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Saúde

DIA DO BEIJO: Especialista afirma que beijo alivia o estresse e queima calorias

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Beijo no rosto, na testa, na mão, na boca. O beijo é dito como uma demonstração de carinho ou como uma forma de cumprimento a alguém. O gesto é tão festejado que ganhou um dia só para ele: 13 de abril. Com um único beijo é possível movimentar 30 músculos da face e ainda aliviar o estresse, é o que afirma o dentista especialista em endodontia e harmonização orofacial do Hapvida em João Pessoa, Júnior Dantas.

“Essa sensação de relaxamento após o beijo não é coisa que simplesmente brota na cabeça das pessoas. Um estudo de 2009 mediu os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, em pares de estudantes universitários ‘beijoqueiros’. Tanto homens quanto mulheres comprovaram um declínio no cortisol, sinal de relaxamento que foi muito maior do que aqueles casais que passam mais tempo de mãos dadas do que de lábios colados”, relata o especialista.

Porém, Júnior Dantas faz um alerta para que o ato de beijar seja, de fato, agradável tanto a quem concede quando para quem o recebe. “Para ter uma boca preparada para um beijo é fundamental cuidar da higiene oral, ou seja, da saúde dos dentes e gengivas. Assim, não terá de se preocupar com mau hálito ou se há algo entre os dentes”, explica.

A garantia de um beijo agradável e, ao mesmo tempo, saudável é possível por meio da visita regular ao dentista, o que possibilita um check-up dentário. “Cada visita abrange vários procedimentos como por exemplo: limpeza dos dentes, instruções de higiene oral, reparação ou prevenção de dentes cariados, deteção de cancros orais, branqueamento de dentes, entre outros. As visitas regulares ao dentista são, sem dúvida, um complemento muito importante para a manutenção de uma boca estética e saudável”, recomenda.

Se por um lado o beijo promove relaxamento, por outro, ele ainda é capaz de promover a queima de calorias. “Não que o beijo seja o equivalente a meia hora de exercício aeróbico em uma academia, mas o beijo é capaz de queimar de duas a seis calorias por minuto, de acordo com pesquisas já realizadas”, garante Júnior Dantas.

O beijo que é conhecido por muitos como “beijo molhado” é bom para a higiene bucal. “Esse é o tipo de beijo que estimula a produção de saliva, que pode limpar as bactérias nocivas presentes na boca e ainda reduzir o acúmulo de placas bacterianas”, afirma o dentista que ainda alerta: “Apesar de todo prazer que é vivenciado em um único beijo os envolvidos precisam estar atentos e conhecer melhor as pessoas antes de se relacionar, mesmo que isso não proporcione garantias, pode reduzir as chances de contágio de algumas doenças do trato bucal”, conclui.

Assessoria

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Saúde

Saúde abre consulta pública para definir serviços da atenção primária

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Wilson Dias/Agência Brasil

O Ministério da Saúde abriu nesta segunda-feira (19) consulta pública para definir os serviços essenciais que devem ser ofertados em todas as unidades de Saúde da Família (USF) que compõem a Atenção Primária à Saúde (APS). Segundo o ministério, neste nível de atendimento, é possível resolver até 80% dos problemas de saúde, sem a necessidade de intervenção na emergência de Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) ou de hospitais.

Profissionais de saúde, gestores, entidades médicas e demais cidadãos podem enviar contribuições à proposta apresentada. Para o secretário de Atenção Primária à Saúde, Erno Harzheim, a definição do conjunto de serviços traz transparência e é uma “potente ferramenta para que as pessoas possam fiscalizar, avaliar e qualificar a atenção primária brasileira.”

Segundo o ministério, a falta de informações sobre quais são os serviços disponíveis em cada unidade dificulta o acesso do cidadão ao cuidado preventivo. Como não existe uma lista dos serviços essenciais, fica a critério do gestor e dos profissionais organizar o trabalho das equipes e a lista de serviços que a unidade oferta.

A proposta foi construída com base na revisão das carteiras de serviços oferecidos em seis capitais brasileiras (Rio de Janeiro, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte e Natal).  As contribuições podem ser feitas no formulário disponível na internet.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Prevenção ao uso de drogas por gestantes recebe reforço financeiro

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Foto: Ilustração

O Ministério da Cidadania recebeu R$ 6,2 milhões em recursos para reforçar o projeto Hera. A verba servirá para capacitar 10,4 mil profissionais na prevenção ao uso de álcool, tabaco e outras drogas por gestantes, lactantes e mães de crianças na primeira infância, que vai até os três anos de vida.

Os recursos têm como origem o Fundo de Defesa de Direitos Difusos, que são fruto de condenações judiciais, indenizações e multas aplicadas em ações do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Com a ajuda de trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (Suas), do Sistema Único de Saúde (SUS) e do Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas (Sisnad), o ministério pretende dar às gestantes orientações técnicas visando a promoção da saúde, o fortalecimento de vínculos familiares e a proteção e conscientização sobre os riscos que tais substâncias podem causar.

Por meio de nota, a Secretaria Nacional de Cuidados e Prevenção ao Uso de Drogas do Ministério da Cidadania informou que os recursos serão fundamentais para levar este tipo de informação para um público por vezes esquecido nas campanhas de prevenção.

“Temos que ter um cuidado grande com essa população, já que as drogas que forem utilizadas pelas mães durante a gestação e o período de amamentação acabam atingindo diretamente o feto e a criança. E, dessa forma, afeta o seu sistema nervoso central, em especial o seu cérebro que está em formação”, disse, na nota, o secretário da pasta, Quirino Cordeiro.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Ministério distribui mais de 16 milhões de doses da tríplice viral

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Foto: Divulgação/Agência Brasil

Mais de 16 milhões de doses da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, foram enviadas pelo Ministério da Saúde para todo o país. Desse total, 6,5 milhões foram destinadas aos municípios paulistas, pois o estado concentra quase 100% dos casos de sarampo registrados nos últimos 90 dias, segundo dados do órgão. Foram 1.220 ocorrências em São Paulo, quatro no Rio de Janeiro, uma na Bahia e uma no Paraná. O coeficiente de incidência da doença foi de 0,58 por 100 mil habitantes.

As vacinas enviadas atendem à imunização de rotina prevista no Calendário Nacional de Vacinação e às situações de surto de sarampo. Rio Janeiro, Bahia e Paraná receberam, juntos, 8,2 milhões de doses.

O ministério destaca que a vacina é o principal meio de prevenção de sarampo, caxumba e rubéola. O Brasil não registrava casos autóctones (adquiridos no país) de sarampo desde o ano 2000. Entre 2013 e 2015, ocorreram dois surtos da doença a partir de casos importados, nos estados do Ceará e Pernambuco, com 1.310 casos. Os surtos foram controlados com medidas de bloqueio vacinal.

Campanhas adicionais

Até o momento, considerando o atual cenário epidemiológico do sarampo, não está prevista a realização de campanhas adicionais de vacinação contra a doença. Elas estão sendo feitas nas áreas onde há circulação do vírus atualmente.

“Ressalta-se, no entanto, que mesmo em situações de surto, a vacinação de rotina está mantida na rede de serviço do SUS [Sistema Único de Saúde], conforme as indicações do Calendário Nacional de Vacinação e que os serviços de vacinação são estimulados a buscar a sua população não vacinada para a devida atualização”, informou o órgão em nota.

Atualmente, 53 cidades em quatro estados brasileiros – São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná – se mantém com surto ativo. Veja abaixo a lista dos municípios.

Orientações

No dia 6 de agosto, o Ministério da Saúde divulgou um alerta para pais, mães e responsáveis que vão viajar com os filhos de seis meses a menores de um ano de idade para os municípios em situação de surto ativo do sarampo no país. A recomendação é que essas crianças sejam vacinadas com a tríplice viral pelo menos 15 dias antes da viagem. Além de proteger a criança, a medida contribui para interromper a cadeia de transmissão do vírus do sarampo no país.

Esta dose, chamada de “zero”, não substitui as etapas do calendário nacional de vacinação da criança. Além dessa dose, que não é considerada válida para fins de calendário, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ª dose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela.

A tríplice viral está disponível nos mais de 37 mil postos de vacinação em todo o Brasil pelo SUS.

Da Agência Brasil

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