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Saúde

Covid-19: Estudo calcula idade e condições médicas que podem agravar doença

Imagem de rottonara por Pixabay

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Pacientes com 50 anos ou mais têm 2,6 vezes mais chances de progredir para um caso grave de covid-19, de acordo com um novo estudo realizado por médicos de Xangai, na China.

Com dados de mais de 53 mil pacientes, a pesquisa buscou quantificar os fatores de risco que aumentam as chances de as pessoas infectadas com o coronavírus desenvolverem quadros severos.

Como o estudo foi feito

A meta-análise examinou dados de 30 estudos realizados entre dezembro de 2019 e fevereiro de 2020, envolvendo dados de 53.000 pacientes com o novo coronavírus — 55% dos indíviduos estudados eram homens.

A maioria dos estudos foi realizada em Wuhan e em outras cidades chinesas, embora a análise incluísse três estudos envolvendo pacientes dos Estados Unidos, Austrália e Coréia.

Os casos eram considerados graves quando apresentavam sintomas como falta de ar, exigindo 30 ou mais respirações por minuto (12 a 20 respirações por minuto são consideradas normais para um adulto); níveis perigosamente baixos de oxigênio no sangue; e evidências radiográficas de danos nos pulmões que cresceram 50% ou mais em um período de 24 a 48 horas.

De acordo com a análise, os homens tinham 1,3 vezes mais chances de progredir para uma doença grave, enquanto o tabagismo aumentava a chance em 1,7 vezes. No geral, pacientes com condições médicas subjacentes, incluindo hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares, eram 2,6 vezes mais propensos a progredir para doenças graves.

Algumas condições, como o distúrbio pulmonar obstrutivo crônico e doença renal crônica, aumentaram o risco dos pacientes em seis vezes e cinco vezes, respectivamente.

Os responsáveis pelas descobertas sugerem que os médicos deveriam dar mais atenção e cuidado aos pacientes idosos com esses fatores de risco subjacentes para oferecer o melhor tratamento possível aos grupos.

UOL/VivaBem

Brasil

Ministério da Saúde alerta para golpe com áudio de Mandetta pedindo doações

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Marcello Casal Jr. / Agência Brasil

O Ministério da Saúde informou na tarde de hoje que tem circulado uma mensagem falsa que utiliza a imagem do ministro Luiz Henrique Mandetta para pedir doações em dinheiro. A mensagem viria acompanhada também de um áudio simulando a voz do ministro.

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, essa mensagem é falsa e o Ministério não recebe doações em dinheiro para o enfrentamento ao coronavírus.

“Tem sido usado pelas redes sociais a figura do ministro Mandetta, inclusive com a voz, alguém imitando a voz dele fazendo solicitações de doações numa determinada conta”, disse Gabbardo.

“Isso é falso, não é verdadeiro. O Ministério da Saúde não recebe doações em dinheiro”, afirmou o secretário-executivo da pasta.

O Ministério da Saúde, no entanto, tem recebido doações de equipamentos para o combate à pandemia. Esse tipo de doação deve ser feito em contato direto com o Ministério, em mensagem a este e-mail: juntoscontracovid19@saude.gov.br.

Os dados oficiais divulgados hoje pelo Ministério da Saúde apontam que subiu para 432 o número de mortes pelo novo coronavírus no Brasil —aumento de 73 óbitos confirmados nas últimas 24 horas.

No total, são 10.278 casos confirmados no país até agora, segundo o governo —1.222 casos novos de ontem para hoje—, com uma mortalidade.

UOL

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Saúde

Saúde vai ampliar uso da cloroquina contra coronavírus

Além de pacientes críticos, aqueles que estiverem em situação grave também poderão utilizar o medicamento.

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Em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira (03/04), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que o protocolo para uso da cloroquina em pacientes com coronavírus será ampliado. Agora, além dos pacientes críticos, aqueles em situação grave, que estão internados mas fora de UTI, poderão usar o medicamento. É importante que estejam em situação hospitalar, com acompanhamento médico, uma vez que o remédio pode causar efeitos colaterais.

O ministro diz que o estudo publicado esta semana em um jornal científico internacional sobre o uso da cloroquina é bastante frágil mas, em conversa com um grupo de especialistas, foi tomada a decisão de testar o medicamento em pacientes internados.

“Estamos discutindo algumas possibilidades com os cabeças brancas, que têm mais tempo e vivência de SUS e de Medicina. Mesmo que as evidências sejam frágeis, queremos que os médicos tenham essa opção”, diz o ministro.

Metrópoles

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Mundo

Identificado medicamento antiparasitário que ‘mata’ Covid-19 em 48hs

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Pixabay

Medicamento é conhecido pelo nome de Ivermectin, mas cientistas avisam que, “realisticamente, demorará algum tempo para que uma vacina esteja amplamente disponível”.

Um estudo conjunto levado realizado pelo Monash Biomedicine Discovery Institute e pelo Peter Doherty Institute of Infection and Immunity, na Austrália, identificou um medicamento antiparasitário capaz de ‘matar’ a Covid-19 nos testes laboratoriais no espaço de 48 horas.

Kylie Wagstaff, uma das responsáveis pelo estudo, sublinhou, no entanto, em declarações ao jornal australiano The Canberra Times, que ainda é preciso saber qual a dosagem correta de Ivermectin a usar em humanos para curar por completo a infecção.

“Descobrimos que, mesmo uma dose única, poderia remover, essencialmente, todo o RNA viral no espaço de 48 horas, e que, mesmo num período de 24 horas, é possível haver uma redução verdadeiramente significativa”, afirmou.

“Num período em que temos uma pandemia global e em que não há qualquer tratamento aprovado, se tivéssemos um composto que estivesse já disponível em todo o mundo, isso poderia ajudar as pessoas mais cedo”, acrescentou.

Kylie Wagstaff deixou, no entanto, um aviso: “Realisticamente, demorará algum tempo para que uma vacina esteja amplamente disponível”. 

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