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Saúde

OMS retira recomendação contra uso do ibuprofeno para covid-19

Instituição afirma que não tem dados e relatos sobre efeitos colaterais negativos, além dos usuais, Ministério da Saúde mantém restrição.

Foto: Ilustração

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) recuou nesta quinta-feira (19) e afirmou que não tem recomendação contra o uso de remédios à base de ibuprofeno para tratar quem está com covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. 

A instituição afirma que está ciente das preocupações sobre o uso do ibuprofeno no tratamento da febre em pessoas com covid-19, mas não tem conhecimento de dados clínicos ou de base populacional publicados sobre esse tema.

“Estamos consultando médicos que tratam pacientes e e não temos conhecimento de relatos de efeitos colaterais negativos, além dos usuais que limitam seu uso em determinadas populações”, destaca.

Na terça-feira (17), o porta-voz da organização, Christian Lindmeier, recomendou o uso de paracetamol ao invés de ibuprofeno para pacientes com a doença provocada pelo novo vírus, apesar de reconhecer que não havia evidências contra a utilização de anti-inflamatórios.

“”Nossos especialistas estão investigando isso a fim de fornecer orientações futuras, mas, enquanto isso, recomendamos o uso de paracetamol e não de ibuprofeno ao se automedicar”, disse em entrevista coletiva.

O Ministério da Saúde, entretanto, mantém seu posicionamento em relação à utilização do ibuprofeno e reforça que ele deve ser substituído por analgésicos. Apesar de reconhecer a falta de provas científicas sobre o medicamento, o órgão ressalta que essa é uma medida de precaução.

“Piora na saúde de pacientes graves com coronavírus (com dificuldades respiratórias) foram levantadas por outros países, como França, Espanha e Inglaterra”, cita a pasta em comunicado em rede social.

“É fundamental que a substituição dos medicamentos seja feita com recomendação de um profissional de saúde”, acrescenta.

R7.com

Brasil

Ministério da Saúde alerta para golpe com áudio de Mandetta pedindo doações

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Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O Ministério da Saúde informou na tarde de hoje que tem circulado uma mensagem falsa que utiliza a imagem do ministro Luiz Henrique Mandetta para pedir doações em dinheiro. A mensagem viria acompanhada também de um áudio simulando a voz do ministro.

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, essa mensagem é falsa e o Ministério não recebe doações em dinheiro para o enfrentamento ao coronavírus.

“Tem sido usado pelas redes sociais a figura do ministro Mandetta, inclusive com a voz, alguém imitando a voz dele fazendo solicitações de doações numa determinada conta”, disse Gabbardo.

“Isso é falso, não é verdadeiro. O Ministério da Saúde não recebe doações em dinheiro”, afirmou o secretário-executivo da pasta.

O Ministério da Saúde, no entanto, tem recebido doações de equipamentos para o combate à pandemia. Esse tipo de doação deve ser feito em contato direto com o Ministério, em mensagem a este e-mail: juntoscontracovid19@saude.gov.br.

Os dados oficiais divulgados hoje pelo Ministério da Saúde apontam que subiu para 432 o número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil —aumento de 73 óbitos confirmados nas últimas 24 horas.

No total, são 10.278 casos confirmados no país até agora, segundo o governo —1.222 casos novos de ontem para hoje—, com uma mortalidade.

UOL

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Saúde

Saúde vai ampliar uso da cloroquina contra coronavírus

Além de pacientes críticos, aqueles que estiverem em situação grave também poderão utilizar o medicamento.

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Em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (03/04), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o protocolo para uso da cloroquina em pacientes com coronavírus será ampliado. Agora, além dos pacientes críticos, aqueles em situação grave, que estão internados mas fora de UTI, poderão usar o medicamento. É importante que estejam em situação hospitalar, com acompanhamento médico, uma vez que o remédio pode causar efeitos colaterais.

O ministro diz que o estudo publicado esta semana em um jornal científico internacional sobre o uso da cloroquina é bastante frágil mas, em conversa com um grupo de especialistas, foi tomada a decisão de testar o medicamento em pacientes internados.

“Estamos discutindo algumas possibilidades com os cabeças brancas, que têm mais tempo e vivência de SUS e de Medicina. Mesmo que as evidências sejam frágeis, queremos que os médicos tenham essa opção”, diz o ministro.

Metrópoles

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Mundo

Identificado medicamento antiparasitário que ‘mata’ Covid-19 em 48hs

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Pixabay

Medicamento é conhecido pelo nome de Ivermectin, mas cientistas avisam que, “realisticamente, demorará algum tempo para que uma vacina esteja amplamente disponível”.

Um estudo conjunto levado realizado pelo Monash Biomedicine Discovery Institute e pelo Peter Doherty Institute of Infection and Immunity, na Austrália, identificou um medicamento antiparasitário capaz de ‘matar’ a Covid-19 nos testes laboratoriais no espaço de 48 horas.

Kylie Wagstaff, uma das responsáveis pelo estudo, sublinhou, no entanto, em declarações ao jornal australiano The Canberra Times, que ainda é preciso saber qual a dosagem correta de Ivermectin a usar em humanos para curar por completo a infecção.

“Descobrimos que, mesmo uma dose única, poderia remover, essencialmente, todo o RNA viral no espaço de 48 horas, e que, mesmo num período de 24 horas, é possível haver uma redução verdadeiramente significativa”, afirmou.

“Num período em que temos uma pandemia global e em que não há qualquer tratamento aprovado, se tivéssemos um composto que estivesse já disponível em todo o mundo, isso poderia ajudar as pessoas mais cedo”, acrescentou.

Kylie Wagstaff deixou, no entanto, um aviso: “Realisticamente, demorará algum tempo para que uma vacina esteja amplamente disponível”. 

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