Variedades
Apostas no Brasil: São legais e seguras?
O Brasil é um dos gigantes latino-americanos em apostas esportivas, este fenômeno se deve basicamente a que o futebol se vive com intensidade, principal aditivo para gerar as condições ideais para desenvolver a atividade.
Atualmente, as apostas esportivas não são percebidas como uma atividade alheia ou distante ao futebol, os brasileiros combinam ambos os entretenimentos para conseguir um pouco de dinheiro e diversão.
Por este motivo abundam as casas de apostas e operadores de jogo na web, a maioria patrocina equipes de futebol brasileiras, inclusive se pôde verificar que 65% são patrocinados por casas de apostas de prestígio.
As regulamentações dos jogos e apostas esportivas no Brasil encontram-se em uma polêmica etapa de transição, os legisladores estão se reunindo constantemente para debater o tema em profundidade e determinar as medidas definitivas que serão tomadas.
O objetivo é estabelecer uma legislação para dar caráter legítimo às apostas online. No entanto, pode-se apostar no Brasil, apesar de ainda não existir uma norma clara que regule o setor dos jogos.
Claro que a segurança será total quando for estabelecida uma normativa específica voltada ao jogo no Brasil. Hoje em dia tudo depende da segurança e sistemas de alta tecnologia que implementam sites de apostas para garantir a privacidade dos dados do usuário.
Existem muitas casas de apostas com tecnologia sofisticada e sistemas de segurança blindados no caso de uma contingência, sequestro de informações ou tentativa de fraude. Mas há outras casas de apostas que não possuem um sistema robusto que bloqueie o acesso a criminosos informáticos na plataforma.
É necessário investigar a fundo sobre a seriedade e honestidade da casa de aposta, revisar as resenhas e opiniões é uma boa alternativa para conhecer seu nível de confiabilidade. Pesquise sobre fornecedores de software e métodos de pagamento disponíveis na plataforma.
Também é importante ter sistemas próprios de segurança como o download de antivírus, firewall e outros programas que impedem a entrada de software malicioso para o computador.
Nos próximos meses se tratará de ordenar e definir a situação legal dos jogos de azar no país, o mais provável é que o corpo de parlamentares decida regular o jogo online no Brasil. As respostas a estas incertezas estarão disponíveis no final do ano.
Jogos online no Brasil
O jogo e as apostas esportivas no Brasil são praticamente instintivos desde a chegada da internet. A cultura futebolística promove há vários anos o crescimento do setor, muitas operadoras de apostas esportivas se encontram ativadas e oferecendo um serviço de qualidade no Brasil, tal como funcionam em outros países.
Só falta que o governo nacional se anime definitivamente a dar o seguinte passo e estabelecer regulações no país. O Brasil conta com uma lei com muitos vazios para este tipo de atividade, daí que se busca regular por completo a indústria de jogos e apostas esportivas virtuais.
Encontram-se atualmente na agenda de discussão os requisitos necessários para a obtenção de licenças e as taxas que o operador terá de pagar ao Estado para poder trabalhar em solo nacional, bem como as condições fiscais que rodeiam a atividade.
Há muitos sinais que em 2020 estarão regulando as apostas esportivas no Brasil, segundo especialistas geram mais de R$ 4 bilhões anuais, apesar da falta de regulamentos. A população no Brasil é superior a 200 milhões de pessoas, tal cifra o converte em um dos mercados mais chamativos da América do Sul e com elevado potencial para o crescimento desta atividade nos próximos anos.
A audiência desportiva brasileira tem uma aproximação inata às apostas graças ao frenesi que desperta o futebol, 70% das apostas esportivas online estão vinculadas a esta disciplina acima de outras como o basquete e as corridas de cavalo, embora ultimamente estejam crescendo exponencialmente.
Este magnífico potencial do mercado brasileiro estimula os legisladores a agilizar a regulação dos sites de apostas esportivas em território brasileiro, tudo aponta para que dentro de pouco tempo a regulamentação dos sites e apostas desportivas será uma realidade em território nacional.
As marcas mais reconhecidas internacionalmente estão esperando que os governantes decidam regular o jogo para investir cifras milionárias no Brasil. O atual senador do Brasil, Flávio Bolsonaro, esteve em Las Vegas, onde encontrou com Sheldon Adelson, magnata dos cassinos, e voltou encantado. Estavam com ele o deputado Hélio Lopes e o presidente da Embratur, Gilson Machado, empresário do setor hoteleiro do Recife.
O Brasil tem tudo o que precisa para criar um mercado de jogos on-line de grande solidez, e a regulação dos jogos de azar pode ser o ingrediente chave para acelerar o crescimento. Está nas mãos dos poderes públicos discutir as leis que governarão o setor e a indústria de jogos.
Muitos inicialmente pensaram que Bolsonaro teria outra atitude em relação ao jogo por ser um governo conservador, no entanto, a economia do Brasil e a motivação dos investidores internacionais são os aditivos para promover uma lei que proporcione maior estabilidade e legalidade ao setor.
Educação
Ministério da Educação disponibiliza aplicativo gratuito com oito mil livros
Plataforma funciona como uma biblioteca pública online.
O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou para download, nesta segunda-feira (6), o aplicativo MEC Livros com quase oito mil obras literárias disponíveis para leitura de forma gratuita.

“Com isso, vamos fortalecer a leitura e levar a literatura a todo o povo brasileiro”, antecipou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelas redes sociais.
O aplicativo funciona como uma biblioteca pública online, com empréstimos de livros autorais, como lançamentos e os mais vendidos. Também serão disponibilizadas obras em domínio público para download no formato ePub.
Entre os autores estão obras de brasileiros como Clarice Lispector e Ariano Suassuna e estrangeiros como José Saramago e Gabriel García Márquez.
Além da leitura, o aplicativo também oferece experiências complementares ao usuário, como personalização, com opções de ajuste de fonte e contraste, uso de elementos de jogos na leitura e ainda notificações automatizadas. Duvidas também poderão ser consultadas a um agente de inteligência artificial (IA).
O aplicativo está disponível para Android, computadores e também tem integração com o portal gov.br.
Idiomas
Ao anunciar o lançamento do aplicativo, o presidente Lula antecipou que também será lançado em breve o aplicativo MEC Idiomas, com a oferta de 800 aulas de inglês e espanhol, para aprendizagem bilíngue em formato autoinstrutivo.
Com a nova ferramenta, o estudante poderá percorrer seis níveis de aprendizado nos idiomas, do básico ao avançado. Nesse caso, as experiências serão melhoradas com o apoio do agente de inteligência artificial para prática de conversação, teste de proficiência, notificações e aulas de reforço.
“O objetivo é ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados”, informou o MEC, por meio de nota.
De acordo com o MEC, a iniciativa demandará investimentos de R$ 1,68 milhão ao ano e poderá alcançar 16 mil estudantes por semestre.
Agência Brasil
Variedades
MPPB expede recomendação para proteger crianças e adolescentes no meio digital
Órgãos, veículos de comunicação e influenciadores estão proibidos de divulgar informações de crianças e adolescentes em situações de risco e vulnerabilidade; qualquer conteúdo já veiculado deve ser excluído em 24 horas.
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou aos órgãos da rede de proteção do município de João Pessoa, aos portais de notícias, veículos de comunicação e influenciadores digitais que se abstenham de divulgar, fornecer, compartilhar ou autorizar veiculação, em qualquer meio físico ou digital, de informações, imagens, vídeos, áudios ou qualquer outro conteúdo que permita a identificação direta ou indireta de crianças e adolescentes envolvidos em procedimentos administrativos, policiais, judiciais ou em situação de risco, vulnerabilidade, violência (inclusive sexual), atos infracionais ou qualquer outra forma de violação de direitos.
A orientação aos destinatários da recomendação é que excluam, no prazo de 24 horas, qualquer conteúdo já publicado que envolva crianças e adolescentes nas hipóteses descritas, sob pena de responsabilização nos termos da legislação aplicável e que adotem medidas preventivas para garantir a proteção da imagem e dos dados pessoais de crianças e adolescentes, inclusive por meio da elaboração de protocolos internos, capacitação continuada de seus agentes e orientação à comunidade sobre o uso responsável das redes sociais e ambientes digitais, dentre outras medidas.
A recomendação foi expedida pelo 33º promotor de Justiça de João Pessoa, João Arlindo Corrêa Neto, que atua na defesa da criança e do adolescente, e tem como objetivo coibir e combater situações de risco provocadas pela exposição indevida de crianças e adolescentes no ambiente digital, além de fomentar uma atuação preventiva e coordenada da rede de proteção, incluindo a orientação quanto à coleta, uso, armazenamento e divulgação de informações e tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes em meios eletrônicos e plataformas digitais.
Exposição indevida e violação de direitos
A recomendação integra o Procedimento 002.2026.017435, instaurado para apurar informações sobre práticas de divulgação não autorizada de informações, imagens e vídeos envolvendo crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, especialmente nos meios de comunicação local e em redes sociais. “Temos observado demandas relativas a crianças e adolescente expostas a riscos no ambiente digital, envolvidos em publicações nas redes sociais de cunho difamatório e/ou vexatório. Também tramitam na Promotoria procedimentos administrativos voltados à fiscalização e à efetivação de políticas públicas de proteção à infância e à juventude, com ênfase na atuação preventiva e na segurança digital”, justificou o promotor de Justiça.
A atuação ministerial está fundamentada na Constituição Federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), na Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei 13.709/2018) e no ECA Digital (Lei 15.211/2025), regulamentado recentemente pelo Decreto 12.880/2026.
“O avanço das tecnologias e o ambiente digital impuseram novos desafios em relação à proteção de crianças e adolescentes. A nova legislação visa tornar a internet mais segura para todos e exige que a concepção, produtos e serviços digitais que possam ser acessados por crianças e adolescentes cumpram requisitos de segurança. Quanto ao combate a crimes, no ambiente digital, contra crianças e adolescentes, foi criado o Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente, um ponto focal centralizado para receber, classificar e encaminhar denúncias de crimes de natureza sexual contra crianças e adolescentes recebidas dos fornecedores de serviços digitais, os quais, por sua vez, devem manter canais de denúncia através do qual qualquer usuário pode reportar a prática de tais crimes”, explicou o promotor de Justiça.
A recomendação foi expedida aos conselhos tutelares, aos Centros de Referências Especializados de Assistência Social (Creas); Centros de Referências de Assistência Social (Cras), serviços de acolhimento institucional; às polícias Civil e Militar; ao Poder Judiciário; à Defensoria Pública; às secretarias municipais de Educação, Saúde e Assistência Social; às unidades de saúde; aos portais de notícias, veículos de comunicação de qualquer natureza, influenciadores digitais, e demais órgãos e agentes públicos ou privados que atuem na proteção de crianças e adolescentes. Os destinatários têm prazo de 15 dias para informar a ciência da recomendação e relatar as ações tomadas para seu cumprimento, ou, por outro lado, indicar as razões para o não acatamento.
Confira as medidas recomendadas:
# Que se abstenham de divulgar, fornecer, compartilhar ou autorizar a veiculação, em qualquer meio físico ou digital, de informações, imagens, vídeos, áudios ou qualquer outro conteúdo que permita a identificação direta ou indireta de crianças e adolescentes envolvidos em procedimentos administrativos, policiais, judiciais ou em situação de risco, vulnerabilidade, violência, inclusive violência sexual, atos infracionais ou qualquer outra forma de violação de direitos;
# Que, ao divulgar campanhas, ações educativas ou informações de interesse público relacionadas à infância e juventude, observem rigorosamente os princípios da necessidade, adequação e prevenção, assegurando a não identificação de crianças e adolescentes protegidos por sigilo legal;
# Que informem, imediatamente, ao Ministério Público, ao Conselho Tutelar e às demais autoridades competentes qualquer caso de uso/divulgação indevida de informações, envolvendo crianças e adolescentes que cheguem ao seu conhecimento, especialmente quando ocorrida em plataformas digitais, redes sociais ou aplicativos de mensagem;
# Que, nos casos específicos de violação de direitos de crianças e adolescentes, notadamente, quando vítimas de crimes de exploração, de abuso sexual, de sequestro e de aliciamento dos mesmos no ambiente digital, reportem, também, a denúncia à plataforma digital, para que esta, além de proceder à imediata remoção do conteúdo, faça o devido encaminhamento ao Centro Nacional de Proteção à Criança e ao Adolescente ao qual compete realizar a triagem das notificações e acionar os fluxos de operacionalização devidos, nos termos do novo regramento normativo.
Assessoria/MPPB
Justiça
MPPB obtém condenação de réu a mais de 26 anos por tentativa de feminicídio, em Bananeiras
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) obteve, nesta quarta-feira (1°/04), a condenação de um homem acusado de tentativa de feminicídio praticada no ano de 2024, no distrito de Vila Maia, município de Bananeiras. A atuação em plenário foi conduzida pelo promotor de Justiça Erik Bethoven de Lira Alves, que sustentou a acusação perante o Conselho de Sentença com base nas provas constantes dos autos.
Conforme apurado na denúncia, o réu, inconformado com o término do relacionamento, atacou sua ex-companheira com extrema violência, desferindo 16 golpes de faca dentro do estabelecimento comercial onde a vítima trabalhava, durante o horário de expediente. A vítima foi encontrada em estado gravíssimo na cozinha do local por seu próprio filho, que também exercia atividade no estabelecimento.
Durante a sessão do Tribunal do Júri, o Ministério Público apresentou o conjunto probatório produzido ao longo da investigação e da instrução processual, evidenciando a materialidade e a autoria delitiva, bem como o contexto de violência doméstica e de gênero que motivou o crime.
“A condenação reafirma o compromisso do Ministério Público com o enfrentamento à violência contra a mulher. Trata-se de um crime grave, praticado em contexto de violência de gênero, que exige uma resposta firme do Estado”, destacou o promotor Erik Bethoven Alves
O Conselho de Sentença acolheu integralmente as teses ministeriais, reconhecendo todas as qualificadoras sustentadas pela acusação. Ao final, o réu foi condenado a pena superior a 26 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado.
Assessoria/MPPB
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