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COMBATE AO CÂNCER: Especialista fala como identificar a doença de forma precoce e dá dicas de hábitos saudáveis

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Neste domingo (8) é comemorado Dia Mundial de Combate ao Câncer. Para celebrar a data, a chefe do serviço de oncologia do Hospital Napoleão Laureano, Dra. Dalva Guedes Arnaud, esclarece alguns pontos acerca da doença que, segundo o Instituto Nacional de Câncer José Alencar (Inca), estima que 9.430 pessoas sejam diagnosticadas com a doença na Paraíba.

A médica oncologista explica que o carcinogênese, conforme é chamado o câncer, é um processo altamente complexo do qual participam fatores de risco herdados e fatores de risco ambientais, como alimentação, o tabagismo, a ocupação e a exposição à radiação e agentes químicos. Além disso, esclarece que há como diminuir os riscos de câncer. “Hábitos como não fumar, saber escolher os alimentos com fibras, legumes, cereais integrais, grãos e com pouca gordura podem contribuir para redução de risco da doença”, disse.

Outras orientações da Dra. Dalva Arnaud, estão relacionadas à prática de atividade física e peso adequado. “As pessoas também precisam estar atentos às questões de exposição excessiva ao sol, evitar o consumo de álcool, as radiações e agentes químicos”, esclarece.

Dra. Dalva Arnaud falou ainda sobre a importância da obtenção de um diagnóstico precoce. “A identificação prévia da doença é um fator fundamental para iniciar o tratamento, aumentando, consequentemente, as chances de sucesso. A melhor forma de garantir o diagnóstico na fase inicial de um câncer é investir nesses exames chamados preventivos e de rastreamento”, falou.

A oncologista explicou que o câncer também pode ser uma doença genética. “O câncer pode ser hereditário, isso quando uma pessoa nasce com alterações ou mutações em uma cópia de um gene de controle de danos que normalmente protege contra o câncer, geralmente essas alterações são herdadas da mãe ou pai. Porém, é preciso lembrar que nem todas as pessoas que nascem com uma alteração num gene desenvolverão a doença”, finalizou.

Dia Mundial de Combate ao Câncer – Criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a data foi idealizada para que instituições ao redor do planeta se reúnam em prol da prevenção dos vários tipos de câncer, além de dar força aos pacientes que lutam contra esta doença.  De acordo com dados da OMS, aproximadamente 30% das mortes provocadas pelo câncer poderiam ter sido evitadas, caso o paciente tivesse feito diagnóstico prematuramente, ou com ações preventivas para garantir hábitos mais saudáveis.

Assessoria de Imprensa

Saúde

Dia D de vacinação contra pólio e sarampo será neste sábado

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Campanha de vacinação contra o sarampo e a paralisia infantil / Foto: Divulgação

Postos de saúde em todo o país abrem as portas amanhã (18), sábado, para o chamado Dia D de Mobilização Nacional contra o sarampo e a poliomielite.

Todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos devem receber as doses, independentemente de sua situação vacinal. A campanha segue até 31 de agosto.

A meta do governo federal é imunizar 11,2 milhões de crianças e atingir o marco de 95% de cobertura vacinal nessa faixa etária, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Até a última terça-feira (14), no entanto, 84% das crianças que integram o público-alvo ainda não haviam recebido as doses.

Este ano, a vacinação será feita de forma indiscriminada, o que significa que mesmo as crianças que já estão com esquema vacinal completo devem ser levadas aos postos de saúde para receber mais um reforço.

No caso da pólio, as que não tomaram nenhuma dose ao longo da vida vão receber a vacina injetável e as que já tomaram uma ou mais doses devem receber a oral.

Para o sarampo, todas as crianças com idade entre um ano e menores de 5 anos vão receber uma dose da Tríplice Viral, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

Casos de sarampo

Atualmente, o país enfrenta dois surtos de sarampo – em Roraima e no Amazonas. Até a última terça-feira (14), foram confirmados 910 casos no Amazonas, onde 5.630 outros casos permanecem em investigação. Já em Roraima, são 296 casos confirmados e 101 em investigação.

Há ainda, de acordo com o Ministério da Saúde, casos isolados e relacionados à importação nos seguintes estados: São Paulo (1), Rio de Janeiro (14), Rio Grande do Sul (13), Rondônia (1) e Pará (2).

Até o momento, foram confirmadas no Brasil seis mortes por sarampo, sendo quatro em Roraima (três em estrangeiros e um em brasileiro) e dois no Amazonas (brasileiros).

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Estudo mostra que Zika chegou ao Brasil proveniente do Haiti

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Foto: Ilustração

Estudo desenvolvido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco revela que o vírus Zika chegou ao Brasil proveniente do Haiti. De acordo com pesquisadores, imigrantes ilegais e militares brasileiros que participaram da missão de paz no país caribenho podem ter trazido a doença.

Entre as hipóteses consideradas até então estava a de que o vírus teria entrado no Brasil durante a Copa do Mundo de 2014, trazido por turistas africanos. Outra teoria era de que a introdução teria ocorrido durante o Campeonato Mundial de Canoagem, realizado em agosto de 2014 no Rio de Janeiro, que recebeu competidores de vários países do Pacífico afetados pelo vírus.

Segundo a Fiocruz, o vírus Zika, originário da Polinésia Francesa, não veio de lá diretamente para o Brasil. Antes, migrou para a Oceania, depois para a Ilha de Páscoa, de onde foi para a América Central e o Caribe e só então chegou ao Brasil, no final de 2013. O trajeto coincide com o caminho percorrido por outras arboviroses, como dengue e chikungunya.

“Esse resultado aponta para o fato de que a América Central e Caribe são importantes rotas de entrada para arbovírus na América do Sul. Uma informação estratégica para a vigilância epidemiológica e para adoção de medidas de controle e monitoramento dessas doenças, especialmente em regiões de fronteira com outros países, portos e aeroportos”, destacou a fundação.

Ainda de acordo com a Fiocruz, em todos os casos brasileiros estudados, o ancestral em comum desse tipo de vírus é uma cepa do Haiti, país afetado por uma espécie de tripla epidemia de zika, dengue e chikungunya.

Outra conclusão do estudo é que houve múltiplas introduções, independentes entre si, do vírus Zika no Brasil. Isso muda a crença anterior de que um único paciente poderia ter trazido a doença, que depois teria se espalhado pelo país.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Brasil tem 1.100 casos confirmados de sarampo

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Foto: Divulgação

Boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde revela que o país já registra 1.100 casos confirmados de sarampo, sendo 788 no Amazonas e 281 em Roraima. Há ainda casos considerados isolados em São Paulo (1), no Rio de Janeiro (14), no Rio Grande do Sul (13), em Rondônia (1) e no Pará (2).

De acordo com a pasta, pelo menos 5.058 casos permanecem em investigação no Amazonas e 111 em Roraima. Além disso, até o momento, cinco óbitos por sarampo foram confirmados no país – quatro em Roraima (três em estrangeiros e um em brasileiro) e um no Amazonas (em brasileiro).

Campanha

A Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e Sarampo começou na última segunda-feira (6) e segue até 31 de agosto. O Dia D de mobilização nacional está marcado para o dia 18 (sábado), quando mais de 36 mil postos de saúde estarão abertos no país. No total, 11,2 milhões de crianças devem ser vacinadas.

A meta é imunizar pelo menos 95% do público-alvo, numa tentativa de reduzir a possibilidade de retorno da pólio e a chamada reemergência do sarampo, doenças já eliminadas no Brasil. Em 2017, dados preliminares apontam que a cobertura no Brasil foi de 85,2% na primeira dose contra o sarampo (tríplice viral) e de 69,9% na segunda dose (tetra viral).

Todas as crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos devem ser levadas aos postos de vacinação, independentemente da situação vacinal.

Com base em informações divulgadas pelo Ministério da Saúde, a Agência Brasil formulou as principais perguntas e respostas relacionadas à campanha. Veja abaixo:

 

Quando e onde ocorre a campanha?

Entre os dias 6 e 31 de agosto, em postos de saúde de todo o país. O Dia D está marcado para 18 de agosto, um sábado.

 

Qual o foco da campanha?

Crianças com idade entre 1 ano e 5 anos incompletos (4 anos e 11 meses).

 

Crianças que já foram vacinadas anteriormente devem ser levadas aos postos?

Sim. Todas as crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos devem comparecer aos postos. Quem estiver com o esquema vacinal incompleto receberá as doses necessárias para atualização e quem estiver com o esquema vacinal completo receberá outro reforço.

 

Qual a vacina usada contra a pólio?

Crianças que nunca foram imunizadas contra a pólio vão receber a Vacina Inativada Poliomielite (VIP), na forma injetável. Crianças que já receberam uma ou mais doses contra a pólio vão receber a Vacina Oral Poliomielite (VOP), na forma de gotinha.

 

Qual a vacina usada contra o sarampo?

A vacina contra o sarampo usada na campanha é a tríplice viral, que protege também contra a rubéola e a caxumba. Todas as crianças na faixa etária estabelecida vão receber uma dose da tríplice viral, independentemente de sua situação vacinal, desde que não tenham sido vacinadas nos últimos 30 dias.

 

Adultos participam da campanha?

Não. A campanha tem como foco crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos.

 

Mesmo não sendo foco da campanha, adultos precisam de alguma das duas doses?

Sim. Conforme previsto no Calendário Nacional de Vacinação, adultos com até 29 anos que não tiverem completado o esquema na infância devem receber duas doses da tríplice viral e adultos com idade entre 30 e 49 anos devem receber uma dose da tríplice viral. O adulto que não souber sua situação vacinal deve procurar o posto de saúde mais próximo para tomar as doses previstas para sua faixa etária.

Fonte: Agência Brasil

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