na roça. Atualmente, na sala do Colégio Estadual Professor Darcy José Costa, em Campo Mourão, onde frequenta duas vezes na semana, Dona Neusa faz valer a oportunidade de aprender ao reconhecer as dificuldades do dia-a-dia:

“A gente não sabe ler e escrever. Fica muito dependente das outras pessoas. Chega uma carta, um talão de luz e de água e a gente não entende nada que tem ali. Agora vou ficar firme nos estudos para poder ler a Bíblia e os cânticos do hinário da igreja”, disse ela em uma matéria publicada no site da Secretaria de Educação do Paraná.

O programa na região é liderado por outras mulheres, sendo Ana Czornik e Zilda Euzébia Mendonça da Silva, ambas alfabetizadoras, Helena da Silva Rosa, coordenadora de turmas, e Katiussa Canola, coordenadora regional de Educação de Jovens e Adultos do Núcleo Regional de Educação de Campo Mourão. Para elas essa é uma oportunidade de ampliar a visão de mundo das alunas:

“Estamos aqui para contribuir com essas meninas e ajudá-las a conhecer o mundo das palavras”, enfatizou Katiuss.

Gospel +

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Nova tabela de fretes é publicada no Diário Oficial da União

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Foto: Ilustração

A tabela com os preços reajustados dos fretes está publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (5).

Os novos valores foram definidos depois de reunião entre integrantes do governo e da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no Palácio do Planalto.

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que os reajustes se basearam na variação de 13% no preço do diesel na refinaria, gerando média de aumento de 3%.

A nova tabela, assinada pelo diretor-geral da ANTT, Mario Rodrigues Júnior, está publicada, na seção 1, página 123.

A tabela considera o preço mínimo por quilômetro, eixo e carga transportada, além dos custos.

No sábado (1º) à noite a ANTT informou que seria divulgada nova tabela, depois que a Petrobras anunciou o reajuste de 13% do preço do litro do óleo diesel nas refinarias.

]Definida, em maio, pelo presidente Michel Temer por meio de medida provisória (MP), a tabela é resultado de uma negociação entre integrantes do governo, transportadoras e caminhoneiros. Porém, os valores são definidos pela ANTT.

Fonte: Agência Brasil

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Bancos e governo se reúnem para debater restauração do Museu Nacional

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Após a destruição do Museu Nacional do Rio Janeiro por um incêndio há três dias, o presidente Michel Temer faz mais uma reunião nesta quarta-feira (5), no Palácio do Planalto para discutir o assunto.

Ele chamou autoridades da cultura e representantes de instituições bancárias públicas e privadas na tentativa de organizar o grupo que vai atuar no processo de restauração do museu.

Temer quer montar uma espécie de rede de apoio para reconstrução do Museu Nacional no menor tempo possível. As parcerias devem definir mecanismos para que as empresas se associem na reconstrução do edifício e na busca pela recomposição do acervo destruído pelas chamas.

Algumas das alternativas para viabilizar o projeto se baseiam na Lei Rouanet, principal política de incentivos fiscais. Pela lei, empresas e cidadãos (pessoas físicas) ao aplicarem em cultura, poderão ter dedução do Imposto de Renda.

O percentual disponível é de 6% do tributo para pessoas físicas e 4% de IRPJ para pessoas jurídicas.

Para o diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, o ideal é definir recursos diretos do Orçamento da União de 2019.

Nas reuniões que participou ontem (4) em Brasília, ele ressaltou a importância do edifício do museu por onde passaram os integrantes da família real brasileira e que a sociedade tem de contribuir nesse processo.

Integrantes
Devem participar da reunião no Palácio do Planalto, o ministro da Cultura, Sérgio Sá Leitão, os presidentes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Dyogo Oliveira, e diretores da entidade e da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), Murilo Portugal Filho.

Também foram convidados os presidentes da Caixa Econômica Federal, Nelson Antônio de Souza, do Banco Safra, Rossano Maranhão Pinto, do Banco Santander, Sérgio Agapito Lires Rial, do Banco BTG Pactual, Roberto Balls Sallouti, do Banco Bradesco, Octavio de Lazari Junior, e do Itaú Unibanco, Cândido Botelho Bracher.

São esperados ainda o presidente em exercício da Petrobras, Rafael Mendes Gomes, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Kátia Bogéa, do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marcos Mantoan e Eneida Braga, uma das diretoras do órgão.

Fonte: Agência Brasil

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STJ autoriza mais 25% a aposentados que precisam de auxílio permanente

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Foto: Divulgação

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu hoje (22) que todos os aposentados que necessitam de auxílio permanente têm direito a acréscimo de 25% no benefício mensal pago pela Previdência Social. A decisão foi tomada por 5 votos a 4 pela Primeira Seção da Corte, mas ainda cabe recurso.

Antes da decisão do colegiado, o acréscimo era garantido somente para aposentados por invalidez que precisavam pagar um cuidador, por exemplo, conforme está previsto na Lei de Benefícios Previdenciários, norma que específica os benefícios aos quais os segurados têm direito.

Conforme o entendimento, o adicional será pago mesmo nos casos em que o aposentado recebe o teto do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), definido em R$ 5.645,80 para 2018.

A decisão da Primeira Seção deve servir de base para outros processos que estão em tramitação na Justiça federal em todo o país.

Fonte: Agência Brasil

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