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Política

Ex-governador Roberto Paulino convida João Azevedo para o MDB

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Vice-presidente estadual do MDB também admitiu uma possível aliança em Guarabira, nas eleições de 2020, com os socialistas.

Ao que parece há uma cadeira vaga para o governador João Azevedo no MDB. Nessa segunda (09) Roberto Paulino, vice-presidente estadual do MDB, afirmou que pode sim compor uma aliança com o atual socialista.
Roberto também admitiu uma possível aliança em Guarabira, nas eleições de 2020, com os socialistas. A declaração foi repercutida no programa de Rádio “Arapuan Verdade”.
Roberto Paulino revelou ter conversado com o Azevedo durante visita feita pelo deputado Raniery na Granja Santana (residência oficial do governador no estado).
Questionado se o governador teria espaço para entrar no MDB em caso de rompimento com o ex-governador Ricardo Coutinho, Paulino foi enfático: “O governador não ficará desamparado. Se depender de mim, ele é bem-vindo. De minha parte, o MDB recebe ele [João] de braços abertos”, destacou.
Paulino comentou sobre o respeito e a boa relação que o deputado Raniery tem com o ex-governador João Azevedo. “Raniery tem respeito a João, que é um homem educado e sabe dialogar”, disse Roberto, acrescentando que se for para o bem da cidade de Guarabira seu grupo político pode conversar sobre uma eventual aliança com o PSB.
 
Do Polêmica PB  via FatoaFato

Cidades

Cerca de 32% das mulheres vítimas de violência não denunciam agressor pela dependência financeira

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Aproximadamente 32% das mulheres em situação de violência doméstica não denunciam os agressores porque dependem financeiramente deles. A deputada estadual e presidente da Comissão dos Direitos da Mulher Camila Toscano (PSDB), afirma que o empreendedorismo é um mecanismo fundamental para tirar a mulher do ciclo de violência.

Nesta terça-feira (19), Dia do Empreendedorismo Feminino, a parlamentar informou que apresentou uma emenda à Lei Orçamentária Anual (LOA) destinando R$ 200 mil para a Secretaria Estadual da Mulher. Esse montante deverá ser utilizado para investir em capacitação das mulheres.

Os dados são da pesquisa Data Senado e também revelam que um dos maiores fatores de risco à mulher em situação de violência é a conduta do agressor em impedir o trabalho e estudo. “O homem se acha dono da mulher e como propriedade sua, ela só pode fazer aquilo que ele acha correto. A dependência financeira, não ter como se sustentar ou sustentar os filhos, faz com que a mulher permaneça nesse ambiente de agressão”, destacou.

A deputada defendeu o empreendedorismo como instrumento de rompimento do ciclo de violência, uma vez que, por meio da independência financeira, as vítimas podem encontrar mais um suporte para denunciar os agressores.

Camila vem debatendo nacionalmente políticas públicas para o enfrentamento da violência contra a mulher. Ela integra a União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale) e comandou mesas de debate,que resultaram numa série de propostas que serão transformadas em leis.

“É possibilitando que as mulheres vítimas de violência doméstica sejam financeiramente independentes que elas sairão do ciclo da violência. Muitas se mantêm vulneráveis por dependerem economicamente dos agressores, o empreendedorismo pode ser uma nova chance para elas”, explicou a parlamentar.

Assessoria

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Cidades

Deputado solicita ao DER-PB medidas para recuperação da estrada que liga os municípios de Gurinhém, Mulungu e Alagoinha

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O deputado estadual Raniery Paulino, encaminhou ao Diretor Presidente do Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB), Carlos Pereira de Carvalho e Silva, um requerimento com intuito de adotar medidas para recuperação da estrada que liga os municípios de Gurinhém, Mulungu e Alagoinha (PB-063).

Procurado por motoristas que utilizam a PB-063 que liga os municípios de Gurinhém a Mulungu e de Mulungu a Alagoinha, o parlamentar, solicitou ao órgão responsável, os reparos urgentes, de manutenção da rodovia. De acordo com os usuários daquela rodovia, todos os dias são inúmeros os carros quebrados e os acidentes em razão dos buracos no asfalto. As condições para se transitar são péssimas.

” É Lamentavelmente, isso atrasa o desenvolvimento local. É inadiável a adoção de medidas pelo Governo do Estado, já que é de sua competência promover a devida segurança no trânsito e mais dignidade para a população. A restauração da PB-063 é uma necessidade evidente, urgente, dos moradores desses municípios” disse, Raniery.

Assessoria

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Cidades

CPI do Feminicídio discute políticas de proteção às mulheres com gestores estaduais

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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Feminicídio da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou sessão pública para dar prosseguimentos às oitivas. O encontro desta terça-feira (12), contou com a participação de gestores estaduais que trabalham com a Política de Proteção às Mulheres, além de discutir avanços e desafios de investigação nos casos de violência contra a mulher.

A presidente da CPI, deputada Cida Ramos (PSB) destacou o papel do Poder Público na construção e consolidação de uma política de enfrentamento ao ciclo de violência contra às mulheres. “Essa oitiva é fundamental, pois estamos dando continuidade a um trabalho já inicializado desde os primeiros dias de gestão da CPI do Feminicídio. Um dos nossos principais objetivos é possibilitar a formulação de políticas públicas destinadas ao enfrentamento da violência contra às mulheres. Precisamos ampliar a discussão de gênero, que é nada mais do que construir uma cultura de paz e de igualdade. É nosso papel fortalecer as políticas de proteção às mulheres, em um trabalho integrado entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Para enfrentar esse grave problema social é preciso estimular múltiplas ações no que diz respeito a prevenção, assistência, repressão e participação social”, disse.

A secretária da Mulher e Diversidade Humana, Gilberta Santos Soares, ressaltou a importância de um trabalho institucional na implantação de diretrizes para o enfrentamento ao feminicídio. “Nós temos uma gama de serviços e ações que se dedicam à proteção das nossas mulheres. Instituímos, por exemplo, o Conselho Estadual da Mulher, que está ativo e em pleno funcionamento, com representações diversas de mulheres. Discutimos também com diversos órgãos estaduais e judiciário ações conjunta de enfrentamento à violência contra a mulher, a partir de diversos espaços de articulação e construção coletiva. Em 2019, demos um grande salto com a implantação da Patrulha Maria da Penha, que já contabilizou 1.020 atendimentos. Ou seja, cada vez mais mulheres estão rompendo com o ciclo de violência”, atestou.

Já a secretária do Desenvolvimento Humano, Gilvaneide Nunes, enfatizou sobre a necessidade de se repensar o orçamento das pastas que trabalham com a política de proteção às mulheres. “Só se faz política pública com orçamento, por isso destacamos a necessidade desta CPI fortalecer esse debate na Assembleia Legislativa. É importantíssimo que possamos redirecionar o orçamento às secretarias, para pensarmos num plano estratégico e educacional de combate à essa violência que vitimiza tantas mulheres”, frisou.

Segundo o delegado titular da Delegacia de Crimes contra a Pessoa de João Pessoa, Carlos Othon Mendes, uma das principais dificuldades enfrentadas para a conclusão dos inquéritos desse tipo de crime ainda é a própria relação afetiva entre a vítima, o criminoso e os familiares. “Essa característica atrapalha a investigação, pois o executor na maioria das vezes tenta forjar o cenário do crime, criando medidas para dificultar a investigação. E é nesse sentido que realçamos a parceria com secretarias de estado, órgãos protetivos, que muitas vezes dispõe de alguma ficha de ocorrência. O feminicídio é uma qualificadora do homicídio, e por isso precisamos ter um olhar diferenciado, para que esse crime hediondo seja tratado como tal”, alegou.

O secretário executivo da Segurança e da Defesa Social, Coronel Lamark Victor Donato, dissertou que a política do órgão é o fortalecimento do trabalho para as elucidações dos crimes. “Essa tipificação criminal pode parecer simples, mas não é. Traçamos um longo caminho para levarmos esses crimes a responsabilização nos tribunais. Ainda assim, de forma geral, temos um índice de 78% de resolutividade. De forma transversal, ampliamos as campanhas educacionais, capacitamos os nossos profissionais e estamos qualificando os equipamentos, de forma a ampliar o suporte às mulheres em situação de violência. Desde 2011 reduzimos em 42% os crimes contra às mulheres, e a única explicação possível é a construção das políticas públicas”, declarou.

Também estiveram presentes na reunião o deputado estadual Wilson Filho; Adélia de Moura, representante da Secretaria da Saúde; Elisângela Inácio, da Universidade Federal da Paraíba; e o Major Vinicius César, do Núcleo de Análise Criminal e Estatística, da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social da Paraíba.

Assessoria

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