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Saúde

Com 1.269 novos casos, Paraíba tem 806 pessoas internadas e 44 novos óbitos por Covid-19 nesta sexta-feira (19)

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES) registrou, nesta sexta (19), 1.269 casos de Covid-19. Entre os confirmados hoje, 112 (8,82%) são casos de pacientes hospitalizados e 1.157 (91,18%) são leves. Agora, a Paraíba totaliza 244.264 casos confirmados da doença, que estão distribuídos por todos os 223 municípios. Até o momento, 708.487 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

Também foram confirmados 44 novos óbitos desde a última atualização, sendo 36 deles nas últimas 24h. Os óbitos ocorreram entre os dias 25 de janeiro e 19 de março de 2021, sendo 08 deles em hospitais privados, um em residência e os demais em hospitais públicos. Com isso, o estado totaliza 5.167 mortes. O boletim registra ainda um total de 174.769 pacientes recuperados da doença.

Concentração de casos

Cinco municípios concentram 599 novos casos, o que corresponde a 47,20% dos casos registrados nesta sexta. São eles: João Pessoa, com 383 novos casos, totalizando 65.850; Campina Grande, com 79 novos casos, totalizando 22.407; Cabedelo, com 56 novos casos, totalizando 6.051; Conde, com 44 novos casos, totalizando 1.667; Bayeux, com 37 novos casos, totalizando 4.752.

* Dados oficiais preliminares (fonte: e-sus VE, Sivep Gripe e SIM) extraídos às 10h do dia 19/03/2021, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Óbitos

Até esta sexta, 209 cidades paraibanas registraram óbitos por Covid-19. Os 44 óbitos confirmados neste boletim ocorreram entre residentes dos municípios de Areia (1), Bayeux (1), Boa Vista (1), Brejo do Cruz (1), Cabedelo (1), Cachoeira dos Índios (1), Campina Grande (3), Esperança (2), Guarabira (1), João Pessoa (20), Monteiro (1), Patos (1), Prata (1), Santa Luzia (1), Santa Rita (3), São Bento (1), São José de Piranhas (1), São José do Brejo do Cruz (1), Serra da Raiz (1) e Taperoá (1). As vítimas são 25 homens e 19 mulheres, com idades entre 27 e 95 anos. Hipertensão e diabetes foram as comorbidades mais frequentes e 07 não tinham comorbidades.

Ocupação de leitos Covid-19

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 86%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 93%. Em Campina Grande estão ocupados 89% dos leitos de UTI adulto e no sertão 89% dos leitos de UTI para adultos. De acordo com o Centro Estadual de Regulação Hospitalar, 74 pacientes foram internados nas últimas 24h.

Cobertura Vacinal

Foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 307.980 doses. Até o momento, 238.519 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 69.461 com a segunda dose da vacina. Um total de 388.398 doses já foram distribuídas.

Os dados epidemiológicos com informações sobre todos os municípios e ocupação de leitos estão disponíveis em: www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

Paraiba.pb.gov

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Saúde

Saúde de Guarabira encaminha mais pacientes para tratamento de glaucoma em clínica da Capital

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No sábado, 27/11, a Prefeitura de Guarabira através da Secretaria de Saúde – encaminhou mais pacientes que fazem acompanhamento de tratamento de glaucoma, para a realização de exames no CENOFT (Centro Oftalmológico Tarcísio Dias) em João Pessoa. Desta vez, 8 pessoas foram contempladas com o benefício.

A importante ação é executada pela secretária de Saúde Harlanne Herculano, e conta com a sensibilidade do prefeito Marcus Diôgo, que dar todo o aval para que os serviços sejam realizados em prol da saúde das pessoas que mais precisam.

Além do tratamento oftalmológico ofertado gratuitamente, o transporte também é disponibilizado de forma franca pela Prefeitura, com apoio da sua Coordenadoria de Transporte.

Codecom

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Saúde

Principal resposta contra Ômicron é vacinação, diz ministro

Cuidado da vigilância em saúde no país permanece o mesmo.

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©Tomaz Silva/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse nesta segunda-feira (29) que a principal resposta contra a variante Ômicron é a vacinação. “Esse contrato assinado com a farmacêutica Pfizer é a prova cabal da programação do Ministério da Saúde para enfrentar não só essa variante Ômicron como as outras que já criaram tanto problema para nós”, completou.  

Em Salvador, ele afirmou que o cuidado da vigilância em saúde no país permanece o mesmo adotado desde o começo da pandemia. “É uma variante de preocupação, mas não é uma variante de desespero porque temos um sistema de saúde capaz de nos dar as respostas no caso de uma variante dessa ter uma letalidade um pouco maior. Ninguém sabe ainda”.

Réveillon e carnaval

Questionado sobre a retomada de festas de réveillon e carnaval, Queiroga lembrou que o tema não é pauta do ministério e que a definição é feita pelos municípios. “Esse é um momento de vigilância, de observar o que vai acontecer em função dessa nova variante que foi descrita. O Ministério de Saúde está vigilante, preparado para essa emergência e para outras que possam surgir”.

Dose de reforço

Mesmo diante da identificação da Ômicron, o ministro descartou, pelo menos por enquanto, a possibilidade de reduzir o intervalo de cinco meses exigido atualmente pela pasta para a aplicação da dose de reforço da vacina contra a covid-19. A exigência, segundo ele, permanece a mesma.

“Ainda não há evidência na ciência pra isso. Não se pode querer uma ciência self-service. Pra umas coisas, se quer evidência científica de nível A. Pra outras, não tem nenhuma evidência, só opinião de um secretário municipal. Não pode ser assim. A partir de cinco meses, já pode ser aplicada a dose de reforço naqueles com mais de 18 anos.”

OMS

Queiroga disse ainda que conversou ontem (28) com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom, sobre os possíveis impactos da nova variante no cenário brasileiro. “Estamos trabalhando com a perspectiva de, no Brasil, com a situação epidemiológica mais controlada, não deixarmos ter retrocesso em relação ao que já conseguimos”.

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Saúde

João Azevêdo entrega doses de vacinas contra a Covid-19 em Monteiro e destaca importância da imunização completa

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O governador João Azevêdo entregou, nesta quinta-feira (25), em Monteiro, no Cariri paraibano, mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19. Ao todo, foram entregues mais 3 mil doses, que serão utilizadas em D1, para adolescentes, e D2, para completar o ciclo vacinal básico da população adulta.

Ao lado da prefeita de Monteiro, Anna Lorena, o chefe do Executivo estadual voltou a destacar a importância da imunização completa para vencer a Covid-19. “Precisamos aumentar o ciclo completo da vacinação, que são as duas doses mais o reforço. Essa é a nossa busca, e queremos no próximo ano, se Deus quiser, estar em outro patamar de enfrentamento da Covid, com essa doença controlada, como a gripe, a H1N1, a influenza”, afirmou, destacando a logística de distribuição das vacinas durante as agendas administrativas do Governo do Estado, agilizando a distribuição e reduzindo custos. 

A prefeita Anna Lorena falou da satisfação por mais uma entrega de vacinas. “Ficamos muito felizes e sabemos do compromisso do Governo do Estado em manter essa entrega de vacinas, passo fundamental para que não baixemos a guarda na luta contra o coronavírus”, disse. 

A gerente regional de Saúde, Ravena Farias, explicou que as vacinas recebidas nesta quinta-feira serão utilizadas na vacinação de adolescentes, com D1, e para completar o ciclo vacinal básico da população adulta, D2. “A grande maioria dos municípios contemplados ainda hoje farão a retirada dessas doses para, nesta sexta-feira, já iniciar a aplicação”, completou.

Nesta quinta-feira (25), a Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou a distribuição de 241.328 doses de vacinas contra a Covid-19. As doses enviadas nesta nova remessa são todas da Pfizer/Comirnaty. Os imunizantes irão garantir a abertura dos esquemas vacinais com dose um (D1) e segundas doses (D2) da população paraibana. Do total de doses enviadas aos municípios, nesta que é a 66ª Pauta de Distribuição, 94.982 doses garantirão a D1 e a D2 de crianças e adolescentes entre 12 e 17 anos de idade. A vacina para esta população teve início no mês de agosto e, nesta pauta, 22 municípios oficializaram a necessidade de interrupção de envio de Dose 1 para adolescentes, tendo em vista o alcance da meta da população alvo a ser vacinada. Já o restante, 146.346 doses, será destinado para a D2 da população entre 18 e 59 anos.

Secom-PB

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