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Saúde

Estudo constata infecção simultânea por duas linhagens do coronavírus

Pesquisa é feita com pacientes do Rio Grande do Sul

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©LMMV/IOC/Fiocruz

Um estudo feito com pacientes do Rio Grande do Sul constatou que uma pessoa pode ser infectada ao mesmo tempo por diferentes linhagens do novo coronavírus, que causa a covid-19. A pesquisa foi feita pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) do Ministério de Ciência e Tecnologia, pela Universidade Feevale e pela Rede Vírus.

A constatação foi feita ao analisar amostras de 92 pacientes do Rio Grande do Sul. Pelo menos duas pessoas registraram a chamada coinfecção, ou seja, a infecção simultânea por linhagens diferentes do novo coronavírus. Segundo os pesquisadores, a coinfecção com a variante E484K não havia sido descrita até o momento.

Ainda de acordo com os pesquisadores, a coinfecção é preocupante porque mistura genomas de diferentes linhagens, permitindo recombinações que resultam na evolução do vírus. Apesar disso, os dois pacientes tiveram apenas quadro leve e moderado e estão se recuperando sem necessidade de hospitalização.

Também foi constatada a circulação de cinco linhagens diferentes do vírus no estado, entre eles uma nova, inicialmente denominada de VUI-NP13L. Neste momento, pesquisadores estão estudando essa nova linhagem, o que inclui o isolamento viral e a investigação sobre neutralização ou anticorpos presentes em pacientes infectados e recuperados.

Segundo nota divulgada pelo LNCC, o estudo gera preocupações devido à possibilidade de dispersão dessa linhagem para outros estados e países vizinhos.

Agência Brasil

Saúde

Saúde distribui 1,12 milhão de vacinas da Pfizer a partir desta segunda-feira

Todos os estados e Distrito Federal receberão o imunizante

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Foto: Pixabay/ilustração

O Ministério da Saúde começa a distribuir a partir desta segunda-feira (10), mais um lote com 1,12 milhão de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech. As doses são destinadas para a primeira aplicação em pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas e pessoas com deficiência permanente.

Segundo a pasta todos os estados e Distrito Federal receberão o imunizante de forma proporcional e igualitária.

Na semana passada, o governo distribuiu o primeiro lote de vacinas da Pfizer com 1 milhão de doses.

De acordo com a pasta, a logística de distribuição das vacinas da Pfizer foi montada levando em conta as condições de armazenamento do imunizante. No Centro de Distribuição do ministério, em Guarulhos, as doses ficam armazenadas a uma temperatura de -90°C a -60°C.

Ao serem enviadas aos estados, as vacinas estarão expostas a temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de +2 a +8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

“Em função disso, o Ministério da Saúde orienta que, neste momento, a vacinação com o imunizante da Pfizer seja realizada apenas em unidades de saúde das 27 capitais brasileiras, de forma a evitar prejuízos na vacinação e garantir a aplicação da primeira e segunda doses com intervalo de 12 semanas entre uma e outra”, informou o ministério.

A vacinação contra a covid-19 começou no país no dia 18 de janeiro. Até o momento, contando com esse novo lote, foram destinadas a todas as unidades da Federação aproximadamente 75,4 milhões de doses de imunizantes.  Até este domingo (9), mais de 46,8 milhões de doses já foram aplicadas.

Agência Brasil

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Saúde

Fiocruz: pandemia de covid-19 faz vítimas cada vez mais jovens

Idade média de internados cai para 57 anos, diz boletim epidemiológico

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Foto: Pixabay/ilustração

A pandemia de covid-19 no Brasil está se espalhando cada vez mais pelas camadas jovens da população.

A constatação faz parte do Boletim do Observatório Covid-19, editado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta sexta-feira (7). Os dados apresentados nesta edição confirmam o processo de rejuvenescimento da pandemia, com uma clara mudança demográfica: adultos jovens e de meia-idade representam uma parcela cada vez maior dos pacientes em enfermarias e unidades de terapia intensiva.

Referente às semanas epidemiológicas 16 e 17 de 2021, entre 18 de abril e 1º de maio, a análise destaca as oscilações dos indicadores nos estados, a alta proporção de testes com resultados positivos, bem como a manutenção da sobrecarga de todo o sistema de saúde. Esses indícios revelam que a pandemia se mantém em patamar crítico de transmissão, com valores altos de incidência e mortalidade.

“A ligeira redução de casos e óbitos por covid-19 não significa que o país tenha saído de uma situação crítica, pois as médias diárias de 59 mil casos e de 2,5 mil óbitos nestas duas semanas epidemiológicas se encontram em patamares muito elevados. Somente com a redução sustentada por algumas semanas, associada à aceleração da campanha de vacinação e à intensificação de ações de distanciamento físico e social, combinadas com proteção social, será possível alcançar a queda sustentada da transmissão e a redução da demanda pelos serviços de saúde”, alertaram os pesquisadores do Observatório, responsáveis pelo boletim.

Rejuvenescimento

O processo de rejuvenescimento da pandemia no Brasil é confirmado por meio dos novos dados apresentados no Boletim. A semana epidemiológica 16 apresenta idade média dos casos internados de 57 anos, versus idade média de 63 anos na semana epidemiológica 1. Para óbito, os valores médios foram 71 anos, na semana epidemiológica 1 e 64 anos nesta última. Segundo a Fiocruz, há deslocamento da curva em direção a faixas etárias mais jovens.

Quanto ao número de leitos, após muitas semanas em situação muito crítica, as taxas de ocupação de leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) covid-19 no país começam a dar sinais de melhora, embora ainda longe de indicar um quadro tranquilo. Entre 26 de abril e 3 de maio, as taxas de ocupação de leitos de UTI covid-19 para adultos mantiveram a tendência lenta de queda em quase todo o país.

Agência Brasil

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Cidades

Terceira onda da Covid-19 deve chegar em junho, diz Geraldo Medeiros

Aglomerações no Dia das Mães podem contribuir com agravamento

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O secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, declarou que a terceira onda da Covid-19 deve chegar na segunda quinzena de junho no estado. Em entrevista ao ClickPB, nesta sexta-feira (7), o médico destacou também que as aglomerações no Dia das Mães podem contribuir para o agravamento da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o secretário de Saúde, a terceira onda da Covid-19 “já era uma previsão não só nossa, mas também da Fiocruz, a partir do momento em que as pessoas começam a relaxar, principalmente nos municípios menores, deixando de lavar as mãos, de usar o álcool em gel, se aglomerando nas praias, bares, restaurantes. Em Campina Grande, no Açude Velho, durante a ‘tardinha’ muita gente aglomerada, fazendo corrida, sem máscara.”

Ainda conforme Geraldo Medeiros, no Dia das Mães, “as pessoas não devem se reunir com 30 a 40 pessoas em torno da mãe, vindas de lares diferentes. O alerta temos feito, uma parcela segue e outra não segue.”

O secretário cita que o reflexo de possíveis descumprimentos das regras de combate ao coronavírus podem resultar em aumento de novos casos de Covid-19 em até 20 dias e na alta de mortes pela doença em até 30 dias após o Dia das Mães.

Geraldo Medeiros disse que o Governo do Estado já faz parte a sua parte no combate ao coronavírus com a vacinação contra a Covid-19, além de ter 1.200 leitos para tratamento contra a doença.

ClickPb

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