Cidades
MPPB convida prefeitos de 123 cidades a assinarem acordo para o fim dos lixões
O Ministério Público da Paraíba está convidando prefeitos de 123 municípios, nas regiões do Agreste e Sertão paraibanos, a assinarem acordos de não-persecução penal se comprometendo a dar a destinação correta ao lixo produzido em suas cidades, até o dia 1o de dezembro de 2020. A medida faz parte do projeto “Fim dos Lixões”, que está sendo desenvolvido desde 2018 e inclui também a assinatura de termos de ajustamento de conduta (TACs) para a recuperação das áreas degradadas pelo depósito de dejetos a céu aberto, no prazo de cinco anos. As reuniões ocorrerão em três cidades-polos: Campina Grande, Patos e Souca, nesta terça e quarta-feira (5 e 6/11).
O projeto está sendo desenvolvido pela Procuradoria-Geral de Justiça, através do Centro de Apoio Operacional às Promotorias do Meio Ambiente, em parceria com a Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), a Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) e o Ministério Público Federal.
De acordo com o coordenador do CAO do Meio Ambiente, o promotor de Justiça Raniere Dantas, todo o funcionamento do projeto será apresentado aos gestores, mostrando que há viabilidade de execução, dentro da realidade de cada município. O Ministério Público apresentará aos municípios experiências exitosas de outras cidades do País com características semelhantes às da Paraíba que investiram em coleta seletiva, em compostagem e conseguiram reduzir significativamente a produção de resíduos e dar a destinação correta ao lixo. Na Paraíba, segundo informações do Tribunal de Contas da Paraíba, há 14 aterros.
Os municípios
A primeira reunião desse ciclo acontecerá na Promotoria de Justiça de Campina Grande, às 14h30 desta terça-feira, reunindo gestores de 53 das 55 cidades da 3ª microrregião administrativa do MPPB. Já às 9h da quarta-feira, deverão estar reunidos gestores das 48 cidades da 4ª região no auditório da Promotoria de Justiça de Patos. Às 14h30 do mesmo dia, haverá o encontro com prefeitos de 22 cidades da 5ª micro, no auditório da Promotoria de Justiça de Sousa.
É importante ressaltar que os municípios de Cubati e São Sebastião do Umbuzeiro, que integram a 3ª microrregião, se anteciparam ao chamamento do Ministério Público e fecharam os seus lixões no último dia 15 de outubro. Membros do MPPB acompanharam a solenidade que marcou a iniciativa dos gestores das duas cidades. O lixo produzido em São Sebastião do Umbuzeiro está indo para Arco Verde/PE e o de Cubati para Campina Grande.
O acordo proposto
O acordo proposto pelo procurador-geral de Justiça Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho, aos prefeitos paraibanos que ainda mantém lixões, é que cumpram a Lei 12.305/2010, que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos, dentro de um prazo definido. Em troca, o MPPB não os denunciará por crime ambiental. Isso, porque não há um interesse do Ministério Público em punir os gestores, mas proporcionar o ganho à sociedade e ao meio ambiente advindo do fechamento dos lixões e do investimento em ações específicas para aproveitamento dos resíduos.
Os municípios convidados:
III MICRORREGIÃO – 53 cidades
Alagoa Nova
Matinhas
Alcantil
Barra de Santana
Boqueirão
Riacho de Santo Antônio
Barra de São Miguel
Cabaceiras
São Domingos do Cariri
Boa Vista
Massaranduba
Areial
Esperança
Montadas
São Sebastião de Lagoa de Roça
Ingá
Riachão do Bacamarte
Serra Redonda
Juazeirinho
Santo André
Tenório
Camalaú
Monteiro
São João do Tigre
Zabelê
Pocinhos
Puxinanã
Fagundes
Queimadas
Aroeiras
Gado Bravo
Caraúbas
Gurjão
São João do Cariri
Coxixola
Parari
São José dos Cordeiros
Serra Branca
Olivedos
Seridó
Soledade
Amparo
Congo
Sumé
Prata
Ouro Velho
Assunção
Livramento
Salgadinho
Taperoá
Natuba
Santa Cecília
Umbuzeiro
IV MICRORREGIÃO – 48 cidades
Água Branca
Imaculada
Jurú
Belém do Brejo do Cruz
Brejo do Cruz
São José do Brejo do Cruz
Bom Sucesso
Brejo dos Santos
Catolé do Rocha
Jericó
Mato Grosso
Riacho dos Cavalos
Areia de Baraúnas
Cacimba de Areia
Passagem
Patos
Quixaba
Santa Terezinha
São José do Bonfim
São José de Espinharas
Condado
Malta
Vista Serrana
Aguiar
Catingueira
Emas
Igaracy
Olho D’Água
Nova Olinda
Cajazeirinhas
Lagoa
Pombal
São Bentinho
São Domingos de Pombal
Coremas
São José de Princesa
Tavares
Princesa Isabel
Junco do Seridó
Santa Luzia
São José do Sabugi
São Bento
Paulista
Cacimbas
Desterro
Mãe D’Água
Maturéia
Teixeira
V MICRORREGIÃO – 22 cidades
Bom Jesus
Cachoeira dos Índios
Cajazeiras
Monte Horebe
Bernardino Batista
Poço de José de Moura
Santa Helena
São João do Rio do Peixe
Triunfo
Carrapateira
São José de Piranhas
Aparecida
Lastro
Marizópolis
Nazarezinho
Santa Cruz
São Francisco
São José de Lagoa Tapada
Vieirópolis
Joca Claudino
Poço Dantas
Uiraúna
Assessoria/MPPB
Cidades
As maiores mentiras sobre cachaça e a verdade que você precisa conhecer
A cachaça é uma das bebidas mais tradicionais do Brasil, carregada de história, cultura e identidade. Mas, ao longo do tempo, muitos mitos surgiram e acabaram distorcendo a percepção sobre o que realmente define uma cachaça de qualidade.
Chegou a hora de esclarecer de vez algumas das maiores mentiras que você provavelmente já ouviu — e mostrar a verdade por trás de cada uma delas.
Mentira #1: “Cachaça boa é aquela que arde”

Essa é uma das crenças mais comuns — e também uma das mais equivocadas.
A verdade é que uma cachaça de qualidade não deve agredir o paladar. Pelo contrário, ela é equilibrada, suave e bem produzida. O ardor excessivo geralmente está relacionado a processos inadequados ou falta de cuidado na produção.
Uma boa cachaça entrega sabor, aroma e uma experiência agradável do início ao fim.
Mentira #2: “Toda cachaça é igual”

Generalizar a cachaça é ignorar toda a riqueza que existe por trás da sua produção.
Cada cachaça carrega características únicas, que vêm de fatores como:
- Tipo de cana-de-açúcar
- Processo de fermentação
- Método de destilação
- Tempo de armazenamento
Ou seja, existe tradição, técnica e dedicação em cada garrafa. Assim como acontece com vinhos e whiskies, cada rótulo tem sua própria personalidade.
Mentira #3: “Cachaça orgânica não faz diferença”
Essa é outra ideia que não corresponde à realidade.
A cachaça orgânica é produzida sem o uso de agrotóxicos ou insumos químicos agressivos, o que garante mais pureza no produto final. Além disso, representa um compromisso com o meio ambiente e com a saúde do consumidor.
O resultado é uma bebida mais limpa, mais autêntica e alinhada com práticas sustentáveis.
A verdade que não muda

Diante de tantos mitos, uma coisa é certa: qualidade, tradição e cuidado fazem toda a diferença.
A Cachaça Serra Limpa é prova disso. Produzida com responsabilidade, respeito à natureza e atenção a cada detalhe, ela entrega uma experiência verdadeira em cada gole.
Porque no fim das contas, existe uma verdade que não se discute:
o sabor que não mente nunca. Siga o instagram da Cachaça Serra Limpa @serralimpaoficial e mais informações no site serralimpa.com.br
Fonte: serralimpa.com.br
Cultura
Guarabira abre inscrições para selecionar projetos culturais de Fomento à Cultura; serão investidos R$ 431,3 mil
A Prefeitura de Guarabira abriu, nesta quinta-feira (9), as inscrições para selecionar projetos culturais pelo Ciclo 2 da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). São novas oportunidades para que artistas, grupos, coletivos, fazedores de cultura e mestres e mestras das tradições populares transformem suas ideias em realidade.
As inscrições para apresentação dos projetos estão abertas até 5 de maio de 2026 (exceto para o edital de avaliadores, que possui cronograma próprio) e pode ser feitas pelo link https://guarabira.pb.gov.br/lei-aldir-blanc.
Ao todo, serão investidos R$ 431.328,72 em quatro editais que contemplam diferentes frentes da cultura local. O edital de Fomento a Projetos Culturais disponibiliza 25 vagas, distribuídas em duas categorias, com um investimento de R$ 285.000,00. O Bolsa Cultura Viva destina R$ 18.900,00 a um (a) mestre (a) das culturas tradicionais e populares, valorizando saberes ancestrais. Já o edital de Premiação de Pontos de Cultura contempla 8 iniciativas com recursos totais de R$ 112.428,72. E o edital para Comissão de Avaliadores(as), com 6 vagas e investimento de R$ 15.000,00, será responsável por garantir a análise técnica e qualificada das propostas.
“Cada fazedor (a) de cultura de Guarabira é convidado a ocupar esse espaço com sua arte, sua história e sua visão de mundo. Este é um chamado para criar, resistir e celebrar, porque investir em cultura é investir nas pessoas, na memória e no futuro de toda a cidade”, disse o secretário de Cultura e Turismo, Clemilson França.
Segundo o secretário, a iniciativa reafirma o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento cultural da cidade, reconhecendo a arte como ferramenta essencial de identidade, pertencimento e transformação social. Os recursos são provenientes do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, através da PNAB.
Secom/PMG
Cidades
Vereador propõe construção de viaduto ligando vias de Guarabira
O vereador Luize Lamarte apresentou requerimento na Câmara Municipal de Guarabira, na sessão ordinária desta terça-feira (7), solicitando o envio de ofício à prefeita Léa Toscano, com pedido para a construção de um pequeno viaduto interligando a Avenida Desembargador Pedro Bandeira à Rua Luís Porpino da Silva.
De acordo com o parlamentar, a proposta tem como objetivo melhorar a mobilidade urbana na região, facilitando o tráfego de veículos e garantindo mais segurança para motoristas e pedestres que utilizam diariamente essas vias. A iniciativa também busca contribuir para a fluidez do trânsito, especialmente em horários de maior movimento.
O requerimento foi aprovado por unanimidade e segue agora para análise do Poder Executivo Municipal.
Secom/CMG
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