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Saúde

Planos de saúde recomendam procurar emergência apenas em casos graves

Exemplos de sintomas são dificuldades respiratórias, como falta de ar

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Em tempo de novo coronavírus, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) recomenda que quem apresentar alguma dificuldade respiratória, como falta de ar, esteja ou não com febre deve “procurar imediatamente um serviço de emergência”. Nestas circunstâncias, o caso é considerado “grave”. 

Conforme salienta a federação, “em cerca de 80% dos casos os sintomas do coronavírus são leves, semelhantes a uma gripe”. Nestes casos, quando a pessoa pode ter coriza e mal-estar momentâneo, a orientação “é evitar sair de casa e aguardar. Alimentar-se bem e manter-se hidratado ajudam”, assinala a entidade citando recomendações da Organização Mundial da Saúde. 

“Se o quadro for febre e tosse, a indicação é procurar o médico [em consultório], como sempre deve acontecer, e buscar a orientação de sua operadora de plano de saúde”, acrescenta nota da FenaSaúde. Outras orientações estão disponíveis na internet

A entidade representa 15 grupos de operadoras de planos privados de assistência à saúde, entre eles Amil, Bradesco Seguros, ITAUSEG Saúde, Porto Seguro Saúde, Sul América Saúde e Unimed Seguros Saúde. Mais de 47 milhões de brasileiros dispõem de plano de saúde. 

Dificuldade na orientação 

Conforme reportado pela Agência Brasil, pacientes com plano de saúde relataram dificuldades para conseguir autorização das operadoras para fazer o exame de detecção de Covid-19, mesmo depois de resolução normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ter regulamentado a cobertura obrigatória de testes para a infecção.

De acordo com orientações descritas na página do site da FenaSaúde, os beneficiários de planos de saúde não devem se dirigir diretamente a laboratórios, hospitais ou outras unidades de saúde “sem antes consultar um médico e sua operadora de plano de saúde para informações sobre o local mais adequado para a realização de exame ou para esclarecimento de dúvidas sobre diagnóstico ou tratamento da doença”

A federação acrescenta que “seguindo orientações das autoridades sanitárias, a coleta de material para o exame, quando for o caso e se disponível, será feita em domicílio ou ambiente hospitalar, a fim de evitar contaminação de outras pessoas”. 

“É importante esclarecer que a resolução da ANS que tornou a cobertura do exame obrigatória especifica que o procedimento só deve ser feito em casos classificados como suspeitos ou prováveis da doença”, destaca a entidade.

A FenaSaúde criou página para orientações e esclarecimentos sobre a cobertura de exames e tratamentos do coronavírus. O espaço inclui links para os sites das operadoras.

Agência Brasil

Cidades

Covid-19: Guarabira aumenta 23 casos em 24h e totaliza 552; confira o boletim

Veja o boletim epidemiológico deste sábado, 30 de maio

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Vista aérea de Guarabira/Rose Vídeo

A Secretaria Municipal de Saúde de Guarabira divulgou na noite deste sábado (30) a atualização do boletim epidemiológico com os números da Covid-19.

Os casos confirmados na cidade já somam 552, um crescimento de 23 casos em 24 horas. Dos infectados, 262 pacientes já foram recuperados.

Continuam 7 óbitos confirmados em consequência do novo coronavírus e uma morte está sob investigação, aguardando resultados de exames.

611 casos foram descartados e 1.716 notificados.

Dos locais com mais casos confirmados, estão: Centro (72), Cordeiro (59), Bairro Novo (58) e Nordeste I (45). Estes continuam sendo os que mais apresentam incidência de infectados com o vírus; destes, apenas o bairro Novo não apresentou nenhum caso nas últimas 24h.

Veja o Boletim da Prefeitura

Brejo.com

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Cidades

Coronavírus: Guarabira já tem 529 casos e 7 mortes; confira o boletim

O bairro Novo superou o Cordeiro em número de casos

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Vista parcial de Guarabira/Rose Vídeo

A Secretaria de Saúde de Guarabira divulgou na noite desta sexta-feira (29) a atualização do boletim epidemiológico com os números da Covid-19.

Os infectados na cidade já somam 529, um crescimento de 46 casos em 24 horas. Os números divergem dos que foram divulgados pelo Estado, que aponta a cidade com 545 casos.

Guarabira é o epicentro da doença em toda a região, que envolve mais de 25 cidades. Dos infectados, 252 pacientes já foram recuperados.

São 7 óbitos confirmados em consequência do novo coronavírus e uma morte está sob investigação, aguardando resultados de exames.

581 casos foram descartados e 1.615 notificados.

Dos locais com mais casos confirmados, estão: Centro (70), Bairro Novo (58) Cordeiro (56) e Nordeste I (42). Estes continuam sendo os que mais apresentam incidência de infectados com o vírus.

Veja o Boletim da Prefeitura

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Saúde

Depressão aumenta entre brasileiros durante quarentena, diz pesquisa

Estudo foi realizado pelo UERJ em parceria com pesquisador da Universidade de Yale

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Pixabay

Nesta última terça-feira, 5 de maio, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro divulgou em seu site novos dados, baseado em pesquisa, sobre a pandemia do coronavírus: o aumento da depressão entre brasileiros durante este período.

Segundo a UERJ, logo após a decretação da quarentena por causa da pandemia de COVID-19, o professor Alberto Filgueiras, do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, iniciou uma pesquisa sobre o comportamento dos brasileiros durante o isolamento. Os resultados mostram que os casos de depressão praticamente dobraram entre os entrevistados, enquanto as ocorrências de ansiedade e estresse tiveram um aumento de 80%.

O estudo foi coordenado em parceira com o Laboratório de Neuropsicologia Cognitiva e Esportiva (LaNCE), gerenciado pelo Dr. Matthew Stults-Kolehmainen, do Yale New Haven Hospital, nos EUA. Os dados foram colhidos através de 1.460 pessoas em 23 estados que responderam um questionário on-line com mais de 200 perguntas em dois momentos específicos, de 20 a 25 de março e de 15 a 20 de abril.

Os dados analisados indicam que as mulheres são mais propensas do que os homens a sofrer com estresse e ansiedade durante a quarentena. Outros fatores de risco são: alimentação desregrada, doenças preexistentes, ausência de acompanhamento psicológico, sedentarismo e a necessidade de sair de casa para trabalhar. Já para depressão, as principais causas são idade mais avançada, ausência de crianças em casa, baixo nível de escolaridade e a presença de idosos no ambiente doméstico.

“A prevalência de pessoas com estresse agudo na primeira coleta de dados foi de 6,9% contra 9,7%, na segunda. Para depressão, os números saltaram de 4,2% para 8,0%. Por último, no caso de crise aguda de ansiedade, vimos sair de 8,7% na primeira coleta para 14,9%, na segunda coleta”, ressalta Alberto Filgueiras. Entretanto, a pesquisa sinaliza que quem recorreu à psicoterapia pela internet apresentou índices menores de estresse e ansiedade. Da mesma forma, aqueles que puderam praticar exercício aeróbico tiveram melhor desempenho do que os que não fizeram nenhuma atividade física, ou que praticaram apenas atividade de força.

Outro alerta que Filgueiras faz é sobre a pressão social que está sendo criada em volta de ‘obrigações de quarentena’, o que pode acabar impondo mais estresse às pessoas, em tempos de isolamento. “Esse período da quarentena não é o momento de mudar seus hábitos radicalmente. Isso pode gerar ainda mais angústia. Respeite seu estilo de vida e seus limites”, diz.

Fonte: Revista Casa e Jardim

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