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Confira as cidades que tiveram mais chuvas nos últimos 12 dias na Paraíba

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Foto: brejo.com / Gentil Filho

Nos últimos 12 dias do mês de março as chuvas se intensificaram em quase toda a Paraíba, principalmente na região do Sertão.  Nesse período alguns municípios chegaram a acumular mais de 260 mm de chuva. Abaixo a tabela com os índices.

Município Posto Observ. (mm)
Cachoeira dos Índios Cachoeira dos Índios 261,3
Santa Teresinha Santa Teresinha 256,6
Vista Serrana Desterro de Malta 250,7
Condado Condado 249
Pombal Pombal 245,6
São Bentinho São Bentinho 244,2
Lagoa Lagoa 222,7
Mãe D`Água Mãe D`Água 221,1
Paulista Paulista 211,6
Riacho dos Cavalos Jenipapeiro dos Carreiros 208,7
Mato Grosso Mato Grosso 206,5
São Domingos São Domingos 204,6
Sousa Sousa 203,2
Bom Jesus Bom Jesus 193,2
Bernardino Batista Bernardino Batista 175
Conceição Conceição 174,9
João Pessoa DFAARA 174,3
Nazarezinho Nazarezinho 172,2
Coremas Açude Coremas 167,7
Areia de Baraúnas Areia de Baraúnas 163,5
Manaíra Manaíra 162
São Sebastião do Umbuzeiro São Sebastião do Umbuzeiro 160,6
Cacimbas Cacimbas 159,6
Pilar Pilar 159,3
Rio Tinto Rio Tinto 157,7
Brejo do Cruz Brejo do Cruz 157,2
Cajazeiras Cajazeiras 156,6
Santana dos Garrotes Santana dos Garrotes 156,5
Aparecida Aparecida 153,9
Jericó Jericó 153,8
Bonito de Santa Fé Bonito de Santa Fé 149,5
São Mamede São Mamede 149,2
Catolé do Rocha Escola Técnica 148,9
Poço de José de Moura Poço de José de Moura 147,7
Pedra Branca Pedra Branca 144,1
Emas Emas 144
Pedra Lavrada Pedra Lavrada 143,9
Nova Palmeira Nova Palmeira 139,3
Belém do Brejo do Cruz Belém do Brejo do Cruz 137
Vieirópolis Vieirópolis 136,5
Santa Cruz Santa Cruz 136,4
Marizópolis Marizópolis 135,8
Alhandra Alhandra 132,1
Bom Sucesso Bom Sucesso 131,6
Cajazeirinhas Cajazeirinhas 131,5
São José de Piranhas São José de Piranhas 131,5
Caldas Brandão Caldas Brandão 128,9
Lastro Lastro 125,2
Ouro Velho Ouro Velho 123,5
Monte Horebe Monte Horebe 120,1
São José da Lagoa Tapada São José da Lagoa Tapada 117,6
Princesa Isabel Princesa Isabel 117,2
Serra Grande Serra Grande 116,7
Soledade Soledade 115,6
Monteiro EMBRAPA 114,5
Puxinanã Puxinanã 112,3
Santa Helena Santa Helena 111,5
Agua Branca Agua Branca 108,6
Patos EMBRAPA 106,6
Uiraúna Uiraúna 105,1
Cruz do Espírito Santo Cruz do Espírito Santo 105
Mamanguape Mamanguape 104,1
Jacaraú Jacaraú 103,3
São Sebastião de Lagoa de Roça São Sebastião de Lagoa de Roça 102,6
Juru Juru 102,5
Montadas Montadas 101,4
São João do Tigre São João do Tigre 100,7
Baía da Traição Baía da Traição 98,4
São José do Sabugi São José do Sabugi 98,2
Tavares Tavares 97,2
Esperança Esperança 96,1
Curral Velho Curral Velho 94,5
Mari Mari 92,7
Várzea Várzea 89,8
João Pessoa Mares 89,8
São Domingos do Cariri São Domingos do Cariri 89,7
Boa Vista Boa Vista 89,2
Poço Dantas Poço Dantas 89,1
Parari Parari 89
Barra de Santa Rosa Barra de Santa Rosa 88,5
Santa Luzia Santa Luzia 87,8
Itaporanga Itaporanga 87
Catolé do Rocha Catolé do Rocha 84,9
Cubati Cubati 83,2
Cajazeiras Açude Lagoa do Arroz 82,6
Areia Areia 82,3
Lagoa Seca Lagoa Seca 80,8
Pocinhos Pocinhos 79,6
Aguiar Aguiar 78,8
Sossêgo Sossêgo 75,3
Campina Grande Sítio Açude de Dentro 74
Sertãozinho Sertãozinho 73,2
Zabelê Zabelê 73
Triunfo Triunfo 72,4
Borborema Borborema 71,5
Sousa São Gonçalo 70,8
Alagoinha Alagoinha 70,3
Joca Claudino Santarém 66,1
Coxixola Coxixola 65,9
Malta Malta 65,4
Mamanguape ASPLAN 62,8
Alagoa Nova Alagoa Nova 62,5
São João do Rio do Peixe Antenor Navarro 61,6
Campina Grande São José da Mata 57
Pirpirituba Pirpirituba 50,1
Juazeirinho Juazeirinho 46,9
Cuité Cuité 46,2
Sapé Sapé 46,2
Junco do Seridó Junco do Seridó 45,6
Juripiranga Juripiranga 44,5
Caraúbas Caraúbas 44
Serra Branca Serra Branca 43
São Miguel de Taipu São Miguel de Taipu 42,5
Santa Cecília Santa Cecília 42
Nova Floresta Nova Floresta 41,8
Areial Areial 41,6
Gurjão Gurjão 37,1
Camalaú Camalaú 36,6
Cabaceiras Cabaceiras 36,6
Alagoa Grande Alagoa Grande 35
Bananeiras Bananeiras 32,9
Congo Congo 32,8
Dona Inês Dona Inês 31,4
Arara Arara 30,9
Juarez Távora Juarez Távora 29,7
Araruna Araruna 29,5
Campo de Santana Tacima 29,4
São Vicente do Seridó São Vicente do Seridó 29
Serra da Raiz Serra da Raiz 28,5
Riachão do Bacamarte Riachão do Bacamarte 27,6
Ibiara Ibiara 26,6
Caiçara Caiçara 26,4
Santa Luzia Riacho do Saco 26
Passagem Passagem 23,3
Logradouro Logradouro 22,7
Belém Belém 21,1
Salgado de São Félix Salgado de São Félix 21,1
Cacimba de Dentro Cacimba de Dentro 19,4
Serraria Serraria 19,1
Caturité Caturité 18,3
Campina Grande EMBRAPA 17,6
Serra Redonda Serra Redonda 17,3
Ingá Ingá 16,1
Guarabira Guarabira 16
Matinhas Matinhas 12,3
Mataraca Mataraca 12,2
Pilões Pilões 11
Cuitegi Cuitegi 10,8
Solânea Solânea 9,6
Fagundes Fagundes 9,2
São Vicente do Seridó Seridó 9,1
São José do Brejo do Cruz São José do Brejo do Cruz 8,5
Araçagi Araçagi 8,2
Itabaiana Itabaiana 6,5
Monteiro INMET 6
Algodão de Jandaíra Algodão de Jandaíra 5,5
Riachão Riachão 4,6
Riacho de Santo Antônio Riacho de Santo Antônio 4
Remígio Remígio 1,9

Fonte: Aesa via ParaibaOnline

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Decisão considera inconstitucional leitura bíblica obrigatória na Câmara de JP; Padre critica

A leitura de trechos da Bíblica no início das sessões da Câmara Municipal de João Pessoa foi julgada inconstitucional pelo Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba.

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Foto: Joaopessoa.pb.leg.br

A leitura obrigatória de trechos da Bíblia no início das sessões da Câmara Municipal de João Pessoa foi julgada inconstitucional pelo Pleno do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), em decisão divulgada na segunda-feira (26). A Justiça entendeu que a leitura obrigatória da Bíblia viola princípios constitucionais como, por exemplo, Estado laico e liberdade religiosa.

Segundo o relator do processo, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho, ao instituir a leitura bíblica nas sessões, o regimento da Câmara Municipal de João Pessoa privilegia denominações religiosas cristãs em detrimento de outras formas de existência religiosa, “o que evidencia uma violação frontal ao texto constitucional”.

“Quem é que vem primeiro: o homem ou o Estado? O Direito surge da prática natural do homem, e qual é a grande prática natural hoje do homem cristão nas Américas em que a gente vive? É a prática religiosa; é o pluralismo religioso, mas se manifesta de forma preponderante a prática cristã. E qual é o mal que causa a leitura da Bíblia em qualquer lugar do mundo?”, indagou padre Francivaldo Albuquerque.

No seu voto, desembargador Oswaldo Trigueiro do Valle Filho justificou que “há de se reconhecer a clara violação ao artigo 19, I da Constituição Federal, uma vez que, privilegiando o cristianismo, o regramento promove, de forma latente, uma modalidade de proselitismo religioso, uma vez que não se abre a outras concepções religiosas para além do cristianismo”.

Padre Francivaldo, por sua vez, argumenta que a Constituição Federal brasileira segue a ‘logística’ do Evangelho cristão. “O Estado é laico, mas a Constituição brasileira não segue os princípios cristãos e toda a logística do Evangelho? É claro que segue. Então essa atitude eu acho totalmente desprovida de um princípio cristão”.

O sacerdote é graduado em Filosofia e Teologia, tendo passado pelos seminários Nossa Senhora da Assunção, em Cajazeiras, Nossa Senhora da Assunção, em Maceió, e São Pedro, em Natal, concluindo tudo no Instituto Jesus Missionário dos Pobres, coordenado pelo Monsenhor Gervásio Fernandes, em Cajazeiras. (Coisas de Cajazeiras).

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Cidades

Municípios do Semiárido têm até o dia 30 para responder pesquisa do TCE-PB sobre ações ao combate à desertificação

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O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) alerta para que municípios inseridos na Região do Semiárido, respondam, por meio de aplicação de questionário eletrônico, pesquisa  para um diagnóstico sobre questões relacionadas a meio ambiente, agricultura familiar, tecnologias sociais hídricas e desenvolvimento rural sustentável. O prazo vai  até o dia 30 de setembro de 2022.

A ação faz parte da Auditoria Operacional Coordenada  em Políticas de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, na região Nordeste, coordenada pelo TCE da Paraíba. Os estados participantes são: Paraíba, Ceará, Pernambuco, Sergipe e Rio Grande do Norte. 

Na Paraíba, 188 municípios devem responder a consulta. As informações fornecidas ao Tribunal de Contas, pelas prefeituras, servirão para oferecer um panorama no nível municipal de ações relacionadas ao combate à desertificação. Na Região do Nordeste, 660 municípios responderão a pesquisa eletrônica elaborada pelos Tribunais.   

A Matriz de Planejamento desta Auditoria foi aprovada no dia 19 de agosto, em um encontro com os estados participantes da fiscalização, por meio de Painel de Referência  para proceder  à coleta das informações requeridas pelas questões de Auditoria. 

PRAZO – O formulário será enviado para os e-mails dos gestores municipais, cadastrados no Sistema Tramita, devendo ser preenchido até o dia 30 de setembro de 2022 e neles constam questões relacionadas a meio ambiente, agricultura familiar, tecnologias sociais hídricas, desenvolvimento rural sustentável, considerando-se ainda a governança existente para diversas ações.

O objetivo da Auditoria Operacional Coordenada é verificar como está o andamento das políticas públicas de Combate à Desertificação e Mitigação dos efeitos da seca. Como também de outras Políticas Públicas transversais referentes à região do Semiárido e ao Bioma Caatinga, à luz da  Lei nº 13.153/2015.

Eventuais dúvidas poderão ser encaminhadas ao Grupo de Auditoria Operacional da Diretoria de Auditoria e Fiscalização (GAOP/DIAFI), para o endereço de e-mail [email protected]

Coordenam a Auditoria Operacional os auditores do controle externo do Departamento de Auditoria e Fiscalização (Diafi), do TCE-PB, Adriana Rego, Lúcia Patrício e Júlio Uchoa Cavalcanti.

A fiscalização tem o apoio do Núcleo de Supervisão de Auditorias do Tribunal de Contas da União (TCU) e faz parte do plano de trabalho para 2022 da Rede Integrar, composta pelos Tribunais de Contas brasileiros para avaliação de políticas públicas descentralizadas.

Ascom/TCE-PB

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Brejo/Agreste

Belém é a primeira a receber a Rota Cultural RAÍZES DO BREJO em sua quarta edição

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Imagem: reprodução

Belém abriu a Rota Cultural Raízes do Brejo e foi a primeira de 10 cidades a receber o evento, o qual já está em sua quarta edição. Dos dias 23 a 25 de setembro, Belém apresenta sua fé, arte, cultura e gastronomia aos visitantes esperados nesses três dias e reafirma sua identidade aos belenenses que também participarão ativamente das atividades preparadas para a Rota.

A solenidade de abertura marca oficialmente o início do Raízes do Brejo em Belém na edição de 2022. A partir das 19h, a solenidade de abertura aconteceu na Praça 6 de Setembro com apresentação cultural e feirinha de gastronomia local e artesanato.


Destacando a integração das cidades incluídas na Rota, a secretária de cultura de Belém, Márcia Regina, pontuou a riqueza de cada uma delas e falou da proposta de Belém para o Raízes do Brejo. “Toda ação integrada requer diversidade e Belém, casa do pão, se destaca pelas diversas manifestações da cultura popular. Trouxemos para a abertura, a apresentação cultural com a temática “feira”, utilizando de personagens de clássicos infantis e de suas características para fazer alusão ao dia-a-dia da feira, aos produtos vendidos e ao ambiente de simplicidade e variedade”, contou.

Ainda, a secretária destacou pontos importantes de Belém e reforça o convite para o Raízes do Brejo. “Belém é conhecida por sua feira forte, terra de empreendedor, temos uma vida noturna ativa e com diversidade gastronômica e o convite está feito para que venham conhecer Belém e entender um pouco mais da nossa história”, concluiu. 

A visita ao engenho da cachaça D’dil com a experiência de observar como é produzida a cachaça e passeio ciclístico na Fazenda Gameleira são atividades da programação que pode ser acessada completa no site oficial do Brejo paraibano, www.brejoparaibano.com.br. 

Ao visitar a cidade, o turista pode aproveitar para conhecer alguns outros pontos, como: o Parque São Luís, principalmente se trouxer crianças que irão ficar encantadas com o colorido do local. A Pedra do Cruzeiro de aproximadamente 240 metros de altura que dá visão panorâmica de Belém atraindo quem gosta de fazer trilhas, observar a cidade de outros ângulos e ainda é local para esportes de aventura como o rapel.

Saiba mais sobre Belém acessando www.brejoparaibano.com.br/cidades/belem/ e programe-se para participar de mais uma Rota Cultural, um produto idealizado, formatado e organizado pelo Fórum de Turismo Sustentável do Brejo Paraibano.

Datas da Rota Cultural Raízes do Brejo 

Belém – 23 a 25 de setembro

Alagoinha – 7 a 9 de outubro

Duas Estradas – 14 a 16 de outubro

Lagoa de Dentro – 21 a 23 de outubro

Serra da Raiz – 4 a 6 de novembro

Borborema – 11 a 13 de novembro

Dona Inês – 18 a 20 de novembro

Guarabira – 25 a 27 de novembro

Pirpirituba – 2 a 4 de dezembro

Pilõezinhos – 9 a 11 de dezembro

Brejo Paraibano

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