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Paraíba confirma 903 casos de Covid-19 em 24h e chega a 8.919

JP chegou à marca de 100 mortes por Covid-19; CG se aproxima de 1 mil casos e é a segunda no estado com mais confirmações

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Os casos de coronavírus na Paraíba chegaram a 8.919 nesta terça-feira (26), conforme divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES). Em 24 horas, a Pasta registrou 903 novos casos, maior número para um dia desde a primeira confirmação em 18 de março, e mais 7 mortes. Os dados mostram que 2.225 pessoas se recuperaram da Covid-19, doença causada pelo vírus, e 7.845 casos foram descartados para o patógeno.

Nessa segunda-feira (25), 43,9% da população do estado seguiu a recomendação de isolamento social, número bem inferior aos 70% recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Resumo | Últimas 24h na Paraíba

  • Confirmados: 8.919 (eram: 8.016)
  • Descartados: 7.845 (eram: 7.284)
  • Cidades: 181 (eram: 180)

Dentre os confirmados

  • Recuperados: 2.225 (eram: 2.218)
  • Isolados em casa: 5.923 (eram: 5.034)
  • Internados: 485 (284 em enfermarias + 201 em UTI)
  • Mortos: 286 (eram: 279)

Leitos

A ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em todo o estado é de 73%. Se for feito um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa (RMJP), 87% estão ocupados.

Mortes

Segundo a SES, 7 mortes foram confirmadas nesta terça (26), referentes a pacientes com idades entre 27 e 82 anos, sendo 5 homens e 2 mulheres. Três desses pacientes não apresentaram histórico de comorbidades, inclusive o jovem de 27 anos.

De acordo com dados mais atualizados da SES, com dois óbitos registrados nesta terça (26), a Capital chegou a 100 mortes por Covid-19 em residentes na cidade.

81,1 % dos municípios afetados

Dos 181 municípios afetados, a cidade de Areia de Baraúnas registrou o primeiro caso de coronavírus nesta terça-feira (26), conforme boletim da SES. Os dados mostram que 81,1% dos municípios paraibanos já registraram pelo menos um caso da Covid-19.

Campina Grande

Com a atualização dos dados, Campina Grande caminha para a marca de 1 mil casos confirmados do novo vírus, assumindo a vice-liderança no ranking de cidades com maior número de contaminados, ficando atrás apenas de João Pessoa, que se aproxima de 3 mil.

Portal Correio

Cidades

Campanha Somos Solidariedade distribui mais meia tonelada de alimentos em Guarabira

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Fotos: Divulgação/4º BPM

A Campanha Somos Solidariedade distribuiu nesta sexta-feira (10) mais 544 kg de alimentos e 136 kits contendo produtos de limpeza e higiene pessoal, beneficiando 68 famílias, a maioria residente na Comunidade Boa Vista de Pirpiri, na cidade de Guarabira.

A campanha é promovida pelo Governo do Estado da Paraíba, através da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH), e em Guarabira está sendo realizada pelo 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar), 3º BBM (Batalhão de Bombeiros Militar), 2ª CPTran (Companhia de Policiamento de Trânsito), Bope, Prefeitura Municipal, Diocese, Supermercado Real e Redepharma.

A distribuição de sexta-feira foi realizada por policiais militares do 4º BPM, através da Coordenação da Polícia Solidária, com a capitã Karla, tenente Salustiano e cabo Iara, além de guarnições do Bope, comandada pelo sargento Jonata, 2ª CPTran, comandada pelo sargento Josivan, Corpo de Bombeiros, comandada pelo sargento Adriano e da Diocese de Guarabira, representada por Ramón e Bianca, além das voluntárias civis Ester e Raquel.

A campanha de arrecadação prossegue e as pessoas podem fazer doações de alimentos não perecíveis e produtos de limpeza e higiene pessoal nos postos de arrecadação que funcionam na sede do 4º BPM, 3º BBM e secretarias da Paróquia Jesus Ressuscitado, Paróquia de Santo Antônio e Catedral de Nossa Senhora da Luz, além das tendas solidárias montadas na Praça Lima e Moura e no Supermercado Real, no Bairro Novo, das 7h às 12h e das 13h às 17h.

Quem quiser fazer doações para a Campanha Somos Solidariedade e não tiver como deixar nos pontos de arrecadação, pode ligar para os números 3271-1430 ou 3271-1386 que os coordenadores da campanha em Guarabira irão até o endereço informado para fazer a coleta domiciliar.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

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Cidades

Vacina que protege contra quatro tipos de meningite já está disponível nos 223 municípios paraibanos

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Após a ampliação do Calendário Básico de Vacinação, a rede pública passou a disponibilizar a vacina ACWY, que protege adolescentes entre 11 e 12 anos contra quatro tipos de meningite. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) chama a atenção de pais e responsáveis para colocar em dia a vacinação dos filhos nesta faixa etária. Disponível desde abril, a vacina previne contra essa doença infecciosa grave, que provoca inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal, e que pode ser causada por vírus ou por bactéria. 

A vacina ACWY protege contra quatro sorotipos de meningite bacteriana, que é considerada a variação mais grave da doença e pode ser fatal. Atualmente, a rede pública também oferece a vacina contra o sorotipo C, que é indicada para bebês em três doses: aos 3 e 5 meses e com reforço aos 12 meses. De acordo com a técnica do núcleo de imunização, Milena Vitorino, é importante que os pais e responsáveis pelas crianças e jovens mantenham as cadernetas de vacinação em dia. 

“Com a pandemia muitos pais estão deixando de levar as crianças aos postos por medo do coronavírus, mas é importante lembrar que há outras doenças preveníveis que ainda estão circulando. É muito importante que os adolescentes de 11 e 12 anos tomem a dose da ACWY, que é ofertada gratuitamente e protege contra quatro tipos da meningite, bem como as crianças sigam o calendário de vacinação”, frisa a técnica. 

O objetivo do Ministério da Saúde é alcançar cobertura vacinal maior ou igual a 80% do público-alvo da vacinação, que corresponde a 5.621.137 de pessoas. A vacina ACWY pode ser administrada na mesma ocasião de outras vacinas do calendário nacional de vacinação do adolescente. A SES reforça que é importante manter a caderneta de vacinação em dia para a prevenção de doenças contagiosas.

Fonte: Paraiba.pb

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Cidades

Ministério da Saúde ultrapassa meta de vacinação do público-alvo

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe alcançou 90,2% dos grupos de risco, da meta de 90%.

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe alcançou 90,2% dos grupos de risco, da meta de 90%. Desde 1º de julho, a vacinação está disponível à população.

O Ministério da Saúde informou que a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe alcançou 90,2% do público-alvo, ultrapassando a meta de 90%. Entre os grupos prioritários, os idosos foram os que tiveram melhor desempenho, com cobertura de 119,72%. Os estados e municípios receberam um total de 79,9 milhões de doses da vacina. Desse total, 81,18% foram aplicadas. Desde o dia 1º de julho, o Ministério da Saúde recomendou aos estados e municípios a estenderem a vacinação à população em geral até quando durarem os estoques da vacina, excedentes da campanha. A medida objetiva otimizar o uso das doses da vacina influenza nas localidades que não alcançaram a meta de imunização no público-alvo, que continua sendo prioritário.

As pessoas do público-prioritário, ainda não vacinadas, devem buscar os postos de vacinação para que possam receber a vacina. A campanha nacional encerrou no dia 30 de junho, sendo exclusiva para: os idosos (60 anos e mais de idade), os trabalhadores da saúde, os profissionais das forças de segurança e salvamento, as pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, os adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, a população privada de liberdade, os funcionários do sistema prisional, os caminhoneiros, os profissionais de transporte coletivo (motorista e cobrador), os portuários, os povos indígenas, as crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade, as pessoas com deficiência, as gestantes, as puérperas até 45 dias, os adultos de 55 a 59 anos de idade e professores das escolas públicas e privadas.

A vacina é importante para reduzir complicações e óbitos por influenza. Entre os grupos prioritários, além dos idosos, os trabalhadores da área da saúde ultrapassaram 100%, alcançando 115,23% do grupo vacinado. Enquanto isso, o grupo com menor cobertura vacinal é o das pessoas entre 55 a 59 anos que tiveram apenas 58,91% de imunização; as gestantes, com cobertura vacinal de 63,92%; seguidas das crianças até cinco anos de idade, com 64,64%; professores das escolas públicas e particulares, com 74,67% do público vacinado.

A vacina da gripe protege contra os três subtipos do vírus influenza que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença e óbitos. Ela não tem eficácia contra o coronavírus, porém, neste momento, irá auxiliar os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para a Covid-19, já que os sintomas são parecidos. E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde.

Apesar deste momento em que o mundo vive a pandemia causada pelo coronavírus, com o isolamento social e o receio das famílias em ir aos postos de saúde, o Ministério da Saúde tem orientado todas as equipes de saúde do país quanto às medidas de segurança para evitar infecções e realizar uma vacinação segura para a população e as equipes de saúde.

CASOS DE INFLUENZA

Em 2020, até 4 de julho, foram registrados 1.607 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza (gripe) em todo o país, com 239 mortes. Do total de casos, 618 foram casos de influenza A (H1N1), com 87 óbitos; 67 casos e 13 óbitos por influenza A (H3N2), 405 de influenza A não subtipado, com 77 mortes; e 517 casos e 62 óbitos por influenza B.

No mesmo período de 2019, até SE 27, 3.447 casos de SRAG por influenza foram registrados em todo o país, com 619 mortes. Do total de casos, 1.816 foram casos de influenza A (H1N1)pdm09, com 403 óbitos; 390 casos e 56 óbitos por influenza A (H3N2), 948 de influenza A não subtipado, com 124 mortes; e 293 casos e 36 óbitos por influenza B.

Por Jéssica Cerilo e Janary Damacena, da Agência Saúde

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