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Saúde

Governo suspende a venda de 51 planos de saúde no Brasil

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Agência Nacional de Saúde divulgou a lista na manhã desta sexta-feira (7).

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) determinou, nesta sexta-feira (7), a suspensão temporária da venda de 51 planos de saúde de 11 operadoras, devido à reclamação recebida de consumidores. A suspensão começa a valer a partir de 14 de junho de 2019.

Atualmente, os planos atingidos atendem cerca de 600 mil beneficiários, que terão a assistência regular garantida, segundo informou a agência por meio de nota.

De acordo com a ANS, os 51 planos de saúde “não poderão ser vendidos ou receber novos clientes em todo o país”. A medida é resultado do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, que acompanha o desempenho do setor e atua na proteção dos beneficiários.

A ANS, no entanto, liberou a comercialização de 27 planos de saúde de 10 operadoras que tinham sido suspensos em ciclos anteriores. Esses planos liberados, paralelamente à suspensão, podem voltar a ser vendidos a novos clientes a partir de 14 de junho de 2019.

Ainda segundo a agência, os planos suspensos só podem voltar a comercializar quando as melhorias necessárias para o atendimento dos consumidores forem comprovadas.

“Ao proibir temporariamente a comercialização dos planos que estão sendo alvo de reclamações, a ANS obriga as operadoras se esforçarem para garantir o acesso do beneficiário aos serviços que foram contratados. Somente com a adequação do atendimento, as operadoras poderão receber novos clientes”, explica o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos, Rogério Scarabel.

Fonte: R7

Ciência

Fiocruz aponta efeito promissor de remédio usado contra Aids

O estudo realizado in vitro constatou que o medicamento atazanavir é capaz de inibir a replicação do novo coronavírus.

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Um remédio usado comumente no tratamento da Aids e fabricado em larga escala no Brasil tem um efeito promissor no combate à covid-19 – superior mesmo ao da cloroquina, considerada eficaz pelos governos de Donald Trump, nos EUA, e de Jair Bolsonaro, em teste em vários países. É o que mostra uma pesquisa da Fiocruz.

O estudo realizado in vitro constatou que o medicamento atazanavir é capaz de inibir a replicação do novo coronavírus, além de reduzir a produção de proteínas que estão ligadas ao processo inflamatório nos pulmões e, portanto, ao agravamento do quadro clínico da doença. Os especialistas também investigaram o uso combinado do atazanavir com o ritonavir, outro medicamento utilizado para combater o HIV.


O estudo foi publicado no domingo, 05, na plataforma internacional BiorXiv, em formato de pré-print, seguindo a tendência dos estudos feitos em meio a emergência sanitária. Como se trata de uma substancia usada há muito tempo em segurança, o remédio pode ser testado imediatamente em seres humanos.

“A análise de fármacos já aprovados para outros usos é a estratégia mais rápida que a ciência pode fornecer para ajudar no combate à covid-19, juntamente com a adoção dos protocolos de distanciamento social já em curso”, aponta o virologista Thiago Moreno, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz), principal autor do estudo.

Considerando que trabalhos científicos anteriores já haviam apontado os inibidores de protease (substancias que inibem a replicação viral) em geral como substancias promissoras na busca de medicamentos para o novo coronavírus, os pesquisadores voltaram seus olhos para o potencial de uso do atazanavir em particular.

Além de inibir a replicação viral, ele também apresenta ação no trato respiratório, o que chamou a atenção dos cientistas na fase de seleção das substâncias a serem investigadas.

Os pesquisadores realizaram três tipos de análises: observaram a interação molecular do atazanavir com o vírus SARS-CoV-2, realizaram experimentos com esta enzima e testaram o medicamento in vitro, em células infectadas. Também foram realizados experimentos comparativos com a cloroquina, que vem sendo incluída em diversos estudos clínicos mundialmente. Neste caso os resultados obtidos apenas com o atazanavir e em associação com o ritonavir foram melhores que os observados com a cloroquina.

“Não se trata de uma competição; quanto mais substancias promissoras, melhor”, frisou Moreno. “Se a cloroquina fosse 100% eficaz, não teríamos mais nenhuma morte por covid-19. Mesmo que ela seja aprovada como tratamento padrão, muita gente não poderá usá-la, devido aos efeitos colaterais, então é sempre positivo termos alternativas.”

A pesquisa, coordenada pelo CDTS/Fiocruz, envolve também cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) – incluindo os Laboratórios de Vírus Respiratórios e do Sarampo, de Imunofarmacologia, de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas, e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), além do Instituto DOr de Pesquisa e Ensino e da Universidade Iguaçu.

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Saúde

Brasil tem 12.056 casos positivos de coronavírus e 553 óbitos

Atualização foi feita na plataforma do governo na tarde desta segunda-feira (06/04). Taxa de mortalidade é de 4,6%

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O Ministério da Saúde atualizou, na tarde desta segunda-feira (06/04), a plataforma on-line de acompanhamento dos casos de coronavírus no Brasil. No momento, o país tem 12.056 casos confirmados e 553 óbitos decorrentes da Covid-19. A taxa de mortalidade é de 4,6%.

São Paulo continua sendo o estado com maior número de casos confirmados: são 4.866. Rio de Janeiro (1.461), Ceará (1.013), Distrito Federal (473) e Amazonas (532) também aparecem com grande. Nesta segunda, pesquisa da Rede CoVida previu que a primeira unidade da Federação a atingir o pico da pandemia no Brasil será o Ceará: a pior data deve ser 25 de abril.

Apesar do grande número de casos, o ministério estima que apenas 14% dos infectados são diagnosticados, uma vez que, por enquanto, os testes estão sendo feitos majoritariamente em pacientes internados. Outra justificativa seria a de que cerca de 85% dos contaminados apresentam sintomas leves.

Metrópoles

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Saúde

Evolução do coronavírus é mais controlada no Brasil, diz pesquisa

Análise de estudiosos da PUC-RJ e da Fiocruz sugere que a curva de contágio está mais controlado no país por causa do isolamento social.

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As medidas de distanciamento social adotadas pelos estados estão tendo resultado positivo para a contenção do novo coronavírus, é o que indica um estudo realizado pelo Núcleo de Operações e Inteligência e Saúde (Nois) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A pesquisa avaliou a progressão dos casos de Covid-19 confirmados entre 21 e 30 de março e comparou com a evolução da epidemia em países onde há maior número de registros da doença, como Estados Unidos, Itália, Espanha, Alemanha, França, Irã, China e Coreia de Sul.

“Caso estas ações sejam efetivas, a curva de casos acumulados por dia no Brasil, e nos estados que as adotaram, pode apresentar diminuição na taxa de crescimento, o que também influencia nas novas projeções”, afirma a nota técnica divulgada pelos pesquisadores.

No entanto, os números positivos também podem estar relacionados à subnotificação dos registros da doença. Os estudiosos lembram que, em estados como São Paulo, as notificações por meio do Sistema de Agravo de Notificação (Sinan) passaram a conter apenas casos graves informados pelos hospitais de referência e não mais os quadros de sintomas leves e medianos.

Além disso, mais de 10 mil exames estão com atraso no Instituto Adolfo Lutz de São Paulo e todos os casos suspeitos de profissionais de saúde passaram a ser reportados diretamente ao Ministério de Saúde.

Metrópole

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