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Saúde

Em 24 horas, país registra 721 mortes e 34 mil novos casos de covid-19

Ao todo 885 mil pessoas estão com a doença e 9,4 milhões se curaram

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De acordo com o balanço diário mais recente divulgado neste domingo (28) pelo Ministério da Saúde, o número de pessoas que morreu por causa da covid-19 no Brasil subiu para 254.942. Em 24 horas, foram registradas 721 mortes. Há ainda 2.860 óbitos em investigação no país.

Já o total de pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia chegou a 10.551.259. Em 24 horas, foram confirmados pelas autoridades sanitárias 34.027 novos casos.

O balanço é produzido a partir de informações fornecidas pelas secretarias estaduais de saúde e, nos finais de semana, costuma ser menor do que durante a semana.

Há, ao todo, 885.284 pessoas com casos ativos da doença em acompanhamento por profissionais de saúde e 9.411.033 pacientes já se recuperaram.

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil.

Estados

Na lista de estados com mais mortes estão São Paulo (59.493), Rio de Janeiro (33.080), Minas Gerais (18.565) e Rio Grande do Sul (12.392). As unidades da Federação com menos óbitos são Acre (998), Roraima (1.100), Amapá (1.140) e Tocantins (1.526).

Em número de casos acumulados, São Paulo também lidera (2.041.628), seguido por Minas Gerais (878.705), Bahia (684.037), Santa Catarina (670.603) e Paraná (647.032).

Agência Brasil

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Saúde

Mutações da ômicron podem fornecer pistas sobre sua origem

Cientistas têm se apressado para responder questões sobre variante que foi sequenciada pela primeira vez em Botswana e na África do Sul no mês passado.

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O número excepcionalmente grande de mutações da ômicron no gene que ajuda a propagação do coronavírus pode fornecer pistas sobre como ele se desenvolveu, segundo uma análise computacional da variante.

A coexistência de mutações no chamado gene S, que normalmente inibiria a capacidade do vírus de prosperar, sugere que as alterações estão, em vez disso, trabalhando para tornar a variante mais eficaz na propagação, de acordo com uma publicação no blog de pesquisadores liderados pelo professor associado Darren Martin, do Instituto de Doenças Infecciosas e Medicina Molecular da Universidade da Cidade do Cabo.

“Embora individualmente as mutações possam diminuir a aptidão de qualquer genoma em que ocorram, coletivamente elas podem compensar os déficits umas das outras para produzir um genótipo de vírus mais adequado”, escreveram os pesquisadores.

Os cientistas têm se apressado para responder questões sobre a ômicron, que foi sequenciada pela primeira vez em Botswana e na África do Sul no mês passado, incluindo como ela se desenvolveu, quão transmissível é e a gravidade da doença causada pela cepa em comparação com as suas predecessoras, como a delta.

O gene S permite a formação da proteína spike do vírus, a quel possibilita que ele entre nas células humanas. As mutações mostram que “pode haver cooperação entre diferentes partes do vírus”, disse Martin em uma entrevista.

Segundo os pesquisadores, algumas das hipóteses sobre o seu desenvolvimento incluem:

  • A cepa surgiu em uma área onde a vigilância genômica é baixa ou as pessoas têm pouco acesso aos cuidados de saúde
  • Alternativamente, ela poderia ter se desenvolvido em uma pessoa imunossuprimida, que teria abrigado o vírus por um longo período, permitindo sua mutação
  • A última hipótese é de que o vírus poderia ter voltado para uma espécie animal, sofrido mutação e, em seguida, reinfectado humanos

Veja mais:Pfizer e Moderna têm melhor resposta como terceira dose, mostra estudo

A Organização Mundial da Saúde e especialistas em saúde em todo o mundo alertaram repetidamente que a falta de acesso às vacinas na África e a incapacidade de alguns países de aplicá-las poderia levar a mais mutações no coronavírus.

Apenas 7% da população do continente de 1,2 bilhão de pessoas está totalmente vacinada, em comparação com cerca de 69% no Reino Unido. A República Democrática do Congo, uma nação de 100 milhões de pessoas, imunizou apenas 0,1% de sua população e a Eritreia ainda não iniciou a vacinação.

Na África Austral, a alta taxa de infecções por HIV mostra que milhões de pessoas são imunodeprimidas.

“Só seremos capazes de distinguir entre essas hipóteses com mais dados”, disseram os pesquisadores. “Se uma ou mais linhagens SARS-CoV-2 forem descobertas como parentes próximos da ômicron, então isso apoiaria a hipótese de falha de vigilância.”

Mas se outras variantes forem descobertas em infecções humanas de longo prazo ou em outras espécies animais, elas apoiariam as outras hipóteses, segundo eles.

Bloomberg

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Guarabira

Vereador de Guarabira quer tratamento de fisioterapia para mulheres mastectomizadas

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Foto: Cofen/Divulgação

Requerimento de autoria do vereador Wilson Gomes de Oliveira Filho (Wilsinho – PL) e aprovado pela Câmara Municipal solicita da Prefeitura de Guarabira a disponibilização de tratamento de fisioterapia às mulheres mastectomizadas no âmbito do município de Guarabira.

A mastectomia é uma forma de tratar o câncer de mama e consiste na retirada cirúrgica de toda a mama. A mastectomia pode ser realizada: Quando uma mulher não pode ser tratada com cirurgia conservadora que poupa a maior parte da mama.

O requerimento do parlamentar é encaminhado à Secretaria Municipal de Saúde e ao prefeito Marcus Diôgo. De acordo com Wilsinho, trata-se de um pleito na área da saúde pública de grande importância, sobretudo por atender mulheres que fizeram a retirada completa da mama.

Depois que passam por esse processo de retirada completa da mama (mastectomia) a mulher necessita de acompanhamento médico, sobretudo de um fisioterapeuta para restabelecer as aptidões físicas decorrentes do processo cirúrgico – acrescentou Wilsinho.

Portal Independente

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Saúde

ÔMICRON: CRM prevê aumento de casos e sugere mais médicos na PB

O CRM-PB recomenda ainda que seja feito um redimensionamento dos leitos existentes e abastecimentos de insumos e equipamentos das unidades de saúde.

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O Conselho Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) publicou, nesta sexta-feira (3), recomendações para enfrentamento à Covid-19. Com a previsão de aumento de casos da doença, a entidade sugere a contratação de mais médicos e não realização de eventos em locais em que não há possibilidade de avaliação da situação vacinal individual.

“Preservação dos postos de trabalho e/ou contratação de médicos e demais trabalhadores de saúde, antevendo o aumento da transmissibilidade em decorrência da(s) nova(s) cepa(s) e as comemorações festivas com potencial de aglomeração”, diz trecho da recomendação.

O CRM-PB recomenda ainda que seja feito um redimensionamento dos leitos existentes e abastecimentos de insumos e equipamentos das unidades de saúde, sobretudo para o atendimento a pacientes críticos, prevendo, inclusive, o aumento na taxa de ocupação de leitos de enfermarias e unidades de terapia intensiva.

F5 Online

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