Variedades
Coronavírus: máscaras caseiras podem reduzir contaminação por Covid-19
Recomendações de proteção mudaram e agora a orientação é que a população faça máscaras de pano.
Na quinta-feira, 2, a recomendação do Ministério da Saúde sobre o uso de máscaras pela população em geral, incluindo pessoas assintomáticas e sem registro de contato com casos confirmados de Covid-19, mudou. Até então, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), e a equipe técnica que atua na linha de frente do combate ao coronavírus, vinham reafirmando que a necessidade de uso de máscaras era somente para pessoas com algum sintoma. Agora, depois que a marca de 1 milhão de pessoas contaminadas foi ultrapassada, Mandetta afirmou que um protocolo sobre a ação será publicado.
De acordo com uma nota técnica, “pesquisas têm apontado que a sua utilização impede a disseminação de gotículas expelidas do nariz ou da boca do usuário no ambiente, garantindo uma barreira física que vem auxiliando na mudança de comportamento da população e diminuição de casos. Nesse sentido, sugere-se que a população possa produzir as suas próprias máscaras caseiras em tecido de algodão, tricoline, TNT, ou outros tecidos, que podem assegurar uma boa efetividade se forem bem desenhadas e higienizadas corretamente. O importante é que a máscara seja feita nas medidas corretas cobrindo totalmente a boca e nariz e que esteja bem ajustada ao rosto, sem deixar espaços nas laterais”.
A Organização Mundial de Saúde ainda não mudou a recomendação sobre o uso de máscaras. De acordo com a instituição, “se você está saudável, só precisará usar uma máscara se estiver cuidando de uma pessoa com suspeita de contaminação por Covid-19. Use uma máscara de estiver tossindo ou espirrando. Máscaras são eficientes somente quando utilizadas em conjunto com a higienização das mãos com álcool em gel ou água e sabão”. Contudo, nem todas as pessoas contaminadas poderão ser testadas para o coronavírus. Estudos mostram que as pessoas assintomáticas podem ser responsáveis por dois terços da transmissão da doença.
Na coletiva de imprensa de quarta-feira, 1º, Mandetta afirmou que qualquer pessoa pode fazer as máscaras em casa. “Funciona muito bem como barreira”, disse. A orientação é que o item seja lavado após o uso com água sanitária ou hipoclorito de sódio por vinte minutos, com uso individual e que cada pessoa tenha quatro ou cinco máscaras. “É lutar com as armas que a gente tem”, disse. O ministro pediu que as máscaras cirúrgicas N95, que oferecem maior proteção, sejam deixadas para os profissionais de saúde, que estão em maior risco de contaminação.
Veja
Esporte
Ancelotti convoca jogadores para a Copa do Mundo 2026; dois são paraibanos
Os 26 nomes da lista de convocados da seleção brasileira para a Copa do Mundo de 2026 foram, enfim, anunciados. Em evento no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, nesta segunda-feira, o técnico Carlo Ancelotti divulgou os 26 nomes que levará para o torneio, em relação que inclui Neymar.
O atacante de 34 anos foi convocado pela primeira vez na era Ancelotti. Maior artilheiro da história da seleção brasileira, Neymar disputará sua quarta Copa do Mundo.
Outra novidade da lista é o goleiro Weverton, que superou a concorrência de Bento e Hugo Souza pela terceira vaga na posição. Outros nomes convocados após boas atuações na reta final do ciclo foram os zagueiros Ibañez e Léo Pereira, o volante Danilo e os atacantes Endrick, Igor Thiago e Rayan.
Pela primeira vez a Paraíba terá dois jogadores numa mesma copa com a convocação do lateral esquerdo Douglas Santos e do atacante Matheus Cunha.
A seleção brasileira terá base em Nova Jersey e faz sua estreia na competição em duelo com o Marrocos, no dia 13 de junho, no MetLife Stadium, na mesma Nova Jersey. A seleção ainda enfrenta Haiti e Escócia, no grupo C da competição.
Antes, a equipe ainda faz amistosos com Panamá (no Maracanã, no dia 31) e Egito (em Cleveland, no dia 6 de junho).
Portal 25 horas
Esporte
Projeto de lei quer reconhecer Auto Esporte como patrimônio cultural e imaterial de João Pessoa
Proposta apresentada pelo vereador Marcos Henriques destaca a origem popular, as tradições e os quase 90 anos de história do clube automobilista.
Foi protocolado na Câmara Municipal de João Pessoa um projeto de lei que reconhece o Auto Esporte como Patrimônio Cultural e Imaterial da capital paraibana. O PL ainda precisará ser aprovado pelos vereadores.
Autor da proposta, o vereador Marcos Henriques (PT) justificou que Auto Esporte reúne todos os elementos para esse e reconhecimento. Segundo o parlamentar, os quase 90 anos de história ininterrupta do clube são marcados por uma origem profundamente popular e trabalhadora, conquistas esportivas pioneiras no cenário paraibano e nacional, além de símbolos e tradições que atravessaram gerações
Ainda de acordo com Marcos Henriques, a relação afetiva construída com o povo de João Pessoa consagrou o clube, para além dos gramados, como o “Clube do Povo”.
O texto do projeto destaca que o patrimônio imaterial do Auto Esporte se manifesta em múltiplas dimensões: nas práticas esportivas desenvolvidas ao longo de décadas; nos rituais e tradições cultivados por sua torcida; nos símbolos do clube — como o volante, o macaco e as cores —, que carregam a memória viva de seus fundadores trabalhadores; nas histórias transmitidas de geração em geração sobre partidas históricas e ídolos automobilistas; e na dinâmica comunitária criada em torno de uma agremiação que sempre se identificou com a população humilde da capital paraibana.
No próximo dia 7 de setembro, o Auto Esporte completará 90 anos de fundação. O clube foi criado por taxistas que se concentravam na Praça do Relógio, atual Ponto de Cém Reis, no Centro de João Pessoa.
Ao longo da história, o Macaco Autino conquistou seis títulos paraibano (1939, 1958, 1987, 1990 e 1992), além de uma Copa Paraíba (2011).
Atualmente, sediado no bairro de Mangabeira, no estádio Evandro Lélis, o “Mangabeirão”, o Auto Esporte se prepara para a disputa do Campeonato Paraibano da Segunda Divisão. Paralelamente, o time automobilista também mantém ativa as categorias de base.
ASCOM Auto Esporte
Variedades
Entressafra Serra Limpa: o cuidado que começa na terra e chega até o seu copo
A qualidade de uma grande cachaça começa muito antes do momento em que ela é apreciada. Na Cachaça Serra Limpa, cada etapa do processo é conduzida com atenção, tradição e respeito à natureza, garantindo um produto autêntico, orgânico e cheio de personalidade.
Durante a entressafra, o trabalho continua intenso nos campos. É nesse período que acontece a preparação essencial para garantir mais uma safra de excelência, reforçando o compromisso da Serra Limpa com a qualidade em cada garrafa.
1) Tudo começa com o cuidado com a terra
O primeiro passo para produzir uma cachaça de qualidade está no plantio da cana-de-açúcar. A escolha correta da cana, o tempo ideal para o cultivo e a preparação do solo fazem toda a diferença no resultado final.
Na Serra Limpa, esse cuidado é levado a sério desde o início. O solo recebe atenção especial para garantir que a matéria-prima cresça forte, saudável e rica em qualidade, refletindo diretamente no sabor e na pureza da cachaça.

2) Nutrir a terra é garantir qualidade
Outro momento fundamental da entressafra é a adubação. Esse processo fortalece a cana desde a raiz, oferecendo os nutrientes necessários para um crescimento saudável e equilibrado.
A utilização de compostos orgânicos reforça o compromisso da Serra Limpa com práticas sustentáveis e responsáveis, valorizando não apenas a qualidade do produto, mas também o respeito ao meio ambiente.

3) Cuidar de perto faz toda a diferença
A limpa da cana-de-açúcar é o terceiro passo, responsável por manter o canavial saudável e livre do que atrapalha seu desenvolvimento.

4) Irrigação no tempo certo faz toda diferença
A irrigação também possui papel essencial no desenvolvimento da cana. Nos períodos mais secos, a água é utilizada de forma controlada para equilibrar o crescimento da plantação e garantir uma cana mais uniforme e rica.
Esse cuidado permite que cada etapa da produção aconteça no momento adequado, preservando as características que tornam a Cachaça Serra Limpa reconhecida pela sua autenticidade.

Na Serra Limpa, cada etapa importa
Muito antes de chegar ao copo, a cachaça passa por um processo que envolve dedicação, conhecimento e tradição familiar. Cada detalhe da entressafra contribui para manter o padrão de excelência que faz da Serra Limpa uma referência em cachaça orgânica de qualidade.
Da terra ao produto final, tudo é pensado para entregar uma experiência única, preservando sabores, aromas e a essência de uma produção artesanal feita com paixão.

Tradição, qualidade e autenticidade em cada garrafa
A Cachaça Serra Limpa segue valorizando suas raízes e mostrando que uma grande cachaça nasce do cuidado em cada fase do processo. O compromisso com a produção orgânica e sustentável reforça a autenticidade da marca e o respeito por quem aprecia uma bebida verdadeiramente especial.
Para acompanhar mais novidades e conhecer mais sobre a história da marca, siga o Instagram @serralimpaoficial e acesse o site: www.serralimpa.com.br
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