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Saúde

Secretaria divulga uma morte em Monteiro e outra em João Pessoa de pessoas com suspeita de coronavírus

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Conforme a Secretaria de Estado da Saúde (SES) da Paraíba, mais duas pessoas morreram na Paraíba com suspeita de infecção pelo novo coronavírus. As mortes foram registradas nas cidades de João Pessoa e de Monteiro, ambas no domingo (22). Com essas duas mortes, a Paraíba chega a quatro pessoas mortas com suspeita de contágio pelo coronavírus.

Os quatro casos de mortes classificadas como casos suspeitos de coronavírus seguiam aguardando confirmação por parte da Secretaria de Estado da Saúde até a manhã desta segunda-feira (23).

primeira morte havia sido registrada em um hospital particular de João Pessoa, uma mulher de 39 anos que apresentava mais de uma doença, e a segunda morte foi de uma outra mulher, essa de 40 anos, no Hospital Regional de Patos, que sofria de doença crônica renal.

O terceiro caso foi em Monteiro, cidade a 305 km de João Pessoa. De acordo com informações repassadas pela Prefeitura de Monteiro, a vítima era um homem de 67 anos. Ele era residente da cidade de Zabelê e havia dado entrada no Hospital Regional de Monteiro no sábado (21). Ele apresentou sintomas de gripe, como tosse e febre. De acordo com a SES, a coleta foi feita no paciente no domingo (22) e enviada para o Instituto Evandro Chagas.

O quarto caso é de uma mulher de 29 anos que morreu em um hospital particular de João Pessoa, que não tinha histórico de doenças relacionadas. Ela deu entrada na unidade no sábado com sintomas de gripe, diarreia e vômitos. O quadro clínico evoluiu rapidamente e logo depois ela precisou ser entubada. A paciente não resistiu e morreu na noite de domingo (22). A SES informou que a vítima foi testada para o novo coronavírus ainda no domingo.

Fonte: G1 PB

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Saúde

Opera Paraíba tem calendário de cirurgias eletivas em todas as regiões do estado

Confira as datas das regiões de Belém, Guarabira e demais cidades.

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Foto: Pixabay

O Opera Paraíba vai realizar, do dia 20 a 22 deste mês, no Hospital Regional de Patos, mais uma ação itinerante do programa, com a oferta de cirurgias gerais, de catarata e uma caravana de exames de imagem para diagnóstico de câncer mama, que será feita por meio da Rede Cuidar. A iniciativa do Governo do Estado vem interiorizando as ações de saúde e facilitando o acesso do usuário aos serviços.

“Nós já tiramos da fila de espera por uma cirurgia quase 20 mil paraibanos, e nossas ações continuam sendo expandidas com a inclusão de mais hospitais da rede ao programa, aquisição de equipamentos de ponta e ampliação das especialidades atendidas,” destacou o governador João Azevedo.

O calendário do Opera Paraíba também contempla o Hospital Regional de Itabaiana, de 23 a 25, com um mutirão de cirurgias de catarata. Já do dia 26 a 28, as cirurgias oftalmológicas acontecem no Hospital Regional de Belém, no Brejo paraibano.

Ainda na região do Brejo, o programa vai até a cidade de Guarabira, onde vai oferecer à população do município e cidades vizinhas cirurgias gerais, de catarata, e também uma caravana de exames de imagem para diagnóstico de câncer mama, assim como em Patos, através da Rede Cuidar. Os procedimentos vão acontecer de 27 a 29 de maio.

No mesmo período em que o programa acontecerá em Guarabira, também estará presente na cidade de Cajazeiras, no alto sertão. No Hospital Regional, o Opera Paraíba vai contemplar os usuários com cirurgias de hérnia e vesícula, oftalmológicas, e ainda a realização de exames de mamografia e ultrassom mamária, para o rastreio do câncer de mama.

A agricultora Marialba Mendes foi operada de  catarata no último fim de semana, em Taperoá. Ela saiu do centro cirúrgico emocionada. “Eu estou chorando, mas é de alegria, porque era muito difícil a gente conseguir uma cirurgia. Agora com o Opera Paraíba, a gente tem direito a ter saúde,” disse.

As cirurgias também ocorrem de forma permanente no Hospital de Clínicas, em Campina Grande, e nos finais de semana, no Hospital Edson Ramalho, em João Pessoa, no Hospital Geral de Queimadas, e no Hospital Geral de Mamanguape. 

Além das cirurgias gerais, agora o programa também conta com a realização de cirurgias ortopédicas, que acontecem no Hospital de Trauma de João Pessoa e também no Hospital de Clínicas.

Esse ano o programa já realizou mais de 5 mil procedimentos, sendo mais de 2 mil cirurgias só de catarata. 

“O Opera Paraíba está presente em todas as regiões do estado levando saúde e dignidade ao povo paraibano. Com a interiorização do programa, agora o paciente realiza a cirurgia que necessita de forma rápida e sem fazer grandes deslocamentos. Esse é o SUS que funciona,” pontuou o secretário executivo de saúde, Jhony Bezerra.

Secom-PB

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Saúde

Paraíba investe em equipamentos e reduz mais de 60% dos óbitos maternos no 1º quadrimestre

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De janeiro a abril de 2022, a Paraíba registrou 61,9% menos óbitos maternos do que no mesmo período do ano anterior. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e informam que, nos quatro primeiros meses de 2021, ocorreram 21 mortes maternas contra oito do primeiro quadrimestre de 2022. A redução ocorre no momento em que a Paraíba ampliou o Centro Estadual de Regulação Hospitalar para atuar também nos cuidados maternos.

Desde março de 2022, o complexo regulador estadual monitora e direciona os leitos na linha materno-infantil, com objetivo de centralizar as solicitações para disponibilizar o leito para as usuárias em tempo oportuno, reduzindo os índices de mortalidade materna. Desde a implantação, o serviço de regulação obstétrica já atendeu 3.033 pacientes, sendo 1.040 da 1ª Macrorregião de Saúde, 1.339 da 2ª macro e 627 da 3ª.

Há ainda 27 pacientes oriundos de outros estados. Os municípios que mais atenderam pacientes foram João Pessoa, localizada na 1ª macro, com 474 regulações; Campina Grande, na 2ª macro, com 303 regulações e Patos, na 3ª macrorregião de saúde, com 81 pacientes regulados.

Segundo a secretária estadual de Saúde, Renata Nóbrega, essa ação representa garantia de atendimento para as gestantes em todas as regiões do estado. “A partir de 1º de março, as nossas gestantes são acompanhadas pela regulação estadual, garantindo o monitoramento do cuidado humanizado e qualificado para as mães e os bebês que necessitam de cuidados de alto risco, independente do município onde elas estejam”, explica.

Ao mesmo tempo, a Paraíba investiu mais de R$ 7 milhões em equipamentos para a rede materno-infantil, que contemplam 13 hospitais. O investimento foi direcionado para as salas de parto de todo o estado e também tem proporcionado melhorias nos leitos das Unidades Intensivas Neonatais e no acompanhamento do pré-natal ao puerpério, levando a garantia da saúde à população paraibana. Somente em Cajazeiras, o estado dobrou o número UTIs Neonatais,  saindo de três para seis, contemplando os 15 municípios da região. Essas intervenções reduziram o número de transferências de pacientes do Sertão (3 ª Macrorregião de Saúde) para Campina Grande (2ª macro).

Renata Nóbrega explica a importância desse investimento para o cuidado materno-infantil. “Essa redução na mortalidade materna é resultado conjunto da implantação da regulação estadual do fluxo da obstetrícia e do amplo investimento do Governo nas maternidades de toda Paraíba, com equipamentos de última geração. É importante equipar as unidades obstétricas de todo estado e garantir que as pacientes possam ser encaminhadas para outros centro de referência, caso precisem desse suporte”, finaliza.

Secom-PB

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Saúde

Hospital Arlinda Marques realiza primeira cirurgia por vídeo em menina de 13 anos

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O Complexo Pediátrico Arlinda Marques, em João Pessoa, realizou a primeira cirurgia por videolaparoscopia. A inovação em tecnologia de ponta realizada pelo Governo do Estado representa um investimento na ordem de R$ 345 mil na aquisição do equipamento. O procedimento, além de menos invasivo aos pacientes, garante uma redução de tempo no pós-operatório e na ocupação de leitos da unidade de saúde.

A primeira cirurgia realizada ocorreu para a retirada de colecistite (retirada de vesícula) de uma criança de 13 anos do sexo feminino. A paciente já teve alta, no entanto, se fosse no método tradicional, ela ficaria em média uma semana internada e teria um pós-operatório com mais dor. Com a introdução da tecnologia, o Arlinda Marques terá condições de realizar procedimentos diariamente, de acordo com os agendamentos ambulatoriais e demandas de urgência do pronto-socorro referência no estado para doenças cirúrgicas da criança. 

O diretor administrativo do Complexo Pediátrico Arlinda Marques, José Honório da Silva Melo, explicou que o procedimento, além de ter sido realizado com sucesso, garante o acesso da população à tecnologia de ponta num hospital público. “A avaliação é de uma grandiosidade. O investimento é alto e muito salutar para o Arlinda, porque esse tipo de cirurgia se encontra em hospitais particulares, então hoje o Sistema Único de Saúde (SUS) proporciona a massa pediátrica contemplando com esse tipo de cirurgia”, ressaltou.   

A videolaparoscopia é uma cirurgia padrão no tratamento de afecções cirúrgicas do tórax e abdômen, em especial, em cirurgia digestiva, urológica, oncológica e torácica, conforme explicou José Honório da Silva Melo. O procedimento poderá ser adotado no Complexo Pediátrico Arlinda Marques tanto em cirurgias eletivas quanto nas de urgência. À frente da inovação estão os cirurgiões do Complexo Pediátrico Arlinda Marques: Daniel Rangel, Tayane Cruz, Vinícius Marinho e Henrique Silveira. 

Menos invasiva  – A tecnologia adotada no Arlinda Marques chega trazendo alta capacidade de resolutividade em menor tempo e com um processo menos invasivo. Na prática, para os pacientes isso resultará, além do tempo e redução das dores no pós-operatório, esteticamente as marcas do procedimento serão mínimas. “A cirurgia por vídeo é menos invasiva, pois são três pontinhos e a estética para o paciente é outra. A facilidade de recuperação é melhor. A cirurgia de vídeo veio para inovar”, enfatizou José Honório.

Secom-PB

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