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Paraíba

Nesta terça-feira na Paraíba Eclipse parcial da Lua poderá ser visto

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Um novo eclipse parcial da Lua poderá ser visto no início da noite desta terça-feira (16) em todo o estado da Paraíba.

o Brasil poderá ver um eclipse lunar parcial – quando Sol, Terra e Lua se alinham e nosso planeta faz sombra sobre o satélite. O fenômeno será parecido com o que o Brasil conseguiu ver em janeiro deste ano.
O fenômeno completo terá duração de cinco horas e 33 minutos. A fase da umbra – quando a sombra do Sol começa a ser observada na Lua – terá início às 17h01 (horário de Brasília) e durará duas horas e 51 minutos.

O eclipse lunar é um fenômeno astronômico que ocorre quando a Lua é ocultada totalmente ou parcialmente pela sombra da Terra. Ele ocorre quando há um alinhamento do Sol, Terra e Lua.

Diferente de um eclipse solar total – quando o que é “escondido” é o Sol – a observação da versão lunar não exige um óculos de proteção. A visão da Lua é a olho nu.
Este é o último eclipse lunar do ano. O próximo eclipse lunar total visível no Brasil será apenas em maio de 2022.

Este eclipse será parcial porque o alinhamento entre Sol, Terra e Lua não será perfeito e com isso, a Lua não será totalmente encoberta pela sombra da Terra. Na fase máxima do eclipse, a Lua estará 65% encoberta. Este será o último eclipse de 2019. O próximo ocorrerá apenas na madrugada de 19 de novembro de 2021 e também será parcial.
Eclipse Lunar

Um eclipse lunar ocorre quando a Lua é ocultada totalmente ou parcialmente pela sombra da Terra. Para isso, é preciso ocorrer um alinhamento entre Sol, Terra e Lua, estando a Terra entre os outros dois. Devido à inclinação do plano orbital da Lua em relação ao da Terra, os eclipses são pouco frequentes, pois só ocorrem quando a Lua cruza o plano orbital da Terra em alinhamento com o Sol.
As fases do eclipse (para João Pessoa)

Na Paraíba, um evento para contemplação do fenômeno, promovido pela Associação Paraibana de Astronomia (APA), acontece a partir das 17h na praça de alimentação do Mag Shopping, em João Pessoa. Evento é gratuito e aberto para todas as idades.

Fonte: PB Agora

Cidades

MPF recomenda que Coren/PB não exija pagamento de anuidade em atraso como condição para cancelamento de registro profissional

Constituição estabelece que ninguém pode ser compelido a associar-se ou a permanecer associado

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O Ministério Público Federal (MPF) recomenda ao Conselho Regional de Enfermagem da Paraíba (Coren/PB) que se abstenha de exigir, como condição para cancelamento ou suspensão do registro de seus profissionais, o adimplemento de anuidades em atraso.

Segundo o MPF, há desencontro nas informações prestadas pelo Coren/PB aos profissionais inscritos em seu quadro, razão pela qual é necessária a adequação da conduta da autarquia, a fim de resguardar os seus inscritos das consequências das negativas de cancelamento de inscrições pelo fato de estarem inadimplentes quanto à anuidade, o que pode configurar vedado meio indireto de cobrança de tributo e, portanto, verdadeira sanção política aplicada pelo conselho de classe.

Ainda de acordo com o Ministério Público Federal, ao negar o cancelamento da inscrição, condicionando-a ao pagamento de débitos em atraso à míngua de disposição normativa específica, a autarquia viola o disposto no artigo 5º da Constituição Federal, que estabelece que ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado.

O MPF pede que o conselho dê ampla publicidade ao conteúdo da recomendação, disponibilizando sua íntegra no site da internet, pelo prazo de 90 dias; que comprove que informou aos seus servidores e funcionários, notadamente aos que atuam no atendimento ao público, sobre a dispensa do pagamento de anuidades em atraso como condição para cancelamento ou suspensão da inscrição; e que realize postagem em todas as suas redes sociais oficiais sobre a dispensa.

O inquérito civil em curso no MPF em Guarabira (PB) foi motivado após representações dando conta que, ao tentarem dar baixa nas inscrições no Coren, profissionais foram informados de que deveriam antes adimplir as anuidades atrasadas. Ao passo que não autorizam os cancelamentos das inscrições, continuam a ser cobradas as anuidades do conselho de classe, fazendo com que as dívidas aumentem a cada ano.

A presidente do Coren/PB tem dez dias para informar se acatará ou não a recomendação do MPF. O descumprimento poderá ensejar adoção de medidas administrativas e ações judiciais.

Íntegra da recomendação

Assessoria de Comunicação

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Paraíba

Operação combate mais de 100 fogueiras no São João da PB e novas ações serão realizadas no São Pedro

Nos dois dias de operação, foram recolhidas 67 fogueiras antes de serem acesas e outras 35 foram apagadas.

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A Operação São João Sem Fogueiras combateu 102 fogueiras durante as atividades realizadas na terça e quarta-feira (24), em todo o Estado, com a atuação conjunta do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA) e Corpo de Bombeiros Militar. O objetivo foi evitar os prejuízos à saúde da população que são causados pela fumaça das fogueiras, principalmente para as pessoas que têm doenças respiratórias e são do grupo de risco da COVID-19.

Quem foi flagrado com fogueira, recebeu a orientação sobre a proibição imposta pela lei estadual nº 11.711. Apenas três multas tiveram que ser aplicadas, cada uma no valor de 517 reais.  Nos dois dias de operação, foram recolhidas 67 fogueiras antes de serem acesas e outras 35 foram apagadas. 

O comandante do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb), tenente-coronel Melquisedec Lima, lembrou que a proibição não valeu apenas para o São João, mas é para todo o período da pandemia e que já há um planejamento para novas atividades no São Pedro, na Paraíba. “Com o resultado final da operação no São João, faremos uma avaliação com a experiência deste período e já fecharemos o planejamento para o São Pedro”, destacou.

Efeitos da operação – Além da prevenção aos problemas causados pela fumaça das fogueiras, a operação contribuiu para a redução de 75% do número de pacientes vítimas de queimaduras que deram entrada nos Hospitais de Emergência e Traumas de João Pessoa e Campina Grande, este ano. Foram 17 casos a menos em Campina Grande (5 no São João deste ano contra 22 do ano passado) e 13 casos a menos na capital (5 no São João deste ano contra 18 do ano passado). Os dados são das assessorias das duas unidades hospitalares.

Assessoria/PMPB

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Cidades

Paraíba registra quase 40 mil casos de coronavírus e 828 mortes

Confira os dados epidemiológicos da Paraíba, desta quarta-feira, 24

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Nesta quarta-feira (24), a Paraíba registrou 913 novos casos de Covid-19 e 21 óbitos confirmados desde a última atualização, dois deles ocorridos nas últimas 24 horas. São 39.912 pessoas que já contraíram a doença, 11.687 que já se recuperaram e 828 que faleceram. Até o momento, 115.367 testes para diagnóstico de infecção pelo novo coronavírus já foram realizados.

Resumo | Últimas 24h na Paraíba

  • Confirmados: 39.912 (eram: 38.999)
  • Descartados: 34.924 (eram: 34.140)
  • Cidades atingidas: 216 (estável)

Dentre os casos confirmados:

  • Recuperados: 11.687 (eram: 11.287)
  • Isolados em casa: 26.917 (eram: 26.405)
  • Internados: 480 (eram: 500)
  • Mortos: 828 (eram: 807)

Ocupação de leitos

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 64%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 69%. Em Campina Grande, estão ocupados 70% dos leitos de UTI adulto e, no Sertão, 51% dos leitos de UTI para adultos. Em números absolutos, 480 pessoas estão internadas, sendo 257 em enfermarias e 223 em UTIs. Os dados epidemiológicos e de ocupação de leitos estão disponíveis neste link.

Mortes

Das 21 mortes registradas nesta quarta-feira, cinco ocorreram nas últimas 48h. As idades das vítimas variam de 30 a 96 anos, sendo sete mulheres e 14 homens. Desses, cinco não tinham informações sobre comorbidades.

Cidades atingidas

O índice de isolamento social foi de apenas 35,6%, considerado baixo em relação à meta de 70% e à mínima de 50%. Os casos confirmados estão distribuídos por 216 dos 223 municípios paraibanos.

Clique AQUI e veja os gráficos.

Do Portal Correio

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