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Saúde

COMBATE AO COVID 19: Secretaria destaca medidas de ação adotadas pela prefeitura na pandemia

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Foto; Divulgação/PMG

A Prefeitura de Guarabira, através da Secretaria de Saúde, divulgou neste sábado, 20 de junho, uma lista com ações desenvolvidas pela secretaria nos últimos dias em virtude da pandemia causada pelo novo coronavírus. “São muitas ações e que é preciso que a população tome conhecimento, sabendo ainda que tudo isso só tem eficácia quando ela também colabora, e colaborar com essa luta hoje é ficando em casa, obedecendo o distanciamento social, sobretudo nesse período em que as pessoas querem fazer festas e aglomerações, mesmo em casa, isso tem que ser revisto, isso não pode”, destaca a secretária, Fernanda Macedo.

Confira os serviços desenvolvidos pelo município para o apoio aos pacientes acometidos por COVID-19:

1. Visita epidemiológica para pacientes que testaram positivo para COVID-19 com o objetivo de visualizar o contexto social do paciente e reforçar as orientações, buscando assim minimizar a cadeia de transmissão do vírus, distribuição de máscaras e panfletagem. Realizada de domingo à domingo.

2. Contato telefônico a cada 48 horas, feito por equipe de enfermeiros, para os pacientes positivos com intuito de esclarecer dúvidas, apoiar e orientar que em caso de piora do do quadro em qualquer momento deve ser procurado assistência médica.

3. Unidades de Saúde prontas para atendimento e testagem de casos suspeitos.

4. Abordagem de ônibus vindos de fora com verificação de temperatura, orientações e panfletagem. Sempre enfatizando a necessidade de isolamento e procura de assistência médica em caso de sintomas suspeitos.

5. Barreiras sanitárias nas entradas da Cidade nos sábados e quartas, dias em que existem maior movimentação de pessoas entrando na cidade pela cultura da feira livre.

6. Sanitização dos pontos de maior movimento diário na cidade como bancos, casas lotéricas, praças públicas.

7. Bombeiros civis em diversos pontos de possível aglomeração, orientando o distanciamento.

8. Testagem dos profissionais de saúde ativos e na linha de frente.

9. Testagem de Bombeiros Civis, Policia militar.

10. Testagem de profissionais das Secretarias de Meio ambiente e limpeza urbana.

11. Testagem em domicílio de idosos acamados com sintomas de COVID-19.

12. Atendimento de fisioterapia para idosos que retornaram de longas internações e apresentaram algum tipo de limitação física.

13. Testagem de pacientes notificados no E-notifica e que estavam até 30 dias do início dos sintomas, e que, por falta do teste, não tiveram diagnóstico fechado.

14. Testagem dos idosos do Cidade Madura.

15. Testagem dos idosos do Abrigo São Vicente.

16. Serviço de “disk Covid” com esclarecimentos de dúvidas.

17. UBS com novo fluxo de atendimento diário, sendo duas específicas para o atendimento aos fins de semana (UBS Nordeste I e UBS Santa Terezinha).

Saúde

Retomada de Estudos clínicos com a CoronaVac é autorizada pela Anvisa

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Foto: Ilustração

A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, autorizou nesta quarta-feira, 11 de novembro de 2020, a retomada do estudo clínico da vacina CoronaVac, uma das que estão em fase de testes no país, conduzidos pelo Instituto Butantan. A agência disse ter recebido do Butantan novas informações sobre o “evento adverso grave” (EAG) que levou a Anvisa a suspender os estudos na última segunda-feira (9).

“Após avaliar os novos dados apresentados pelo patrocinador depois da suspensão do estudo, a Anvisa entende que tem subsídios suficientes para permitir a retomada da vacinação e segue acompanhando a investigação do desfecho do caso para que seja definida a possível relação de causalidade entre o EAG inesperado e a vacina”, informou a agência por meio de nota.

No comunicado, a Anvisa voltou a defender a medida adotada na segunda-feira, que levou em consideração os dados que eram de conhecimento da agência até aquela data e que foram encaminhados ao órgão pelo Instituto Butantan.

Segundo a agência, a decisão se baseou em procedimentos previstos nos protocolos de Boas Práticas Clínicas para este tipo de pesquisa e teve como premissa o “princípio da precaução”, quando conhecimento científico não é capaz de afastar a possibilidade de dano.

Ao justificar a suspensão dos testes, a Anvisa disse que faltavam informações detalhadas sobre a gravidade e as causas do evento, assim como o parecer com o posicionamento do Comitê Independente de Monitoramento de Segurança (Data and Safety Monitoring Board, na sigla em inglês) e o boletim de ocorrência relacionado à provável motivação do EAG e que recebeu ontem (10) esses dados do Butantan.

EAG

Ontem, diferentes veículos de comunicação noticiaram que o evento adverso grave foi um óbito, por suicídio, não tendo ligação com a vacina. No entanto, em coletiva de imprensa ontem, o presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres disse que a agência não havia recebido essa informação por canais oficiais.

“Diante do evento adverso grave, o comitê independente tem que atuar. Então a informação tem que vir daquele canal, os demais canais por mais que tenham informações relevantes, eles não são o comitê independente”, disse.

A Anvisa disse também que, em respeito à privacidade e integridade dos voluntários de pesquisa, não está divulgando a natureza do EAG.

Butantan

Após o anúncio da retomada dos estudos, o Butantan divulgou nota sobre o assunto. “Isso vem ao encontro com o que temos afirmado que essa é uma das vacinas mais seguras que está em desenvolvimento nesse momento. A Anvisa compreendeu nossos argumentos.  O óbito referido não tem relação com a vacina e, portanto, o estudo pode ser retomado.”, diz o comunicado. O instituto diz ainda que espera dar o andamento ao processo o mais rapidamente possível. “Sabemos que um dia com vacina faz diferença. Nós precisamos dessa vacina o quanto antes e por isso a nossa urgência na finalização desse estudo. Então agradeço à nossa Anvisa pela compreensão e pela rapidez com que foi autorizada a retomada dos estudos clínicos”. 

Ontem, em uma coletiva de imprensa sobre o assunto, em São Paulo, o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que o evento foi reportado detalhadamente à Anvisa no último dia 6 e classificou a decisão da Anvisa como precoce. Na entrevista, Covas ressaltou que os dados foram enviados à Anvisa dentro dos protocolos determinados pela agência reguladora e pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), com todas as informações exigidas para o esclarecimento e para evitar a necessidade de paralisação do estudo.

Segundo o Butantan, o voluntário teria recebido a dose no dia 29 de outubro, 25 dias antes de o evento adverso acontecer. Covas disse ainda que o Butantan não sabe se o voluntário, que era paciente do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, tomou a vacina ou o placebo (uma substância que não apresenta interação ou efeito no organismo).

Ainda ontem, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que Anvisa prestasse informações em 48 horas sobre os estudos e o estágio de aprovação das vacinas contra a covid-19 no país.

Na manhã de hoje, parlamentares da Comissão Mista do Congresso que acompanha as medidas relacionadas ao novo coronavírus aprovaram requerimento de convite para ouvir os representantes da Anvisa e do Butantan. 

Matéria ampliada às 13h15 para inclusão das informações da nota do Butantan.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Brasil: Média de mortes por covid-19 atinge menor patamar desde abril

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O Brasil registrou nesta sexta-feira (6) a média de 345 mortes diárias por covid-19, de acordo com o critério de média móvel de sete dias. O dado, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), mostra que esse é o menor patamar de óbitos desde 28 de abril, quando o país registrou uma média 331,43 mortes diárias.

Na comparação com a sexta-feira anterior (30 de outubro), a média de mortes registrada ontem apresentou uma queda de 21,5%. Já na comparação com o dia 6 de outubro, o recuo foi de 47%.

O pico de mortes por covid-19, de acordo com a média móvel de sete dias, foi registrado no país em 25 de julho, quando foi computada uma média de 1.095,14 óbitos, ou seja, três vezes a mais do que o número apresentado ontem pela Fiocruz.

Casos

A média móvel de pessoas infectadas chegou ontem a 15.733,43 por dia, a menor desde 21 de maio deste ano, quando foram confirmados 15.324,29 casos da doença no país. Na comparação com a semana anterior, houve uma queda de 33,3%. Já em relação ao mês anterior, houve uma redução de 42,3% dos casos.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Prosseguimento dos testes da vacina contra a covid-19 é autorizada pela Anvisa

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Foto: Divulgação

A Anvisa, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, anunciou dia 3 de novembro que autorizou que o laboratório Janssen-Cilag (divisão farmacêutica da Johnson & Johnson) prossiga com as pesquisas da vacina contra a covid-19. O laboratório suspendeu os testes no dia 12 de outubro por causa de um “evento adverso grave” com um voluntário nos Estados Unidos. Segundo a agência, os estudos clínicos com a vacina, denominada de  Ad26COVS2.S já podem ser retomados e que a decisão desta terça-feira “garante segurança aos voluntários brasileiros que queiram participar do experimento”. 

Segundo a Anvisa, as regras da pesquisa clínica já preveem a ocorrência de eventos adversos e que a identificação desses episódios serve justamente para conhecer e definir o perfil de segurança de cada medicamento. A agência observou ainda que esses eventos graves exigem a paralisação de todo o estudo e a investigação do caso antes da retomada da pesquisa. 

“Após avaliar os dados do evento adverso e as informações do Comitê Independente de Segurança, além de dados da autoridade regulatória norte-americana (Food and Drugs Administration – FDA), a Anvisa concluiu que a relação benefício e risco se mantém favorável e que o estudo poderá ser retomado”, disse a agência reguladora.

De acordo com a Anvisa, no momento da interrupção 12 voluntários do Brasil, todos do Rio de Janeiro, já haviam participado do teste, recebendo a dose da vacina ou do placebo. O estudo da Janssen-Cilag  no país está sendo conduzido em 11 estados, com previsão de envolver até 7.560 pessoas com mais de 18 anos. 

“É importante destacar que a Anvisa continuará acompanhando todos os eventos adversos observados durante o estudo e, caso seja identificada qualquer  situação grave com voluntários brasileiros, irá tomar as medidas previstas nos protocolos para a investigação criteriosa desses eventos”, disse a agência.

Fonte: Agência Brasil

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