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Saúde

DIA DA OSTEOPOROSE: Ortopedista explica como é possível diagnosticar a osteoporose e apresenta meios para combater a doença

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Fragilidade óssea provocando fraturas não é comum em determinados ossos após pequenas quedas, é um dos sintomas para identificação da osteoporose. A doença provoca alterações na arquitetura óssea do indivíduo e se caracteriza pela redução qualitativa da matriz óssea. Neste sábado (20), data em que se comemora o Dia Mundial da Osteoporose, o ortopedista e coordenador de ortopedia do Hospital Geral do Hapvida, Luciano Lira, aproveita para apresentar alguns esclarecimentos acerca da doença, que ocorre tanto em homens quanto mulheres, mas que é mais frequente na figura feminina.

Segundo o especialista, a identificação da doença é possível de ser realizada com acompanhamento anual do paciente de risco através do exame de densitometria óssea associados à alguns marcadores laboratoriais. “Esses fatores podem estar alterados em pacientes com osteoporose, tipo as vitaminas D, K e cálcio. A nutrição inadequada, falta de exercícios físicos e o uso de hormonioterapia sem critério, estão entre os fatores que provocam o risco da doença, .

O médico explica que, antes de tudo, a doença pode ser classificada da seguinte forma: tipo 1 e tipo 2. “A osteoporose tipo 1 se dá quando ocorre pós menopausa, a perda óssea que acomete o osso trabecular, como por exemplo, a coluna vertebral. Já o tipo 2 é quando há senilidade relacionada ao processo de envelhecimento e perda óssea cortical em osso longo, como o fêmur”.

Luciano Lira explica que não há um tratamento em definitivo para o caso de pacientes diagnosticados com a doença. “Atualmente indicamos algumas mudanças de hábitos em pacientes conforme sua classificação da osteoporose tipo 1 ou tipo 2, associados a medicamentos que diminuam a reabsorção do cálcio no osso”. Ainda não temos um tratamento considerado “padrão ouro”, mas com a ajuda do profissional o paciente poderá ter uma vida sem restrições, podendo exercer suas atividades laborais”, afirma o especialista.

Combatendo a Osteoporose – Um dos fatores muito importantes para reduzir a possibilidade de ocorrência da osteoporose está relacionada ao estilo de vida saudável. O fator nutricional é um grande aliado para prevenção da doença, porém, existem outros fatores. “A atividade física serve como tratamento e prevenção para osteoporose. Entre as atividades que podemos destacar estão a caminhada, pilates, ioga, hidroginástica e tantas outras que podem combater a doença”, afirma Luciano Lira.

Assessoria/Hapvida

Guarabira

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Saúde

Mulheres grávidas devem se preocupar com a saúde vascular

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Foto: Ilustração

As alterações que ocorrem no corpo da mulher durante a gestação refletem na saúde em todos os aspectos, inclusive na circulação sanguínea e, principalmente, no sistema venoso. Inchaço e surgimento ou piora de varizes são os principais problemas apresentados durante os nove meses, principalmente pela elevação de hormônios femininos. Em casos mais graves, a gestante pode desenvolver a trombose venosa profunda (TVP), apesar de a incidência desse problema ser mínima.

De acordo com estimativas da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), há uma prevalência média da TVP de 38% na população geral brasileira, sendo encontrada em 30% dos homens e 45% das mulheres, levando em consideração todas as faixas etárias. Quanto mais idoso maior a prevalência sendo que 70% das pessoas acima dos 70 anos podem ter varizes. Os maiores fatores de risco são predisposição familiar, sexo feminino (proporção de até 2,3 para 1 homem), idade (quanto mais idoso maior a prevalência), obesidade. 

Nas mulheres, além das questões genéticas, idade e obesidade, o risco se intensifica de acordo com o aumento de gestações anteriores.

“Naturalmente, a gestação promove uma elevação significativa dos níveis hormonais, entre eles progesterona, estrogênio, gonadotrofina coriônica humana (hCG) e o hormônio lactogênio placentário (hPL). Cada um deles tem uma função para a progressão da gestação e sua manutenção. Mas, para o sistema venoso, isso acarreta uma dilatação das veias do organismo, tornando-as mais complacentes e volumosas, que aumentam com o decorrer da gestação e causam inchaço, cansaço, dor, vasinhos e veias aparentes e sensação de queimação nas pernas”, explica o cirurgião vascular Matheus Bertanha, professor da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP) e membro da SBACV.  

O especialista explica, ainda, que a partir do sexto mês de gestação, com o crescimento do bebê e da extensão abdominal, o retorno venoso da gestante é prejudicado, dessa forma, o útero pode comprimir a veia cava e causar uma intensificação dos sintomas de inchaço e dor. Fatores como o histórico de TVP e antecedente pessoal para a ocorrência de abortos repetidos devem ser avaliados durante o acompanhamento gestacional. Alguns outros precedentes também podem influenciar negativamente na qualidade de vida da gestante, como por exemplo, histórico de uso de tabaco, obesidade, sedentarismo e até mesmo alguns transtornos psicológicos.

Durante a gravidez é muito importante realizar o acompanhamento com um angiologista ou cirurgião vascular, para esclarecimento de dúvidas e até mesmo para diminuir o sofrimento causado pelo aparecimento de vasinhos ou varizes. Assim, o médico será capaz de identificar um tratamento viável, como o uso de meias elásticas para controlar a vasodilatação dos membros das pernas e dos pés, uma vez que alguns medicamentos e procedimentos cirúrgicos podem ser altamente arriscados, tanto para a mãe quanto para a criança. “É importante que a gestante entenda que os tratamentos mais definitivos para os vasinhos e varizes devem esperar a gestação terminar, para também o organismo voltar ao seu estado hormonal não gravídico”, aconselha.

O médico explica que em casos de prevenção e tratamento de quadros tromboembólicos, como a TVP, pode ser necessário o uso de medicamentos específicos, comprovadamente seguros para o feto. Porém, é imprescindível um acompanhamento rigoroso do cirurgião  vascular e do ginecologista-obstetra.

A prática de atividades físicas pode ser muito benéfica para a saúde da mulher grávida. Os exercícios de intensidade leve e moderada, com baixo impacto, são muito eficientes para o equilíbrio da circulação periférica e devem ser realizados ao menos três vezes na semana, mas feito com cautela. “Gestantes devem ficar atentas para sinais de alerta como falta de ar persistente, tonturas, dor no peito, contrações regulares e dolorosas, sangramento ou corrimento vaginal, que devem indicar a suspensão imediata das atividades físicas e uma consulta ao ginecologista”, diz o especialista.

Outras formas de prevenção são o uso regular de meias elásticas, a alimentação saudável, evitar ganhar peso durante a gestação, caminhadas diárias e elevar as pernas algumas vezes por dia.

Já a angiologista e cirurgiã vascular Bruna Naves Vaz de Oliveira aconselha as gestantes a não se preocuparem excessivamente. “Uma grande parte [dos vasinhos e varizes] desaparece após o parto e durante os primeiros meses. O momento ideal para tratá-las é a partir do terceiro mês de amamentação”.

Fonte: Agência Brasil

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Cidades

Vacina que protege contra quatro tipos de meningite já está disponível nos 223 municípios paraibanos

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Após a ampliação do Calendário Básico de Vacinação, a rede pública passou a disponibilizar a vacina ACWY, que protege adolescentes entre 11 e 12 anos contra quatro tipos de meningite. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) chama a atenção de pais e responsáveis para colocar em dia a vacinação dos filhos nesta faixa etária. Disponível desde abril, a vacina previne contra essa doença infecciosa grave, que provoca inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e que pode ser causada por vírus ou por bactéria. 

A vacina ACWY protege contra quatro sorotipos de meningite bacteriana, que é considerada a variação mais grave da doença e pode ser fatal. Atualmente, a rede pública também oferece a vacina contra o sorotipo C, que é indicada para bebês em três doses: aos 3 e 5 meses e com reforço aos 12 meses. De acordo com a técnica do núcleo de imunização, Milena Vitorino, é importante que os pais e responsáveis pelas crianças e jovens mantenham as cadernetas de vacinação em dia. 

“Com a pandemia muitos pais estão deixando de levar as crianças aos postos por medo do coronavírus, mas é importante lembrar que há outras doenças preveníveis que ainda estão circulando. É muito importante que os adolescentes de 11 e 12 anos tomem a dose da ACWY, que é ofertada gratuitamente e protege contra quatro tipos da meningite, bem como as crianças sigam o calendário de vacinação”, frisa a técnica. 

O objetivo do Ministério da Saúde é alcançar cobertura vacinal maior ou igual a 80% do público-alvo da vacinação, que corresponde a 5.621.137 de pessoas. A vacina ACWY pode ser administrada na mesma ocasião de outras vacinas do calendário nacional de vacinação do adolescente. A SES reforça que é importante manter a caderneta de vacinação em dia para a prevenção de doenças contagiosas.

Fonte: Paraiba.pb

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