Saúde
Covid-19: Guarabira retoma aplicação da 2ª dose após receber 1.790 doses da CoronaVac
A Secretaria de Saúde do Município de Guarabira retornou nesta quinta-feira (20), as aplicações da segunda dose do imunizante CoronaVac aos grupos prioritários que estavam para receber a vacina desde o inicio deste mês. O atraso aconteceu devido ao município não ter recebido doses suficientes para a aplicação.
Na manhã desta quarta-feira, 19 de maio, a coordenadora de epidemiologia do município, Elicácia Cunha, recebeu da II Gerência Regional de Saúde mais doses da vacina CoronaVac. Segundo Elicácia foram recebidas 1.790 doses, as quais serão aplicadas como D2 (segunda dose), para complementar o esquema de imunização das pessoas que tomaram a primeira dose e estavam aguardando.
As doses estão sendo aplicadas na quinta e sexta-feira, dias 20 e 21, respectivamente, nas UBS”s, no Ginásio “O Zenobão” e pela modalidade Drive-Thru no Parque do Poeta.
Acesse o link e faça o cadastro para receber a 2º dose da vacina CoronaVac.
Da Codecom/PMG
Saúde
Falta de ar, dor no peito e palpitações podem indicar doenças do coração
Especialista da Afya Paraíba alerta para sintomas iniciais de doenças cardiovasculares, responsáveis por cerca de 30% das mortes no Brasil.
Sintomas como falta de ar em atividades leves, dor ou pressão no peito e palpitações frequentes costumam ser tratados como algo passageiro, mas podem indicar doenças cardiovasculares — principal causa de morte no Brasil. Dados do Ministério da Saúde mostram que cerca de 30% dos óbitos no país estão relacionados a problemas do coração e da circulação.
De acordo com o cardiologista e professor da Afya Paraíba, Alexandre Negri, esses sinais não devem ser ignorados, especialmente quando surgem de forma recorrente ou sem causa aparente.
“O coração costuma apresentar alterações de maneira progressiva. Quando os sintomas iniciais são negligenciados, a doença pode evoluir silenciosamente e se manifestar de forma grave”, explica.
Principais sintomas de doenças cardiovasculares
A falta de ar ao realizar atividades simples do dia a dia, como subir escadas ou caminhar pequenas distâncias, não é considerada normal e pode estar relacionada a condições como insuficiência cardíaca, alterações nas válvulas do coração ou obstruções das artérias coronárias.
Outro sintoma que exige atenção é a dor ou sensação de pressão no peito. Mesmo quando aparece de forma intermitente ou dura poucos minutos, o desconforto precisa ser investigado. “Nem toda dor no peito é infarto, mas toda dor torácica deve ser avaliada, pois pode indicar redução do fluxo sanguíneo para o coração”, alerta o especialista.
As palpitações, caracterizadas por batimentos acelerados, irregulares ou sensação de falhas no ritmo cardíaco, também merecem cuidado, principalmente quando ocorrem em repouso ou vêm acompanhadas de tontura, falta de ar ou mal-estar.
Quando procurar um cardiologista
A orientação médica é buscar um cardiologista sempre que os sintomas se repetirem ou surgirem sem explicação aparente. Pessoas com histórico familiar de doenças cardíacas, hipertensão, diabetes, colesterol elevado e obesidade devem redobrar a atenção.
Além disso, o especialista chama alerta para o uso inadequado de substâncias que podem sobrecarregar o coração, como energéticos, especialmente quando associados ao consumo de álcool, termogênicos, pré-treinos, pós-treinos e anabolizantes prescritos de forma inadequada. “Esses produtos podem provocar alterações no ritmo cardíaco, elevação da pressão arterial e aumentar significativamente o risco de eventos cardiovasculares”, ressalta Negri.
“A avaliação precoce permite iniciar o tratamento antes que ocorram eventos graves, como infarto ou acidente vascular cerebral”, reforça o professor da Afya Paraíba.
Ignorar sinais cardíacos pode favorecer o avanço silencioso das doenças cardiovasculares e aumentar o risco de complicações como infarto, AVC, arritmias graves e insuficiência cardíaca. A cardiologia dispõe de exames simples e acessíveis — como eletrocardiograma, teste ergométrico, ecocardiograma e exames laboratoriais — capazes de identificar alterações ainda nas fases iniciais.
“A prevenção, associada a hábitos saudáveis e ao acompanhamento médico regular, reduz de forma significativa a mortalidade por doenças do coração”, destaca Alexandre Negri.
Assessoria
Saúde
Anvisa alerta para risco de pancreatite ligado a canetas emagrecedoras
Agência orienta para que uso seja feito com acompanhamento médico.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu hoje (9/2), em Brasília, um alerta de farmacovigilância sobre os riscos do uso indevido de medicamentos agonistas do receptor GLP‑1, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. 

O grupo inclui a dulaglutida, a liraglutida, a semaglutida e a tirzepatida.
Em nota, a Anvisa destacou que, embora o risco conste das bulas dos medicamentos aprovados no Brasil, as notificações têm aumentado tanto no cenário internacional como no cenário nacional, o que exige reforço das orientações de segurança.
“Conhecidos popularmente como canetas emagrecedoras, esses medicamentos devem ser utilizados exclusivamente conforme as indicações aprovadas em bula e sob prescrição e acompanhamento de profissional habilitado”, destacou a agência no comunicado.
O monitoramento médico, segundo a Anvisa, é motivado pelo risco de eventos adversos graves, incluindo pancreatite aguda, que podem incluir formas necrotizantes e fatais.
“Apesar do alerta, não houve mudança na relação de risco e eficácia dessas substâncias. Ou seja, os benefícios terapêuticos ainda superam os efeitos adversos, de acordo com as indicações e modos de uso aprovados e constantes da bula”, completou a agência.
O comunicado cita que, no início do mês, a Agência Reguladora de Medicamentos e Produtos de Saúde (MHRA) do Reino Unido emitiu alerta para o risco, ainda que pequeno, de casos de pancreatite aguda grave em pacientes que utilizam canetas emagrecedoras.
Números
Dados da Anvisa indicam que, entre 2020 e 7 de dezembro de 2025, 145 notificações de suspeitas de eventos adversos foram registradas no país, além de seis suspeitas de casos com desfecho de óbito.
Em junho de 2025, a agência determinou que farmácias e drogarias passassem a reter a receita desse tipo de medicamento. Desde então, a prescrição médica passou a ser feita em duas vias e a venda só pode ocorrer com a retenção da receita na farmácia, assim como acontece com antibióticos.
A validade das receitas é de até 90 dias, a partir da data de emissão.
“A decisão teve como objetivo proteger a saúde da população brasileira, visto que foi observado um número elevado de eventos adversos relacionados ao uso desses medicamentos fora das indicações aprovadas”, destacou a Anvisa.
“A Anvisa destaca que o uso indiscriminado e fora das indicações autorizadas, especialmente para emagrecimento sem necessidade clínica, eleva significativamente o risco de efeitos adversos e dificulta o diagnóstico precoce de complicações graves”, completou.
Orientações
A agência recomenda que usuários de canetas emagrecedoras procurem atendimento médico imediato em caso de dor abdominal intensa e persistente, que pode irradiar para as costas e vir acompanhada de náuseas e vômitos – sintomas sugestivos de pancreatite.
Profissionais de saúde, de acordo com a Anvisa, devem interromper o tratamento ao suspeitar da reação, não dando prosseguimento caso o diagnóstico seja confirmado.
“A Anvisa reforça, ainda, a importância da notificação de eventos adversos no VigiMed [sistema disponibilizado pela agência para monitor eventos adversos relacionados a medicamentos e vacinas], o que contribui para o monitoramento contínuo da segurança desses medicamentos no país, que estão há pouco mais de cinco anos no mercado nacional.”
Histórico
Ao longo dos últimos anos, a Anvisa já havia emitido outros alertas relacionados a canetas emagrecedoras, incluindo riscos de aspiração durante procedimentos anestésicos, em 2024, e a perda de visão rara associada à semaglutida, em 2025.
Agência Brasil
Saúde
Absenteísmo, estresse e conflitos: por que a saúde mental virou prioridade nas empresas
Projeto Mente Sã une psicologia clínica e organizacional para ajudar empresas a agir diante do adoecimento emocional e atender à NR-1.
A saúde mental no ambiente de trabalho se tornou um dos principais desafios enfrentados pelas empresas na atualidade. Absenteísmo, queda de produtividade, conflitos internos e esgotamento emocional estão cada vez mais presentes no dia a dia corporativo e, em muitos casos, diretamente relacionados ao adoecimento psicológico dos colaboradores.
Diante desse cenário, e com a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que amplia o olhar sobre os riscos psicossociais, cresce a necessidade de ações estruturadas, estratégicas e baseadas em ciência para o cuidado emocional nas organizações.
É nesse contexto que nasce o Projeto Mente Sã, idealizado pelas psicólogas Adriana Alves e Márcia Peixoto, experientes na área de Recursos Humanos. A iniciativa surge do encontro entre dois olhares complementares e essenciais para a saúde das empresas: o olhar clínico, que compreende a subjetividade humana, e o olhar organizacional, que entende a dinâmica, a cultura e os desafios do ambiente corporativo.
A união da experiência de Adriana na psicologia clínica com a expertise de Márcia no contexto organizacional cria um diferencial poderoso na realização de diagnósticos de riscos psicossociais e na construção de soluções alinhadas tanto às necessidades reais das equipes quanto às exigências da NR-1.
Presença, escuta qualificada e diagnóstico preciso
O trabalho do Projeto Mente Sã começa com a presença. As profissionais visitam a empresa, estabelecem um diálogo próximo com a gestão e buscam compreender a realidade, a cultura e os objetivos do negócio. A partir desse primeiro contato, o olhar se volta para as equipes, por meio do uso de ferramentas validadas, metodologia estruturada e, sobretudo, uma escuta sensível e qualificada, capaz de captar aspectos que muitas vezes não aparecem nos indicadores tradicionais.
Com base nesse mapeamento, são identificados os fatores de risco psicossocial, permitindo a elaboração de estratégias personalizadas para mitigá-los. O objetivo é promover saúde emocional, segurança psicológica e relações de trabalho mais saudáveis, fortalecendo ambientes onde as pessoas possam se desenvolver com bem-estar e onde as empresas possam crescer de forma produtiva e humana.
Para Adriana Alves, o cuidado com as pessoas precisa fazer parte da estratégia empresarial. “Cuidar da saúde emocional da equipe não é gasto, é investimento. É olhar para o que sustenta qualquer organização: as pessoas”, afirma.
Vivências práticas e ferramentas reconhecidas
O Projeto Mente Sã é estruturado a partir de encontros que combinam vivências práticas e o uso de ferramentas reconhecidas e validadas cientificamente, como:
- DISC, para análise de perfis comportamentais
- Modelo PERMA, voltado ao bem-estar e à Psicologia Positiva
- Testes psicológicos validados pelo CFP
- Escuta ativa e intervenções com base científica
As ações são pensadas para gerar reflexões profundas e, ao mesmo tempo, aplicáveis à rotina das equipes, sempre respeitando o contexto e a cultura de cada organização.
Workshops, oficinas e consultoria especializada
Com base na Psicologia Positiva e na Logoterapia, o projeto oferece workshops, oficinas e consultoria especializada, ajudando as empresas a:
- Desenvolver inteligência emocional
- Prevenir o esgotamento profissional
- Melhorar a comunicação e os relacionamentos internos
- Promover engajamento com propósito
- Fortalecer a saúde mental no ambiente de trabalho
- Atender às exigências da NR-1
Segundo Márcia Peixoto, muitas organizações já percebem os impactos do adoecimento emocional, mas ainda têm dificuldade em saber como agir. “Muitas empresas identificam o problema, mas não sabem por onde começar. Nosso papel é orientar, estruturar e caminhar junto nesse processo”, destaca.
Resultados esperados
Entre os principais resultados esperados com a implementação do Projeto Mente Sã estão:
- Aumento do engajamento dos colaboradores
- Clima organizacional mais leve, saudável e colaborativo
- Redução de afastamentos relacionados ao estresse
- Profissionais com mais autoconhecimento, equilíbrio emocional e senso de propósito
O Projeto Mente Sã acende uma mudança necessária no mundo corporativo: cuidar da saúde emocional no trabalho não é apenas atender a uma norma, mas investir no que há de mais valioso em qualquer organização: as pessoas.
Empresas interessadas podem entrar em contato e solicitar uma proposta personalizada.
Mais informações e contatos:
Márcia Peixoto – (83) 9954-0637
Adriana Alves – (83) 9986-1025
Assessoria
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