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Pênaltis classificam Rússia e Croácia para as quartas de final da Copa

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As seleções da Rússia e da Croácia estão nas quartas de final da Copa do Mundo. A classificação veio por meio de cobranças de pênaltis, após empates no tempo normal e na prorrogação. A passagem da Rússia para a próxima fase,no Estádio Luzhniki, em Moscou, foi heroica. A seleção anfitriã montou um forte esquema defensivo e anulou o ataque da Espanha, uma das seleções favoritas para conquistar a Copa.

O gol espanhol aconteceu aos 11 minutos do primeiro tempo. Em uma falta cobrada pela direita, a bola bateu no zagueiro Ignashevich e entrou no gol de Akinfeev, fazendo 1 a 0 para a equipe espanhola. O empate viria aos 40 minutos, em cobrança de pênalti cometido por Piqué, que colocou o braço na bola em um cruzamento na área. Dzyuba cobrou no canto esquerdo de De Gea, fazendo 1 a 1 no placar.

O jogo terminou no primeiro tempo, com a seleção russa mantendo o seu forte esquema defensivo, impedindo que o ataque da Espanha chegasse ao gol de Akinfeev. As duas equipes voltaram para o segundo tempo com a mesma postura de jogo: a Espanha atacava e a Rússia defendia. Assim permaneceu durante os dois tempos da prorrogação.

A decisão então foi para a cobrança de pênaltis. Os jogadores russos foram mais eficientes, acertando as suas cobranças. Os espanhóis, no entanto, erraram duas batidas, uma com Kobe, defendida por Akinfeev, e outra com Aspas, que chutou para fora. Com a classificação, os jogadores russos se abraçavam no gramado e a festa dos torcedores tomava conta das arquibancadas do Estádio Luzhniki.

Aos jogadores espanhóis só restou cumprimentar os colegas russos. O zagueiro Sérgio Ramos chorava no centro do campo, inconformado pela eliminação na Copa.

 

Croácia e Dinamarca

As seleções da Croácia e Dinamarca tiveram de ir para a prorrogação, após empate em 1 a 1 no tempo normal da partida, na segunda prorrogação na Copa para decidir a classificação para as quartas de final. O empata, no entanto, permaneceu no placar e foi preciso a cobrança de pênalti.

A classificação da Croácia para as quartas de final, aconteceu com Rakitic que colocou a bola no fundo das redes da Dinamarca, para a alegria dos torcedores croatas presentes no Estádio Nizhny Novgorod, depois de vários pênaltis perdidos pelos cobradores das duas seleções.

A Croácia foi uma das seleções com melhores campanhas na fase de grupo. A equipe dirigida pelo treinador Zlatko Dalic venceu os seus três jogos e se classificou em primeiro lugar na sua chave formada pela Argentina, Islândia e Nigéria.

Agência Brasil

 

 

Mundo

Brasil capacita nove países para diagnóstico do novo coronavírus

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Especialistas participaram de dois dias de treinamento na Fiocruz.

Após dois dias de treinamento, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) encerrou hoje (7) a capacitação técnica de dez representantes de nove países das Américas do Sul e Central para o diagnóstico laboratorial da nova variante do coronavírus, batizada de 2019-nCoV.

A iniciativa é resultado de articulação entre o Ministério da Saúde e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) para compartilhar experiências, fortalecer as capacidades diagnósticas nacionais e regional e garantir que os países das Américas estejam preparados para responder à emergência sanitária com os mesmos protocolos de análise adotados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e já implementados no Brasil.

“Diante dos desafios de uma emergência, a cooperação internacional tem aqui uma base importante quando sabemos que não existe possibilidade de trabalhar que não seja de forma cooperativa internacionalmente. Até porque vivemos tempos de interdependência sanitária. De uma maneira mais simples: vírus não tem fronteira”, disse a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade. “É um novo vírus: não podemos superestimar nem subestimar esse quadro”.

Especialistas da Argentina, Bolívia, Colômbia, do Chile, Equador, Panamá, Paraguai, Peru e Uruguai participaram da oficina de detecção e diagnóstico laboratorial do novo coronavírus.

Risco baixo

O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Oliveira, que participou do evento na Fiocruz, avaliou como “baixo” o risco de chegada ao Brasil do novo coronavírus no momento. O Brasil tem nove casos suspeitos.

“A OMS estabelece como risco global alto, com o risco na China muito alto, e nós, no Brasil, considerando nossas características, entendemos que o risco é baixo neste momento. Não temos voo direto para a China e até o momento não temos caso confirmado. Podemos ter? Sim, podemos ter. E para isso que estamos trabalhando para evitar que, ao identificarmos, que esse vírus não se espalhe demasiadamente e a gente consiga interromper a cadeia de transmissão”.

O secretário elencou alguns fatores para que o risco não seja considerado alto como o fato de o país estar no verão, época menos propícia para a ocorrência de doenças respiratórias, e as rigorosas medidas de contenção do surto adotadas pela nação chinesa.

“O vírus tem se apresentado com características de transmissão menores do que a expectativa que tínhamos há algumas semanas. Estamos com capacidade para detecção do vírus em tempo muito hábil. Apesar de termos o carnaval, não é uma festa de interesse dos chineses porque está muito próxima do feriado do Ano Novo chinês e eles estão evitando sair do país”, disse o secretário.

No dia 30 de janeiro, a Fiocruz recebeu fragmentos do material genético do novo coronavírus que serão utilizados para aprimorar os protocolos de testagens realizados no Brasil. As amostras vieram de Berlim e foram trazidas pela Opas, que representa a Organização Mundial da Saúde no continente americano. Como laboratório de referência, a Fiocruz recebe uma amostra dos casos suspeitos no Brasil para garantir a qualidade dos testes.

Agência Brasil

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Casos de coronavírus na China passam de 30 mil

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Getty Images

Total de mortes é superior a 600.

O número de casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus ultrapassou a marca dos 30 mil na China continental. O total de mortes é superior a 600.

A Comissão Nacional de Saúde da China informou que 3.143 novos casos foram confirmados nessa quinta-feira (7), levando o número total de pacientes para 31.161. O número total de mortes na China continental é, atualmente, de 636.

Os novos casos da doença têm aumentado em cerca de 3 mil por dia durante quatro dias consecutivos. Desses, mais de 70% foram registrados na província de Hubei, o epicentro do surto.

Uma autoridade de alto escalão de Hubei disse que mais de 10 mil proficcionais da área médica foram à província para dar assistência. Contudo, segundo a autoridade, a província necessita de mais 2 mil pessoas adicionais especializadas em medicina respiratória e que possam tratar de pacientes em estado grave.

Por NHK – Emissora pública de televisão do Japão

Agência Brasil

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Contaminações do coronavírus ultrapassam 2 mil em todo o mundo

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Governo chinês ordenou bloqueio das estradas na cidade de Wuhan.

O coronavírus, surgido na cidade de Wuhan, na China, já atingiu mais de 2.116 pessoas em todo o mundo e 300 estão em estado grave. Segundo oficiais da província de Hubei, 52 de todas as mortes foram registradas na região. A capital, Wuhan, onde o surto teve início, é a cidade mais afetada pelo vírus.

Somente na China foram registrados 2.062 casos. Além da China, Hong Kong (8 casos), Tailândia (8), Macau (5), Austrália (4), Japão (4), Malásia (4), Cingapura (4), Taiwan (4), Coreia do Sul (3), Vietnã (2) e Nepal (1) também tiveram casos confirmados. O coronavírus também chegou na Europa, com três casos confirmados na França. Já na América do Norte, são três casos nos Estados Unidos e um no Canadá. Até o momento não há registro de casos na América do Sul. As informações são do Centro de Ciência e Engenharia da universidade Johns Hopkins, de Baltimore (EUA).

O surto tem afetado planos da população chinesa em meio ao feriadão do Ano Novo Lunar. A imprensa estatal afirma que agências de turismo cancelaram todas as excursões para o exterior a partir de segunda-feira. Segundo a Televisão Central da China, a medida teria sido resultado de uma ordem do governo chinês.

A doença também continua a se alastrar pelo mundo, com 44 casos registrados em 13 nações, além da China. A maioria dos infectados são turistas de Wuhan ou pessoas que visitaram a cidade. É o caso do terceiro paciente identificado na Coreia do Sul, um homem sul-coreano que vive em Wuhan e que havia retornado de férias ao país natal.

Agência Brasil

Com informações da NHK, Agência pública do Japão

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