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Saúde

Em setembro média móvel de casos da covid-19 se mantém alta

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Foto: Ilustração

A análise de casos de covid-19 no Brasil por média móvel de sete dias mostra que no mês de setembro o país se manteve com um número alto de pessoas confirmadas com a doença por dia, após o pico em julho e um início de queda nos números em agosto. A média móvel é a soma dos casos registrados nos últimos sete dias divididos por sete. Esse tipo de análise evita as variações nos registros diários que ocorrem, por exemplo, nos fins de semana, quando os números caem.

Os dados fazem parte do projeto Monitora Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e mostram que a subida da curva de casos novos ocorreu de forma muito mais rápida do que a queda nos registros, considerando números do Brasil inteiro. O país permanece estável em um patamar alto de novos casos por dia.

O pico ocorreu no dia 28 de julho, com 47.514,57 registros na média móvel de sete dias. O pico anterior havia sido em 2 de julho, com 38.270,43 casos, seguido de uma queda suave até o dia 20 de julho, para 33.326,14 registros, e uma elevação acentuada até o dia 28.

No mês de agosto, os registros de casos novos caíram lentamente na média móvel até o dia 18, com 42.824,71, seguido de uma queda considerável ate o dia 21, para 36.797 casos. Depois se manteve nesse patamar até o dia 6 de setembro, quando houve nova queda acentuada, registrando no dia 10 de setembro 27.731,14 novos casos na média móvel. A curva volta a subir até o dia 16, com 31.374,86 novos casos, e se mantém nesse patamar até a última divulgação, feita na noite de ontem (21), quando a média móvel de sete dias registrou 29.787 casos novos.

Óbitos

A curva de óbitos apresenta uma dinâmica um pouco diferente da de casos, se mantendo no patamar próximo ao pico entre 24 de maio, com 950,71 novas mortes na média móvel de sete dias, e 22 de agosto, com 1.002 óbitos. Os picos ocorreram nos dias 8 de junho (1.041,14), 16 de julho (1.079,29) e 25 de julho, quando a média móvel registrou 1.095,14 novos óbitos por covid-19 no Brasil.

A queda na curva a partir de 22 de agosto se manteve até o dia 8 de setembro, quando foram registradas 688 mortes na média móvel de sete dias. Depois manteve alta até o dia 15, quando registrou 814,57 óbitos, seguida de uma leve tendência de queda, com o registro de 744,43 ontem.

Os dados da Fiocruz divergem um pouco dos divulgados pelo Ministério da Saúde, pois utilizam fontes diferentes. Os números de ontem somam 4.558.068 casos e 137.272 óbitos segundo o painel do ministério e 4.562.111 casos e 137.415 óbitos pelos dados da Fiocruz.

Estados

Entre os estados e regiões do país, a dinâmica da curva de novos casos e de novos óbitos segundo a média móvel de sete dias da Fiocruz é bastante diferenciada. São Paulo, o estado mais populoso do país, é também o que registra mais casos e óbitos.

São Paulo registrou tendência de alta até 25 de junho, quando chegou a 7.994,14 novos casos de covid-19 na média móvel, e se manteve nesse patamar até 16 de julho. Seguiu-se uma queda até o dia 21, com 5.151,71, e depois uma alta acentuada até o dia 28 de julho, com pico de 11.298 novos casos no dia 31 de julho. A partir de 17 de agosto iniciou-se a descida, registrando 7.119,71 no dia 21 de agosto e 5.219,29 em 13 de setembro. Ontem, a média móvel de São Paulo registrou 6.283,29 casos novos.

Nos óbitos, o São Paulo atingiu o patamar de pico no dia 20 de junho e se manteve na faixa entre 230 e 270 mortes por dia na média móvel até 20 de agosto. No dia 8 de setembro foram 150,71 mortes e ontem 191,71.

No Rio de Janeiro, o patamar de alta nos casos pela média móvel começa em 22 de maio, com pico de 2.654,29 no dia 25 de junho. Depois a curva desce até 826,71 no dia 17 de julho e volta a subir até 3.009 no dia 25 de julho. Novo pico de alta ocorre no dia 22 de agosto (2.835,71) e a queda ocorre até o dia 10 de setembro (648,86). Ontem foram 1.319,29 novos casos.

Os óbitos no Rio de Janeiro tiveram um pico mais concentrado entre os dias 22 de maio e 8 de junho, acima de 170 mortes diárias, com pico no dia 4 de junho, quando foram 210,14 mortes na média móvel de sete dias. A curva tem altas e baixas, se mantendo abaixo de 130 óbitos desde o dia 3 de julho, com picos de baixa nos dias 12 de agosto (62,86) e 14 de setembro (58,57). Ontem, o estado registrou 103,43 óbitos na média móvel.

No Distrito Federal (DF), o patamar de casos novos se manteve acima de 1.300 entre 19 de junho e 2 de setembro, com pico de 1.978,57 no dia 30 de junho e de 2.092,86 em 28 de julho. A curva tende a descer a partir de 28 de agosto e chegou a 947,57 novos casos ontem. Nos óbitos, a curva do DF teve ascensão suave e pico no dia 21 de agosto, quando foram registradas 43,86 mortes na média móvel de sete dias. A tendência de queda se mantém deste então e ontem foram 23,86 óbitos.

O Amazonas registrou o pico de casos no dia 29 de maio, com 1.695,86 novos casos na média móvel. Desde então, o estado vem registrando queda suave na curva, chegando ao mínimo de 448,57 em 10 de setembro e 644,71 ontem. Nos óbitos, o pico ocorreu no dia 9 de maio, com 65,86 mortes na média móvel, ficando no patamar acima de 40 até 1º de junho. Entre 2 e 7 de setembro houve uma alta para perto de 30 óbitos por dia na média móvel e ontem foram 9,43.

Na Bahia, a alta começa em 28 de junho e chega ao pico de 3.698,86 no dia 3 de julho, se mantendo acima de 2.200 até o dia 4 de setembro. Ontem o estado registrou 1.823 novos casos de covid-19 na média móvel de sete dias. Nos óbitos, a Bahia chegou ao faixa de 50 mortes por dia em 25 de junho e se manteve com tendência de alta até o pico de 72,43 em 19 de agosto. Depois seguiu uma queda até o dia 10 de setembro, quando o estado registrou 38,43 mortes e ontem foram 44,86.

No Rio Grande do Sul a tendência de alta permanece, com a curva ainda ascendente. Os picos de alta foram em 14 de agosto (2.302,29) e em 6 de setembro (2.776) e os de baixa ocorreram nos dias 21 de agosto (1.313.29) e 13 de setembro (1.855,57). Ontem foram registrados 2.491,71 casos novos. O estado permanece no acima de 45 mortes pelo novo coronavírus na média móvel desde 23 de julho e chegou ao pico de 59,86 no dia 4 de agosto. Apenas o dia 8 de setembro ficou abaixo, com 42,71, e ontem foram 47 mortes.

Fonte: Agência Brasil

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Saúde

Paraíba aplica mais de 79 mil doses de vacina em dia D de vacinação

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A Paraíba realizou o primeiro dia D de vacinação de 2023 nesse sábado (4). A ação aconteceu simultaneamente em todas as regiões do estado e aplicou 79.295 doses de vacina (rotina e contra a covid) em 216 municípios. Desse total, 26.050 foram doses de vacinas de rotina, e  53.245 doses da vacina contra covid-19: 20.907 em crianças de 6 meses a 4 anos de idade;  22.478 doses aplicadas da vacina contra covid-19 para reforço na faixa etária a partir de 3 anos e 9.860 doses aplicadas para o segundo reforço na população acima de 30 anos.

A Secretaria de Saúde da Paraíba comemorou o número de doses aplicadas. “Houve uma grande adesão do público paraibano que atendeu ao chamamento para aumentar as coberturas vacinais para as crianças de nosso estado e também as doses das vacinas contra a Covid-19”, disse o secretário de Estado da Saúde, Jhony Bezerra. 

“A saúde pública tem que ser humanizada e a prevenção é um dos pré-requisitos para que isso aconteça. E a vacina é o maior símbolo da prevenção. A grande prova disso foi durante a pandemia do coronavírus, que a vacina nos salvou”, disse o prefeito Cícero Lucena durante abertura da campanha na capital. 

Ainda falando em vacina contra a Covid-19, os dois irmãos tão pequenininhos, Elias, de seis meses, e Enzo, de dois anos, foram imunizados neste Dia D. “Os dois estavam com todas as vacinas em dia. Só faltavam as de Covid. Dou muita importância à vacinação dos meus filhos para que sempre tenham boa saúde”, ressaltou a mãe, Aline Micaelen. 

Jhony Bezerra enfatiza que na Paraíba vacina é prioridade e comemorou o resultado: “muito exitoso chegar ao fim do dia, após vários dias de preparação e diálogo e termos como resultado uma das melhores campanhas realizadas”.

Os três municípios que mais vacinaram foram João Pessoa, com 7.149 doses aplicadas; Campina Grande, com 5.482 doses; e Sousa com 2.766 doses aplicadas.

Secom-PB

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Saúde

SAMU de Guarabira recebe novos kits de uniformes e certificados de capacitação em APH

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A equipe do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) de Guarabira recebeu novos kits de uniformes, na manhã desta quarta-feira, 1º de fevereiro. A entrega foi realizada pela secretária de Saúde Harlanne Herculano, juntamente com a coordenadora de Média e Alta Complexidade, Daisy Campos, no auditório da Secretaria. O kit é composto de 1 macacão e 1 gandola (jaqueta); além de 1 par de botas – todos os itens identificados com a logomarca padrão SAMU.

Na ocasião a gestora da saúde municipal guarabirense, aproveitou o ensejo para também entregar aos ‘samuseiros’ o certificado referente a participação dos mesmos no Curso de Capacitação em Atendimento Pré-Hospitalar (APH)/120 horas promovido pela gestão municipal e realizado, de 3 de novembro a 10 de dezembro 2022.

Harlanne, na oportunidade, parabenizou a equipe e agradeceu pelo essencial serviço prestado à população, ressaltando ainda que, o novo fardamento dará mais conforto e irã auxiliar cada vez mais na segurança dos profissionais socorristas e no melhor atendimento. E que será renovado anualmente.

O SAMU de Guarabira, que completa 11 anos de fundação no próximo dia 8/2, segundo o coordenador Mariélisson Urbano – é formado na atualidade por 36 profissionais; sendo 12 condutores, 17 enfermeiros e 7 médicos. Em breve a equipe será contemplada com a sede própria, que está sendo instalada no futuro Complexo Municipal de Saúde.

Codecom

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Saúde

Opera Paraíba Pediátrico: Saúde libera calendário de realização de cirurgias para o mês de fevereiro

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Secom-PB/Arquivo

O Programa Opera Paraíba Pediátrico vai ampliar a quantidade de cirurgias realizadas a partir do mês de fevereiro. Nesta terça-feira (31), iniciam as consultas de triagem no Hospital de Trauma de João Pessoa para 100 crianças da 1ª Macrorregião de Saúde. Esses atendimentos darão início às cirurgias já na segunda semana de fevereiro. As unidades que realizarão os procedimentos em fevereiro são o Hospital Infantil Arlinda Marques e o Hospital de Trauma Senador Humberto Lucena, ambos na capital; além do Hospital Metropolitano, em Santa Rita e Hospital de Clínicas, em Campina. A meta é realizar 2 mil cirurgias em 100 dias.

O secretário de Saúde do Estado, Jhony Bezerra, detalha que, além das cirurgias pactuadas no início do projeto, as cirurgias neurológicas serão incluídas no calendário a partir de fevereiro. “O Hospital Metropolitano vai absorver essa demanda dentro da sua rotina e beneficiar crianças de todo estado”, explicou.

Dentro do planejamento para impulsionar o rendimento do Opera Pediátrico, foi definido que o Hospital de Clínicas, em Campina Grande, realizará as cirurgias às segundas, quartas, quintas e sextas-feiras; o Hospital de Trauma de João Pessoa fará os procedimentos aos finais de semana, com triagem durante a semana; e o Arlinda Marques oferecerá as cirurgias todos os dias, inclusive sábados e domingos, com ampliação da quantidade realizada. “A unidade que contemplava cinco procedimentos por dia dobra a oferta. O Opera Paraíba tem sido um grande sucesso desde o seu lançamento e a versão para as crianças busca dar a mesma assistência aos pequenos paraibanos que esperam por uma cirurgia eletiva”, enfsatizou Jhony Bezerra.

Calendário
 – No mês de fevereiro, o Programa Opera Paraíba, que atua desde 2019 beneficiando usuários adultos, vai realizar cirurgias de forma itinerante no município de Picuí em duas ocasiões: cirurgias gerais acontecerão nos dias 10, 11 e 12 e cirurgias oftalmológicas nos dias 15, 16 e 17. O município de Monteiro também aparece no calendário com cirurgias gerais nos dias 24, 25 e 26.

O fluxo de atendimentos para ingresso no programa tem início na rede de atenção básica e passa pelas Secretarias Municipais de Saúde das 223 localidades paraibanas. A partir daí, a regulação trabalha direcionando os pacientes para as unidades de saúde referenciadas mais próximas de suas residências. O usuário do sistema público de saúde também tem a opção de fazer o cadastro pelo site www.operaparaiba.pb.gov.br, preenchendo o formulário e anexando os exames e laudo médico que apresente a necessidade de uma cirurgia. O prontuário do paciente é avaliado e encaminhado para a unidade executante mais próxima. Esse fluxo tem garantido aos paraibanos a realização de mais de 33 mil cirurgias desde a criação do Programa Opera Paraíba, democratizando e facilitando o acesso dos usuários do Sistema Único de Saúde.

Secom-PB

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