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Saúde

EUA aprovam uso emergencial do antiviral remdesivir no tratamento da Covid-19

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A Administração Federal de Alimentos e Drogas dos EUA (FDA, equivalente à Anvisa no Brasil) autorizou, nesta sexta-feira (1), o uso emergencial do antiviral remdesivir no tratamento da Covid-19.

A autorização de emergência não significa que o medicamento tenha sido aprovado pela FDA. Isso só acontece depois de uma revisão extremamente detalhada dos resultados e garantia de que determinada droga pode tratar com segurança e eficácia uma doença. De qualquer forma, o movimento pode fazer com que o medicamento se torne padrão no tratamento dos pacientes infectados pelo novo coronavírus nos Estados Unidos.

A FDA tem autonomia para emitir uma autorização de emergência para produtos médicos ainda não aprovados, mas que têm potencial para tratar uma doença com risco de morte enquanto não existem outras alternativas aprovadas. Foi exatamente o que aconteceu com o antiviral remdesivir, um medicamento desenvolvido pela farmacêutica Gilead para tratar o Ebola.

O remdesivir é um dos principais remédios usados (e testados) na luta contra a Covid-19. Pesquisas com a droga mostram que a substância bloqueia a atividade do novo coronavírus nas células. Até então, nos EUA, os médicos só podiam usar o medicamento para tratar pacientes com coronavírus após se inscreverem em ensaios clínicos ou através de pedidos individuais à empresa farmacêutica sob política de uso compassivo da FDA.

No início desta semana, o infectologista diretor do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID), classificou os recentes resultados de estudos do remdesivir como boas notícias.

Olhar Digital

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Saúde

Brasil registra 130 mortes por covid-19 e 5,7 mil casos em 24 horas

Número de pessoas recuperadas chega a 20,79 milhões.

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O Brasil registrou 5.738 casos de covid-19 e 130 mortes causadas pela doença em 24 horas, segundo o boletim da situação epidemiológica divulgado hoje (17) pelo Ministério da Saúde.

Com os novos diagnósticos de covid-19 confirmados, o total de pessoas contaminadas desde o início da pandemia chegou a 21.644.464. O número de mortes soma 603.282.

Segundo o boletim, 20.794.497 pessoas se recuperaram da doença. Ainda há casos 246.685 em acompanhamento por equipes de saúde ou se recuperando em casa.

Existem 3.096 mortes por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) em investigação. Isso porque em muitos casos a análise sobre a causa continua mesmo após o óbito.

Boletim epidemiológico da covid-19, divulgado em 17 de outubro de 2021

Divulgação/Ministério da Saúde

Estados

No topo do ranking de mortes por estado estão São Paulo (151.126), Rio de Janeiro (67.584) e Minas Gerais (55.209). Os que menos registraram mortes foram Acre (1.942), Amapá (1.988) e Roraima (2.018).

Agência Brasil

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Saúde

População estará imunizada contra covid até o fim do ano, diz ministro

Queiroga participou do Dia D da Campanha de Multivacinação.

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Foto: Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse neste sábado (16) que toda a população brasileira estará imunizada contra a covid-19 até o final deste ano. Queiroga participou, neste sábado, do lançamento do Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação, em São Luís. A iniciativa busca incentivar a imunização com 18 vacinas diferentes. O público-alvo são pessoas com até 15 anos.

Em relação à covid-19, Queiroga lembrou que o Brasil já ultrapassou a marca de 100 milhões de pessoas com o ciclo vacinal contra a covid-19 completo. O termo é usado para designar pessoas que receberam duas doses de imunizantes oferecidos no Brasil ou a dose única da vacina Janssen.

“Estamos nos preparando para sair da maior crise sanitária que a humanidade já enfrentou. Isso se deve ao esforço conjunto de todos nós. Tenho certeza de que haveremos de vencer, em breve, essa pandemia. Isso eu posso me comprometer com vocês porque eu sei que até o final do ano toda a população brasileira estará imunizada”, disse.

Agência Brasil

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Saúde

Cães e gatos podem ter vírus da covid-19, mas não transmitem a doença

Pesquisa é da Pontifícia Universidade Católica do Paraná.

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Pixabay

Apenas 11% dos cães e gatos que habitam casas de pessoas que tiveram covid-19 apresentam o vírus nas vias aéreas. Esses animais, entretanto, não desenvolvem a doença, segundo pesquisa realizada pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR).

Isso significa que eles apresentam exames moleculares positivos para SARS-CoV-2, mas não têm sinais clínicos da doença.

Segundo o médico veterinário Marconi Rodrigues de Farias, professor da Escola de Ciências da Vida da PUC-PR e um dos responsáveis pelo estudo, até o momento, foram avaliados 55 animais, sendo 45 cães e dez gatos. Os animais foram divididos em dois grupos: aqueles que tiveram contato com pessoas com diagnóstico de covid-19 e os que não tiveram.

A pesquisa visa analisar se os animais que coabitam com pessoas com covid-19 têm sintomas respiratórios semelhantes aos dos tutores, se sentem dificuldade para respirar ou apresentam secreção nasal ou ocular.

Foram feitos testes PCR, isto é, testes moleculares, baseados na pesquisa do material genético do vírus (RNA) em amostras coletadas por swab (cotonete longo e estéril) da nasofaringe dos animais e também coletas de sangue, com o objetivo de ver se os cães e gatos domésticos tinham o vírus. “Eles pegam o vírus, mas este não replica nos cães e gatos. Eles não conseguem transmitir”, explicou Farias.

Segundo o pesquisador, a possibilidade de cães e gatos transmitirem a doença é muito pequena. O estudo conclui ainda que em torno de 90% dos animais, mesmo tendo contato com pessoas positivadas, não têm o vírus nas vias aéreas.

Mutação

Segundo Farias, até o momento, pode-se afirmar que animais domésticos têm baixo potencial no ciclo epidemiológico da doença.

No entanto, é importante ter em mente que o vírus pode sofrer mutação. Por enquanto, o cão e o gato doméstico não desenvolvem a doença. A continuidade do trabalho dos pesquisadores da PUC-PR vai revelar se esse vírus, em contato com os animais, pode sofrer mutação e, a partir daí, no futuro, passar a infectar também cães e gatos domésticos.

“Isso pode acontecer. Aí, o cão e o gato passariam a replicar o vírus. Pode acontecer no futuro. A gente não sabe”.

Por isso, segundo o especialista, é importante controlar a doença e vacinar em massa a população, para evitar que o cão e o gato tenham acesso a uma alta carga viral, porque isso pode favorecer a mutação.

A nova etapa da pesquisa vai avaliar se o cão e o gato têm anticorpos contra o vírus. Os dados deverão ser concluídos entre novembro e dezembro deste ano.

O trabalho conta com recursos da própria PUC-PR e do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Agência Brasil

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