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Educação

Estudante da UEPB Guarabira tem artigo selecionado para o 1º Congresso Internacional de Autismo no Brasil

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“Projetos de iniciação científica como instrumentos de investigação sobre pessoas com transtorno do espectro autista”. Esse é o título do artigo que será apresentado no 1º Congresso Internacional de Autismo no Brasil (que acontece de 5 a 7 de abril, no Piauí) pela estudante Adélia Carneiro da Silva Rosado, do quinto período do Curso de Direito do Centro de Humanidades (CH), Campus III da universidade Estadual da Paraíba (UEPB), situado em Guarabira.

Trata-se de um trabalho que objetiva investigar a existência de projetos de pesquisa, em universidades públicas, que prezem por questões relacionadas ao tratamento/terapia, à inclusão escolar e ao direito das pessoas com autismo. A pesquisa em foco examina possíveis iniciativas dessa natureza na Universidade Estadual da Paraíba, na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte (UFRN) e na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), tendo como período de análise os anos de 2015 a 2018, e como fonte de informação os sites oficiais das citadas instituições de ensino superior.

Segundo a jovem pesquisadora, a importância do estudo se dá em virtude do aumento, na contemporaneidade, do diagnóstico de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). “O problema é definido como uma desordem neurobiológica que afeta indivíduos em graus variados. É possível observar os primeiros sintomas desde o primeiro ano de vida. As pessoas com TEA apresentam em comum comprometimento de habilidades sociais, padrões restritos de interesse e prejuízo no comportamento verbal. A pesquisa científica desenvolvida nas universidades é capaz de produzir e disseminar conhecimentos que garantam uma melhor qualidade de vida para estas pessoas”, relatou a bolsista.

A partir dos resultados obtidos, a estudante concluiu que há uma necessidade de investimentos em pesquisas que abordem o Transtorno do Espectro Autista, sobretudo nas áreas da saúde, da educação e do direito. Contemplada pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), que busca estimular estudantes da graduação para a pesquisa, Adélia faz parte do projeto “Inclusão escolar de autistas nas escolas do município de Guarabira”, coordenado pela professora Rita de Cássia da Rocha Cavalcante, do Departamento de Educação do CH, que também é autora do artigo que será apresentado no referido congresso.

 

Ascom/CH

Educação

IFPB aprova atividades não presenciais e início de aulas à distância em agosto

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O Conselho Superior do Instituto Federal da Paraíba (IFPB) aprovou a realização de atividades não presenciais na instituição, numa decisão que deve durar o tempo que permanecer o contexto da pandemia de coronavírus. Assim, segundo estimativas do próprio Instituto, as aulas em alguns campi devem ser iniciadas na segunda quinzena de agosto, dentro do “plano de retomada” que foi definido.

Segundo o diretor de Educação Profissional do IFPB, Degmar dos Anjos, os diferentes campi vão ter autonomia para tomar as próprias ações, de forma que algumas aulas deverão ser retomadas antes das outras.

Os próximos 15 dias serão obrigatoriamente de “planejamento interno”, a partir daí acontecerá uma segunda fase do processo, de ambientação dos professores e dos estudantes para as novas plataformas. Findada esta fase, as atividades serão iniciadas.

Na reunião do Conselho Superior, realizada na noite da segunda-feira (27), foram aprovados dois processos, sendo que um tratava dos procedimentos para o desenvolvimento e registro de atividades de ensino não presenciais e o outro direcionado para regulamentar as fases de implementação destas atividades. Os dois foram aprovados por maioria de votos, mas com a discordância do Sindicato dos Trabalhadores da Educação Básica, Profissional e Tecnológica da Paraíba (Sintef-PB).

O sindicato alegava que, antes de iniciar as atividades virtuais, era necessário como pré-condição a publicação e a execução de editais de auxílio inclusão digital para os estudantes do IFPB.

O reitor Nicácio Lopes, no entanto, argumentou que já são 160 dias com atividades acadêmicas suspensas para justificar a adoção temporária das atividades à distância. E que não aprovará o retorno das atividades presenciais enquanto tiver vidas ameaçadas, restando a adaptação para o ensino remoto como solução momentânea. “O plano está estruturado de modo flexível e com retroalimentação para avaliações”, ressaltou.

Fonte: G1PB

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Educação

Unicef lança guia para ajudar crianças a manter o aprendizado

Com epidemia, 35 milhões de crianças e jovens ficaram longe das salas

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) lançou nesta sexta-feira (24) o guia Busca Ativa Escolar em Crises e Emergência, para apoiar estados e municípios na garantia do direito à educação de crianças e adolescentes durante a pandemia da covid-19.

Segundo o Unicef, diante da pandemia, as escolas precisaram ser fechadas, deixando cerca de 35 milhões de crianças e jovens longe das salas de aula. Foram criadas opções para a continuidade da aprendizagem em casa, mas nem todos estão conseguindo manter o processo de aprendizagem, principalmente os mais vulneráveis.

Para reverter esse quadro, mesmo enquanto as escolas ainda estão fisicamente fechadas, o Unicef afirma que é preciso ir atrás de cada um dos alunos e tomar as medidas necessárias para que consigam retomar os estudos. Esta é a proposta do Busca Ativa Escolar, estratégia lançada em 2017 e agora adaptada para situações de calamidade pública e emergências, como a pandemia da covid-19

O guia visa a ajudar as escolas no seu planejamento de reabertura ou de readequação de ações. Está dividido em três seções, com orientações para potencializar a busca ativa e enfrentar a crise, e orientações para o acolhimento e o cuidado dentro das escolas, divididos por etapa escolar. Além disso, traz conteúdos de referências que podem ser usados pelos municípios.

“Não há como definir uma data única de volta às aulas presenciais no país, que tem de ser decidida de acordo com a situação epidemiológica de cada estado e município. Mas a preparação das redes escolares para a reabertura de maneira segura deve ser prioridade absoluta em todo o país, assim como a busca ativa de quem não está conseguindo aprender com as escolas fechadas”, disse a representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer.

De acordo com o Unicef, o fechamento das escolas gerou significativo impacto negativo na aprendizagem, na nutrição, pois muitas crianças dependem da merenda escolar, e na segurança dos jovens, em especial os mais vulneráveis.

Segundo a agência da ONU, mesmo com as opções de atividades para a continuidade das aprendizagens em casa, pelo menos 4,8 milhões de crianças e adolescentes em todo o Brasil não têm acesso à internet em casa, “além de outros milhões com acesso precário ou falta de equipamento, não podendo manter o vínculo com a escola durante todo o período de isolamento social”. Esses fatores, somado a questões econômicas, contribuem para a evasão.

“A exclusão escolar afeta os mais vulneráveis. Há 6,4 milhões de meninas e meninos que já estavam com dois ou mais anos de atraso escolar, e correm o risco de não conseguir mais voltar. E há, ainda, mais de 1,7 milhão que já estavam fora da escola antes da pandemia, e estão ficando cada vez mais longe dela”, afirmou o chefe de Educação do Unicef no Brasil, Ítalo Dutra.

Reabertura com segurança

De acordo com o Unicef, além de encontrar as crianças que estão fora da escola, ou em risco de abandonar, é fundamental preparar as unidades para receber os estudantes em segurança, diminuindo os riscos de infecção pelo novo coronavírus.

Isso inclui adaptações no ambiente escolar que mantenham estudantes, famílias e profissionais de educação protegidos, como adaptações no transporte escolar, na ventilação das salas de aulas e no acesso à água e saneamento nas escolas, entre outros pontos.

Segundo a agência da ONU, há também que se investir em práticas pedagógicas e apoio psicossocial a educadores e profissionais para a retomada.

“Crianças e adolescentes são as vítimas ocultas da pandemia, sendo quem mais sofre com as consequências da crise em médio e longo prazos. É urgente que os governos priorizem crianças e adolescentes em seus planos de reabertura e invistam nas ações necessárias para a retomada das escolas. O Unicef chama cada estado e município a agir agora para garantir condições seguras de funcionamento das escolas e a analisar a situação da pandemia para definir o momento seguro de reabrir”, disse Florence Bauer.

O presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins Garcia, destacou a centralidade da escola na vida do estudante, evidenciada nessa época de pandemia. “Tanto que os municípios de uma maneira geral têm procurado, de alguma forma, chegar até as casas, manter um vínculo, dar orientações às famílias para que continuem a avançar no processo de aprendizagem com a consciência de que aprendemos de uma forma diferente”, disse.

O guia é uma parceria do Unicef com a Undime, o Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.

Agência Brasil

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Educação

Pró-Reitoria Estudantil lança editais para oferta de Auxílio Conectividade a estudantes da Universidade Estadual

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Foto: Ilustração/Pixabay

A Pró-Reitoria Estudantil (PROEST) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) lançou, nesta quarta-feira (8), os editais do Programa Auxílio Conectividade, ofertado pela Instituição aos estudantes regularmente matriculados em componentes curriculares e/ou atividades acadêmicas que estão sendo ofertadas de forma não presencial, devido à pandemia, nos cursos de graduação, pós-graduação e ensino médio/técnico.

O Auxílio Conectividade será disponibilizado nas modalidades “Acesso à internet em caráter emergencial”, que concederá bolsa mensal no valor de R$ 100,00 para aquisição de serviço de internet enquanto durar as atividades regulamentadas pela Resolução UEPB/Consepe/0229/2020; e “Aquisição de equipamentos”, que concede bolsa em cota única, no valor de R$ 1 mil, para aquisição de equipamentos adequados ao acompanhamento das aulas remotas.

Na primeira modalidade, o auxílio oferta até 4 mil bolsas. Na segunda modalidade, são até mil bolsas. Aos estudantes com deficiência é reservado 10% do número total de bolsas em cada modalidade. As inscrições estarão abertas de 10 a 19 de julho, por meio de formulário eletrônico disponível no endereço https://cpcon.uepb.edu.br/forms/responderFormulario/352 (o link somente estará disponível a partir do dia 10). A relação de documentos a serem apresentados nas referidas modalidades do Auxílio Conectividade e os editais podem ser conferidos nos links abaixo:

Mais de um estudante da mesma família poderá ser contemplado pelo auxílio, que poderá ser cumulativo com outras modalidades de auxílio, bolsas ou programas de ensino, pesquisa e extensão. Para receber o Auxílio Conectividade, é necessário que o aluno declare não possuir acesso à internet e/ou equipamento de qualidade para o desenvolvimento das atividades não presenciais, além de possuir renda per capita menor ou igual a R$ 785,77 (média da renda per capita da Região Nordeste, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE).

Para a aquisição de equipamentos, conforme a Modalidade II do Auxílio Conectividade, as especificações técnicas sugeridas para que o equipamento adquirido pelo estudante atenda aos requisitos mínimos necessários para acompanhamento das atividades não presenciais oferecidas UEPB podem ser encontradas no endereço eletrônico http://ctic.uepb.edu.br/download/especificacao-tablet-3g/#.

Conforme o cronograma dos editais, o resultado preliminar dos alunos selecionados para o Auxílio Conectividade será divulgado no dia 24 de julho. Aqueles que não foram contemplados e desejem apresentar recurso, poderão realizar o procedimento de 24 a 26 de julho, mediante envio de mensagem para o e-mail proest@uepb.edu.br. O resultado final será divulgado no dia 27 de julho.

Outras informações sobre o Auxílio Conectividade podem ser obtidas junto à PROEST, pelo telefone (83) 9 8753-8757 ou através do e-mail proest@uepb.edu.br.

Por: Tatiana Brandão/UEPB

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