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Saúde

Na Paraíba: Três pacientes diagnosticados com coronavírus estão curados, diz secretário

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Os três pacientes que tiveram os testes confirmados para o coronavírus estão curados, de acordo com o secretário de estado da saúde, Geraldo Medeiros. O primeiro caso foi confirmado no dia 18 de março e o terceiro nesta terça-feira (24). Conforme a assessoria da SES, os três ja estão fora do período de 14 dias de transmissão da doença, estão bem e em casa.

O último caso confirmado para o coronavírus foi anunciado nesta terça-feira pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). A paciente se trata de uma mulher, 31 anos, residente em João Pessoa com histórico de viagem para São Paulo no dia 14 de março.

Ela retornou a João Pessoa no dia 16 de março. Ao apresentar os primeiros sintomas, entrou em contato com a SES, que procedeu com a testagem para a Covid-19.

Os outros dois casos confirmados na Paraíba são de um homem de 60 anos, morador da cidade de Igaracy, a cerca de 454 km de João Pessoa, no Sertão paraibano, e de um outro idoso, também de 60 anos, morador de João Pessoa.

De acordo com o secretário de saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, a paciente está bem clinicamente. “Ela pertence aquele grupo de 80% das pessoas com coronavírus que evoluem com sintomas de uma síndrome gripal, sintomas leves que regridem espontaneamente”, comentou.

Ainda de acordo com Geraldo Medeiros, o resultado do exame que identificou o terceiro caso confirmado foi proveniente de uma testagem feita no Laboratório Central de Saúde Pública da Paraíba (Lacen-PB).

Iniciamos na segunda-feira a realização dos exames para o coronavírus na Paraíba no Lacen, laboratório próprio do governo do estado. Tivemos 22 resultados ontem, 21 casos descartados e um foi confirmado. Nesta terça estamos realizando 40 exames e à tarde teremos os resultados desses exames”, explicou.

De acordo com Geraldo Medeiros, a aplicação desses exames na Paraíba vai permitir uma maior celeridade na emissão de resultados de exames e a consequente divulgação para população.

Fonte: G1 PB

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Saúde

João Azevêdo entrega doses de vacinas contra a Covid-19 em Monteiro e destaca importância da imunização completa

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O governador João Azevêdo entregou, nesta quinta-feira (25), em Monteiro, no Cariri paraibano, mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19. Ao todo, foram entregues mais 3 mil doses, que serão utilizadas em D1, para adolescentes, e D2, para completar o ciclo vacinal básico da população adulta.

Ao lado da prefeita de Monteiro, Anna Lorena, o chefe do Executivo estadual voltou a destacar a importância da imunização completa para vencer a Covid-19. “Precisamos aumentar o ciclo completo da vacinação, que são as duas doses mais o reforço. Essa é a nossa busca, e queremos no próximo ano, se Deus quiser, estar em outro patamar de enfrentamento da Covid, com essa doença controlada, como a gripe, a H1N1, a influenza”, afirmou, destacando a logística de distribuição das vacinas durante as agendas administrativas do Governo do Estado, agilizando a distribuição e reduzindo custos. 

A prefeita Anna Lorena falou da satisfação por mais uma entrega de vacinas. “Ficamos muito felizes e sabemos do compromisso do Governo do Estado em manter essa entrega de vacinas, passo fundamental para que não baixemos a guarda na luta contra o coronavírus”, disse. 

A gerente regional de Saúde, Ravena Farias, explicou que as vacinas recebidas nesta quinta-feira serão utilizadas na vacinação de adolescentes, com D1, e para completar o ciclo vacinal básico da população adulta, D2. “A grande maioria dos municípios contemplados ainda hoje farão a retirada dessas doses para, nesta sexta-feira, já iniciar a aplicação”, completou.

Nesta quinta-feira (25), a Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou a distribuição de 241.328 doses de vacinas contra a Covid-19. As doses enviadas nesta nova remessa são todas da Pfizer/Comirnaty. Os imunizantes irão garantir a abertura dos esquemas vacinais com dose um (D1) e segundas doses (D2) da população paraibana. Do total de doses enviadas aos municípios, nesta que é a 66ª Pauta de Distribuição, 94.982 doses garantirão a D1 e a D2 de crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos de idade. A vacina para esta população teve início no mês de agosto e, nesta pauta, 22 municípios oficializaram a necessidade de interrupção de envio de Dose 1 para adolescentes, tendo em vista o alcance da meta da população alvo a ser vacinada. Já o restante, 146.346 doses, será destinado para a D2 da população entre 18 e 59 anos.

Secom-PB

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Saúde

Diretora da OMS diz que mundo está entrando em 4ª onda e teme carnaval

Ela abordou a situação da pandemia em conferência na abertura no Congresso Brasileiro de Epidemiologia.

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O mundo está entrando em uma quarta onda da pandemia do novo coronavírus. A avaliação é da diretora-geral adjunta de acesso a medicamentos e produtos farmacêuticos da OMS (Organização Mundial da Saúde), a brasileira Mariângela Simão. Ela abordou a situação da pandemia em conferência na abertura no Congresso Brasileiro de Epidemiologia.

“Estamos vendo a ressurgência de casos de Covid-19 na Europa. Tivemos nas últimas 24 horas mais de 440 mil novos casos confirmados. E isso que há subnotificação em vários continentes. O mundo está entrando em uma quarta onda, mas as regiões têm tido um comportamento diferente em relação à pandemia”, declarou Mariângela Simão.

Segundo ela, o vírus continua evoluindo com variantes mais transmissíveis. Mas em razão da vacinação houve uma dissociação entre casos e mortes, pelo fato da vacinação ter reduzido os óbitos decorrentes da Covid-19. Ela lembrou que a imunização reduz as hospitalizações mas não interrompe a transmissão.

A diretora avaliou que os novos picos na Europa se devem à abertura e flexibilização das medidas de distanciamento no verão, além do uso inconsistente de medidas de prevenção em países e regiões.

“O aumento da cobertura vacinal não influencia na higiene pessoal, mas tem associação com diminuição do uso de máscaras e distanciamento social. Além disso, há desinformação, mensagens contraditórias que são responsáveis por matar pessoas”, pontuou a diretora-geral adjunta da OMS.

Um problema grave, acrescentou, é a desigualdade no acesso às vacinas no mundo. “Foram aplicadas mais de 7,5 bilhões de doses. Em países de baixa renda, há menos de 5% das pessoas com pelo menos uma dose. Um dos fatores foi o fato de os produtores terem feito acordos bilaterais com países de alta renda e não estarem privilegiando vacinas para países de baixa renda”, analisou.

Outro obstáculo é a concentração em poucos países que dominam tecnologias utilizadas para a produção de vacinas, como o emprego do RNA mensageiro, como no caso do imunizante da Pfizer-BioNTech.

Mariângela Simão considera que o futuro da pandemia depende de uma série de fatores. O primeiro é a imunidade populacional, resultante da vacinação e da imunização natural. O segundo é o acesso a medicamentos. O terceiro é como irão se comportar as variantes de preocupação e do quão transmissíveis elas serão.

O quarto é a adoção de medidas sociais de saúde pública e a aderência da população a essas políticas. “Onde medidas de saúde pública são usadas de forma inconsistente os surtos continuarão a ocorrer em populações suscetíveis”, projetou.

A diretora da OMS defendeu que além das medidas de prevenção é preciso assegurar a equidade no acesso a vacinas, terapias e testagens. “É vacinas, mas não somente vacinas”, resumiu.

Américas e Brasil

Ao avaliar a situação das Américas e do Brasil, Mariângela Simão afirmou que as Américas vêm tendo um comportamento de transmissão comunitária continuada, com ondas repetidas.

Quanto ao Brasil, ela avaliou que o programa de vacinação está andando bem. Mas, a partir da situação na Europa, se mostrou receosa com o futuro da pandemia no país pelas discussões em curso sobre o carnaval.

“Me preocupa quando vejo no Brasil a discussão sobre o Carnaval. É uma condição extremamente propícia para aumento da transmissão comunitária. Precisamos planejar as ações para 2022”, alertou.

Por R7

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Saúde

Novo decreto prioriza quem completou esquema vacinal

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A partir de agora, os frequentadores de shows realizados no Estado que já se encontrarem com o esquema vacinal completo (duas doses ou dose única) estão dispensados de apresentarem o exame negativo para a Covid-19. A mudança do artigo 13, do Decreto 41.805, de 30 de outubro de 2021, em vigor até o próximo dia 30, consta de novo decreto a ser publicado no Diário Oficial deste sábado (20).

Pelo novo decreto, “nos eventos sociais na modalidade shows a serem realizados no Estado deverá ser exigido dos frequentadores a apresentação de cartão de vacinação com, no mínimo, a comprovação da primeira dose da vacina, há pelo menos 14 dias, e apresentação de teste de antígeno negativo para COVID-19, realizado em até 72 horas antes do evento, sendo dispensada a apresentação do exame para as pessoas que já se encontrarem com o esquema vacinal completo (duas doses ou dose única)”.

O novo decreto mantém a capacidade de públicos nesses eventos em 20% por cento, observando todos os protocolos elaborados pela Secretaria Estadual de Saúde e pelas Secretarias Municipais de Saúde.

Secom-PB

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