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Policial

Operação Voo Livre apreende mais de 70 aves silvestres e prende acusado de atuar no tráfico de animais na Paraíba

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O Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) apreendeu 75 aves silvestres que estavam sendo comercializadas, nas primeiras horas da manhã deste sábado (13), na feira do centro de Santa Rita, que fica na região metropolitana de João Pessoa. O trabalho fez parte de mais uma fase da Operação Voo Livre, que tem o objetivo de combater a venda de animais silvestres na Paraíba.

Das aves apreendidas, 45 estavam com um homem de 39 anos, que é suspeito de atuar no tráfico de animais silvestres. Ele foi multado em mais de 22 mil reais e apresentado na 6ª Delegacia Distrital, em Santa Rita. Esta é a segunda vez que ele está sendo preso pelo mesmo crime, em menos de 10 dias. No último dia 4, o acusado foi preso com outras 64 aves, inclusive filhotes que acabaram morrendo.

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Na Operação Voo Livre deste sábado, foram apreendidas aves das espécies papa-capim, galo-de-campina, coleira, caboclinho, canário-da-terra, entre outras. Algumas delas estavam debilitadas e foram levadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Cabedelo.

Punições – A venda de animais silvestres é crime, com pena de seis meses a um ano, e o autor é multado em R$ 500 por cada unidade apreendida com ele. Se a espécie for ameaçada de extinção, a pena é aumentada e a multa pode chegar a R$ 5 mil, por cada animal.

Assessoria/PMPB

Policial

Em JP: Polícia prende acusado de sequestrar motorista de aplicativo e praticar roubos

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A Polícia Militar prendeu, na noite dessa quarta-feira (16), no bairro de Manaíra, em João Pessoa, um suspeito que se passou por passageiro de um carro que faz transporte por aplicativo para praticar roubos com o veículo da vítima, que foi levada no porta-malas. O suspeito, que completou 18 anos no começo deste mês, teria assaltado outras cinco pessoas.

O carro foi interceptado após um cerco realizado pelas equipes do Batalhão Especializado em Policiamento Turístico (BEPTur) e 6ª Companhia Independente da PM (6ª CIPM). Com o rapaz, foi apreendida uma arma de brinquedo e recuperados os objetos das vítimas. O motorista de aplicativo, que estava no porta-malas, foi resgatado pelos policiais sem nenhum ferimento.

O preso foi apresentado na Central de Flagrantes, no Geisel, e reconhecido por todas as vítimas.

Assessoria/PMPB

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Policial

Polícia prende suspeita de tráfico ao intervir em aglomeração na cidade de Campina Grande

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A Polícia Militar prendeu uma mulher de 27 anos que é suspeita de atuar no tráfico de drogas, no bairro das Malvinas, em Campina Grande. A prisão foi realizada nessa quarta-feira (16), quando os policiais da Força Tática do 2° Batalhão faziam rondas na rua Valdair Pequeno de Melo e presenciaram uma aglomeração de pessoas.

Ao intervir para desfazer a aglomeração, que reunia cinco homens, quatro mulheres e três crianças na porta de um residencial, os policiais visualizaram embalagens com drogas na parte interna do apartamento. Na revista, foram achadas no quarto da suspeita embalagens com cocaína, maconha e balança de precisão.

Ela foi apresentada na Central de Polícia, em Campina Grande.

Assessoria/PMPB

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Educação

Golfinho encontrado morto em praia da Paraíba será usado em ações de educação ambiental

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O golfinho da espécie cabeça-de-melão, que foi encontrado morto, na manhã desta quarta-feira (16), na Praia de Formosa, em Cabedelo, será usado em ações de educação ambiental, para conscientizar crianças e adultos sobre a importância da preservação da fauna marinha. O animal apresentava visíveis sinais de que foi machucado por rede de pesca, antes de morrer.

Equipes do Batalhão de Polícia Ambiental (BPAmb) já estão com o golfinho e vão fazer um trabalho de taxidermia (popularmente conhecido como empalhamento) para que o animal seja usado nas ações educativas.

O golfinho tem mais de 2 metros de comprimento. A presença dele no litoral paraibano não é muito comum, mas chega a ser registrada em períodos de passagem. Os ferimentos da rede foram constatados principalmente na parte da cabeça do animal. O BPAmb alerta que a pesca predatória é considerada crime ambiental, com detenção de até 3 anos e multa que varia de 700 reais até 100 mil.

Assessoria/BPAmb

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